Carta comparativa
de Génesis e Apocalipse
Será bíblia a
salvação proclamada pela Igreja Adventista?
Alcançando a
cultura global da juventude
Só porque ele
ou ela é um(a) cientista ...
Harry Potter –
entretenimento inocente ou perigosidade
Católicos
reunem com Protestantes
A importância da
assistência aos cultos é revelada, entre outros textos bíblicos, em Hebreus
10.23-25.
«Retenhamos firmes a
confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu.
«E consideremo-nos uns aos
outros, para nos estimularmos à caridade e às boas obras,
«Não deixando a nossa congregação, como é costume
de alguns; antes, admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais quanto vedes que
se vai aproximando aquele Dia».
Neste texto notamos como é importante
congregarmo-nos, visto ser o meio privilegiado por Deus para sermos apreciados
e estimulados ao amor e às boas obras. Eis-nos pois, aqui, perante uma questão
vital que devemos considerar: Estou a estimular os meus irmãos e irmãs em
Cristo, como Deus recomenda, e preocupo-me com eles?
Estará, porventura, o leitor a adoptar a posição
de que não é da conta de ninguém como estão e vão os nossos irmãos? Esse é o
espírito de Caim, que perguntou, «Sou eu guardador do meu irmão?» (Gén. 4.9). É
claro que somos – todos nós – guardadores dos nossos irmãos, e dizermos que não
nos interessa o que se passa com os nossos irmãos e irmãs é sermos culpados de
grande pecado.
Hebreus 10.23-25 fala-nos dum pecado, um pecado
reinante em muitos, e poucos são os que estão conscientes da sua seriedade.
Mesmo os crentes mais fiéis não pensam nele como um pecado. O versículo 26 é
muito claro: «Porque, se pecarmos ...»
O que queremos aqui enfatizar é que a não
assistência aos cultos é um pecado, e isso não é comum ouvir-se dizer.
Notemos que Hebreus 10.23-25 não é um conselho,
mas um mandamento. Não se trata de algo opcional, mas obrigatório, visto ser um
mandamento de Deus.
Não estamos diante dum desejo de pastores, para
poder ser tratado com leveza, mas perante um mandamento de Deus. É Deus que diz
que nos devemos congregar.
A loucura de não nos congregarmos, como devemos,
é semelhante a empregarmos um capataz e não lhe facultarmos servidores, ou
nomearmos um capitão e não lhe atribuirmos soldados, ou chamarmos um pastor e
não lhe darmos ovelhas, ou arranjarmos um líder sem seguidores, ou empregarmos
um professor sem alunos, ou um médico sem enfermos.
Ora os anciãos nas igrejas desempenham estas
várias relações no seu ministério espiritual. São mordomos, pastores, médicos,
ensinadores, ministros, capitães, líderes de forças espirituais. Mas que podem
eles fazer sem essas forças? O que podem eles fazer sem os crentes?
Na congregação todo o crente deve sentir a
importância de estar no seu lugar nos assentos, quanto os pastores sabem da
importância de estarem no púlpito. Não há nada que faça desanimar tanto o
espírito dum pregador como o olhar para os assentos vazios. Não é a oposição
externa do mundo que parte o coração dos pastores, mas a ausência dos que uma
vez fizeram um compromisso com Deus.
Não conhecemos ninguém que tenha interpretado tão
bem a devoção e consagração que se deve a Cristo, como Paulo. Ele é tudo o que
um ministro fiel deve querer ser. Ele ergueu-se muitas vezes só, com valentia,
no meio dos inimigos do Senhor, mas note, querido leitor, o que ele diz quando
escreve aos Coríntios:
«Ora, quando cheguei a Troas para pregar o
evangelho de Cristo e abrindo-se-me uma porta no Senhor,
«Não tive descanso no meu espírito, porque não
achei ali meu irmão Tito; mas, despedindo-me deles, parti para a Macedónia» (2
Cor. 2.12,13).
