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O Testemunho de João Crisóstomo
O fazer a obra de
um evangelista, absolutamente necessário e imprescindível para o cumprimento
do ministério, é uma imposição obrigacionista a que não apenas Paulo e Timóteo estavam
sujeitos, mas todo o crente no Senhor Jesus Cristo (2 Tim. 4.5; 1 Cor. 9.16; 2
Cor. 5.18,19).
É de suma importância
que todos os que professam ser Cristãos tenham disto clara consciência.
Na procura de se realizar este propósito um grupo
de irmãos resolveu encontrar-se semanalmente. Nestes
encontros analisou-se alguma coisa, do ponto de vista prático, sobre o que tem
sido classificado de evangelismo em profundidade e evangelismo explosivo.
Vários livros e artigos
de opinião têm sido escritos sobre esta matéria. Um deles, bem conhecido, tem
por título: Evangelismo em Profundidade. Recordamo-nos bem como, quando
se falava dele, o saudoso e querido irmão Viriato Dias Sobral comentava: “Evangelismo
em profundidade é o que [tais jovens] têm feito em [tal parte]”. E ele
tinha razão. O evangelismo a que se referia era, de facto, em profundidade,
tendo chegado a ser explosivo. São uma enorme bênção as recordações dessa
época.
Porém as atenções têm
estado a ser mais focalizadas sobre aquilo que estes irmãos convencionaram
denominar de evangelismo eficaz. E em que consiste ele? Consiste no
evangelismo de que nós próprios fomos objecto. Esse foi, sem dúvida,
evangelismo eficaz, visto que passámos da morte para a vida.
Será um exercício
salutar o leitor fazer uma análise séria sobre como foi evangelizado, bem como
os seus demais irmãos na fé, e procurar seguir esse tipo de evangelismo, pois
esse, é, indubitavelmente, eficaz.
«... fala disto e
exorta» (Tito 2.15).
- C.M.O.
UMA
SEITA
Existem milhares de
religiões neste mundo, e obviamente nem todas são certas. O
apóstolo Paulo falou de pessoas de consciência
cauterizada, que falam mentiras, e que são inspirados por espíritos
enganadores (l Timóteo 4.1-2). Nós chamamos de seitas a essas
religiões. Não estamos a dizer que todos os que pertencem
a uma seita são desonestos ou mal intencionados.
Existem muitas pessoas sinceras que foram
vítimas de falsos ensinadores. Para evitar que isto ocorra connosco, devemos
ser capazes de distinguir os sinais
característicos das seitas. Embora sejam muitos, possuem pelo menos
cinco características comuns:
(1) Elas
têm outra fonte de autoridade além da Bíblia.
Enquanto
que os cristãos admitem apenas a Bíblia como
fonte de conhecimento verdadeiro de Deus, as seitas
adoptam outras fontes. Algumas forjaram os seus próprios livros;
outras aceitam revelações directas da parte de Deus;
outras aceitam a palavra dos seus líderes
como tendo autoridade divina. Outras falam ainda de
novas revelações dadas por anjos, ou pelo próprio Jesus.
E mesmo apesar de citarem a Bíblia, para
eles ela tem autoridade inferior a estas
revelações.
(2) Elas
acabam por diminuir a pessoa de Cristo.
Embora
muitas seitas falem bem de Jesus Cristo, não o
consideram como sendo verdadeiro Deus e verdadeiro
homem, nem como sendo o único Sal-vador da humanidade. Reduzem-no a
um homem bom, a um homem di-vinizado, a um espírito aperfeiçoado
através de muitas encarnações, ou a mais
uma manifestação diferente de Deus, igual a outros
líderes religiosos como Buda ou Maomé. Frequentemen-te, as
seitas colocam outras pessoas no lugar
de Cristo, a quem adoram e em quem confiam.
(3) As
seitas ensinam a salvação pelas obras.
Essa
é uma característica univer-sal de todas as seitas. Por acreditarem que
o homem é intrinsecamente bom, pregam que ele pode
acumular méritos e vir a merecer o perdão de Deus, atra-vés
das suas boas obras praticadas neste mundo.
Embora as seitas sejam muito diferentes na sua
aparência externa, são iguais neste ponto.
Algumas falam em fé, mas entendem sempre a fé como
sendo um acto humano meritório. E nis-to diferem radicalmente do
ensino bíbli-co da salvação pela graça mediante a fé
(Efé. 2.8,9).
(4) As
seitas são exclusivistas quanto à salvação.
Pregam
que somente os membros do seu grupo religioso
poderá salvar-se. Enquanto que os cristãos reconhecem
que a salvação é dada a qualquer um que
se arrependa dos seus pecados e creia em Jesus Cristo
como seu Salva-dor (não importa a denominação reli-giosa), as seitas ensinam
que não há salvação fora da sua comunidade.
(5) As
seitas consideram-se o grupo fiel dos últimos
tempos.
