Duvidando da Existência de Deus
A Oração Respondida – O Erro Perfeito
Harry Potter é Obra de Satanás
A Invasão da Psicologia na Igreja
As Escrituras avisam o
crente para que seja cuidadoso. Um dos cuidados que ele deve ter é não permitir
que brote de si alguma raiz de amargura.
«Segui a paz com todos
e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor, tendo cuidado de que
ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando,
vos perturbe, e por ela muitos se contaminem»
(Heb. 12.14,15).
Ao usar a figura duma raiz o escritor de
Hebreus ensina-nos um número de verdades práticas acerca do azedume no coração
humano.
Em primeiro lugar, uma raiz tem de ser
plantada. Como é que se planta no coração? Quando nos sentimos feridos por algo
que alguém nos disse ou fez e nos sentimos ressentidos com essa pessoa. Às
vezes o “réu” nem tem a consciência de que nos feriu. Em vez de enfrentarmos a
questão duma forma aberta e honesta, sepultamo-la (semeamo-la) no coração; e a
raiz de amargura começa a crescer.
As raízes não crescem a menos que sejam
cultivadas. Se confessarmos honestamente ao Senhor o nosso ressentimento
(pecado), Ele ajudar-nos-á a arrancar a raiz, e isso poupar-nos-á muitas dores.
O problema é que nós gostamos muito de alimentar o nosso ego e de cultivar nele
o azedume. Exteriormente mantemos um aspecto piedoso, mas interiormente estamos
cheios de amargo veneno.
Os pecados escondidos não se mantêm assim
por muito tempo. O dia e a hora vêm em que a raiz de amargura brotará palavras
e, ou, acções azedas, e todos descobrirão o que até ali apenas Deus sabia. O
fermento que estivera a fermentar no coração durante semanas —ou talvez anos —
de repente explode e contamina todos em derredor.
Segundo a Bíblia, a raiz de amargura
perturba (causa problemas) e corrompe. Nunca torna melhor a pessoa azeda, nem
faz bem às pessoas à sua volta. De facto, esta raiz perturba e corrompe muito
antes de se reconhecer o problema abertamente. É impossível que um crente azedo
não tenha a sua vida de oração, testemunho, comunhão, e serviço, estragados.
A raiz de amargura exige uma medida
drástica. Tem de ser exposta e arrancada duma vez por todas. O machado tem
de ser posto à raiz da árvore. Partir-lhe os ramos doentios ou arrancar-lhe
as folhas secas não resolve nada. O problema está na raiz. Os jardineiros sabem
bem quão difícil é arrancar uma raiz que causa problemas. Tal operação não é
fácil, mas é necessária. É claro que a melhor medida é não permitir que a raiz
se implante. Isso exige esforço. O Senhor fala em seguir a paz e em ter
cuidado (Vers. 14,15). Como o jardineiro odeia as ervas daninhas e as
arranca, assim o crente deve ter a mesma atitude para com a raiz de
amargura—odiá-la e arrancá-la. Registe o seguinte: é mais fácil arrancá-la
enquanto é ainda pequena. Quanto mais adiamos a intervenção, mais fundo ela
crescerá, mais se ramificará e mais contaminará.
Três palavras dizem-nos como manter fora do
solo do coração a raiz de amargura: paz, santidade e graça (v.14). Se
quisermos mesmo seguir a paz com todos os homens (Rom. 12.18), observemos com
rigor o princípio de Mateus 18.15-20, e não permitiremos que maus sentimentos
afectem a nossa comunhão com os nossos irmãos e irmãs. Por natureza tendemos a defendermo-nos e a
retaliarmos, mas a graça de Deus muda essa atitude.
Cultivemos antes o fruto do Espírito (Gál.
5.22). É impossível raízes de amargura brotarem onde há amor, gozo, paz,
bondade, benignidade, mansidão, temperança, longanimidade, fé.
A graça de Deus nunca falha, mas nós
poderemos falhar em apropriar a graça de Deus se recusarmos dar ouvidos a este
aviso. É hora de inspeccionarmos o solo
dos nossos corações.
- C.M.O.
Damião era dono de uma
bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante
inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa
além do seu mundo material.
Um certo dia, estava a
fechar a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que a mãe
estava a passar mal e que se ela não tomasse determinado remédio morreria.
Muito nervoso, e após
insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para ir buscar o remédio. A
sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou por pegar no
remédio mesmo no escuro. Entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali à
pressa. Minutos depois, apercebeu-se que havia entregado o remédio errado à
criança e, se aquela mãe o tomasse, significaria morte instantânea.
Desesperado, tentou
alcançar a criança mas não teve êxito. Gritou em desespero ... e o tempo passava e nada acontecia.
Sem saber o que fazer,
e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e a dizer que se
realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino.
O tempo passava e ele,
de joelhos pensava que a mulher poderia já estar morta e que, certamente, teria
que pagar por isso.
Reflectiu sobre a sua
intemperança, sobre o seu mau humor, e principalmente sobre a sua insensatez.
