|
|
Errata
e aditamentos
«Sangue
Real. As nossas ascendências à Casa Real Portuguesa». Porto
1998
ISBN:
972-97430-1-0 Depósito legal: 1247 771/98
No livro
do autor «Ascendências Visienses. Ensaio Genealógico sobre a nobreza
de Viseu. Séculos XIV a XVII», Porto 2004, que volta a tratar parte
da matéria tratada neste livro, muita coisa foi acrescentada.
Entretanto, o autor está a preparar, para publicação, toda a
descendência portuguesa de D. Fernando I, nascida até 1640, que trará,
para a época em causa, substanciais acréscimos ao que foi publicado em «Sangue
Real».
|
PÁG.
|
ESPÉCIE
|
LINHA
|
ONDE
SE LÊ
|
DEVE
LÊR-SE
|
|
6
|
|
5
|
Heráldico-enealógico
|
Heráldico-Genealógico
|
|
14
|
Nota
1
|
1
|
D.Leonor
Telles ere
|
D.Leonor
Telles era.
|
|
14
|
Nota
1
|
6
|
que
a assaninou
|
que
a assassinou
|
|
14
|
I
|
Penult.
|
Casou
em 1372
|
Casou
a 5.3.1372
|
|
15
|
I
|
1
|
Trás-os-Montes
e falecida...
|
Trás-os-Montes
em 1345 e falecida...
|
|
15
|
1(II)
|
|
D. Beatriz
de Portugal nasceu a 9.12.1372 em Coimbra e faleceu a 8.3.1408 em
Madrigal
|
|
15
|
2(II)
|
|
D. Pedro
faleceu criança em 1380
|
|
15
|
3(II)
|
|
D.Afonso
faleceu criança em 1382
|
|
16
|
II
|
|
D.Isabel
de Portugal nasceu a 12.1.1364
|
|
16
|
II
|
Penult.
|
vontando
|
voltando
|
|
19
|
II
|
|
D.Isabel
de Portugal faleceu a 4.4.1395 em Marans e seu marido D.Afonso
Henriques a 2.7.1395, ib
|
|
19
|
II
|
|
D.Isabel
de Portugal casou a 9.4.1378
|
|
19
|
II
|
|
D.Afonso
Henriques nasceu a 18.10.1355 em Burgos
|
|
19
|
II
|
5
|
publica-mos
|
publicamos
|
|
19
|
II
|
11
|
casta
|
carta
|
|
20
|
Nota
A
|
14
|
Imperador
Henrique IV von Hohenstaufen (1165-1196)
|
Imperador
Henrique IV von Hohenstaufen (1161-1197)
|
|
21
|
4(III)
|
21
|
Vala
lares
|
Valadares
|
|
22
|
III
|
|
Branca
Dias (Perestrello) não era irmã mas sim filha de Bartolomeu
Perestrello e de sua 1ª mulher Branca Dias. Aquela Branca Dias (Perestrello)
terá nascido entre 1418 e 1420, tendo 18 a 20 anos de idade à
data do 1º filho, em cuja legitimação vem referida apenas como
Branca Dias. E quem era ela? Toda a tradição genealógica a diz
Perestrello. E com certeza Perestrello não era a D. Isabel, que
aparece na legitimação com Dona, título que as Perestrello não
usam nesta época. O grande Salazar e Castro garante mesmo que
Branca Dias era filha de Bartolomeu Perestrello e de sua mulher
Branca Dias. Posteriormente, vários genealogistas defenderam que
Bartolomeu Perestrello seria seu irmão, dada a cronologia, e
argumentam que o patronímico não obedeceria aqui à regra dado
tratar-se de uma família estrangeira. Segui esta tese, mas
julgo-a agora errada. Com efeito, Bartolomeu Perestrello já
esteve na descoberta da Madeira em 1.7.1419. Podia, assim,
perfeitamente ser pai de Branca Dias, filha de um primeiro
casamento com outra Branca Dias, como diz Salazar. Sendo que
Filipa Moniz, a 1ª mulher do grande Cristóvão Colombo, terá
nascido muito mais tarde, do 2º casamento. O facto de Branca Dias
ter, no séc. XV, o nome e patronímico da mãe, não é de
estranhar minimamente, tendo ainda por cima em conta o facto de o
pai ser estrangeiro. (ver nota à pag. 25)
|
|
23
|
1(IV)
|
|
D.João
de Noronha teve de D.Afonso V, por carta de 27.4.1443, quatro mil
coroas de ouro para o seu 1º casamento com D.Filipa de Ataíde.