Paulo tinha uma porta aberta em Troas, mas ficou
tão profundamente deprimido com a ausência de Tito, que não conseguiu pregar.
Quem é o pregador que não compreende o
significado do “Tito ausente”?
A ausência dos crentes nos cultos faz os pastores
sentirem como se a igreja estivesse vazia.
A palavra igreja significa uma congregação de
pessoas e se os crentes não se congregam não pode haver igreja. Pode-se ter uma
igreja sem dinheiro e muitas outras coisas, mas não se pode ter uma igreja sem
crentes.
O Senhor Jesus Cristo deixou a Sua riqueza e
glória celestiais para vir ter comunhão connosco sujeitando-se à pobreza e
ignomínia, mas muitos parece que têm relutância em deixarem a sua pobreza e
miséria para terem comunhão com Ele na Sua glória e riquezas incompreensíveis .
- C.M.O.
será, de facto, uma
religião de paz e amor?
Dave Hunt, da
publicação, The Berean Call, argumenta persuasivamente dizendo que o ataque de
11 de Setembro ao World Trade Center e ao Pentágono está consistente com a
linha dorsal da teologia Muçulmana ao longo dos séculos, e não se tratou dum
desvio fanático aberrante, a despeito dos clamores contrários dos media e do Presidente Bush. Na mente das
pessoas civilizadas estes homens eram incrivelmente fanáticos. Mas seriam
mesmo?
Poderia alguém chamar
de fanático ao líder espiritual de um enorme país, um homem universalmente reconhecido
como representante fiel da sua religião? Quem conheceria melhor a sua religião
que ele mesmo, líder espiritual?
Referimo-nos ao Ayatollah Khomeini do Irão, quando declarou que "A
alegria mais pura no islão é matar e morrer por Alá”. Será isto fanatismo?
E alguém chamaria ao
fundador de uma grande religião do mundo de fanático? Muhammad (Maomé), que
matou milhares de pessoas com os seus seguidores, ao estabelecer e espalhar o
Islão, disse dos Muçulmanos, “Quem abandonar a sua fé, mata-o ...” Eu recebi
ordens de Alá para combater as pessoas até elas testificarem que não há Deus
senão Alá e que Maomé é o seu mensageiro”. Maomé teria sido um fanático? Os que
lhe obedecem hoje, serão fanáticos, ao exigirem a pena de morte para os
Muçulmanos (como no Afeganistão, Emirados Árabes, Paquistão, Arábia Saudita, e
Sudão), que por razões de consciência se convertem a uma outra religião?
Não necessitaremos de
uma nova definição para fanatismo?
Hunt escreve: "Os devastadores actos
de Guerra ... Não querem dizer que todos os Muçulmanos sejam violentos, mesmo
em potência, mas desmascaram a ideia errada, que é uma mentira, de que todas as
religiões são moralmente iguais, como muitos gostam de acreditar”.
Hunt prossegue: “Os
devastadores actos de Guerra levados a cabo pelos terroristas Islâmicos contra
os Estados Unidos foram recebidos com declarações ingénuas de líderes
governamentais bem intencionados que pretenderam dizer que devemos distinguir
entre o terrorismo perpetrado por grupos extremistas e o próprio Islão, que é
pacífico. No entanto, o Qur’an (Alcorão) tem mais de 100 versículos
que defendem o uso da violência para espalhar o Islão. No Alcorão, Alá ordena
aos Muçulmanos, “Não tomeis os Judeus e os Cristãos por
amigos ... Matai os idólatras [não-Muçulmanos] onde quer que os encontreis ...
preparai-lhes emboscadas ... lutai contra esses ... marchai para o combate com
armas ligeiras e armas pesadas e sacrificai as vossas riquezas e as vossas
vidas na luta por Alah!” (Surah (Capítulo) 5.51;9.5,29,41, etc.). Apesar da maioria dos
Muçulmanos se encolher na obediência a tais mandamentos, é este o Islão oficial
e não se pode deixar de concluir que Muhamad (Maomé) era um falso profeta e
assassino”.
