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13:35 (GMT): Eu (Hugo) e Filipe partimos de Lisboa tendo a viagem corrido sem problemas.
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15:35 (GMT), 16:35 - Hora local: Chegada a Barcelona, uma cidade com 4 milhões de habitantes e área metropolitana de 6 milhões. Trata-se uma cidade notável pelo seu planeamento urbano que cresceu a partir da cidade velha.
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Para chegar ao hotel poupámos o táxi (arrependi-me mais tarde, meu pé!), resolvemos ir de autocarro até Plaza de Catalunya
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e apanhar o metro até Plaza Glòries Catalanes, o Filipe pede indicações a um Polícia que se encontrava numa carrinha e seguimos pela Av. Diagonal,
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andámos o dobro do caminho que deveríamos ter feito (era mesmo ao lado!), como castigo o Filipe carrega as malas por um bocado, eheh :-).
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Todos rebentados lá chegámos ao Hotel Pere IV (bastante agradável, com muitos tons salmão e rosa!).
À noite saímos, jantámos no Burger King junto à Diagonal inserido num espaço de lazer público, fomos passear na turística avenida Las Ramblas, descemos até à marina e pedimos uma cerveja num Irish pub de um centro comercial, estávamos no terraço ao lado de três discotecas, acabou por vir uma caneca de pelo menos 0,5L! No caminho de volta passámos pelo bairro gótico, junto ao bar Tequila (música hard rock)
(foto tirada de dia)
que mais tarde viemos a saber pela Melissa que tinha estado lá com o guitarrista Steve nesta mesma noite (pena não termos entrado, daria um história mais interessante!). A noite de Barcelona dura muito tempo mas fomos descansar para o hotel, da janela do quarto pode-se apreciar a movimentada rua.
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Dia do concerto de Auf der Maur!
Levantámo-nos às 10:00, pequeno almoço é servido até às 10:30 no hotel, chegamos em cima da hora e começam a levantar a comida e pratos quando ainda estamos a tomar a refeição (cenário que viria a repetir-se nos restantes dias :-)). Comemos bem, vamos ao ginásio, piscina e jacuzzi, saímos depois de um duche e começa a minha dôr no pé, (em princípio devido ao esforço de carregar a mala de 10,5 kg mais mochila e mau jeito…).
Andamos, e chegamos à praça em frente ao Parc de la Ciutadella e o seu Zoo, aqui estão alguns espécimes!
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Mais a Norte encontramos bananeiras
, o Arc de Triomf (sim, em Paris há outro!)
e um cão
, oops, agora sim o cão
.
Almoçamos umas sandes na Bocatta
ao lado do posto de correios de Catalunya. Não deixei de coxear (aliás não deixei de coxear até ao fim da viagem!) com uma dôr infernal no pé, comprei um spray analgésico mas não resultou realmente (quê? era preciso aplicá-lo?). Passámos pela praça em frente à Catedral
onde passeava muita gente. Mais um aparte, encontrei vários disjuntores nas ruas de Barcelona
, elaborei um plano para pôr a cidade às escuras mas não o concretizámos.
Voltámos atrás e fomos ao Parc de la Ciutadella onde num Domingo se encontra um mar de pessoas. Entrámos pelo lado Oeste junto do Zoo. Às 17:30 recebo o telefonema de Alavaro Bouso da EMI espanhola para nos encontrarmos às 21:00 à porta do Razzmatazz e dar-nos os bilhetes. Alguém fazia um discurso (político?) no centro da praça, os pássaros do Zoo pareciam responder com gritos. Depois de descansar na relva, andamos pouco e encontramos uma festa reggae
onde muita gente dançava, havia um cheiro no ar…
Para ver um video de 20 segundos da festa clique ou faça save target as aqui.
Havia muitas tendas com vários tipos de actividades como massagens shiatsu, etc.
Mais à frente perto da porta Norte deparamo-nos com outra festa, de samba com ainda mais gente.