Elas
ensinam que receberam algum tipo de ensino
secreto que Deus havia guardado para os seus fiéis, perto
do fim do mundo. Podemos e devemos ajudar as pes-soas que caíram
vítimas de alguma sei-ta. Na carta de Tiago está escrito que
devemos procurar ganhar aqueles que se
desviaram da verdade (Tiago 5.19-20). Para isto, entretanto, é preciso que
nós mesmos conheçamos profundamente a nossa Bíblia bem como as
doutrinas centrais do Cristianismo. Mais que isto,
devemos ter uma vida de oração, em comunhão
com Cristo, para recebermos dele poder, amor e
moderação.
JOÃO
«Mas em todas estas
coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou» (Romanos 8.37).
Quando João Crisóstomo
(347-407) foi chamado perante o tribunal da imperatriz Eudoxia, foi ameaçado de
ser expulso. “Não o conseguirás, pois o mundo é casa de meu Pai”. “Então
acabarei com a tua vida”. “Não conseguirás; pois a minha vida está escondida
com Cristo em Deus”. “despojar-te-ei dos teus bens”. “Impossível; pois o meu
tesouro está no céu, e o meu coração também está lá. Não há nada que possas
fazer para me prejudicar”. O leitor pode fazer ecoar as palavras deste amado
irmão?
Por
Arthur Birkby
O Dr. Arthur Birkby é
Professor Emérito de Música da Universidade de Wyoming. Ele também
serviu nas faculdades da Universidade Western Michigan, Westminster College,
e no Conservatório de Philadelphia, onde foi Membro Graduado. O
irmão Birkby está agora reformado e vive com a sua mulher, Mary, em Salem,
Oregon. Para além da sua carreira como organista de concerto na Europa e
Estados Unidos, o Dr. Birkby é há muito tempo um defensor da verdade do
Evangelho da graça de Deus.
Um dos métodos para se
mostrar a verdade das Escrituras é a demonstração do cumprimento das profecias.
Outro método, é mostrar que evidências tangíveis, históricas, seculares, que os
não-crentes aceitam são também encontradas na Bíblia. O ramo da teologia que
trata com a defesa e prova da doutrina Cristã é conhecido como “apologética”.
Para nós, como crentes, a nossa fé nas Escrituras é tudo quanto é requerido, e
a nossa crença é tudo quanto nos é necessário. Contudo, a razão para
recorrermos à defesa da Bíblia por outro meio que não a mera crença é termos um
testemunho de racionalidade, senso comum, e credibilidade que pode conquistar
outros para a nossa fé. Apresentaremos alguns exemplos da verdade Bíblica que
torna difícil aos não-crentes desacreditarem a Bíblia como Palavra de Deus
literal.
Abraão veio de Ur, na Caldeia. Caldeia era o
antigo nome da Mesopotâmia, ou Babilónia, que nós agora chamamos de Iraque.
Escavações efectuadas no século XX pelo eminente cientista C. Leonard Wooley
confirmam a existência de Ur, tida, desde sempre, por muitos escolásticos, como
sendo mítica. Foram encontradas em Ur casas da classe média com 10 a 20
divisões distribuídas por pisos superior e inferior. Foi descoberta uma escola
que existiu durante a era de Abraão, onde os alunos de então aprendiam a ler, a
escrever e a contar, como os de hoje. Eles usavam tabuadas da multiplicação e
divisão e trabalhavam com esquadro e raiz cúbica. Pense momentaneamente e veja
se conhece alguém, actualmente, que seja incapaz de fazer esta espécie de
cálculos, e espante-se com os conhecimentos de então. Uma factura com a proveta
idade de 2040 A.C revelou haver nessa altura uma actividade comercial altamente
desenvolvida no tempo de Abraão. Até o nome de Abraão foi encontrado em placas
encontradas nas escavações.
Os modernos escolásticos diziam que no Egipto, no
tempo de Abraão, não havia camelos, embora o capítulo 12 de Génesis afirme que
Abraão possuía camelos. Os arqueólogos encontraram então,
não apenas estatuetas, pratos decorativos, e gravuras esculpidas nas rochas, de
camelos, mas também ossos e caveiras dos mesmos animais, bem como cordas feitas
do seu pêlo, com a datação entre de 700 A.C. e 3.000 A.C.
O capítulo 15 de
Génesis fala da Palavra de Deus dirigida a Abraão dizendo-lhe que os seus
descendentes seriam escravos no Egipto durante quatro séculos, e que
retornariam a Canaã na quarta geração. Êxodo 12.40 diz que Moisés conduziu os
Israelitas para fora do Egipto depois de 430 anos de escravatura; e Moisés foi
a quarta geração de Jacob: Levi, Koath, Amram, e depois Moisés. Teve que ser
mais do que um mero acontecimento casual o facto de Lucas, no Livro dos Actos, no Novo Testamento, escrito mais de
mil anos depois, mencionar este mesmo evento histórico.