De repente, sentiu uma mão tocar-lhe no ombro esquerdo, e ao voltar-se deparou
com a criança em prantos.
Naquele momento ficou
desconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de facto, não existia.
Já podia imaginar o que
lhe iria acontecer. O choro e o olhar triste daquela criança trespassava-lhe a
alma.
No entanto, num lampejo
de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquela
criança começou a dizer:
- "Senhor,
por favor não ralhe comigo, mas é que caí e quebrei o vidro do remédio. O
senhor pode dar-me outro?"
Deus existe e
conhece-te pelo teu nome. Ele sempre tem o melhor para ti, por mais que as
circunstâncias mostrem o contrário. Crê neste amor que é maior do que qualquer
um dos teus problemas, mesmo que estes sejam grandes e de difícil resolução.
Crê na vida melhor que Ele tem preparada para ti, por meio de Cristo! Quem crê
n’Ele tem a vida eterna.
João 3:36: «Aquele que
crê no Filho tem a vida eterna, mas aquele que não crê no Filho não verá a
vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece».
João 6:47: «Na verdade, na verdade vos digo que aquele
que crê em Mim (JESUS) tem a vida eterna».
DUVIDANDO DA EXISTÊNCIA DE DEUS
Um homem foi cortar o
cabelo e a barba. Como sempre acontece, ele e o barbeiro conversaram sobre várias coisas até que – por causa de
algumas notícias saídas nos jornais sobre ataques terroristas e meninos
abandonados o barbeiro afirmou:
- Como o senhor pode ver, estas tragédias
mostram que Deus não existe.
- Como?
- O senhor não lê os jornais? Temos tanta
gente a sofrer, crianças abandonadas, crimes de todo tipo ... Se Deus
existisse, não haveria sofrimento.
O cliente ficou a pensar, mas o corte estava
quase no final e resolveu não prolongar a conversa. Voltaram a
discutir temas mais amenos. O serviço acabou, o cliente pagou e saiu.
Entretanto, a primeira coisa que viu foi
um mendigo, com barba de muitos dias e longos cabelos desgrenhados.
Imediatamente, voltou para a barbearia e disse à pessoa que o atendera:
- Sabe uma coisa? Os barbeiros não
existem.
- Como não existem? Eu estou aqui e sou
barbeiro.
- Não existem!!! - insistiu o homem. -
Porque se existissem, não haveria pessoas com barba tão grande e cabelo tão
desgrenhado como aquele que acabo de
ver na esquina.
- Posso garantir que os barbeiros existem.
Acontece que esse homem nunca veio até aqui.
- Exactamente!!! Então para responder à
sua pergunta, Deus também existe.
O que se passa é que as pessoas não vão até
Ele. Se O buscassem, encontra-Lo-iam e ... seriam mais solidários e não haveria
tanta miséria no mundo.
«...buscar-Me-eis e Me achareis
quando Me buscardes de todo o vosso coração (Jeremias 29.13).
Ainda Deus mal tinha
acabado de dar a Lei a Moisés, quando ordenou que ela fosse colocada num
caixão. É isso mesmo – um caixão. A razão para tal é que o concerto Mosaico
estipulava claramente:
“Agora, pois, se
diligentemente, ouvirdes a Minha voz, e guardardes o Meu concerto, então sereis
a Minha propriedade peculiar de entre todos os povos: porque toda a terra é
Minha.” (Ex. 19:5)
Israel, é claro, não
obedeceu à voz de Deus. Quebrou, sim, a Lei, mesmo antes de Moisés ter descido
do monte Sinai. É por causa disso que Deus, na Sua graça, ordenou: “Também
farão uma arca... .” (Ex. 25:10). A palavra “arca” foi traduzida como “caixão”
no último versículo de Génesis (referindo-se a José), e esse é o seu
significado mais simples. Mas porque é que Deus ordenou um caixão como sendo a
primeira peça de mobiliário para o tabernáculo? A resposta é: Para colocar lá a
Lei. Leia por si próprio:
“Depois, porás no
CAIXÃO (arca) o testemunho (a Lei), que eu te darei... e porás o propiciatório
em cima do CAIXÃO (arca)... .” (Ex. 25:16, 21)
Se Deus não tivesse
colocado o concerto da Lei num caixão e não viesse ao Seu povo pelo
propiciatório (trono de misericórdia), nenhum deles poderia ter sido salvo.
Esta figura do Velho
Testamento tem uma lição para nós hoje. Se Deus tratasse connosco com base nas
nossas obras, nenhum de nós se poderia salvar, mas “Cristo morreu pelos nossos
pecados”, preenchendo por nós, os requisitos da Lei quebrada, para que
pudéssemos ser salvos por graça, através da fé na Sua obra de Redenção.
Colossences 2:14 diz em
relação a esta “cédula que era contra nós”, que nosso Senhor, na sua morte, “a
tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”, e Romanos 7:6 explica:
“Mas agora, estamos
livres da lei, pois morremos para aquilo em que estávamos retidos: para que
sirvamos em novidade de espírito, e não na velhice da letra.”