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Passámos primeiro no hotel, chegámos um pouco atrasados ao Razzmatazz (é basicamente só atravessar a rua a partir do hotel). Encontrámo-nos então com Alvaro que nos deu os bilhetes para Auf der Maur. Fomos tomar um copo ao Pepe Bar, passava o jogo de futebol Real Madrid - Barcelona. Ouvimos ainda cá fora o golo que deu a vitória ao Barcelona para desânimo de Alvaro. O bar era impressionante pela exposição de guitarras assinadas por artistas de bandas como Nirvana, Queen, Frank Zappa, U2, Eric Clapton, Phil Collins, Ron Wood, Bob Dylan, George Harrison e Neil Young.
(Fotos tiradas com permissão do encarregado do bar.)
Entrámos no recinto 2 do Razzmatazz para assistir ao concerto, era pequeno (tipo Garage) e não tinha muita gente, gostei do local, tinha muito boa ventilação. Já estava a tocar a banda americana convidada Living Things, bastante heavy algo Marilyn Manson, na última música o vocalista vai buscar uma arma isqueiro e incendeia a fotografia de Bush.
Tenho que confessar que como amante de música e guitarrista por paixão mal regressei a Lisboa comprei o álbum de Auf der Maur.
Depois de meia hora de ansiedade Melissa Auf der Maur aparece no palco acompanhada pelo resto da banda.
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Foi um concerto memorável cheio de energia e empenho, Melissa mostrou que sabe liderar uma banda e foi simpática com o público com os habituais buenas noches, Barcelona é um grande clube e que a seguir à música, futebol é o seu gosto favorito (é mesmo?). Disse também ter ficado impressionada pela arquitectura de Gaudi, nomeadamente os seus edifícios. Como já tinha referido antes, na noite passada ela e Steve passearam pelo bairro gótico e foram ao bar Tequila que apreciaram bastante pela sua música hard retro.
Lightning Is My Girl, a música de abertura contundente tipo parafuso especialmente no refrão onde os 4 acordes distam entre si ½ tom completando um ciclo, libertavam endorfinas no meu cérebro como se de uma droga tratasse. Pode-se dizer que aí fiquei agarrado.
A música de Auf der Maur impressionou-me pela positiva, forte, com garra e também harmoniosa, notei que é sua preocupação a transição melódica entre escalas que resultam muito bem com certas dissonâncias e às vezes com um toque oriental como em My Foggy Notion.
Houve um momento em que alguém pediu uma palheta à guitarrista Kim, ela desceu do palco, deu-lhe um beijo e tocou a música em frente à primeira fila do público aplaudindo o seu acto. Na interpretação da música Taste You, Melissa usou um chapéu de cowboy que alguém tinha atirado antes para o palco (sexy).
Em certas músicas e especialmente em Overpower Thee em que Melissa cantou a solo com um órgão de fundo, ela mostrou a sua bela e poderosa voz. Tudo às escuras à excepção de um foco de luz sobre si (a intensidade e direcção de luz não estava bem como ela queria queixando-se por gestos), foi um momento intimista e algo provocante. Enfim, convenceu ser uma artista de música por completo, o seu baixo soou maravilhosamente usando em certas ocasiões, hipnotizantes efeitos de sua pedaleira.
O concerto acabou com o single Followed The Waves, esta grande malha convenceu quem ainda precisava ser convencido da qualidade de Auf der Maur. Aliás foi esta música que me levou a participar no passatempo da SIC Radical, e boa onda que eu apanhei ou segui! Foi esta a primeira música a ser gravada como teste por Melissa tendo sido acompanhada na versão original por Josh Homme (um dos seu músicos preferidos e fonte de inspiração, actualmente nos Queens of the Stone age) e o baterista Brandt Bjork dos Kyuss. Melissa tinha dado indicação ao baterista para tocar como na música Blues for the Red Sun dos Kyuss. Muito forte esta música em termos de impacto, daquelas de dar arrepios.