No seu breve discurso à nação, na manhã do
dia 12, o Presidente Bush declarou que os ataques a New York e Washington, D.C.
tinham sido “actos de Guerra”. De facto foram jihad ("guerra
santa"). Ele disse que “a
liberdade e a democracia estão sob ataque [mas] nós não permitiremos que este
inimigo vença a Guerra ao restringir a nossa liberdade”.
Será uma mera coincidência o facto da liberdade de expressão, de religião, de
imprensa, e de voto e consciência que temos como muito caros no ocidente sejam
suprimidos em todos os países
Muçulmanos?
Quem tem a ousadia de fazer a relação
óbvia entre esta declaração de Guerra contra a América, e a
declaração de Guerra contra todo o mundo por Maomé no século VII? Desde a sua
génese, a jihad tem sido travada
por combatentes Islâmicos para espalharem esta religião de violência e ódio. O
Islão não muda. Multidões de Muçulmanos amotinadas invariavelmente cantam no
seu “fanatismo”,
“Alá
é grande! Alá é grande!”.
Alá não é uma outra forma de denominar
Deus. O nosso Deus não é Alá.
É ingenuidade imaginar que estes
terroristas dêem a vida por uma nobre causa humanitária. A sua coragem é apenas
oriunda da doutrina do Islão. Abu-Bakr, o
primeiro Califa a suceder a Maomé (e um dos poucos a quem Maomé prometeu
o Paraíso sem passar pelo martírio), declarou que mesmo que ele tivesse um pé
no Paraíso não poderia esperar que Alá o deixasse entrar. No Islão, a única
forma segura de se conseguir alcançar o Paraíso, é através do sacrifício da
vida na jihad . Sim, o suicídio de alguém é proibido como homicídio
sobre si mesmo. Mas o sacrifício da
vida ao matar infiéis traz a mais elevada recompensa.
E que recompensa traz o Paraíso ao mártir
da jihad? É-lhe prometido um palácio de pérolas no qual há 70 mansões;
dentro de cada mansão há 70 casas e em cada casa há uma cama onde estão 70
lençóis e em cada lençol uma bela virgem. É-lhe assegurado que terá o apetite e
a força de 100 homens para comer e praticar sexo. É este o sonho fantástico que
alimenta os rapazes Muçulmanos desde a sua infância. É esta motivação que lhes
dá a assombrosa coragem e determinação para treinar e executar actos
terroristas nos quais sacrificam as suas vidas ao provocarem a morte e a
destruição aos “inimigos de Alá”.
Apesar das pessoas de boa vontade
naturalmente recuarem na atribuição de
culpas a esta grande religião do mundo, nós não nos deixamos cegar por sentimentalismos. Não
devemos permitir que o Islão escape à sua inegável responsabilidade.
É verdade que a maioria dos Muçulmanos são
pessoas pacíficas e amáveis e protestam opondo-se ao terrorismo. A nossa
simpatia vai para eles. Contudo, não deveríamos perguntar-lhes porque é que
seguem uma religião fundamentada na violência e que desde a primeira hora se
espalhou com a força da espada? Sob a liderança de Maomé no Séc. VII, milhares de Árabes (e muitos Judeus e
Cristãos) na Península Arábica foram mortos pelos ferozes “santos
combatentes”
para forçar essa religião no mundo Árabe. Com a morte de Maomé a maioria
dos Árabes abandonou o Islão, pensando que finalmente estariam livres. Mas logo
dez milhares de Árabes foram massacrados nas Guerras da Apostasia, o que forçou
a Arábia voltar a ficar debaixo de Alá.
O Islão espalhou-se à força da espada por
toda a parte a partir dessa base.