|
|
24
|
3(IV)
|
|
D.Isabel
de Noronha, marquesa de Montemor, que ainda vivia em 1514, casou
antes de 25.7.1460, data em que recebe do Rei tença pelas 4.500
coroas de ouro dadas pelo casamento.
|
|
24
|
4(IV)
|
|
D.Inez
de Noronha, 2ª condessa de Abrantes, faleceu entre 1494 e 1496 e
tinha casado em 1467. Seu marido faleceu a 9.10.1512.
|
|
25
|
IV
|
|
D.
Fernando de Noronha foi o último filho varão do arcebispo
D.Pedro de Noronha. Esta paternidade está comprovada em vários
documentos. D.Fernando terá nascido entre 1438 e 1442, sendo
portanto menor à data do falecimento do pai em 1452. Também me
parece evidente a relação estreita com sua irmã D.Catarina de
Noronha, futura condessa de Penamacor, em cuja casa casou e onde
provavelmente vivia a mãe de ambos, o que fortemente indicia que
tivessem sido irmãos inteiros e mais ou menos da mesma idade.
Também é inegável ter sido D.João de Noronha o filho primogénito
de D.Pedro. A historiografia de Óbidos chama-lhe mesmo conde de
Gijon, embora claramente sem fundamento. Mas basta ver que casou
cerca de 27.4.1443, data em que obtém para o efeito 4.000 coroas
de ouro de Dom Afonso V. Ora, das quatro cartas de legitimação
dos filhos de D.Pedro, todas datadas de 13.8.1444, D.João aparece
como filho de D.Isabel e os restantes de Branca Dias. Do que ficou
dito, pode concluir-se que D.Isabel foi a primeira amante, talvez
ocasional, e Branca Dias a segunda, esta de forma mais estável, já
que lhe dá pelo menos três filhos. O primeiro destes filhos é
D.Pedro de Noronha, que em 1475 já era mordomo-mor do príncipe,
futuro Dom João II, e sobre o qual não conheço notícia
posterior a 1489. Dom Afonso V trata-o por sobrinho, pelo que
D.Pedro não devia ser mais velho do que o rei, que nasceu em
1438. D.Pedro terá assim nascido cerca de 1438, tendo cerca de 6
anos de idade quando foi legitimado. Mas esta data prende-se
sobretudo com o facto de sua irmã mais velha (porque na legitimação
surge em 1º lugar) D.Isabel de Noronha, futura marquesa de
Montemor, ainda viver em 1514. A ter nascido em 1436, esta
D.Isabel teria então 78 anos de idade. Finalmente o mais novo,
porque está em último lugar na legitimação, que vem
estranhamente também chamado Pedro. Braamcamp Freire diz que foi
erro do copista que confundiu a abreviatura de Pº com a de Rº,
identificando este com D.Rodrigo de Noronha, bispo de Lamego,
capelão-mor do reino e regedor da Casa da Suplicação, títulos
com que já aparece em Janeiro de 1476. Mas Braamcamp não tinha
razão nisso, pois D.Rodrigo foi filho bastado do 2º conde de
Vila Real e é posterior. Mas tinha razão na confusão das
abreviaturas, que trocou Pº com Fº (de Fernando, o 3º filho varão
de D.Pedro). O que ficou dito implicaria que D.Catarina, futura
condessa de Penamacor, fosse também filha de Branca Dias, mas
nascida depois da legitimação (1444). O que concorda com a
cronologia, uma vez que casou em 1467 e faleceu entre 1518 e 1520.