No encore devido a pedido da audiência, Melissa voltou e deu a escolher uma música mais intimista a solo ou rock pesado. O público escolheu rock, gostaria de ter ouvido ambas as versões, mas assim sendo foi também uma boa escolha tendo sido tocado uma cover Bad Reputation dos Thin Lizzy, pelo que me foi dado a saber depois, Phil Lynot foi tido como um dos seus baixistas favoritos.
Em conclusão tratou-se de uma excelente performance de uma banda que tem Melissa com um passado de sucesso mas que agora estará (mais) às luzes da ribalta com seu próprio nome Auf der Maur, recomendado.
O after show era restrito, e apenas uns quantos ficaram para trocar umas palavras com Melissa. Estávamos ainda no recinto já com os autocolantes de acesso fornecidos por Alvaro Bouso e aparecem duas alemãs que nos dizem ter estado no concerto de Auf der Maur em Munich na semana passada e ainda que uma delas fazia anos neste dia, tinham se deslocado a Barcelona de propósito para assistir ao concerto, não tendo sido permitido a sua permanência, mais tarde mencionámos as raparigas à Melissa a que ela respondeu com pena por não terem ficado.
Mais tarde então, tive a oportunidade de falar com Melissa e apesar de me ter mostrado nervoso, ela revelou-se uma pessoa extremamente simpática e acessível e até pôs a sua mão esquerda no meu ombro direito com olhos nos olhos de modo a reduzir o nervosismo, não sei se ajudou ou não pois a sua beleza irradiante ofuscava as minhas ideias. Melissa sabia dos dois portugueses, e expliquei-lhe o passatempo que tinha ganho para estar ali, falei-lhe das duas perguntas e da terceira Com quem gostaria de estar em palco se com Melissa Auf der Maur se com The Vines? E porquê?, e ela acrescentou, respondeste The Vines, rimo-nos e eu disse que não, foi um momento divertido. Ela afirmou adorar Portugal e até o escreveu no meu bilhete, assinando-o de seguida
, entretanto peço-lhe para tirar uma fotografia comigo e ela prontamente pegou na máquina, esticou o braço e tirou o retrato (duas vezes para ter a certeza de sair bem)
, inesquecível este momento.
Depois, tudo tem um fim, alguns fâs falam com Melissa e alguém nos diz para ir andando, então eu interrompo e despeço-me, ela cumprimentou-me e com seu sorriso e olhos bonitos manda beijinhos para Portugal que pelos vistos até conhece pois cresceu com Portugueses em Montreal, Canadá. Já para não falar da grande aceitação que Auf der Maur teve no primeiro espectáculo da tourné em 20 de Janeiro de 2004 no Coliseu em Lisboa onde fizeram a primeira parte dos A Perfect Circle. Enfim quebrou outro coração...
Pequeno almoço! Bem, novo dia, a mesma dôr, arrastei-me e fomos à Las Ramblas, almoçámos outra refeição condigna no Kentucky Fried Chicken. De seguida como já tinhamos planeado, alugámos bicicletas no Fat Tire Bike Tours e por duas horas andámos pela costa.
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Voltámos ao hotel, dormimos uma sesta e à noite voltámos à Las Ramblas onde invariavelmente aqui e um pouco por todo o lado um indiano nos tenta vender cerveja (uma nova moda que eu desconhecia de Barcelona).
Las Ramblas é uma das avenidas mais turísticas de todo o mundo, onde há sempre gente a passear.