Na radio e TV, desde o fatídico 11 de
Setembro, é-nos dito repetidas vezes pelos governantes bem intencionados que
devemos de ter cuidado em não culpar o Islão pelo que alguns fanáticos têm
feito. Mas na realidade, os terroristas actuam em obediência directa a Maomé,
ao Alcorão, a Alá e ao Islão. Apesar dos Muçulmanos nominais rejeitarem a ideia,
todos os escolásticos Islâmicos concordam que é dever religioso de todo
o Muçulmano usar a violência sempre que possível para espalhar o Islão até que
este tome conta do mundo.
Temos de encarar algumas questões simples:
A causa de escravatura cruel, tortura e massacre de milhões no sul do Sudão,
não é a tentativa de forçá-los ao Islão? Não é o Islão a força condutora por detrás dos tumultos assassinos e destruidores contra os Cristãos na
Nigéria, Indonésia, Paquistão e outros lugares afins? Não será a aplicação da
lei Islâmica que faz com que os Taliban neguem todos os direitos civis aos que
estão sob o seu controlo no Afeganistão?
E o que é que une o dividido mundo Árabe
num ódio implacável e ilógico contra Israel, senão o Islão? Nenhum mapa-mundo
Árabe admite a existência de Israel. O clamor do Islão é que Ismael, não
Isaque, é o filho da promessa e de que a Terra Santa pertence àqueles que une
os Árabes na determinação “fanática” de destruir os
Judeus.
Aceitemos a clareza dos
factos. Será difícil de ver que o Islão é uma religião de violência e que os
que a praticam não são extremistas e fanáticos no sentido ordinário destas
palavras, mas sinceros seguidores de Maomé? Estes terroristas não são
“fanáticos”, mas Muçulmanos fundamentalistas devotos que seguem
rigorosamente a sua religião. O
reconhecimento deste facto deve levar-nos a ter simpatia pelos Muçulmanos de
todas as nacionalidades que estão tragicamente armadilhados neste sistema, e a
orar por eles e evangelizá-los, para que Deus na Sua misericórdia os salve
verdadeiramente.
Não
há nenhuma forma certa de fazer algo errado.
As
pessoas muitas vezes perguntam-me como é que eu tenho memorizado tantos
versículos. Eu não os memorizo intencionalmente através dos meios tradicionais.
No passado tentei fazer isso e tive algum sucesso, mas não muito. Por exemplo,
posso recitar o Salmo 1 , que aprendi de cor (Aprender de Cor, fixar na
memória através de se repetir frequentemente, ou por ouvir a repetição de
outros, sem esforço de se entender ou compreender o que é repetido, e sem a
ajuda de regras ou princípios) mas por outro lado não posso recitar a epístola
de Tito que memorizei duas vezes.
Portanto como procedo?
1. Uso a mesma Bíblia ano após ano. Uso a
versão Revista e Corrigida de João Ferreira de Almeida. Se fechar os olhos
quase que posso ver as palavras na página porque estou muito familiarizado com
esta Bíblia particular. Vendo as
palavras posso depois recordá-las.
2. Estudo-a muito. Isso expõe-me
continuamente às palavras das suas páginas.
3.
Não me contento em simplesmente ler as palavras mas em conhecer o que
significam, tanto isoladas como no seu contexto. Uma vez sabendo o assunto do
versículo torna-se mais fácil lembrá-lo.
4.
Agrupo os versículos por assunto. Isto leva-me a captar os versículos numa
sequência lógica, quando é necessário.
5.
Agrupo os versículos por contraste. Isto alarga a minha base de dados fazendo
uma vez mais com que os versículos sejam captados na memória de forma agrupada.
6.
Uso os versículos na minha conversação com os outros. Isso mantém os versículos
frescos na minha mente. Quando um certo tópico ou assunto surge cito um
versículo que tem a ver com esse tema, tornando-se assim parte dos meus padrões
de discurso.