Que enorme evidência da eficácia prodigiosa, a
longo prazo, da Bíblia podemos ver no relato da história de Ismael, filho de
Abraão e Agar! O leitor recordar-se-á, decerto, que Agar era a serva Egípcia de
Sara, mulher de Abraão. O Senhor disse a Agar que o filho teria descendentes
inumeráveis, e que seriam errantes e permanentemente conflituosos. Claro que se
tratam dos Árabes de hoje, e os Árabes têm sido nómadas há 4.000 anos.
O capítulo 17 de
Génesis conta a promessa de Deus de que seriam encontrados reis entre os
descendentes de Abraão. Isto cumpriu-se vezes sem conta: todos os reis de
Israel e de Judá vieram de Abraão. Génesis contém muitas, muitas mais
evidências que confirmam a verdade bíblica; porém a nossa limitação de espaço
requer que outras passagens das Escrituras sejam consideradas.
Em Êxodo, quando alguém
traça a rota dos 40 anos de vagueações de Israel pelo deserto, descobre que as
características geográficas dessa parte do mundo, como o livro descreve,
correspondem inteiramente ao que um mapa moderno pode comprovar. Moisés, o
escritor de Êxodo, como de igualmente mais 4 livros, os primeiros 5 livros da
Bíblia, não podia ter aparecido com um tal documentário por mero acaso.
Os críticos da Bíblia, ao lerem do castiçal de
sete braços no tabernáculo, em Êxodo 25, declararam que os castiçais eram
desconhecidos até ao ano 600 A.C, em Babilónia. Todavia, escavações efectuadas
no sul de Jerusalém pelo arqueólogo de renome W. F. Albright trouxeram à luz
castiçais de sete braços com datação de 1220 a 1400 A.C..
O Livro de Levítico declara que, a despeito de
todas as tentativas odiosas dos inimigos para destruírem os Judeus, o Senhor
nunca permitirá que estes os destruam completamente. Dispersos durante 25
séculos, e com tentativas intermináveis para os erradicar da face da terra,
eles não somente continuaram a existir, como são uma força inegável.
Mesmo que fosse deixado no mundo apenas um escasso número de Judeus, depois do
diabólico esforço que foi feito para os exterminar, eles seriam mais do que uma
evidência suficiente para se confiar na Palavra de Deus. Comparativamente,
indague sobre o que aconteceu aos outros povos numerosos cujo futuro não foi
assegurado por Deus. Onde estão os Amalequitas, os Amorreus, os Jebuseus, os
Hititas, os Filisteus, Assírios, e todas as outras nações que existiram na
história? Hoje não existe nenhum vestígio deles.
Embora a Bíblia
mencione os Hititas 48 vezes, os críticos defendiam que essas pessoas, se
porventura existiram, teriam sido inconsequentes. O arqueólogo G. A. Barton
menciona no seu livro, Arqueologia e a Bíblia, que um arquivo de placas
de barro regista um tratado militar entre os Hititas e o Egipto treze séculos
antes do nascimento de Cristo. Certamente que isto faz dos Hititas uma cultura
significativa com que os Egípcios se envolveram politicamente.
Prosseguindo para uma
outra secção da Bíblia: O livro de Josué detalha como os soldados Israelitas
marcharam em torno da cidade de Jericó sete vezes num só dia. O livro de
Charles Marston, Novas Evidências Bíblicas, relata que as escavações da
antiga Jericó revelaram muralhas com apenas 650 jardas – que é um terço de
milha – em circunferência, murando uma área de apenas cerca de 3 hectares e
meio. Assim, uma marcha de sete voltas num só dia é inteiramente possível.
Escavações de outras cidades antigas como Tróia, e mesmo Jerusalém, mostram que
as secções muradas eram lugares de refúgio para os quais as pessoas fugiam em
tempos de problemas, e não cercavam na totalidade a cidade onde as pessoas
residiam regularmente.
A Bíblia cita Josué
dizendo que quem reedificasse Jericó seria amaldiçoado (Jos. 6.20), declarando que
quem o fizesse sofreria a perda tanto do filho mais velho como do mais novo. O
Primeiro Livro dos Reis, que foi escrito séculos mais tarde, conta como o mau
Rei Acabe procurou reedificar a cidade (1 Reis 16.34). Atente a descrição
detalhada da reedificação: «Em seus dias, Hiel, o betelita, edificou a
Jericó; morrendo Abirão, seu primogênito, a fundou; e, morrendo Segube, seu
último, pôs as suas portas». Parece irracional assumir que dois escritores
da Bíblia que não se conheceram um ao outro, e que viveram separados por
séculos, pudessem ter “concertado” uma história cujas peças se encaixam na
perfeição. Qualquer pessoa, ou grupo de conspiradores que tentasse planear uma
história forjada pelo engano certamente seria condenado ao fracasso. Mas porque
as Escrituras são totalmente divinas na sua autoria, ninguém precisa de se
preocupar, pois qualquer exame minucioso não pode revelar outra coisa que não
a verdade.