Jantámos no Pita Inn, outra saudável refeição, andámos um pouco pelas ruas e tomámos uma imperial numa esplanada que situava numa perpendicular à avenida principal. Pediram-nos três cigarros seguidos, uma dessas pessoas sentou-se connosco, tratava-se de um inglês mais bêbado que um cacho, a única palavra estrangeira que conhecia era tot, tot and tot (tudo ou todos catalão?) e não sabia o que significava, dois dias depois deparamo-nos com a seguinte inscrição numa parede de estação do metro mais exactamente Palau Reial
. Era simpático com uma boa dose de humor, já estava bêbado desde... e estava em Barcelona há seis semanas ou então há seis dias... mas deu-nos um conselho, quando estivéssemos tristes ou chateados dizemos f**k off! Vamos ver se resulta.
Outro pequeno almoço, fico depois a descansar por causa do pé
. Já agora mostro a minha mesa de cabeceira
e a do Filipe
, segundo o Filipe o sangue que escorreu do nariz foi devido às batatas fritas. Compras do Carrefour
.
Às 14:00 vamos para a praia Barceloneta que fica a quatro quarteirões depois do hotel.
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A TVE faz-nos uma entrevista acerca do uso de protector na praia. Duas americanas fazem ioga ao nosso lado, peculiar.
Fomos andar um bocado pela noite de Barcelona, na Pg. De Gràcia observámos La Pedrera e mais abaixo a casa Batlló de Gaudi. Depois de comermos um lanche no Pans & Company vagueámos um pouco pela parte Oeste de Las Ramblas e fomos ter à rua Ronda Sant Antoni que é frequentada por meninas da noite. Apanhámos o metro na estação Universitat e viemos para o hotel, o Filipe completamente exausto dorme sobre a roupa (e não, não fomos às meninas).
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Dia do concerto de The Vines!
Como de costume tomámos um bom pequeno almoço (fatias de melão, ananás, leite com cereal, sumo de pêssego ou ananás, pão com manteiga).
A seguir démos um passeio, fomos de metro até o palácio Palau Reial de Pedralbes
, quando passámos os portões e entrámos no jardim apareceu-nos uma personagem caricata que se pôs à frente da câmara fotográfica quando me preparava para tirar uma foto
, tinha uns óculos redondos maiores que o normal e estava naturalmente alterado, suposémos que ele seria estudante da faculdade de física/química que se encontra do outro lado da estrada. Entrámos na brincadeira e dissémos que falávamos só chinês, ele ia perguntando, inglês? Francês? Espanhol? Alemão?, etc, e o Filipe respondia sempre chinês. Parecendo desistir, no entanto o rapaz volta e tira um cigarro que tinha na orelha e pede-nos lume, ele faz o gesto de quem pega num isqueiro e eu respondo ah, chic chic e tiro um isqueiro que lhe dou para as mãos, nesse momento voltei-me de costas a rir e logo a seguir ouço o Filipe proclamar e pronunciar de mãos abertas, palavras que mais pareciam árabe. Bem, o rapaz percebendo ter encontrado pessoas mais estranhas que ele, atira o isqueiro ao ar, que o Filipe apanha, vira-se para nós enquanto se vai afastando e diz-nos bueno dia.
Um momento introspectivo. ![]()
Andámos pelo jardim explorando a paisagem
assim como exercendo outras actividades.
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Enquanto descansávamos num banco observámos um miudinho a meter-se com a rapaziada
, acho que estava a pedir uns trocos, mas não tenho a certeza.
Seguimos caminho para sul e passámos por Camp No
, o mítico estádio do Barcelona. Depois parámos para almoçar no Mac Donald’s situado em frente da estação de metro Collblanc, outra nota digna de registo
.
Continuando o passeio, vamos de metro até à Sagrada Família de Gaudi, parece ter avançado a sua construção desde há 5 anos atrás (altura em tinha visitado Barcelona), há vários trabalhadores de construção civil no local assim como as habituais gruas.
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Tiro umas fotografias e continuamos a pé, pois pedir boleia a ciclistas não resultou
. Chegamos à avenida Pg. De Gràcia onde desta vez tirei uma fotografia à Casa Batlló
, seguimos então para o Museu Egípcio de Barcelona (Fundação Arqueológica Clos) onde infelizmente não se pode tirar fotografias mas no entanto pude constatar alguns factos interessantes como por exemplo que na lenda, Isis ressuscita Osíris depois deste ter sido assassinado pelo seu irmão Set.