E nada pode levar a supor que a restante filha de D.Pedro, D.Inez
de Noronha, futura condessa de Abrantes, não fosse também filha
de Branca Dias e igualmente nascida após a legitimação dos irmãos.
Com efeito, essa senhora também casou em 1467 e faleceu entre
1494 e 1496. Assim arrumados os filhos de Branca Dias, podemos
dizer que esta teve de D.Pedro cinco filhos, nascidos entre 1438 e
o mais tardar 1452, ano em que ele morre com 73 anos de idade. E
também não há nada de estranho no facto de D.Pedro ter filhos
entre os 60 e 70 anos de idade. Os casos documentados são inúmeros,
principalmente sendo ela moça nova. Como diz o ditado, mulher
nova e homem velho, filhos até à cova... (ver nota à pag. 22)
|
|
25
|
IV
|
13
|
tamém
|
também
|
|
25
|
IV
|
|
D.Constança
de Castro foi nomeada sucessora (testamento de Março de 1506) na
capela do Convento da Graça de Lisboa, instituída por seu irmão
o grande D.Afonso de Albuquerque, a que vinculara as suas quintas
de Atouguia e Alhandra e as vinhas e pinhais de Alhos Vedros. Esta
sucessão dar-se-ia caso o filho do instituidor falecesse sem geração
legítima, o que veio a acontecer. A representação genealógica
de D.Afonso de Albuquerque passou assim para a descendência de
D.Constança de Castro e de seu marido D.Fernando de Noronha, a
par da administração da dita capela, sobre a qual houve muita
disputa judicial (ver notas às pag.s 26 e 27)
|
|
25
|
IV
|
|
D.Constança
de Castro era 12ª neta legítima do conde D.Henrique e da rainha
D.Tereza. Com efeito, seu trisavô (ver Árvore nº4) D.João
Afonso Telles, 4º conde de Barcelos e 2º de Ourém, era 7º neto
legítimo da infanta D.Urraca Henriques, irmã do nosso 1º rei
D.Afonso Henriques. Era, assim, descendente legítima da Casa Real
de França.
|
|
25
|
IV
|
21
|
6ª
neta do Rei D.Diniz
|
7ª
neta do rei D.Dinis
|
|
26
|
Árvore
nº4
|
|
João
Gonçalves de Gomide foi escrivão da Puridade de D.João I e
D.Duarte e senhor da honra de Gomide, em Vila Verde (Braga), cargo
e honra em que sucedeu a a seu pai Gonçalo Lourenço de Gomide,
que esteve na conquista de Ceuta com 400 homens da sua Casa.
|
|
26
|
1(V)
|
|
A
D.Afonso de Noronha sucedeu seu filho D.Fernando de Noronha e a
este seu filho D.Afonso de Noronha, que em 1593 requer a
administração da capela da Graça (ver nota à pag. 25) como
representante do instituidor D.Afonso de Albuquerque. Faleceu
solteiro sem geração durante o processo, a que logo se
candidatou sua irmã D.Violante de Noronha casada com Vasco Martim
Moniz, 4º senhor de Angeja, que vence a demanda a 10.5.1603.
Destes foi filha sucessora D.Juliana de Noronha, 6ª senhora da
Angeja, que casou com seu primo D.Pedro de Noronha, 9º senhor de
Vila Verde, c.g. nos condes de Vila Verde e marqueses de Angeja,
nos quais segue a representação genealógica de D.Afonso de
Albuquerque. A capela da Graça, que em princípio devia
acompanhar esta representação, passou no entanto para outra
linha (ver nota à pag. 27)
|
|
27
|
3(V)
|
|
A
filha de D.Álvaro de Noronha e sua mulher D.Maria da Silveira,
casada com D.Aleixo de Menezes, chamou-se não D.Isabel mas sim
D.Luiza de Noronha. Esta senhora foi considerada em 1581 a parente
mais próxima de D.Afonso de Albuquerque e portanto sucessora na
Capela da Graça (ver nota à pag. 25). Em 1593 contesta-lhe o
direito seu primo D.Afonso de Noronha, que morre solteiro
entretanto, vencendo a demanda a irmã deste (ver nota à pag.
