Não crer em Deus é loucura - falta de inteligência
Monumento ao admirável
poder e graça de Deus
O seu
bizarro desaparecimento
em 1995, juntamente com o seu filho mais novo e neta, foi um mistério que só se
esclareceu no início de 2001, quando uma força tarefa de investigadores
federais descobriu uma sepultura pouco profunda num rancho remoto no Texas. O
local da sepultura continha três conjuntos de restos esqueléticos com as pernas
serradas, e o crânio e mãos de uma quarta pessoa.
Madalyn O'Hair
atraiu pela primeira vez a atenção nacional em 1960 quando processou a direcção
da escola de Baltimore por esta requerer que o seu
filho mais velho, William, na altura com 14 anos,
dissesse orações na escola. O caso subiu ao Supremo Tribunal, e em 1963 as
orações foram banidas nas escolas públicas em todo o país (EUA). Esta decisão
relançou o movimento ateísta nos EUA.
No processo, Madalyn
O'Hair tornou-se tema de interesse popular e ganhou
enorme publicidade. Convidada como primeiro convidado no The Phil
Donahue Show, a famosa ateia rasgou uma página da Bíblia, chocando a audiência e a
equipa do espectáculo. Ela também começou a receber cartas não solicitadas e
contribuições de admiradores, incluindo de um cultivador de trigo do Kansas e
de um nudista que lhe enviou um cheque de $5.000.
Madalyn O'Hair
percorreu de facto um longo caminho desde que começou a viver em 1913 como
filha indesejada (a mãe tentou, sem sucesso, abortar o feto, saltando da janela
de um segundo andar da casa de família em Pittsburgh).
Madalyn Mays nasceu
em Beechview, Pennsylvania
e foi baptizada quando criança na igreja Presbiteriana.
Ela casou-se com John Henry Roths
em 1941. Contudo separaram-se quando ambos se alistaram – ele nos Fuzileiros e
ela no Corpo de Mulheres Auxiliar do Exército. Em 1945, colocada em Itália, ela
iniciou uma aventura com William J. Murray Jr. e teve um filho dele,
dando-lhe o nome de William. Murray,
casado, e Católico Romano, recusou divorciar-se da sua
mulher para se casar com Madalyn. Apesar disso ela
divorciou-se de Roths e começou a chamar-se Madalyn Murray. Em 1949 ela
graduou-se em
Direito no South Texas College of Law, mas nunca exerceu. No dia
16 de Novembro de 1954 ela deu à luz um outro filho, Jon
Garth Murray, de um pai
diferente.
Em 1965 Madalyn
Murray casou-se com Richard
O'Hair. Nos anos 70 ela combateu publicamente os
líderes religiosos em muitas questões e também criou um programa radiofónico
ateu onde criticava a religião e o teísmo.
Foi assim que obteve os sobrenomes Murray O'Hair.
Madalyn Murray O'Hair não combateu apenas os que crêem, mas também muitos
ateus. Ela expulsou membros do grupo, Ateus Americanos, que não se conformavam com as suas ideias de como os ateus se deviam
comportar.
Madalyn O'Hair foi
uma das partes litigantes no caso Murray versus Curlett, que conduziu o Supremo Tribunal dos
EUA, em
Uma
vez descoberta a verdade e recuperados os seus restos mortais, os três foram
sepultados de novo, desta vez por William Murray, o filho mais velho, numa sepultura não identificada
de um cemitério não revelado, perto de Austin, Texas.
William recusou revelar o local das suas sepulturas
aos Ateus Americanos ou a qualquer grupo ateu, apesar dos esforços concertados
destes em sentido contrário.
Os familiares que desapareceram com Madalyn O’Hair foram o seu filho Jon Garth Murray,
e Robin Murray O’Hair, sua neta, filha de William,
o filho mais velho. Jon e Robin
seguiram as pisadas de Madalyn e tiveram a mesma
sorte que ela – foram assassinados.
Robin, adoptada pela avó, tinha 30 anos de
idade quando foi assassinada. Ela também viveu à sombra da poderosa avó. Fora-lhe entregue por William (a mãe dela nunca é mencionada) quando ele era
tóxico-dependente. Ela
adoptou-a legalmente.