Assim, os crentes em
Cristo são salvos “pela graça... por meio da fé... não pelas obras”, mas
“para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”. (Efésios 2:8-10)
- C.R.S.
in Two Minutes With The Bible
Tradução de
David Costa
Conta-se que numa
carpintaria houve uma estranha assembleia. Tratou-se duma reunião para acertar
diferenças. Um martelo exercia a presidência, mas os participantes
notificaram-no de que teria que renunciar.
A causa? Fazia demasiado barulho, e além do mais, passava o tempo
todo a golpear. O martelo aceitou a culpa de que o acusavam, mas pediu que
também fosse demitido o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para
conseguir algo.
Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a demissão da
lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando
sempre em atrito.
A lixa acatou, com a condição de que se demitisse o metro que sempre media os
outros segundo sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o
Carpinteiro. Juntou o material e iniciou o trabalho. Utilizou o martelo, a
lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira converteu-se num
lindo móvel. Quando a ferramenta ficou novamente só, a assembleia reactivou a
discussão.
Foi então que o serrote
tomou a palavra e disse: Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o
carpinteiro trabalha com as nossas qualidades, com os nossos pontos valiosos.
Assim não pensemos nos nossos pontos fracos, e concentremo-nos nos nossos
pontos fortes.
A assembleia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a
lixa era especial para limpar e afinar as asperezas e o metro era preciso e
exacto. A partir dali passaram a sentir-se como uma equipe capaz de produzir
móveis de qualidade e sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.
Ocorre o mesmo com os seres humanos. Basta observar e comprovar. Quando uma pessoa
busca defeitos noutra, a situação torna-se tensa e negativa. Pelo contrário,
quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros florescem as
melhores conquistas humanas.
É fácil encontrar defeitos nos outros. Qualquer um pode fazê-lo.
Mas encontrar qualidades ... isso é para os sábios ... Trabalhemos em equipa,
sob a direcção do Mestre —o Carpinteiro Divino!
«Não deixemos de
congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações, e tanto
mais quanto vedes que o dia se aproxima».
Heb. 10:25
Michael Faraday, grande
cientista britânico que fez várias descobertas importantes no campo do
magnetismo, era um cristão sincero que achava ser mais importante assistir aos
cultos da sua igreja do que assistir a qualquer outra reunião. Numa dessas
"outras" reuniões, ele pôs o auditório boquiaberto com a demonstração
das propriedades do imã. Encerrou a palestra com uma experiência tão inédita,
fascinante e impressionante, que por algum tempo o salão empolgou-se com
entusiásticos aplausos.
Quando as palmas diminuíram, o
Príncipe de Gales pôs-se de pé e propôs um brinde a Faraday, mas o grande homem
já não estava ali para o receber. Finalmente, um dos assistentes de Faraday
levantou-se e explicou que o físico havia saído para um culto de oração numa
pequena igreja (uma congregação que não contava com mais de 20 crentes), onde
Faraday era ancião.
Que exemplo de assiduidade aos cultos
de oração! Que testemunho a favor de Cristo!
Tem-se declarado que a saúde espiritual de
uma igreja pode ser acuradamente avaliada com base na frequência aos cultos de
oração. Se isso é verdade, igrejas com pouca assistência estão às portas da
morte espiritual, e outras que já desistiram completamente dessas reuniões
podem ter morrido.
Que pode o leitor fazer, que podemos
nós fazer para despertar os cristãos dessa letargia mortal? Que podemos nós
fazer para consolidar «o resto que estava para morrer»? Apoc. 3:2.
O versículo de topo sugere que o maior
motivo para a fiel assistência aos cultos da igreja é o facto de que «o dia»
da vinda de Cristo «está agora mais perto do que quando no princípio
cremos. Vai alta a noite e vem chegando o dia». Rom. 13:11 e 12.
Face à proximidade da vinda de Cristo e da
admoestação para que sejamos fiéis na frequência à igreja, quão incoerente
seria da nossa parte professar a crença no segundo advento enquanto nos
descuidamos da assistência aos cultos!
O ERRO PERFEITO
O pai da minha Mãe era
carpinteiro. Certo dia ele fazia uns caixotes para se colocar vestuário que a
igreja enviaria para um orfanato na China.
No regresso a casa ele
foi ao bolso da camisa buscar os óculos, mas eles tinham desaparecido. Ao
reconstituir mentalmente as suas acções mais recentes, descobriu o que tinha
acontecido. Os óculos tinham saltado do bolso sem que ele notasse e caíram para
dentro dum dos caixotes que ele tinha selado. Os seus óculos novíssimos iam a
caminho da China!
A Grande Depressão
estava no apogeu e o meu Avô tinha seis filhos. Ele tinha pago €20 por aqueles
óculos naquela mesma manhã. Ele estava aborrecido com a ideia de ter de comprar
um outro par. “Não é justo”, disse ele a Deus quando ia para casa, frustrado.