7.
Medito nos versículos ....
Espero
e confio que isto o ajude a memorizar regularmente a Palavra de Deus.
C.D.D.
Irmãos,
nós somos convidados a abandonar a velha crença dos nossos antepassados por
causa das supostas descobertas da ciência. O que é a ciência? O método através
do qual o homem tenta dissimular a sua ignorância. Não deveria ser assim, mas
assim é, de facto. Em teologia, meus irmãos, não deveis ser dogmáticos, pois
isso é iníquo; mas para os cientistas isso é correcto. Vós nunca deveis fazer
afirmações muito fortes; contudo os cientistas podem garantir com ousadia
aquilo que não podem provar, e podem requerer uma fé muito mais crédula que
aquela que possuímos. É claro que eu e vós devemos pegar nas nossas Bíblias e
ajustarmos e moldarmos a nossa crença aos ensinos constantemente mutáveis e
voláteis dos chamados cientistas. Que loucura! Porquê? Porque a senda da
falsamente chamada ciência, pode ser encontrada ao longo da história recheada
de teorias fracassadas e abandonadas. Os antigos exploradores que eram outrora
adorados são agora ridicularizados; os naufrágios contínuos das falsas hipóteses
ou premissas são tema de notoriedade universal. Podeis afirmar que os eruditos
têm acampado nos escombros deixados pelas suposições e teorias tão cheias como
garrafas partidas. Aos charlatães que regeram o mundo da medicina num século, respondem os escarnecedores do século
seguinte. Assim tem sido e assim será sempre, com os selvagens ateus, que aspiram à ciência. Todavia eles
recordam-nos factos. Ainda não se envergonharam de fazer uso da palavra. Factos
admiráveis, ordenados, e torcidos à sua vontade para derrubarem os verdadeiros
factos que a própria pena de Deus tem registado!
E assim os balões continuam a rebentar, enquanto
mais estão a ser cheios, esperando que nós creiamos no que vem a seguir, e
aguardemos com boca aberta para vermos o que vem a seguir. Mas nós não nos
prostraremos nem adoraremos a imagem da sabedoria humana a despeito de todas as
flautas, harpas, sacabuxas, saltérios, publicações, revistas, e professos
soberbos. Apresentem-nos um homem de ciência digno do nome, e nós não o seguiremos
se ele ousar opor-se à verdade revelada; mas apresentem-nos alguém em quem a
próxima geração creia; no presente não há ninguém vivo digno de ser comparado a
Newton e outros espíritos superiores reverentes às Escrituras, comparados com
quem estes homens são meros aspirantes. Vede, meus irmãos, que nós temos que
contender contra a incredulidade, a
falsamente chamada ciência e outras coisas tais, e devemos fazê-lo no nome do
Senhor.
- C.H.S.
Sobre o Melhor Vinho
Um santo estava a morrer, e um outro que se
assentava ao seu lado disse-lhe, “Adeus, irmão, nunca mais te verei na terra
dos vivos”. “Oh”, disse o moribundo,
“Ver-te-ei de novo na terra dos vivos que jaz além, em cima, para onde vou;
essa é que é a verdadeira terra dos vivos”.
Ó irmãos e irmãs, se nós nunca nos voltarmos a encontrar na terra dos
mortos, tenhamos esperança que nos encontraremos na terra dos vivos, e
beberemos o melhor vinho no fim.
- C.H.S.
O
exemplo não é a principal coisa que influencia os outros; é a única.
Não
procures uma falta; procura o remédio.
O
tacto é a arte de se pôr os pontos nos ii sem se granjear um inimigo.
Tu
vês as coisas e dizes, “Porquê?” Mas eu sonho as coisas que nunca foram e digo,
“Porque não?”
Os
flocos de neve são uma das coisas mais frágeis da natureza, mas nota no que se
tornam quando se juntam.