William, filho de Madalyn
O’Hair, que chegou a ser Presidente do grupo de Ateus Americanos converteu-se a Cristo em 1980, com 34
anos de idade, no Dia da Mãe, numa igreja Baptista em Dallas, no Texas, depois
de comprar uma Bíblia, a meio da noite, numa livraria
William J. Murray,
com 58 anos actualmente, faz agora campanha pelo regresso das orações às
escolas públicas. Ele, que foi o instrumento da sua mãe ímpia para acabar com a
oração, é agora o agente usado por Deus para o seu restabelecimento. William crê que é importante que Deus e os Seus valores
regressem às escolas públicas, que ele caracteriza como um sistema falhado.
William Murray é a
resposta eloquente de Deus ao
atrevimento insolente do homem. A mãe ensinou-o a viver uma vida
ateia, mas ele encontrou Deus e agora anuncia-O por
toda a parte, tendo-se tornado num verdadeiro evangelista. Ele fundou a
Associação Evangelística William
Murray, pregando o Evangelho por todo o mundo. Ele
fundou uma casa publicadora da Bíblia na Rússia,
quando esta nação ainda estava sob o regime comunista. Ele prega mais de 200
vezes por ano em reavivamentos, cruzadas, pequenos-almoços de oração, e escolas
Cristãs. Muitos dizem que o maior
reavivamento começou na Austrália em 1992 depois de ele pregar numa cruzada em
toda esta nação. Ele também é escritor. O seu livro mais recente, Oremos, é uma obra sobre a escola da oração. Deus é tremendo! O diabo quis
usá-lo para acabar com a oração nas escolas, mas Deus usou-o para criar uma
escola de oração. A sua autobiografia, A Minha Vida Sem Deus, é um best-seller e vendeu mais de 300.000 exemplares. Depois de
decorridos 10 anos continua editado. Também escreveu Nicarágua: Retrato de Uma Tragédia, A Igreja Não é Para Pessoas Perfeitas e A Constituição Completa. Ele tem escrito também centenas de artigos para revistas e jornais.
É maravilhoso ver que o homem que
esteve no centro do temporal igreja-estado e foi
usado como arma de arremesso contra Deus agora lute do outro lado a Seu favor.
Eis um testemunho seu:
A MINHA MÃE, O MEU IRMÃO E A
MINHA FILHA FORAM ASSASSINADOS
A minha mãe não era simplesmente Madalyn Murray O’Hair, a líder ateia. Ela era uma pessoa má que conduziu
muitos ao inferno. É extremamente difícil dizer isto a respeito da própria mãe,
mas é verdade.
Quando tinha 10 ou 11 anos de idade
ela chegava a casa e gabava-se de ter passado o dia a ver filmes pornográficos
nos cine-teatros
A minha mãe deliciava-se a contratar
criminosos impenitentes para trabalharem no seu escritório ateu. Ela gostava de
assalariar particularmente assassinos convictos que não se arrependiam do que
tinham feito. Ela adquiria a sensação de poder por ter homens no seu escritório
que tinham tirado a vida humana a muita gente. Gostava de ter poder sobre estas
pessoas que acabaram por lhe causar a morte, não apenas a ela, mas ao meu
irmão e à minha filha.
Eu tinha-lhe dito literalmente que ela
se estava a matar ao rodear-se da espécie de pessoas que contratava. E
disse-lhe isto quando eu ainda era ateu. É assim: Quando trabalhei com ela –
entre 1975 e 1977 – eu tinha uma arma – uma 357 carregada, na gaveta de cima,
do lado direito, da minha secretária.
A minha mãe dominava
completamente o meu irmão Jon, e a minha filha Robin. Apesar de eu ter conseguido escapar ao mal desta
família, um mal que prevaleceu durante gerações, eles não conseguiram. A minha
mãe não permitiu que, quer o meu irmão quer a minha filha,
me falassem. Ela controlava-os completamente.
Durante vinte anos não consegui falar
com o meu irmão. Ele desligava-me o telefone ou rasgava as minhas cartas e
devolvia-as. O mesmo aconteceu com a minha filha. Eles chamavam-me
"TRAIDOR" porque eu tinha aceite Cristo e a minha vida mudara. Por
"TRAIDOR" eles queriam dizer que eu não seguia mais as instruções
absolutas da minha mãe, como eles faziam.
