<oar-1 > - revisão:24-12-2001

O ANEL ROUBADO

Após anos e anos de aturada investigação, ilustres cientistas chegaram à conclusão de que havia, em cima do Planeta Terra, 2 raças:

De notar, por exemplo, é a curiosidade recente que tem suscitado a descoberta das fantásticas figurinhas descobertas nas fragas xistosas das margens do Rio Coa e que já estão avaliadas em, pelo menos, 20 mil anos de antiguidade.

Ora esta proeza de fazer recuar na escala do tempo (cronos) as origens da verdadeira civilização (ou seja, a raça dos que descendem directamente dos deuses) é muito de admirar e de aplaudir - pois, regra geral, os arqueólogos da arqueologia ordinária só costumam ir até aos 4.500 ou 5.000 antes de Cristo e ficam-se por aí, exaustos, de língua de fora. O resto são cavernas e «homens primitivos» como eles dizem, com umas historietas da Carochinha que metem «boomerangs», homens barbudos e mulheres a fugirem à frente de homens barbudos.

Então, para os homens e mulheres do nosso tempo, que sempre pressentiram que não pertencem à mesma raça, põe-se a big questão:

Precisamente, é o big dilema que se põe à noologia:

De facto, foi uma grande queda. Pela 1ª vez em 41 mil anos, temos, com a radiestesia de Etienne Guillé, a forma de nos libertarmos do imperialismo do orangotango e regressarmos à terra que nos pertence e a que chamamos Céu. Pergunto apenas e para não nos alongarmos - porque o tempo urge:

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(*) Lembre-se que os 20 quilómetros de xistos de Foz Coa vibram sagrado puro, o que faz com que em Portugal esteja o mais precioso tesouro que jamais existiu sobre a Terra. Ou seja, a sua antiguidade é, no mínimo, superior a 60 mil anos.