Diz-me
e eu esquecer-me-ei; mostra-me e eu poderei lembrar-me; envolve-me e eu
compreenderei.
Uma das coisas mais difíceis
na vida é sabermos quais as pontes que devemos cruzar e quais as pontes que devemos destruir.
No meio da dificuldade
jaz a oportunidade.
Faz o que temes e a
morte do temor será certa.
Pensa como um homem de
acção e actua como um homem de pensamento.
É melhor uma palavra
dita a seu tempo que duas depois.
Ao contrário da
oportunidade a tentação dá-te sempre uma segunda oportunidade.
A minha preocupação não
é se Deus está do meu lado; é eu estar do lado de Deus.
Os que esperam vencer
já começaram a conquistar.
Grande é a arte de
começar, mas maior é a arte de terminar.
O que conta não é o
número de anos que vives, mas quanto vives nos anos.
Nunca é demasiado tarde
para seres no que te podes tornar.
A crise não desenvolve
o carácter; a crise revela-o.
Liderança
é acção; não posição.
GÉNESIS E APOCALIPSE
|
Génesis |
Apocalipse |
|
|
|
1. Génesis, o livro do começo. |
1. Apocalipse, o livro do fim. |
|
|
|
2. A Terra criada (1:1). |
2. A Terra destruída (21:1). |
|
|
|
3. A primeira rebelião de Satanás. |
3. A rebelião final de Satanás (20:3,7-10). |
|
|
|
4. Sol, Lua e Estrelas para o Governo da Terra
(1:14-16). |
4. Sol, Lua e Estrelas ligadas ao juízo da Terra
(6:13, 8:12, 16:8). |
|
|
|
5. O Sol para governar o dia (1:16). |
5. O Sol desnecessário (21:23). |
|
|
|
6. Trevas chamadas noite (1:5). |
6. "Não haverá noite" (22:5). |
|
|
|
7. Águas chamadas mares (1:10). |
7. "Não mais mar" (21:1). |
|
|
|
8. Um rio para bênção da Terra (2:10-14). |
8. Um rio para a nova Terra (22:1,2). |
|
|
|
9. O homem à imagem de Deus (1:26). |
9. O Homem à imagem de Satanás (13). |
|
|
|
10. Entrada do pecado (3). |
10. Desenvolvimento e fim do pecado (21:22). |
|
|
|
11. A maldição pronunciada (3:14,17). |
11. "Não mais maldição" (22:3). |
|
|
|
12. Entrada da morte (3:19). |
12. "Não mais morte" (21:4). |
|
|
|
13. Querubim, mencionado pela primeira vez em
relação ao Homem (3:24). |
13. Querubim, última menção em relação ao Homem
(4:6). |
|
|
|
14. O homem expulso do Éden (3:24). |
14. O Homem restaurado (22). |
|
|
|
15. A árvore da vida guardada (3:24). |
15. "Direito à árvore da vida"
(22:14). |
|
|
|
16. A dor e o sofrimento entram (3:17). |
16. Não mais dor (21:4). |
|
|
|
17. A religião do Homem, a arte e a ciência,
recorridas para gozo, à parte de Deus (4). |
17. A religião do Homem, a luxúria, a arte e a
ciência, na sua glória plena, julgadas e destruídas por Deus (18). |
|
|
|
18. Nimrod, um grande rebelde e Rei, e
escondido anti-Deus, o fundador de Babilónia (10:8,9). |
18. A Besta, o grande rebelde, um Rei
manifestado anti-Deus, o restaurador de Babilónia (13:18). |
|
|
|
19. Um dilúvio de Deus para destruir uma
geração (6-9). |
19. Um dillúvio de Satanás para destruir uma
geração eleita (12). |
||
|
20. O Arco, o sinal do concerto de Deus com a
Terra (9:13,14,16). |
20. O Arco, sugerindo a lembrança de Deus do