A casa onde viviam tinha estatuetas de
animais no acto da cópula em, virtualmente, todas as peças de mobiliário. Havia
um armário cheio de bebidas alcoólicas e um frigorífico cheio de alimentos
saturados em gordura e açúcar. Eles gostavam de viver uma vida que a minha mãe
chamava de "altamente para a engorda".
A minha mãe ensinou-me que as coisas
mais importantes da vida são comida, bebida e sexo. Viver aquele estilo de vida
quase que me destruiu.
Tenho de admitir que para o fim perdi
a esperança da conversão da minha mãe. Nos últimos 10 anos da sua vida ela
tornou-se mesmo mais profana e ordinária. Os demónios que ela cortejava deram
cabo dela. Os media até deixaram de a solicitar devido
à quantidade de palavras obscenas que ela proferia.
Continuei a ter esperança e a orar
pelo meu irmão e filha. Honestamente cria que a natureza tomaria o seu curso
natural e que a minha mãe morreria naturalmente, deixando-os cá ficar. No meu
coração acreditava que sem a sua constante influência perversa eles acabariam
por se mover para a luz de Deus. Escrevi mesmo cartas a Jon
e Robin que planeara enviar-lhes quando a minha mãe
morresse. Essas cartas nunca serão expedidas, nem eles as lerão jamais, pois
morreram com ela.
A minha mãe era uma pessoa má ... Não por ter removido a oração das escolas Americanas ... Não ... Ela era simplesmente
perversa. Ela roubou enormes quantidades de dinheiro. Ela abusou da confiança
das pessoas. Ela espoliou filhos da herança dos pais. Ela fugiu aos impostos e
até roubou as suas próprias organizações. Uma vez imprimiu certificados falsos
usando a sua própria tipografia para tentar ficar com uma outra companhia ateia.
Poderia continuar a desenrolar o rol, mas não quero. Todo o dinheiro que a
minha mãe conseguiu desta forma ficou cá. Não foi com ela. "Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é
que nada podemos levar dele..." (I Tim. 6:7).
Sim, entendo que as
circunstâncias foram escolha dela. Ela contratou assassinos condenados para
trabalharem para ela. Ela colocou um desses assassinos com lugar de
responsabilidade no escritório dela e ele roubou-lhe mais de $54.000. Esse
mesmo assassino viria a matá-la a ela, ao Jon e à Robin. Ele é também suspeito de ter assassinado e
decapitado um dos homens que recrutou para sequestrar a minha família.
Os media
perguntaram-me a mim, William, se eu faria um funeral
e, se o fizesse, se haveria oração. A minha resposta foi simples, mas Bíblica,
e decerto que os surpreendeu. Eu disse, "Eles já estão no céu ou no
inferno; orar por eles agora não alterará nada".
Depois da identificação dos restos
mortais ter sido confirmada, estes foram-me entregues para serem sepultados, e
anunciei que, de acordo com as minhas próprias crenças e a última vontade da
mãe, eu não oraria no local da sepultura. Como Cristão, não oro pelos mortos.
Os cristãos crêem que na morte o destino da alma está selado. A pessoa que
parte deste mundo, ou está na Glória com Deus, ou no Inferno.
Fiz esta declaração sabendo da tortura a que
eles devem ter sido sujeitos nos últimos 30 dias das suas vidas. Terá Robin orado para receber Cristo quando ela foi amarrada e
amordaçada? Talvez. A minha mãe ou irmão terão clamado ao Senhor antes de serem
assassinados? Não sei.
É curioso que no seu diário muitas
vezes encontramos esta expressão: ''Que alguém, em
algum lugar, me ame!'' Certamente que quando Madalyn escrevia isto estava perdida no mundo das ideias,
sentindo a falta de algo interior, que a ajudasse a preencher o seu vazio
interior.
Cristo está à disposição do mais vil
criminoso. O assassino (serial killer) cuja oração no momento da morte for genuína também obterá perdão. A
minha mãe, o meu irmão e a minha filha podem bem estar
à minha espera no céu. Por outro lado, podem ter continuado a desafiar Deus até
ao fim. Nesse caso estão no inferno e passarão ali a eternidade. Se foi assim
nunca mais os verei.