26). A neta homónima e sucessora daquela D.Luiza de Noronha
consegue em 1615 vencer a demanda sobre a administração da
Capela da Graça, em que sucedeu seu neto Lourenço de Souza da
Silva e Menezes, 1º conde de Santiago de Beduíno, que se manteve
nesta Casa, que veio a ser incorporada por sucessão na dos
marqueses de Pombal, que sucederam também na capela.
|
|
27
|
3(5)
|
9
|
praça
de depois
|
praça
que depois
|
|
28
|
V
|
15
|
Capi-tão-Mór
|
capitão-mor
|
|
28
|
V
|
|
Tal
como sua sogra e prima D.Constança de Castro, D.Inez de Castro
era 12ª neta legítima da infanta D.Urraca Henriques, irmã de
D.Afonso Henriques. Com efeito, a primeira era trisneta e a
segunda 4ªneta dos 4ºs condes de Barcelos.
|
|
28
|
V
|
28
|
Como
trineta do Rei D.Fernando
|
Como
4ª neta do rei D.Fernando
|
|
29
|
Árvore
nº5
|
|
D.Fernão
de Castro foi também regedor da Casa do Cível. Sua mãe D.Leonor
(Telles) de Menezes está sepultada na igreja da Graça, em Santarém,
em túmulo armoriado (escudo partido de Castro e Menezes) com o
seguinte epitáfio: «Aqui jaz dona Lianor de Menezes, filha de
Dom João Afonso Tello de Menezes, Conde de Ourem, e da Condessa
dona Guiomar que edificaram este mosteiro, a qual foi mulher de
dom Pedro de Castro, filho de dom Álvaro Pires de Castro, Conde
de Arraiolos, primeiro Condetável de Portugal, e ouve dela estes
filhos: dom João e dom Fernão e dona Isabel e dona Guiomar. Esta
senhora dona Guiomar mandou fazer esta sepultura a sua mãe».
|
|
30
|
3(VI)
|
|
De
D.Bernardo de Noronha e sua mulher e prima D.Joana de Noronha foi
filho sucessor D.Garcia de Noronha, morgado de Calvos (Loures),
que teve geração ilegítima e em 1615 concorreu à administração
da capela da Graça, mas perdeu. (ver notas às pag.s 25, 26 e 27)
|
|
31
|
VI
|
21
|
7º
neta de D.Diniz
|
8º
neta de D.Dinis
|
|
33
|
Nota
3
|
8
|
referida
na nota anterior
|
referida
na Árvore nº 4
|
|
35
|
VIII
|
|
O
correcto nº da nota é 3 e não 2
|
|
36
|
Nota
1
|
4
|
Universiade
|
Universidade
|
|
36
|
Legenda
|
|
Casa
de Penteiros
|
Casa
de Penteeiros
|
|
37
|
Árvore
nº7
|
|
Damião
de Souza de Menezes ainda vivia em 2.10.1597, data em que surge
num documento do Arcebispado de Braga como senhor da quinta de
Penteeiros e de dois terços do padroado da matriz de Estorãos. A
14.6.1595, noutro documento em que aparece como «Damião de Souza,
Fidalgo da Casa d'el Rei, morador em Viana», passa na sua quinta
de Penteeiros carta de doação de um prazo em Estorãos a seu
filho natural António de Souza, progenitor da Casa da Lage. Seu
pai Fernão de Souza de Menezes surge num documento do Arcebispado
de Braga de 13.12.1477, em que recebe a alcaidaria-mor de Ervededo.
Neste documento diz-se «eu, Fernão de Souza, fidalgo de
linhagem e criado do Arcebispo meu senhor, que presente está,
recebo dele e de sua mão a sua torre e fortaleza do couto de
Ervededo, e lhe faço por ela preito e homenagem».