Seu concerto com a Terra (4:3, 10:1). |
||
|
21. Sodoma e Egipto, o lugar de corrupção e
tentação (10:19). |
21. Sodoma e Egipto de novo: representando
espiritualmente Jerusalém (11:8). |
||
|
22. Uma confederação contra o povo de Abraão
derrotada (14). |
22. . Uma confederação contra a semente de
Abraão derrotada (12). |
||
|
23. Casamento do primeiro Adão (2:18-23). |
23. Casamento do ultimo Adão (19). |
||
|
24. Uma noiva procurada para o filho de Abraão
(Isaque) e encontrada (24). |
24. Uma noiva aprontada e trazida ao Filho de
Abraão (19:9). Ver Mateus 1:1. |
||
|
25. Dois anjos actuando por Deus a favor do Seu
povo (19). |
25. Duas testemunhas actuando por Deus a favor
do Seu povo (11). |
||
|
26Uma semente prometida para possuir a porta
dos seus inimigos (22:17). |
26. A semente prometida tomando posse da
possessão (11:18). |
||
|
27. O domínio do Homem cessado e o de Satanás
começado (3:24). |
27. O domínio de Satanás terminado e o do Homem
restaurado (22). |
||
|
28. A velha serpente causando o pecado,
sofrimento e morte (3:1). |
28. A velha serpente amarrada durante 1000 anos
(20:1-3). |
||
|
29. A condenação da velha serpente pronunciada
(3:15). |
29. A condenação da velha serpente executada
(20:10). |
||
|
30. Sol, Lua e Estrelas, associados a Israel
(37:9). |
30. Sol, Lua e Estrelas, associados de novo a
Israel (12). |
||
Um grupo de jovens
evangelizava uma senhora na Quinta do Conde. O condutor de um Jeep, com várias
pessoas, parou junto deles perguntando se aquela seria a Rua X. Como não
sabiam, a senhora respondeu que não e que ignorava onde se situava essa rua.
Quando o Jeep se prestava a partir um dos evangelistas correu para ele e
disse-lhes: “Desculpem! Não os podemos ajudar nisso, mas sabemos o caminho para
o céu - JESUS. Queremos que o conheçam. Não há outro. Creiam em Jesus Cristo
... Aceitem este folheto.
SERÁ BÍBLICA A SALVAÇÃO PROCLAMADA PELA
IGREJA ADVENTISTA?
Quem escuta um pregador
adventista falar de graça fica logo a pensar que se trata da mesma salvação
bíblica ou que tal retórica é evangélica nos moldes da reforma protestante. Entretanto,
mal sabe o ouvinte ou o leitor (dos escritos da Editora dos Adventistas – a
Casa Publicadora) que se trata de um engodo para iludir e enlaçar os mais
desapercebidos. Saibam nossos leitores que no Adventismo não existe salvação
pela graça (Ef. 2:8-9), mas apenas paliativos para que depois você venha, a
saber, que a salvação só se obtém pela guarda da Lei. Talvez alguém possa se
arvorar contra o que dizemos e até discordar de nossa posição em relação ao
adventismo, mas fundamentamos as nossas afirmativas em provas extraídas da
própria literatura desse grupo. Vejamos os factos:
“A Lei de Deus é a
norma pela qual o carácter e vida dos homens serão aferidos no juízo” (Livro:
Grande Conflito, p. 486 – EG White)
“Santificar o Sábado ao
Senhor importa em salvação eterna”. (Livro: Testemunhos Seletos, vol. III pág.22, EGW ed1956).