As mortes da minha mãe, irmão e filha,
deveriam alertar os outros, que professam o ateísmo, da necessidade que têm de
Cristo. Mas aqueles que quiserem seguir a minha mãe continuarão a combater contra
Deus e a Sua autoridade. Mas a Bíblia diz que "... a estultícia
dos insensatos é engano" (Prov.14:8) .
Por favor continue a orar por este
ministério e pela minha família. Estes tempos são difíceis. Os órgãos de
comunicação social contactam-me dia e noite para me interrogarem acerca da
minha mãe. O próprio FBI ofereceu-se para me providenciar, a mim e à minha
mulher Nancy, um conselheiro. Eu agradeci mas não
aceitei. Disse-lhes que já tínhamos um conselheiro - o Grande Conselheiro, Jesus Cristo.
(Esta declaração foi
escrita por William Murray
em Maio de 1999. Os corpos desmembrados de Madalyn Murray O’Hair, Jon Murray e Robin
Murray, foram encontrados em Janeiro de 2000
Informação detalhada
sobre Madalyn Murray O’Hair pode ser encontrada no livro de William
J. Murray, My Life Without
God (A Minha Vida Sem Deus).
Entrevistado pelo Observer em 2001 ele disse que os Americanos têm concedido permissões
especiais a outras religiões e pessoas, a expensas da cultura de base. Citou
como exemplo o facto de, durante o Ramadão, terem sido autorizadas em
muitas escolas, o estabelecimento de mesquitas, nas cafetarias, para os miúdos
muçulmanos, em contraste com a expulsão a que está sujeito um Cristão que
queira testemunhar a sua fé na escola.
Ironicamente foram muçulmanos
liderados por Bin Laden que
no mesmo ano causaram os estragos que se conhecem.
A proibição da oração nas escolas
assinalou o começo do declínio da América rumo à imoralidade e crime. "Durante as
três décadas que se seguiram a este caso a nação perdeu o seu centro moral”,
escreveu William. “Os crimes violentos aumentaram de
16.1 para 75.8 incidentes em cada 10,000 habitantes. O crime violento juvenil
aumentou de 13.7 para 40 em cada 10,000 habitantes. A gravidez juvenil quase
triplicou, passando de 15.3 para 43.5 em cada 1,000 raparigas adolescentes.
Quase metade dessas gravidezes terminam
Não há dúvida de que a Bíblia tem toda
a razão quando afirma:
“Disse o néscio (louco) no seu
coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, e cometido abominável iniquidade; não
há ninguém que faça o bem. (Salmos 53:1).
William
costuma dizer: “Foi parte da minha família que pôs Deus fora da América. Eu
conheço melhor a verdade do que qualquer homem na América. Por isso é que Deus
me usou para a contar”.
Testemunho de
William J. Murray
Nasci num lar onde a cólera e a
violência eram uma constante quase permanente. A minha mãe nunca se casou com o
meu pai nem com o pai do meu irmão. Como resultado das constantes explosões de
ira da minha mãe ela não conseguia garantir um trabalho permanente. Assim, ela,
o meu irmão e eu, vivemos com os pais dela e o meu tio solteiro numa pequena
casa geminada em Baltimore, Maryland.
O meu avô nunca preencheu um impresso
de IRS e a maior parte das coisas que ele fez na sua vida eram ilegais ou mal
aconselhadas. Ele
não tinha poupanças. A minha avó lia as cartas do Tarot
e expulsava demónios queimando cabelo humano. O meu tio armazenava montes de
pornografia no quarto dele e a minha mãe encheu a casa com estatuetas de
animais em cópula que ela idolatrava.
A minha mãe abraçou a doutrina
comunista quando eu tinha cerca de 10 anos de idade e desde aí passaram a haver
reuniões de estudo, com grupos socialistas e comunistas, na cave da nossa casa
em Baltimore.
Eu fui ensinado que, “visto Deus não
existir”, não havia o conceito de certo e de errado. A minha mãe disse-me que
era melhor ser homossexual do que ser Cristão. Ela ensinou-me que as coisas
mais importantes na vida eram os prazeres físicos da bebida, comida e sexo.
Durante muitos anos vivi a vida que me
foi ensinada. Cheguei a beber um quarto de litro de vodka por dia e quando
tinha 30 anos já tinha sido casado por duas vezes. Vivia somente para comer,
beber e ter o que eu pensava serem prazeres sexuais.