Provavelmente a parte
mais maçadora de toda a Bíblia é, ao mesmo tempo, a evidência mais reveladora
de que é a verdade de Deus. Referimo-nos ao livro de 1 Crónicas. Nós lemo-lo
todo, mas se o leitor não o quiser ler na totalidade, dê uma vista de olhos,
pelo menos, nas genealogias. Ninguém – absolutamente ninguém – suporia que um
livro assim serviria o pretexto de promover um dogma religioso. Uma coisa que
este livro revela é a preocupação pessoal de Deus por todas as pessoas – por
cada indivíduo que nasceu.
Os pensadores de hoje,
filósofos e chamados intelectuais, colocam grande importância nos intelectos
seculares do passado, como os da antiga Grécia. A respeito da terra esses
presumidos espíritos superiores manifestaram as ideias mais bizarras e
estouvadas que são motivo de riso de qualquer padrão civilizado inteligente; no
entanto os escolásticos Gregos ainda são reverenciados hoje por aqueles que
recusam reconhecer a sabedoria de Deus e o Seu Livro Sagrado. Se a Bíblia
afirmasse que a terra era carregada aos ombros do deus Atlas, que se erguia
sobre a carapaça de uma tartaruga, que
se erguia por sua vez sobre o costado de um elefante, isso seria mais que
suficiente para desacreditar as Sagradas Escrituras como sendo de Deus. O que é
que a Bíblia diz acerca da terra? O que é que a sustém? Job 26.7 declara que
Deus expande os céus sobre o espaço vazio e suspende a terra sobre o nada. A
Bíblia não é um compêndio científico; no entanto em nenhum ponto contradiz
algum princípio da ciência moderna que tenha sido estabelecida como facto e não
como mera teoria.
Há nos Estados Unidos e
em vários países Europeus agências da Sociedade da Terra Plana, cujos
membros estão convencidos de que a terra não é redonda. Até ao século 15,
séculos depois de Isaías ter vivido, ninguém sabia, nem muitos acreditariam,
que a terra não era plana. Sem o benefício de um telescópio nem o conhecimento
da física da astronomia, Isaías escreveu no capítulo 40, versículo 22, que o
Senhor se assenta entronizado sobre o globo da terra. “Globo” é a bem conhecida
figura geométrica redonda.
Moisés não era um
oceanógrafo, mas em Génesis 7.11 ele escreveu que fontes, ou nascentes, do
grande abismo, ao mesmo tempo que chuvas caídas do céu, inundaram a terra. Só
relativamente há pouco tempo é que os nossos cientistas descobriram que há, de
facto, grandes fontes de água brotam do fundo do oceano.
Houve um tempo em que Babilónia foi palco de
poderosos reis que se exaltavam acima do Deus do céu. Que a portentosa
Babilónia pudesse acabar por se tornar numa mera recordação teria sido
impensável. Contudo, Isaías profetiza no capítulo 13, versículos 20-22 que
Babilónia, a jóia dos reinos, a glória do seu orgulho, seria derrubada como
Sodoma e Gomorra; nunca de novo seria habitada ao longo de todas as
gerações; nenhum Árabe armaria ali a sua tenda; nenhum pastor faria ali deitar
os seus rebanhos; chacais, mochos, cabras selvagens, e hienas – apenas
criaturas do deserto – habitariam ali.
Por via do contraste, a cidade de Tiro, de acordo
com Isaías 23.14-18, seria devastada e desertificada durante 70 anos, sendo
depois restaurada. O que de facto aconteceu foi que Tiro foi destruída por
Nabucodonosor e foi deixada em ruínas durante 70 anos, mas foi reedificada por
Alexandre o Grande. O versículo 18 continua dizendo que Tiro retornaria à vida
comercial e os lucros não seriam entesourados, mas em vez disso consagrados a
Deus. Eventualmente, a verdadeira religião voltou a Tiro. Jesus visitou Tiro
como também Paulo, como podemos ler em Mateus 15.21 e Actos 21.3-6. O
historiador Eusébio escreveu que quando a igreja foi fundada em Tiro, muitas
das riquezas da cidade foram dedicadas a Deus; e Jerónimo, um outro historiador
famoso do quarto século A.D., escreveu que as riquezas das igrejas de Tiro não
foram armazenadas, mas dadas aos membros da igreja que estavam em necessidade.
A matemática é tida como a mais pura das
ciências, e o valor da letra Grega “pi”, aproximadamente 3,1416 é reconhecido
como sendo uma base numérica constante em todo o universo, como também uma
função de geometria. Quão fácil teria sido ao autor de um dos livros da Bíblia
errar ao registar alguns dados que envolvessem computações matemáticas.
Contudo, só a autoria inspirada por Deus, impediria que tal acontecesse. No
Primeiro Livro dos Reis 7.23 é dada uma descrição do enorme reservatório de
água situado no templo, usado para as lavagens cerimoniais. É-nos dito que o
depósito redondo era de 10 côvados de diâmetro (cerca de 5 metros), e 30
côvados de circunferência (cerca de 15 metros). Tecnicamente, usando o valor de
“p”,
isto seria 31,416 côvados de circunferência (circunferência =2pr=2p5=31,416 côvados) em
vez de 30. Mas no versículo 26 aprendemos que o depósito era de “um palmo” de
espessura, ou cerca de 7,5 cm o que tornava a circunferência interior de 30
côvados como diz a Bíblia. Mesmo o crítico mais cáustico deve ficar
impressionado com esta evidência de exactidão Bíblica.