Ou seja, para o
adventismo a salvação só se consegue com a guarda do Sábado e com a observância
da Lei. E ainda vão mais adiante ao afirmarem que Jesus não consumou a sua obra
na cruz do Calvário, deixando-nos sem esperança na certeza da salvação eterna
em Cristo Jesus. Vejamos:
"Uma das verdades
mais solenes, e não obstante mais gloriosas, reveladas na Escritura Sagrada, é
a da segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção... A
intercessão de Cristo no santuário celestial, em prol do homem, é tão essencial
ao plano da redenção, como o foi Sua morte sobre a cruz. Pela Sua morte
iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir...
nos conduz através do ministério final do Salvador, ao tempo em que se
completará a grande obra para salvação do homem... Vinda é a hora do Seu juízo
– aponta para a obra finalizadora do ministério de Cristo para a salvação
dos homens... ” (Grande Conflito, pg. 299; 489; 428; 435; 489).
E, fortemente,
colocando a nossa salvação em xeque, com a prerrogativa de que Jesus está
fazendo um "Juízo Investigativo" no compartimento do santíssimo
(referindo-se ao Templo Judaico) para averiguar quem foi e estará sendo salvo para
depois compartilhar todo o seu trabalho com Satanás, diz em alto som de
blasfémia a profetisa dos adventistas:
“Em 1844 iniciou-se a obra de investigação e
apagamento dos pecados. Todos os que já professaram o nome de Cristo serão
submetidos àquele perscrutador escrutínio. Tanto os vivos como os mortos devem
ser julgados... Todo nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado.
Aceitam-se nomes, e
rejeitam-se nomes... Assim o grande plano de redenção (salvação) atingirá seu
cumprimento na extirpação final do pecado... Cristo porá todos esses pecados
sobre Satanás... de igual modo Satanás, levando a culpa de todos os pecados...”
(idem p.489 e 486).
Isso extrapola o foro
da heresia e alcança o patamar do satanismo acético e declarado, além de
terrível infame blasfémia contra nosso Senhor Jesus Cristo. Como admitir que
Jesus coloque os nossos pecados sobre Satanás? Será então que a nossa dívida
foi expiada por Cristo e Satanás? Será o Diabo co-autor de nossa redenção
eterna? Isso é um absurdo!
-P.F.M.
Era uma vez ...
A VERDADE E APARÁBOLA Era uma vez … a Verdade saiu às ruas tão nua quanto ao mundo no dia em que nasceu. Como resultado, as pessoas não a deixava entrar em suas casas. Sempre que deparavam com ela, as pessoas voltavam as caras e fugiam. Um dia, quando a Verdade andava tristemente a vaguear, surgiu a Parábola. Ora, a Parábola estava vestida de esplendorosas vestes coloridas. E a Parábola, ao ver a Verdade, disse, “Diz-me, vizinha, o que te faz estares tão triste?” A Verdade respondeu amargamente, “Ah, irmã, as coisas estão más. Muito más. Estou velha, muito velha, e ninguém me quer reconhecer. Ninguém quer algo comigo”. Ao ouvir isto, a parábola disse, “As pessoas não fogem de ti por seres velha. Eu também sou velha. Muito velha. Mas quanto mais velha estou, mais as pessoas gostam de mim. Vou contar-te um segredo: Toda a gente gosta das coisas um pouco mascaradas e embelezadas. Permite-me que te empreste algumas magníficas vestes minhas, e verás que as pessoas que te põem de lado convidar-te-ão para suas casas e alegrar-se-ão com a tua companhia”.
A
Verdade acolheu o conselho da Parábola e vestiu as vestes emprestadas. E desde
aquele momento em diante, a Verdade e a Parábola têm andado de mãos dadas e
todos as amam. Elas constituem um par feliz.
A
verdade por detrás deste exercício
Eis
alguns testemunhos:
“O
Yoga mudou a minha vida. Devolveu-lhe o equilíbrio perdido; libertou-me do stress
e depressão”.
“O
Yoga tem milhares de anos de idade e foi aceite pela medicina moderna como um
remédio para as dores de costas e redução do stress”.
Milhares
de anos de idade? Aceite pela comunidade médica? Deve ser bom, pensam as
pessoas, e experimentam.
A Agenda escondida do
Yoga