“Tenho sido fiel dando o meu tempo e dinheiro para a Tua obra, e agora isto”.
Meses mais tarde, o director do orfanato veio aos Estados Unidos. Ele queria
visitar todas as igrejas que o apoiavam na China, e assim veio falar um Domingo
à pequena igreja do meu Avô, em Chicago.
O missionário começou por agradecer às
pessoas a sua fidelidade no sustento do orfanato. “Mas acima de tudo”, disse
ele, “tenho de agradecer-vos os óculos que me enviastes no ano passado. Vocês
sabem, os Comunistas varreram o orfanato destruindo tudo, incluindo os meus
óculos.
Eu estava desolado. Mesmo que tivesse dinheiro,
não tinha forma de substituir aqueles óculos. Para além de não poder ver bem,
tinha dores de cabeça todos os dias. Então os meus cooperadores e eu orámos
muito sobre isto.
Então os vossos
caixotes chegaram. Quando a minha equipa removeu as tampas, descobriu um par de
óculos no topo. O missionário fez uma pausa suficiente para as suas palavras
caírem fundo.
Depois, ainda não
refeito da emoção, ele prosseguiu: “Gente, quando experimentei os óculos, foi
como se tivessem sido preparados para mim! Quero agradecer-vos por terdes sido
parte desta maravilha”.
As pessoas escutaram
felizes a história dos óculos miraculosos. Mas o missionário decerto que
confundiu a igreja deles com outra, pensavam eles, pois não havia óculos
nenhuns na lista de artigos que eles se propuseram enviar para a China.
Sentado sossegadamente
ao fundo, com as lágrimas a correr-lhes pela face, um vulgar carpinteiro tomava
consciência de que o Mestre Carpinteiro o tinha usado duma forma
extraordinária.
Às vezes queremos atribuir culpas a Deus em
vez de Lhe tributarmos gratidão. Talvez seja algo que devamos fazer muito mais
vezes. Lembremo-nos disto nos tempos de prova. Procuremos os erros perfeitos.
“As pessoas são como sacos de chá – tens de os colocar em água a
ferver antes de saberes quão fortes são”
Harry Potter
é
obra de Satanás
O Jornal National
Post é o maior diário do Canadá. Sábado 2 de Novembro de 2002, Secção B,
página 2. Link da história em:
www.nationalpost.com/search/site/story.asp?id=664FF94D-C400-45A8-B536-8FC05E344A8F
A autora de Harry
Potter confessa que adora Belzebu, Satanás e Lúcifer e atribuiu todo o seu
sucesso a Lúcifer. Ela declarou ser uma satanista confessa. “É verdade”, disse
ela, “eu adoro o Diabo, Belzebu, Satanás, Lúcifer, em todas as suas formas não
sagradas. E devo todo o meu sucesso, toda a minha glória, todo o meu poder, ao
meu doce e belo Lúcifer. Ofereço-me por completo de corpo e alma ao meu mestre,
ele me dá poder sobre os fracos e riquezas absurdas”. JK Rowlings acrescenta na
entrevista que o diabo lhe deu agora autorização para revelar que foi ele mesmo
quem lhe deu os livros. Eis as palavras da autora: "O meu doce e belo
Lúcifer enviou-me todas as noites um anão deformado com as anotações para os
livros". Ela explicou que a sua devoção ao Príncipe das Trevas começou
quando ela foi mãe solteira. Ela contou que quando estava sentada num café, num
dia cinzento, interrogando-se sobre o que faria com a sua vida vazia, sem
propósito de vida, fez a seguinte decisão nestes termos: “Dar-me-ei, corpo e
alma, ao Senhor das Trevas. E em troca, ele dar-me-á riquezas absurdas e poder
sobre os fracos e patéticos do mundo”.
Há crianças que já
foram apanhadas a brincar de Harry Potter, e na brincadeira invocavam
Satanás...
A INVASÃO DA
PSICOLOGIA NA IGREJA
Por William MacDonald
A nossa época é
caracterizada por uma influência da psicologia secular na igreja. Ao contrário
do que vemos em 2 Timóteo 3.16-17, a Bíblia já não é suficiente para servir de
base aos nossos relacionamentos de ajuda. Precisamos da psicoterapia. Já não
contamos com o Espírito Santo para produzir as mudanças necessárias nas vidas
dos crentes. Os anciãos já não são competentes para aconselhar. Têm que enviar
os crentes aos psicoterapeutas... Tudo isto apesar de Deus nos ter dado na Sua
Palavra e pelo Espírito Santo, tudo quanto precisamos “no que diz respeito à
vida e piedade” (2 Pedro 1.3)
Durante gerações, os crentes levaram os seus problemas ao
Senhor, em oração. Hoje, devem consultar um psiquiatra ou um psicólogo. Os
jovens rapazes já não são encorajados a pregar a Palavra. Doravante a palavra
de ordem é: “praticai a relação de ajuda psicológica”.