Lucas, em Actos 17.6, refere-se aos oficiais da
cidade usando o termo Grego, “Politarco”. Este termo nunca antes foi encontrado
na literatura Grega, pelo que os críticos da Bíblia têm destacado o que parecia
ser uma invenção de Lucas. No ano de 1835, foi descoberto em Tessalónica um
arco com o termo “Politarco” escrito nele, e o apóstolo Paulo estava em
Tessalónica na altura que Lucas escreveu. Em 1867 o arco foi destruído, mas o
bloco contendo a palavra “Politarco” foi resgatada, encontrando-se actualmente
no museu Britânico. A minha esposa, filho e eu próprio, vimos a exposição do
memorial Grego quando visitámos o museu., mas infelizmente não notámos essa
peça de pedra particular. Incidentalmente, desde a descoberta em 1835, esta
mesma descrição foi encontrada em 16 outros monumentos em várias outras
localidades na Grécia.
Em resumo, todos os
exemplos precedentes – que dificilmente surgem à superfície – demonstram a
portentosa e inexplicável exactidão e completa confiança da Palavra de Deus. O
próprio Senhor Jesus Cristo em João 17.17 disse que a Palavra de Deus é a
Verdade. Em João 10.35 o Salvador diz que as Escrituras não podem ser anuladas;
e Mateus 5.18 cita o Senhor dizendo que a letra mais pequena (que no Grego é o
jota) ou o pequeno traço do til (referindo-se ao minúsculo acento do alfabeto
Hebraico) não desapareceriam enquanto houvessem céu e terra. A Bíblia ensina
que haverá um céu e uma terra para sempre.
Permita-me que conclua sugerindo que sempre que
formos confrontados com opiniões presumivelmente autoritárias que parecem
divergir do que se lê na Bíblia, tomemos a peito as palavras do Apóstolo Paulo
encontradas na sua Primeira Carta aos Coríntios. Ele declara triunfantemente,
“Eu sei muito bem quão louco parece aos perdidos ouvirem que Jesus morreu para
os salvar. Mas nós que somos salvos reconhecemos esta mensagem como o próprio
poder de Deus. Porque Deus diz, ‘destruirei
todos os planos de salvação humanos independentemente de quão sábios
pareçam ser, e ignorarei as melhores ideias dos homens, mesmo dos mais
brilhantes’. Portanto, que diremos desses sábios, desses escolásticos, desses
brilhantes entendidos nos grandes assuntos do mundo? Deus tornou-os loucos e a
sua sabedoria tornou-a inútil e sem sentido. Pois Deus, na Sua sabedoria, viu
que o mundo nunca encontraria Deus pelo brilhantismo humano, e depois Ele
avançou e salvou todos os que creram na sua mensagem, a que o mundo chama de
louca e boba... Este plano de Deus chamado loucura é de longe mais sábio que o
mais sábio plano dos homens, e Deus, na Sua ‘fraqueza’ – Cristo morreu na cruz
– é de longe mais forte do que qualquer homem”. Amém e amém!
A poderosa defesa das Escrituras pelo irmão Birkby lembrou-nos as palavras do Apóstolo Paulo, «Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade». O Dr. Birkby disponibiliza-se para discutir estes assuntos actuais com alguém que possa estar interessado. Ele pode ser contactado via e-mail no seguinte endereço: abirkby@attbi.com
Existem muitas pessoas
que não se arrependem. Outras, fiéis, piedosas, sem vacilar no seu amor e
lealdade a Cristo, demonstram beleza no seu andar e o consequente poder das
suas palavras, apresentando uma vida de devoção sem desvios. Depois, há outras
entre nós que poderiam cantar o velho hino: "Ó, os anos gastos no pecado,
se fosse possível recuperá-los. Eu os entregaria ao meu Salvador, e me curvaria
à Sua vontade".
Muitos
começaram com zelo. Quais soldados, manejando bem uma espada, enfrentariam um
exército para o Senhor Jesus. Entrariam animados na batalha, e se distinguiriam
no combate para Deus e o Seu evangelho. Mas algo aconteceu. Talvez uma queda
trágica. Talvez uma desintegração lenta, permitindo um crescente desânimo para
as coisas de Deus. Talvez um aumento expedicionário para as coisas do mundo, ou
uma submissão às exigências impiedosas dos negócios. A oração e a Palavra foram
ofuscadas lentamente e uma sonolência confortável abateu-se sobre a alma. A
geada estabeleceu-se silenciosamente no coração e o fruto secou na videira.