O
sogro daquele Damião de Souza de Menezes, António de Souza
Alcoforado, foi ainda comendador da Ordem de Cristo, juiz e
vereador do Senado da Câmara do Porto (1540). O pai deste, Gonçalo
Alvares Pamplona, era filho de João Alvares, vereador do Senado
da Câmara do Porto, que em 1525 instituiu a capela dos Pamplonas
em S.Domingos do Porto, e de sua mulher Maria Vaz Pamplona, e neto
paterno de Álvaro Afonso Diniz, vereador do Senado da Câmara do
Porto (1428).
De
Damião de Souza de Menezes e de sua mulher e prima D. Maria de
Souza de Menezes foi ainda filha D. Violante de Souza de Menezes
c.c. D. Gabriel de Queiroz de Sotto Mayor, senhor de Mós, na
Galiza, dos quais foi filho o 1º marquês de Mós.
|
|
37
|
Árvore
nº7
|
|
Onde
aparece Mourica deve lêr-se Mourisca
|
|
37
|
Nota
A
|
16
|
D.Maria
de Souza, 15ª Srª de Souza
|
D.Maria
Pires Ribeiro, 15ª senhora da Casa de Souza
|
|
38
|
1(IX)
|
|
Arcediácono
(ou Arcedíago) de Coimbra e Prior de Pinheiro da Bemposta.
|
Arcediácono
3 (ou Arcedíago) de Coimbra e Prior de Pinheiro da Bemposta. 4
|
|
38
|
5(IX)
|
|
D.
Filipa de Noronha foi baptizada a 24.10.1603 em S. Miguel de
Aveiro, sendo padrinhos seu tio-avô Luiz Martins de Aragão e D.
Tereza, mulher de João Gomes de Lemos
|
|
40
|
IX
|
8
|
D.
Joana de Távora foi bat. a 11.7.1607 em Carrazedo de Montenegro.
Seu pai, Gonçalo Guedes de Souza, fal. pouco depois, a
18.10.1608, ib, tendo casado dois anos antes, a 12.9.1606, também
em Carrazedo (S.Nicolau), com sua mãe D.Francisca de Souza de
Menezes.
|
|
40
|
IX
|
12
|
8ª
e 9ª neta de D.Afonso III
|
9ª
e 10ª neta de D.Afonso III
|
|
41
|
Árvore
nº8
|
|
D.
Francisca de Souza de Menezes, mulher de Gonçalo Guedes de Souza,
3º Morgado de Carrazedo, era irmã de D.Joana e D.Margarida, a
quem seus pais fazem escritura de dote a 7 e 14 de Julho de 1599
para professarem no Mosteiro de Stª Ana de Viana. O referido Gonçalo
Guedes de Souza era irmão de D.Maria casada com Manuel Pereira,
Governador de Angola, e de mais quatro irmãs, todas freiras em
Murça.
|
|
43
|
1.1(XI)
|
1
|
D.Margarida
Maria de Mello Noronha de Souza e Castro
|
D.Margarida
Maria de Mello e Noronha
|
|
47
|
3.3(XI)
|
|
Este
Padre Gonçalo de Souza de Menezes parece também ser o que de
Maria Álvares de Araújo, moça solteira, teve um filho chamado
António de Souza de Menezes, nascido em S.Martinho de Britelo
(Ponte da Barca), com Inquirições de Genere aprovadas em Braga a
30.8.1685
|
|
48
|
Nota
1
|
|
António
de Souza, progenitor da Casa da Lage, em S. Pedro dos Arcos (Ponte
de Lima), é normalmente dado como filho natural de Damião de
Souza de Menezes, 5º senhor da Casa de Penteeiros. Na verdade, é
filho natural do avô homónimo deste Damião de Souza de Menezes,
que lhe doa em 1595 um prazo em Estorãos e o identifica como seu
filho natural. Este António de Souza casou a 1ª vez com D.Maria
Barboza, natural de Rubiães (Paredes de Coura), onde ambos
moraram em 1598/9. A 12.8.1601 António de Souza já estava casado
2ª vez com D.Guiomar Machado, herdeira da dita Casa da Lage. O
filho sucessor destes, Jerónimo de Souza Machado casou três
vezes, a última das quais com D.Joana de Távora Pereira, dos
quais foram filhos Luiz de Souza de Menezes, nascido na Casa da
Lage, que tirou inquirições de genere aprovadas em Braga a
20.4.1692, e Manuel de Souza de Menezes, também com IG.