A relação de ajuda profissional tornou-se algo sagrado. Não
há ousadia para a denunciar por haver sempre inevitavelmente alguém para a
defender. Que há então de tão errado nesta terapia? Deixem-me enumerar onze
pontos que revelam o que não está correcto:
1. A atenção da pessoa é
dirigida sobre ela própria e não sobre Jesus Cristo. Isto é um erro muito
grave. Não há vitória em nós mesmos. O exame da pessoa em si não é um remédio.
Os bons marinheiros não lançam a âncora no interior do navio. Precisamos de
Alguém maior que nós e esse Alguém é Jesus Cristo. Mais cedo ou mais tarde,
devemos perceber que ocuparmo-nos com o Senhor é o caminho da vitória na vida
cristã (2 Cor 3.18).
O dramaturga norueguês
Ibsen conta o seguinte acerca duma visita que Peter Gynt fez num hospital psiquiátrico: todas as
pessoas pareciam normais, ninguém parecia louco. Falavam de forma racional dos
seus projectos. Quando o Peter falou disso a um médico, este respondeu: “Eles
são loucos. Falam de forma sensata, mas tudo está centrado sobre eles mesmos. A
verdade é que eles estão obcecados de forma inteligente sobre eles mesmos. È o
“eu”, de manhã, ao meio dia e durante a noite. Aqui ninguém pode escapar ao
“eu”. Andam sempre com ele, até mesmo em sonhos. Oh sim rapaz, estas pessoas
falam de forma sensata, mas não há dúvidas que estas pessoas estão loucas.”
2. A psicologia moderna
está baseada na sabedoria do homem e não na de Deus. É a opinião dos homens em
vez da autoridade da Palavra de Deus. A diversidade das opiniões humanas vê-se
no facto de haver mais de duzentos e cinquenta sistemas de psicoterapias e mais
de dez mil técnicas (incluindo as que podem ajudar os animais domésticos), cada
uma delas advoga superioridade em relação às demais.
Don Hillis afirma que
“esta tendência contém no mínimo um perigo: a razão humana
substitui a Palavra de Deus para resolver os problemas emocionais e
espirituais. As respostas racionais que não estão fundamentadas em princípios
espirituais, podem trazer algum alívio temporal, mas com o tempo, os resultados
podem ser decepcionantes e até prejudiciais.”
3. Muitos problemas,
provavelmente a maior parte daqueles para os quais as pessoas precisam de
ajuda, são os causados pelo pecado: lares desfeitos, famílias divididas,
conflitos interpessoais, preocupações, drogas, álcool, assim como algumas
depressões. Para todos estes problemas, o que é preciso não é a voz de uma
psicoterapeuta, mais o poder da cruz de Cristo. Somente o Salvador pode dizer:
”Os teus pecados te são perdoados, vai em paz.”
4. Muitas vezes, as curas
modernas para a alma procuram transferir a responsabilidade sobre outrem. O
pecado é uma doença, ou então o problema é causado por meio da pessoa. Há que
repreender os pais por causa da conduta inaceitável dos filhos. Como
consequência, as pessoas estão aliviadas de toda a responsabilidade pessoal.
John MacArthur fala de uma mulher que se dizia obrigada a viver uma vida imoral
desde há anos: ”O conselheiro sugeriu que a sua conduta era o resultado de
mágoas infligidas por um pai passivo e uma mãe demasiado autoritária.”
Henry Sloane Coffin
avalia precisamente a situação: “a psicologia actual oferece mais um motivo
para as pessoas se justificarem. Homens e mulheres que são examinados, arranjam
maneira de se emancipar descarregando nomes horríveis que os religiosos
enérgicos associaram ao pecado, para os rebaptizar por nomes despidos de toda e
qualquer ideia de culpa. Desta forma, as pessoas são mal adaptadas ou
introvertidas em vez de desonestas e egoístas. Um homem de cinquenta anos,
cansado da sua mulher, envolve-se com uma jovem com metade da sua idade. O terapeuta
diz-lhe que sofre de um “espasmo de volta à adolescência”, em vez de o colocar
perante a verdade: «Não cometerás adultério».”
5. A psicoterapia trabalha
em completa contradição com o Espírito Santo, colocando a ênfase na importância
de ter uma boa imagem de si mesmo. O Espírito santo procura convencer os
pecadores da sua culpabilidade e trazê-los ao arrependimento. Procura restaurar
os crentes desviados e levá-los a confessarem o seu pecado. Toda e qualquer
forma de estima de si mesmo que não está baseada no perdão dos pecados e na
posição do homem em Cristo está completamente errada.
6. Há também, o aspecto
financeiro do problema. James Montgomery Boice comenta: “Actualmente estamos
perante este fenómeno: pessoas pagam a outras pessoas simplesmente para que
estas as ouçam... é precisamente o que fazem os psiquiatras, os psicólogos e os
conselheiros profissionais. É um comércio que representa mil milhões de
dollars. Isto não quer dizer que os conselheiros informem ou guiem as pessoas
na maior parte dos casos. Na verdade, o que fazem é ouvir. São pagos para fazer
o que as pessoas de determinada época faziam voluntariamente.”