Noutra legenda leio que após traição de Set e 72 conspiradores, Osíris é encerrado num sarcófago como sequência de um jogo num banquete. Após novo encontro com o sarcófago este último desfragmenta Osíris em 14 pedaços atirando-os ao rio Nilo, Isis encontra todos os fragmentos excepto o seu membro viril que reza a lenda um peixe (em espanhol oxirrinco) o devorou mas por arte mágica sua mulher e irmã Isis e através de purificação por Thoth a ressurreição e subsequente assunção do paternalismo de seu filho Horus foi alcançada. Gostei muito de uma estatueta de um gato que acabei por comprar, trata-se de Bastet, uma deusa do sol e protecção, que apesar do seu melancólico aspecto pode-se transformar num animal ferosíssimo em caso de necessidade. Tendo dito, é de realçar que só havia legendas em catalão e castelhano portanto é possível que esteja errado tudo o que atrás referi.
Voltámos para o hotel, descansei o pé. Jantámos enlatados e outras iguarias do hipermercado. Às 21:00 fomos para o Razzmatazz, Alvaro Bouso veio nos buscar para o recinto 2 e ainda nos arranjou duas bebidas :-). Pouco depois começa a actuação dos The Philips
, banda espanhola, a música era boa mas no entanto muito Beach Boys e Beatles (não é que não goste das referidas bandas). Mas tinha boa sonoridade com algumas melodias que ficavam logo no ouvido, o pessoal curtiu.
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Mais tarde vieram os Divines
, desculpem, quero dizer The Vines, devo admitir que só conhecia uma música single mas fiquei muito bem impressionado. Posso descrever a banda na sua voz (Craig Nicholls) -> Sex Pistols, música mais calmas ->
Sensivelmente a partir de metade do concerto vieram as músicas com mais pedalada
estando Craig a gritar constantemente nos refrões, aí faz lembrar sem dúvida Cobain assim como os simples acordes que acompanhavam a voz. O público entra em delírio
, num recinto que se encontrava muito bem composto. No final, de novo Craig, atira com com a guitarra, por duas vezes, para cima da bateria, vim a saber mais tarde que tinham feito a mesmo acto na TVE.
Não houve encore para algum desapontamento do público mas contudo foi um forte espectáculo. Estivemos a seguir no “after show” em que cumprimentámos os membros da banda. Todos disseram “prazer em conhecê-lo(a)” a cada um de nós e voltaram para a sala ao lado excepto o baterista Hamish Rosser que era o mais sociável e ainda nos ofereceu cerveja (way to go!). Falámos um bocado e tirámos uma fotografia
.
A seguir tirámos uma fotografia com Bouso, nosso mediador em Barcelona, sempre simpático
.
À saída
ainda vimos os The Philips a saírem numa carrinha e aí o Filipe pediu-lhes cerveja mas eles responderam que tinham pouca! E assim acabou a noite.
Dia de regresso. Tinhamos combinado visitar o Park Guell mas a chuva alterou-nos os planos (único dia de mau tempo). Assim ficámos no hotel com algum desalento nos rostos. ![]()
Mais tarde partimos para o aeroporto usando metro/comboio, de salientar que o sistema de transportes é muito eficiente e bastante organizado, tendo acesso a todo lado com o mínimo tempo de espera.
Lanchámos no aeroporto e às 17:30 (ou seja 16:30 de Portugal) entrámos a bordo rumo a Lisboa.
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Olá de novo Lisboa
, abrem-se os flaps e acabam as férias assim como esta reportagem
.
Agradecimentos: SIC Radical, EMI Portugal, João Vaz, Alvaro Bouso e Ricardo Palacin.
15/04/2004
Hugo Daniel Barbosa Montenegro
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