As
brisas suaves de amor e graça sopraram naquela alma de vez em quando, e
despertaram-na para uma comunhão doce através de uma mensagem inspiradora, uma
palavra na estação própria, ou um dos cânticos de Sião. Os olhos do coração
elevaram-se para olhar com saudade para o céu. Mas o inimigo, cruel e
inclemente, tem esmagado cada esperança de recuperação. "Tarde
demais!" clama. Com um lamento triste o coração mais uma vez se curva ao
pó e introspectivamente para seu próprio desespero.
Caro
leitor, será que este é o seu caso ou a condição de um amigo que você deseja
ver levantado de novo? Não desespere! Há esperança! Não em qualquer seminário
ou programa moderno, mas na certeza do conhecimento de que Deus é um Deus de
recuperação, que tem prazer em restaurar a alma arrependida, e aparta a Sua
ira (Oséias 14.4).
Em II Reis 8, Geazi estava a contar ao rei
"as grandes obras que Eliseu tinha feito". Entre estas obras grandes
contava como o profeta ressuscitara um filho morto à sua mãe. Aconteceu uma
coisa admirável! Alguns chamariam "coincidência", mas nós sabemos
melhor. "Enquanto" Geazi contava este incidente maravilhoso, a
própria mulher entra perante o rei. Geazi, atónito, exclama: "Ó rei meu
senhor, esta é a mulher, e este o seu filho a quem Eliseu ressuscitou". Ela tinha ido à Filístia
por causa da fome. O governo tinha tomado posse das terras para produzir
alimentos. Agora ela chegara para pedir que a sua propriedade lhe fosse
restituída.
A
resposta do rei é muito instrutiva. Ele ordenou um oficial com este mandato, "Faze-lhe
restituir tudo quanto era seu, e todas as rendas das terras desde o dia em que
deixou a terra até agora".
Há
uma promessa maravilhosa de Deus para o Seu povo, "E restituir-vos-ei
os anos que comeu o gafanhoto" (Joel 2.25). A palavra do rei é um
quadro de uma obra maior de Deus. Isto é a restauração do fruto dos anos
perdidos. Se um rei da terra pôde fazer isto a um dos seus súbditos
empobrecidos, então o nosso Deus é capaz de agir de uma maneira ainda mais
maravilhosa para connosco.
Jonas
foi o único sinal que o Senhor Jesus deu aos escribas e fariseus da Sua morte e
ressurreição. Mas Jonas estava a fugir da vontade de Deus, em desobediência.
Então, quando ele reconheceu que a culpa era dele, foi levado sob as ondas e
retirado de novo para ser um símbolo dos grandes sofrimentos, morte e
ressurreição do Salvador. Foi um outro caso onde o pecado abundou, e a graça
superabundou, porque "um maior do que Jonas está aqui".
Será
que eu ou o leitor teríamos incluído Sansão na lista dos heróis da fé de
Hebreus 11? Mesmo assim, no meio do seu sofrimento na prisão, ele elevou os
olhos, sem vista, ao céu e clamou, "Senhor Deus, só esta vez"
- e o relato conta que foram mais os mortos que matou na sua morte do que os
que matara em sua vida, e o seu nome foi registado em Hebreus 11.
Isto
não é desculpa para vidas indolentes ou descuidadas, que se querem aproveitar
da graça de Deus - de modo nenhum - mas é um pequeno raio de luz para os que
desistiram, pensando que é tarde demais para eles, e que se acomodaram a uma
vida de mediocridade, distante, e espiritualidade ocasional.
Há homens talentosos, que uma vez sentiram
a chamada de Deus para Missões, ou para algum serviço especial, mas nunca
responderam. Agora, aposentados, e aceitando o fracasso como um facto da vida,
tentam preencher os seus dias numa sala de espera ensolarada à espera do céu.
Mesmo nestes casos há campos de serviço. Na Bíblia não há prémio para os que
abandonam cedo, mas há um prémio mesmo para os que começam mais tarde
(Mt.20,9). Existem igrejas ao redor de nós, desejosas de receber cooperação na obra de Deus, a que talvez o leitor pudesse
dar assistência.
Anos
perdidos? Não permita que termine desta maneira. O nosso Deus pode restaurar o
fruto mesmo desses anos e "Ao entardecer haverá luz".
J.
Boyd Nicholson
Certa manhã, meu pai
convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele deteve-se numa
clareira e depois de um pequeno silêncio perguntou-me:
Além do cantar dos
pássaros, ouves mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos
alguns segundos e respondi:
- Ouço um barulho de
carroça.
- Isso mesmo, disse meu
pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como sabes que a
carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu
pai, é muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho.
Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que ela faz.
Tornei-me adulto, e até
hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a
conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai a dizer:
Quanto mais vazia a
carroça, mais barulho ela faz...
( Autor
Desconhecido )
«Desde a tua meninice soubeste as sagradas letras as quais podem fazer-te sábio para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus». (2 Tim. 3; 15).