Quando uma mulher se
queixou que vinte anos de consultas não lhe tinham valido nada, um amigo
perguntou:
- Já pediu ajuda na
Igreja?
- Não, o que a igreja
quer é somente o nosso dinheiro.
- Quanto pagou ao seu
psicólogo?
- Num salário mensal de
dois mil e quatrocentos dollars, paguei sessenta dollars por semana durante um
período de vinte anos.”
Sessenta dollars por
semana, isto é duzentos e quarenta dollars por mês, o que significa dez por
cento do seu ordenado. Ela dava o dízimo do seu ordenado ao conselheiro, mas
recusava dá-lo à igreja. E mais, ela admitiu não estar melhor.
Outra senhora insurgiu-se contra o que ela chamava “os dois
pesos, duas medidas” do seu psicanalista. “Durante seis anos, visitei o meu
psicanalista cinco vezes por semana e privei-me de muitas coisas para ter com
que pagar. Quando estava doente e faltava a uma consulta, ele tomava uma
atitude curiosa. Insistia em dizer que a minha doença era uma espécie de
vingança psicossomática e que era o meu subconsciente que resistia ao
tratamento. É evidente que cada vez que lá ia tinha que pagar. Por outro lado,
quando se ausentava durante um mês inteiro de férias, em Agosto, deixando-me
desorientada, só e em pânico, com uma série de problemas não resolvidos, era
suposto eu aceitar que as suas férias não interrompiam o tratamento.
Rollo May, um dos maiores porta-vozes da profissão desde os
seus princípios até aos anos 50, queixa-se de que a psicoterapia cedeu à
tentação de fazer dinheiro e de explorar as pessoas. Ele diz o seguinte: “a
psicoterapia tornou-se um negócio em que se tem clientes e onde se ganha
dinheiro.” Vários praticantes sublinham que para que o tratamento seja
eficiente, deve haver um sacrifício financeiro por parte do “paciente”. Este
último não teria qualquer respeito pelo tratamento se este fosse barato demais.
Não admira que se brinque com o assunto dizendo: o neurótico constrói castelos
em Espanha, o psicopata vive neles e o psicoterapeuta recebe deles as rendas.
7. Por vezes as pessoas
pagam uma fortuna para serem examinadas, quando precisavam de consultar um
médico generalista. Depois de ter tido várias sessões de “aconselhamento”
durante dois anos, um escritor queixava-se de uma visão baça quando lia. O
terapeuta falou-lhe da “falta de concentração como um sintoma típico nas
pessoas com falsas angústias”. Como lhe era difícil continuar a pagar ao
psicólogo, o paciente resolveu consultar um oftalmologista. Este último
disse-lhe que um par de óculos resolveria certamente o tal síndroma, o que
aconteceu.
8. Conselheiros cristãos
pretendem seleccionar os melhores ensinamentos de homens não regenerados tais
como Freud, Rogers, Maslow e Jung e misturá-los aos da Bíblia. Eis um casamento
profano. Num congresso sobre a relação de ajuda cristã em 1988, Jay Adams,
dizia: “Peço-vos de todas as minhas forças que abandonem a tarefa inútil
de que falei: a de tentar integrar ideias ímpias à verdade Bíblica. Pensem nos
milhões de horas que foram perdidos desde há uma geração nesta tarefa
desesperada. Porque não há resultados visíveis? Vou dizer-vos: é porque isto
está errado...a relação de ajuda procura mudar as pessoas. Mas saibam que
transformar as pessoas é tarefa de Deus.”
9. Até mesmo na maior
parte das sessões de aconselhamento cristão, baseado na psicologia, a oração
não é reconhecida como uma “técnica” válida. No melhor dos casos é tolerada, no
pior é negligenciada. Bem poucos conselheiros tomaram suficiente tempo para
orar com os seus pacientes.
Estamos nós prestes a
crer que a oração é apenas de importância secundária quando se trata de
problemas da vida? Estaríamos nós enganados durante todos estes anos passados
ao pensar que se aceitarmos a vontade de Deus, Ele atenderá às nossas orações?
10. Em muitas igrejas os
ensinamentos não são outros que psicologia, com uma capa de vocabulário
bíblico. As pessoas pedem pão, e dá-se-lhes uma pedra.
11. Para falar claro, a
psicologia não tem demonstrado sucesso evidente e em muitos casos, ela tem sido
prejudicial.
Durante os últimos
anos, alguns autores corajosos lançaram o alarme no que respeita à relação de
ajuda psicológica.
Os opositores puseram
estes livros de lado com um ar altivo, ou então, acusaram os autores de
quererem criar divisões, ou outros tipos de perturbação.
No entanto, devem agora
fazer face ao facto de que profissionais não cristãos emitem sérias dúvidas e
alguns desencantos no que respeita à psicoterapia.
