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< 90-10-28-mg> merge de 5 files com a mesma data - domingo, 26 de Janeiro de 2003 - 1-1 <90-10-28-di-cc> quinta-feira, 23 de Janeiro de 2003 - 1047 caracteres <ciencia1> <diario> o diário das siglasIDEOLOGIA CIENTIFISTA:
ÚLTIMO REDUTO
28/Outubro/1990
Podemos estar descansados que, depois de o Ambiente acabar por ser defendido por todos os partidos, por todos os candidatos à presidência, por todos os jornais inclusive os que nunca falam disso, ou os que mais falam disso, por todos os industriais das indústrias antipoluição, por todos os macários e reais, por todos os autarcas e candidatos a autarcas, por todos os poluidores e hiperpoluidores, por todos os mercados e supermercados, descansemos que, depois desse consenso, dessa unanimidade próambientalista, o terror nuclear, o terror químico, o terror químico-alimentar, o terror tecnológico acabará sempre por reentrar outra vez com a imagem limpa e bem escovada, pela porta sempre aberta da grande ciência, da divina neutralidade da ciência!
A ciência voltará a provar que, afinal, a poluição dá mais vida e quanto mais crimes contra a vida, a natureza, o ambiente e a pessoa humana, mais progresso há! A insustentável força da ideologia!
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<90-10-28-dc><neofasci>
SUBLIMINAR
28/Outubro/1990, domingo, às seis horas da madrugada - É então que os velhos alvos do «odioso» retornam aos «media». Leiam-se certos semanários que querem pasar por independentes, irreverentes, críticos do status quo, etc. e aí, as velhas instituições do conformismo, da reacção - Igreja, Exército, por exemplo, ou, por exemplo, o Partido no Poder, ou a Televisão do Estado) são alvo de mofas, troças, críticas, etc.. É a forma da extrema direita ideológica se assenhorear da maioria irreverente, que já não vai em drogas clericais e militaristas. A malta, agora, quer é rock, e daí que a grande cruzada religiosa do nosso tempo tenha sido travada em defesa de uma «boîte».
Ir contra os acessórios da Igreja ou do Exército, portanto, faz ganhar leitores na massa da juventude. Uma vez caçada - é-lhe administrada, subliminarmente, a dose de conformismo que interessa. Deus já não está na Igreja, nem o Nosso Pai está já no exército, nem os nossos santos na Televisão do Estado. Mas no dinheiro. A ideologia, a religião do dinheiro, tem na cultura da «boîte», do vídeo clip e do copofone o seu suporte mais seguro!
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90-10-28-DI <1990> -- bodexp<diario
UM ESTRIPADOR ÀS DIREITAS
LOBBY DE OPINIÃO
28/Outubro/1990, às 9 horas da manhã - Jack, que já fora o Estripador de serviço para prover, como bode expiatório, à absolvição dos estripadores da classe dirigente (ou da classe dirigente estripadora), aí está de volta, envolto em névoas e enquadramentos ennevoados, com uma cor de «granada television», a conseguir conter a fúria e a cólera das massas telespectadoras, na iminência de se esparramarem sobre as cabeças dos estripadores da classe dirigente (ou da classe dirigente estripadora).
Viva o estripador, a quem as mulheres diziam: «Vem, Jack, meu querido - estripa-me».
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<judeus-2 - - > 1736 caracteres <lobbyju><diario de um idiota atrevido>
DE UM ANTI-SIONISTA PRIMÁRIO
28/Outubro/1990, domingo, às seis horas da madrugada - O grande cancro, o grande óbice do «lobby» judaico internacional é que não tem mão nas suas próprias delegações regionais. A ideologia liberal fascista tem destes inconvenientes práticos.
E é assim que os judeus de Londres, de Paris ou de Nova Iorque, encheram de armas o Iraque de Hussein e agora gritam aqui del rei. E aqui minha raínha, dizem os ingleses, porque eles - os sacanas dos iraquianos - têm armas até aos dentes.
Mas para que lhas venderam então? Pensaram eles que Sadam as queria para comer de cebolada? O que há-de tramar a parte do «lobby» judaico que desempenha, no teatro do mundo, o papel humanitário e pacifista, é a parte negociante e estruturalmente comercial desse «lobby» - que tudo sacrifica à subida dos lucros. Que a humanidade se afunde num holocausto de guerra química-nuclear, mas que as sete multinacionais do petróleo tenham duplicado este ano os seus lucros - eis a moral desta história que torna moral as façanhas de qualquer facínora ou estrangulador de Boston, ou (...), monstros que mesmo o «lobby» judaico do Negócio produz em filme para criar alvos ou bodes expiatórios (por onde o ódio das massas telespectadoras convenientemente se escoe).
O chamado liberal-fascismo tem destas contradições estruturais, inerentes ao seu próprio funcionamento. Os judeus de alto rang não podem viver sem estar a matar alguém em qualquer parte do Mundo: e de preferência alguém que racicamente esteja mais afastado da raça branca, ariana, um negro ou um africano, de preferência.
Mas depois o Hitler é que foi o mau da fita. Bom da fita é quem manda hoje chacinar palestinianos! Às três em ponto de la tarde!
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1-1 <90-10-28-di> - neofascis<diario>1183 caracteres
DIÁRIO TOTAL DA GUERRA TOTAL
28/Outubro/1990, domingo, às seis horas da madrugada
É então que os velhos alvos do «odioso» retornam aos «media». Leiam-se certos semanários que querem passar por independentes, irreverentes, críticos do status quo, etc. e aí, as velhas instituições do conformismo, da reacção - Igreja, Exército, por exemplo, ou, por exemplo, o Partido no Poder, ou a Televisão do Estado) são alvo de mofas, troças, críticas, etc..
É a forma da extrema direita ideológica se assenhorear da maioria irreverente, que já não vai em drogas clericais e militaristas.
A malta, agora, quer é rock, e daí que a grande cruzada religiosa do nosso tempo tenha sido travada em defesa de uma «boîte».
Ir contra os acessórios da Igreja ou do Exército, portanto, faz ganhar leitores na massa da juventude. Uma vez caçada - é-lhe administrada, subliminarmente, a dose de conformismo que interessa. Deus já não está na Igreja, nem o Nosso Pai está já no exército, nem os nossos santos na Televisão do Estado. Mas no dinheiro. A ideologia, a religião do dinheiro, tem na cultura da «boîte», do vídeo clip e do copofone o seu suporte mais seguro!