No reinado da rainha
Victória de Inglaterra, veio visitar sua Majestade um certo rei africano, e
conta-se que, depois de terem conversado sobre vários assuntos, o rei negro exprimiu
à rainha a sua grande admiração por todo o progresso e grandeza da
Grã-Bretanha, pedindo-lhe ao mesmo tempo que lhe dissesse onde residia o
segredo de tão adiantada civilização. A rainha Victória então, apontando para
uma grande Bíblia que ornava uma das mesas do salão nobre em que se
encontravam, exclamou: «É ali mesmo naquele livro que está o segredo da
grandeza do meu país.»
Muito se pode contar a
respeito das maravilhas operadas pela leitura e aceitação das verdades
encerradas nesse maravilhoso livro. Mesmo lá no continente negro donde tinha
vindo esse poderoso soba, a Bíblia, a Palavra de Deus, tem operado maravilhas
levando a luz e a salvação a grandes multidões que outrora jaziam nas trevas do
mais grosseiro paganismo. Muitos dos que agora estão vivendo vidas de pureza e
amor cristão eram outrora sanguinários guerreiros canibais.
O seguinte caso
interessante foi contado por um missionário, que uma vez oferecera uma Bíblia a
um régulo já idoso.
Um dia o missionário
encontrou o tal régulo muito aflito, e perguntando-lhe a razão do seu desgosto,
este contou-lhe que o seu cão favorito, que sempre o acompanhava nas suas
expedições e caças, havia rasgado uma folha à Bíblia que lhe dera, tendo-a
engolido em seguida!
O missionário procurava
consolá-lo com a promessa de que iria fazer o possível para lhe conseguir obter
outra folha para substituição da que o cão engolira.
«Ah!
mas isso não é o que me apoquenta» replicou o chefe. «Eu não me importo nada
que o livro tenha ficado estragado porque eu não quero tomar-me cristão, mas é
pelo meu querido cão que eu tremo. Meu pobre cão! Está arruinado para sempre!
Era a minha mão direita—um esplêndido caçador; agora nunca mais me trará a mais
pequena peça de caça, nem se atirará às goelas dos meus inimigos quando eu o
atiçar! Vai tornar-se manso como um cordeiro; nunca mais matará os seus
inimigos; muitos dos nossos guerreiros se tornaram assim depois que começaram a
ler esse livro. O que lhe digo, sr. missionário, é que o meu bom cão ficou
arruinado e que a culpa toda é do seu livro!»
Ora
sabemos muito bem que o facto de o cão ter engolido a folha da Bíblia em nada
afectaria os seus ferozes instintos e que a transformação levada a efeito nos
corações daqueles guerreiros indígenas, não era o resultado do comerem folhas
da Bíblia, mas sim de terem aceitado as suas salvadoras verdades com simples e
sincera fé.
Nós rimos do pobre
régulo africano e da sua fantástica ideia do seu cão mudar de instintos por ter
engolido uma página da Bíblia Sagrada, mas que diremos de muitas pessoas que,
cá em Portugal, e outros países católico-romanos, cuidam que por trazerem um
escapulário ao pescoço, ou na algibeira qualquer oração escrita, lucrarão
alguma bênção espiritual? ... Temos encontrado pessoas que traziam o próprio
Novo Testamento na algibeira, não para o ler, mas cuidando haver algum
benefício em o ter consigo.
Na própria Bíblia lemos
que bem-aventurado é aquele que lê e que ouve e guarda as
coisas que nela são escritas! E mais, que a fé vem pelo ouvir e o ouvir pela
Palavra de Deus (Apoc. 1:3; Rom. 10:17). E notemos que é pela fé que alcançamos
a salvação pela redenção que há em Cristo Jesus.
Conta-se também um outro caso de um árabe que no Sudão veio ter com o médico missionário queixando-se de uma enfermidade qualquer. O médico examinou-o devidamente, escreveu a receita num papel e entregou-lha, esperando que ele a fosse aviar à farmácia da Missão, onde costumavam fornecer os medicamentos gratuitamente. Passados alguns dias, o árabe voltou a falar com o médico e, como não estivesse melhor, recebeu mais uma receita para ir aviar e tomar. Passado mais algum tempo voltou pela terceira vez, mas muito pior.
«Então tomou os
remédios que eu lhe receitei?» perguntou o médico.
«Eu não recebi remédios
nenhuns,» respondeu o árabe. «O senhor só me deu um bocado de papel e me disse
que voltasse depois de o tomar. Pois tenho comido todos os papeis que me tem
dado e afinal não me têm feito nada, pelo contrário, em vez de me melhorarem
têm-me piorado.»
Podemo-nos, talvez, rir
da ignorância deste pobre árabe, e estarmos nós mesmos caindo num erro ainda
mais grave, se não lermos devidamente a nossa Bíblia, porque, afinal, a Bíblia
é muito semelhante a uma receita para almas enfermas pelo pecado. Possuir uma
Bíblia em nossas casas, ou trazê-la connosco não nos salva. Precisamos, por
assim dizer, aviar o seu conteúdo e tomá-lo. A Bíblia aponta-nos para o Senhor
Jesus Cristo mostrando-nos ser Ele o único que nos pode salvar do pecado e suas
terríveis consequências. Apresenta-nos o Seu sacrifício e o derramamento do Seu
preciosíssimo sangue como o único meio de obter o perdão dos pecados.