Mas cheguei a um ponto em que as mulheres e as bebidas
alcoólicas não me comunicavam mais a felicidade que a minha mãe ateia me disse
que dariam. Eu estava a consumir álcool tão em demasia que já não me conseguia
manter de pé. Comecei então a consumir marijuana e outras drogas para
suplementar o álcool que me tinha enganado.
Aos trinta anos de idade comecei a
tomar consciência do quão vazia tinha sido a minha
vida. Não havia pessoas na minha vida. Os meus únicos amigos eram os cigarros e
as bebidas alcoólicas. Foi essa tomada de consciência que me conduziu à procura
de Deus. Eu tinha visto muita maldade no mundo e agora queria ver o outro lado
da vida.
Volvi-me para um Programa de Doze
Passos para deixar de beber e foi ali que tive a minha primeira tomada de
consciência da existência de um Deus de amor. No entanto, para mim, Deus ainda
não tinha um nome.
Num romance, li a história de um
grande médico,
No dia 25 de Janeiro de 1980, quando descansava
no meu apartamento
Então, despertado pela chamada de Deus
dirigi-me de automóvel a uma loja de descontos, na baixa da cidade, e encontrei
ali uma Bíblia debaixo de pilhas de pornografia. O caixa riu-se de mim por estar
a comprar uma Bíblia.
Mas foi nesta Bíblia que eu encontrei
a verdade acerca de Jesus Cristo, a verdade que liberta todos os homens. Essa
verdade é a verdade de que Jesus pagou o preço dos meus pecados de forma a eu
poder renascer e ser um novo homem e ter o dom da vida eterna. Aprendi que este
dom seria meu se o buscasse. Tudo o que tive de fazer foi arrepender-me dos
meus pecados e pedir que Cristo entrasse na minha vida como Senhor!
A minha vida começou de novo quando
aceitei Cristo na minha vida. A tua vida pode começar de novo como a minha. Diz
simplesmente esta oração de salvação:
“Deus no céu, arrependo-me dos meus
pecados e peço-Te que me perdoes. Creio que Cristo
morreu como um sacrifício para pagar pelos meus pecados. Quero nascer de novo e
tornar-me uma nova criatura
Uma vez que tenhas proferido esta
oração lança para fora da tua casa e da tua vida todas as coisas pecaminosas. Vai
a uma igreja fiel e informa o ministro da tua decisão em seguires a Jesus.
Passa a ir aos cultos.
William J. Murray Evangelistic Association, P.O. Box 77511, Washington, DC 20013
É MESMO
LOUCURA -
FALTA DE INTELIGÊNCIA
«Disse o
néscio (louco) no seu coração: Não há Deus!» (Salmo 53:1)
O que está codificado
no DNA de cada célula de cada criatura viva é pura e
simplesmente informação escrita. Nós usamos um alfabeto de 23 letras; no DNA, existe um alfabeto químico de quatro letras que se
combinam em diferentes sequências para formar palavras, frases e parágrafos.
Elas compreendem todas as instruções necessárias para ordenar o funcionamento
da célula. Expressam de forma codificada as instruções sobre como uma célula
produz proteínas. Isso funciona exactamente como as sequências de letras
alfabéticas na nossa língua. Agora, quando vemos uma linguagem escrita, podemos
concluir, com base na nossa experiência, que ela tem uma causa inteligente. E podemos usar
legitimamente o mesmo raciocínio para concluir que as notáveis sequências de
informações do DNA também tiveram uma causa
inteligente. Portanto, isso significa que a vida na terra veio de
"Alguém", e não de "algo".
Como Carl Sagan disse certa vez,
"o recebimento de uma única mensagem do espaço" seria suficiente para
sabermos que existe uma inteligência lá fora. Isso é raciocínio por analogia —
nós sabemos que onde existe comunicação inteligente, existe uma causa
inteligente.
E se uma única
mensagem do espaço é suficiente para concluirmos que existe inteligência, então
o que dizer da enorme quantidade de informações contidas no DNA de cada planta
e animal vivos?
Cada célula do corpo
humano contém mais informações que todas as dezenas de volumes de qualquer
Enciclopédia. Certamente é razoável chegar à conclusão que aquilo não é produto
casual de natureza espontânea, mas é o sinal inconfundível de um Planeador
Inteligente - DEUS.
In
Em Defesa da Fé,
Lee
Strobel