|
|
48
|
16(X)
17(X) 18(X)
|
|
Francisco
de Souza de Távora, Sebastião de Souza de Noronha e João Guedes
era filhos naturais não de Damião de Souza de Menezes (nºIX),
como vai, mas sim de seu filho Gonçalo de Souza de Menezes, no nº
3(X)
|
|
49
|
|
21
|
trascritos
|
transcritos
|
|
50
|
X
|
23
|
9ª
neta do Rei D.Afonso III
|
11ª
neta do rei D.Afonso III
|
|
51
|
Nota
A
|
|
D.Beringueira
de Souza foi 3ª (e não 4ª) senhora do paço, torre e quintã de
Figueiredo das Donas, como neta sucessora de João de Souza Falcão,
1º senhor do dito paço e torre, que fez no senhorio de Fataúnços
em que sucedeu a seus pais João Falcão, alcaide-mor de Castelo
de Vide, Mourão e Monforte, e sua mulher D.Branca de Souza, filha
do Mestre da Ordem de Cristo D.Lopo Dias de Souza, 17º senhor da
Casa de Souza.
|
|
53
|
X
|
11
|
Casaínhos
|
Casaínho
|
|
54
|
7(XI)
|
9
|
de
seu irmão Gonçalo
|
de
seu irmão Damião
|
|
55
|
1.8(XII)
|
|
José
Luiz Pimenta de Távora e Lemos e sua mulher D.Madalena Bernarda
da Silva e Vasconcellos aparecem como José Luiz Pimenta de Lemos
e Souza de Menezes e D.Madalena Bernarda de Azevedo de Faria nas
inquirições de genere tiradas em Braga por seus filhos Gonçalo
de Souza de Menezes, nascido na quinta da Aveleira (IG de
4.2.1763), Vicente Pimenta de Lemos e Menezes e José Maria
Pimenta de Lemos e Menezes.
|
|
56
|
Nota
2
|
7
|
econtrado
|
encontrado
|
|
56
|
XI
|
16
|
12º
neto de D.Afonso III
|
11º
neto de D.Afonso III
|
|
57
|
Árvore
nº10
|
|
Conforme
se diz no texto «Breve História da Casa da Trofa», João Gomes
de Lemos foi o 4º senhor da Trofa (1558) e não faleceu antes de
seu pai, como vai na Árvore de costados. Assim como seu filho foi
o 5º senhor (e não o 4º) e seu neto o 6º senhor (e não o 5º)
|
|
59
|
II
|
3
|
falecido
em 1414
|
falecido
em 1514
|
|
65
|
3.1(XIII)
|
6
|
sendo
padrinhos tio-avô
|
sendo
padrinhos seu tio-avô
|
|
65
|
1.3.1(XIV)
|
5
|
1ª
Condessa de Subserra pelo casasamento
|
1ª
condessa de Subserra pelo casamento
|
|
71
|
Nota
1
|
20
|
cartas
do irmãos
|
cartas
dos irmãos
|
|
74
|
2.4(XIII)
|
6
|
D.Inez
Luiza Corrêa de Sá e Lencastre 1
|
D.Inez
Luiza Corrêa de Sá e Lencastre
|
|
76
|
Nota
1
|
15
|
5º
Conde de Terena am sucessão
|
5º
conde de Terena em sucessão
|
|
77
|
Nota
1
|
15
|
2ª
Condessa de Aurora pelo casmento
|
2ª
condessa de Aurora pelo casamento
|
|
77
|
Nota
3
|
2
|
D.Maria
do Ó Cabral Tereira Forjaz de Menezes
|
D.Maria
do Ó Cabral Pereira Forjaz de Menezes
|
|
78
|
4.1.2.4(XV)
|
|
António
Pereira da Silva de Souza de Menezes foi baptizado na Sé de Braga
e tirou IG a 4.10.1823
|
|
78
|
6.1.2.4(XV)
|
|
José
António Pereira da Silva de Souza de Menezes foi baptizado na Sé