Certifiquemo-nos bem se temos ou não dirigido
para Ele os nossos corações, e confiado plenamente na Sua obra redentora. Todos
os que vêm ao Senhor Jesus Cristo pela fé, são purificados dos seus pecados,
porque a Palavra de Deus claramente declara que «o sangue de Jesus
Cristo, o Filho de Deus, nos purifica de todo o pecado» (I João 1:7), e podemos
vir a Ele com inteira confiança porque foi Ele mesmo quem disse «O que vem a Mim, de maneira nenhuma o
lançarei fora» (João 6:37).
Por
Rick Warren
Quando certa ocasião perguntaram ao
magnate John D. Rockefeller o que é que ele considerava ser a aptidão mais
valiosa nos empregados, ele respondeu: “A capacidade de entendimento com as
pessoas!” Uma das aptidões necessárias mais importantes para um ministério bem
sucedido é saber como lidar com pessoas problemáticas. Se aprenderes bem cedo a
lidar com pessoas difíceis, poderás concentrar mais energia no ministério em
vez de a desperdiçares em conflitos inúteis.
Os problemáticos existem em todos os
tipos:
- O CARRO DE COMBATE –
Atropelar-te-á se o deixares.
- O MEGAFONE –
Ensurdecer-te-á.
- O DESTRUIDOR DE
BALÕES - Esvaziará o entusiasmo de
toda a gente.
- O VULCÃO – Tem um temperamento como o
Monte de Stª Helena.
- O CHORÃO – É um
reclamador crónico para atrair a pena do grupo.
- O APANHADOR DE OVOS
DE PIOLHO – É o desagradável perfeccionista.
- O ASTRONAUTA –
Está sempre na lua; num comprimento de onda diferente.
O que devemos fazer com eles? O Senhor
Jesus teve que tratar com uma série de pessoas difíceis. Eis QUATRO métodos
modelares de que Se serviu:
1. Tem consciência de que não podes
agradar a toda a gente (João 5.30). Até Deus não pôde fazer isso! Um quer chuva
enquanto outro quer um dia radioso de sol.
2. Recusa jogar o seu jogo (Mateus 22.18).
Aprende a dizer não a expectações irrrealistas. Confronta-os com “a verdade em
amor”.
3. Nunca retalies (Mateus 5.38,39). Isso
apenas te fará descer ao seu nível.
Ora por eles (Mateus 5.44). Isso
ajudar-vos-á a ambos. Deixa que Deus trate deles.
Faz deste versículo da Bíblia o teu alvo
para esta semana, «Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos
os homens» (Romanos 12:18).
EVANGELISMO
1,2 Novembro de 2003
BREVE HISTORIAL
DAS CONFERÊNCIAS BÍBLICAS REALIZADAS PELA IGREJA EM QUINTA DO
CONDE:
1 e 2 de Novembro de 1985 levámos a efeito a I Conferência Bíblica, no
Muxito, subordinada ao tema, A Verdade de O Mistério.
23, 24 e 25 de Abril de 1988 realizámos a II Conferência Bíblica, no Centro de
Formação Profissional da Cruz de Pau, subordinada ao tema A Igreja do
Séc. I e a Igreja do Séc. XX.
9 e 10 de Junho de 1991, levámos a efeito a III Conferência Bíblica,
igualmente nas instalações do centro de Formação profissional da Cruz de Pau,
subordinada ao tema, A Família Cristã.
0-12 Junho 1994, realizámos a IV
Conferência Bíblica, nas instalações da igreja, subordinama ao tema, Evangelização—Missões.
25-27 Abril 1997, foi levada a efeito a V Conferência Bíblica,
subordinada ao tema, CRISE DE VALORES, nas instalações da Igreja
.
7 e 8 de Outubro 2000,
tivemos a nossa última conferência, a VI
Conferência Bíblica, subordinada
ao tema, A IGREJA QUE DEUS QUER..
Nos momentos felizes, louva a Deus.
Nos momentos difíceis, busca a Deus.
Nos momentos de quietude, adora a Deus.
Nos momentos penosos, confia em Deus.
Em todos os momentos, agradece a Deus.
Já tinhas notado que os
que conduzem mais lentamente que tu são
uns idiotas e que os que conduzem mais depressa são uns maníacos?
Justiça é recebermos o que
merecemos.
Misericórdia é não
recebermos o que merecemos.
Graça
é recebermos o que não merecemos.
“Ao entrardes na
igreja, tomais as vossas responsabilidades, e não tendes o direito de vos
intitulardes Cristãos se não conduzistes uma alma a Cristo”.
George Wilson a H. E. Alexander
antes deste e outros
companheiros dele serem recebidos em comunhão na Igreja.