O doutor Szasz,
professor de psiquiatria na Universidade do Estado de New York, foi desde há
anos, um porta voz crítico. Qualifica a psiquiatria de pseudo-ciência, assim
como a astrologia e a alquimia. Chama as doenças mentais de mitos, sugerindo
que é uma etiqueta cómoda para camuflar e tornar mais agradável o amargo dos conflitos
morais nas relações humanas. Defende que nenhum comportamento anormal é doença
e que por conseguinte o tratamento não incumbe ao médico.
Vai mesmo mais longe.
Diz mesmo que provavelmente a maior parte dos tratamentos psicoterapeuticos são
nocivos para os ditos pacientes. “Todas estas intervenções e proposições
deveriam se consideradas como más até prova do contrário:”
Zilbergeld diz que
geralmente é tão útil para o paciente falar como uma pessoa comum como com um
profissional.
Jeffrey Masson diplomado
do Toronto Psychoanalytic Institute, e membro do International
Psychoanalytic Association, é director do projecto no Sgmund Freud
Archives. No prefácio do seu livro intitulado: Against Therapy,
escreveu: “Este livro explica os motivos que me levam a crer que a
psicoterapia, sob as suas mais diversas formas, é má. Ainda que critique vários
psicoterapeutas e várias terapias, o meu objectivo primário é
demonstrar que a ideia em si de psicoterapia está errada.”
O doutor Hans J.
Eysenck, professor de psicologia na Universidade de Londres, descobriu que 70 a
77% dos “pacientes” neuróticos saram ou melhoram consideravelmente o seu
estado, com ou sem a ajuda da psicoterapia. É uma questão de alívio espontâneo.
O Hobart Mowrer,
professor de psicologia da universidade de Illinois, disse: “À medida que
decorriam as décadas deste século, tomámos progressivamente consciência do
grande postulado de Freud, segundo o qual a responsabilidade de todo o
comportamento pode ser atribuído a outros e que o objectivo da vida não era de
proceder moralmente mas sim libertarmo-nos de todo e qualquer sentimento de
culpabilidade. Esta teoria levou-nos de mal a pior!”
A pretensão que diz que
a psicoterapia tem uma elevada taxa de sucesso não está baseada em factos. Nos
estudos Cambridge-Somerville, jovens delinquentes eventuais que tinham seguido
tratamentos psicológicos tornaram-se piores que os candidatos do grupo de
controle que não tinha recebido qualquer tratamento.
È preciso notar também
que na psicoterapia encontramos o efeito psicossomático ou placebo. “A melhoria
tão esperada, alimentada com a pessoa de um psicoterapeuta que afirma poder
resolver o problema, acaba por fazer acreditar ao paciente que houve resultados
positivos ainda que na verdade não haja.”
Que podemos concluir de
tudo isto? Só há uma conclusão possível: “um grande movimento revolucionário
que prometia explicar de maneira científica todas as neuroses e curar a maior
parte delas” não passou de um engano. Enquanto profissionais seculares admitem
que os sucessos espectaculares e as curas são praticamente inexistentes, a
igreja mobiliza-se cada vez mais em volta da psicoterapia, em vez da Bíblia,
como se a psicologia fosse um remédio universal para resolver os problemas de
tensões nervosas, ansiedade e outros.
Citemos Don Illis uma
vez mais, ”é tempo para a igreja fazer um exame de consciência, quando os
crentes precisam de ajuda e se voltam para os psicólogos e psiquiatras mais do
que para a igreja. Deveríamos interrogar-nos
seriamente quando os jovens cristãos pensam poder fazer mais para o
mundo ao tornarem-se psicólogos ou psiquiatras, do que pastores e evangelistas.
Talvez uma segunda olhadela ao Livro nos revele uma psicologia espiritual que
traz as respostas espirituais às necessidades afectivas e mentais do povo de
Deus.
Há um lugar para a
relação de ajuda, mas deve ser bíblica. Não deve pôr de fora nem a Bíblia, nem
o Espírito Santo, nem a oração. Não deve desculpar o pecado ou descarregar as
pessoas da sua responsabilidade pessoal.
Com as almas dos homens a correrem o
risco iminente de se perderem eternamente, é extremamente importante que se
lhes faça uma apresentação clara do evangelho. Temo-nos maravilhado como o
Espírito Santo tem agido a despeito da pouca clareza dos vários planos de
salvação que têm sido apresentados ao longo dos anos. Embora esses planos
contenham alguns elementos de verdade, podem induzir os pecadores em erro.
Plano Um:
1. Admite
que és pecador (Rom. 3.23).
2. Arrepende-te
dos teus pecados (Mat. 3.2).
3. Crê
que Jesus Cristo morreu por ti na cruz (I Cor. 15.3)
4. Através
de uma oração convida Jesus a entrar e a controlar a tua vida.
Plano Dois:
1. Confessa
os teus pecados (Mar. 1.5).
2. Abre
a porta do teu coração de modo a que Cristo entre (Apo. 3.20).