de Braga e tirou IG a 30.11.1822
|
|
79
|
Legenda
|
6
|
D.Joana
Maria do rosário
|
D.Joana
Maria do Rosário
|
|
84
|
3.4(XIII)
|
4
|
Não
sei se casou ou quem quem
|
Não
sei se casou nem com quem
|
|
94
|
6.3.5(XIV)
|
8
|
preso
pelo miguelistas
|
preso
pelos miguelistas
|
|
95
|
2.6.3.5(XV)
|
10
|
nos
Marques de São Payo
|
nos
marqueses de São Payo
|
|
95
|
Nota
6
|
16
|
Vide
obra cidata
|
Vide
obra citada
|
|
96
|
Nota
2
|
2
|
nomeadamente
de documentam
|
nomeadamente
se documentam
|
|
99
|
9.4(XIV)
|
3
|
Prior
da Capela de S. José da Qtª do Atalho
|
capelão
da capela de S. José da quinta do Atalho
|
|
107
|
2.13.7(XV)
|
3
|
D.Henrique
de Menezes de Britto
|
D.Henrique
de Menezes de Britto do Rio
|
|
108
|
15.7(XIV)
|
7
|
Morgadio
de S.Tomaz de Vila Nova
|
morgado
de S.Tomaz de Vila Nova
|
|
113
|
1.22.7(XV)
|
6
|
Do
1º matrinónio
|
Do
1º matrimónio
|
|
113
|
1.22.7(XV)
|
11
|
Governador
de Ponte Delgada
|
governador
de Ponta Delgada
|
|
114
|
XIII
|
3
|
o
futuro 9º Sr. da Trofa
|
o
futuro 10º Sr. da Trofa
|
|
114
|
XIII
|
21
|
onde
nasceu 1744
|
onde
nasceu em 1744
|
|
115
|
legenda
|
|
A
limpeza do musgo da pedra de armas do portão da Casa de S.
Miguel, em Viseu, permitiu verificar que não se trata de um
escudo de Mesquita em pleno, como se dizia na legenda e vem
nomeadamente nas «Casas Nobres de Portugal», mas sim um escudo
partido de Cardozo e Lemos, ambos mal representados, com um sobre
o todo (desproporcionalmente grande) de Mesquita. Tem elmo, timbre
de Cardozo e coronel de nobreza, por esta ordem. A existência de
um quartel de Lemos levanta um problema, ou seja, atira a feitura
da pedra de armas para o início do séc. XIX, o que
manifestamente contraria o seu desenho e forma, num estilo muito
anterior. A solução talvez esteja no seguinte: como o 1º senhor
da casa foi João da Mesquita, que viveu na 1ª metade do séc.
XVII, deveria aí existir um escudo de Mesquita em pleno, que no
início do séc. XIX foi substituído pelo actual, numa cópia que
manteve mais ou menos o estilo da pedra de armas anterior,
continuando a dar desmesurado espaço às armas dos Mesquita.
|
|
126
|
XIV
|
12
|
tinha
ela 23 e ele 22 anos de idade
|
tinha
ela 23 e ele 42 anos de idade
|
|
129
|
2.1(XVI)
|
11
|
Sucedeu
a seu tio o Dr. Silvério de Abranches como Chefe do Partido
Regenerador de Viseu. Foi...
|
Chefe
do Partido Regenerador de Viseu, foi...
|
|
129
|
Legenda
|
14
|
Há
Viseu uma rua
|
Há
em Viseu uma rua
|
|
130
|
7.1(XVI)
|
|
7.1(XVI)
|
9.1(XVI)
|
|
132
|
XV
|
24
|
Stª
Casa de Misericórdia
|
Stª
Casa da Misericórdia
|
|
135
|
Nota
2
|
13
|
instituidor
a Capela de Stº António
|
instituidor
da capela de Stº António
|
|
| |