3. Crê
em Jesus Cristo (Act. 16.31).
4. Vem
à frente, publicamente, receber Jesus como teu Salvador pessoal.
Plano Três:
1. Reconhece
que és pecador (Rom. 3.23).
2. Faz
de Jesus Cristo Senhor da tua vida (Rom. 12.1).
3. Crê
que Jesus Cristo morreu por ti (I Cor. 15.3).
4. Aceita
Cristo como teu Salvador pessoal, orando a Deus.
Há duas faltas sérias nos planos atrás apresentados. Primeiro, confundem
os termos de salvação sob o evangelho do reino com os do evangelho da graça de
Deus. Segundo, o pecador é facilmente induzido a colocar a sua confiança no que
ele tem feito, e não no que o Salvador fez. Por isso sugerimos o seguinte:
OS TERMOS BÍBLICOS DA
SALVAÇÃO:
1. Reconhece
que és pecador, «porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus»
(Rom. 3.23).
2. Crê
no Senhor Jesus Cristo – que Ele morreu pelos teus pecados, foi sepultado e
ressuscitou (Rom. 4.5; I Cor. 15.3,4).
Se confiaste em Cristo como teu Salvador pessoal, ora e agradece a Deus
pela tua salvação.
Amado, os perdidos pendulam sobre o lago de fogo através do fio fino da
existência humana. A única coisa que se ergue entre eles e o juízo eterno são
as boas novas de Cristo e Ele crucificado. Que o Senhor nos conceda apreensão
pelas almas perdidas, pois «eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora
o dia da salvação».
Mateus 4:17
“Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer:
Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.”
(Mat. 4:17).
As primeiras palavras
que foram proferidas pelo Senhor Jesus Cristo e que ficaram registadas quando
Ele começou o Seu ministério terreno são estas: “Arrependei-vos, porque é
chegado o Reino dos céus.” “E percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas
suas sinagogas, e pregando o evangelho (boas notícias) do Reino, e curando
todas as enfermidades e moléstias entre o povo” (Mat. 4.23). Tudo isto
estava em acordo estrito com o que os profetas de Israel tinham declarado anos
antes. O Messias prometido tinha finalmente vindo, o juízo de Israel seria removido
e o tempo da grande bênção e prosperidade para o povo escolhido de Deus viria
em breve à nação favorecida. Porém passaram-se já quase 2000 anos desde que o
Senhor Jesus Cristo entrou em cena, e o reino ainda não foi estabelecido. O que
é que aconteceu? A promessa de Deus esvaziou-se? Terá Ele rejeitado o Seu povo?
Será que Deus não conseguiu cumprir as palavras dos antigos profetas de Israel?
O problema tem causado perplexidade a muitos e trazido confusão a muita gente
na igreja. Legião são os Teólogos e ensinadores bíblicos que têm tentado dar
outra explicação que não a que as promessas de Deus dadas a Israel pertencem ao
reino que um dia será estabelecido na terra, quando Jesus vier para reinar em
justiça. O problema reside no facto da maioria ver toda a Bíblia como
pertencendo à dispensação em que nós vivemos hoje e desaparece quando damos
ouvidos ao Apóstolo Paulo, para que manejemos bem a Palavra da Verdade.
Paulo explica em Romanos 9-11 porque é que o reino ainda não foi materializado.
A esperança de Israel será revelada um dia, porém agora Deus está a operar o
Seu programa secreto (o mistério), como foi revelado ao Apóstolo Paulo para nós
hoje (Efésios 3.1-11).
- W.E.B.
A América é uma nação
guiada pela fé. 95% dos Americanos dizem crer em Deus, e eu sou um deles.
Presidente
George W. Bush
Discurso aos estudantes da Universidade
Chinesa em Beijing
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Um homem perguntou a
uma criança, que vinha muito alegre pela rua, de onde é que ela vinha. “Venho
da escola Bíblica”, disse ela toda contente. E, cheia de entusiasmo
acrescentou, “aprendi muito acerca de Deus”. “Hum! Que forma interessante para
um miúdo passar o tempo”. “Se me disseres onde Deus está dou-te 10 cêntimos.” A
resposta da criança foi veloz como um relâmpago! “E eu darei 10 Euros ao
senhor, se me disser onde Deus não está”.
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Quem é o próximo Billy Graham?
As
pessoas estão-me sempre a perguntar isto.
Quem é o
próximo Billy Graham?
És tu.
Franklin Graham (filho)
Discursando a 10.000 evangelistas em Amsterdam 2000
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Sou agnóstico, e tudo o que isso significa é que
realmente não sei. Assumo que há um Deus porque não posso compreender como é
que alguma coisa, muito menos todo o universo, pode ter surgido sem causa
alguma.
Cómico, escritor, e cantor
Steve Allen,
morreu em 30 de Outubro de 2002
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A
política é importante, mas a solução
para o que nos aflige ... jaz para além da política. Jaz numa mudança de
coração.
Bill Bennett