1 página <ladd-2>lista aberta de diagramas - diagrama a diagrama

PSICOSTASIA

[DIAGRAMA 1]

30/6/1995 - Ainda e sempre a psicostasia. Não há informações suficientes que permitam induzir que o julgamento figurado na cena da psicostasia (Diagrama 1) não é apenas um julgamento pós morte física mas um permanente julgamento da alma humana face às leis de justiça e verdade da deusa Maat, que são, afinal, as leis cósmicas. A Lei, possivelmente aquela que nas «Tábuas de Moisés» estava já degenerada num código de 10 mandamentos...

Não há informações que autorizem esta indução, mas deve avançar-se para ela. Porque, de facto, com psicostasia ou sem psicostasia, a alma do ser humano, desde que em movimento alquímico, está sob julgamento constante e isso reflecte-se no seu nível de consciência (Diagrama 40), no seu grau de elevação espiritual (mais ou menos próximo do seu próprio espírito), no seu sentido das responsabilidades humanas e cósmicas, e na forma como sabe gerir as suas relações com o poder, com toda a espécie de poderes.

Reflecte-se nas doenças que tem ou não tem. E na limpidez com que as suas componentes (Diagrama 26) se distinguem umas das outras, cada uma com sua função específica e seu nível específico de informação.

ALQUIMIA CELULAR

[DIAGRAMAS MOLECULARES]

30/ 6/ 1995 - A ligação dos metais existentes na heterocromatina constitutiva aos planetas faz pressupor que outras sequências do ADN terão igualmente a função de captar energias vibratórias cósmicas específicas.

Nada de admirar que isso possa acontecer com a «escala musical» que nos é figurada pelas sequências repetidas (Diagrama 54)

MAUS ESPÍRITOS

[DIAGRAMA 0]

Maus espíritos significa «más energias». A palavra espírito é daquelas que , no plural, fica desfigurada, com o sentido completamente pervertido ou invertido.

Quando Allan Kardec chama «espiritismo» ao que é uma forma de mexer nas energias puramente emanadas do corpo físico, está de facto a abastardar a palavra espírito e a desvirtuá-la.

Religião, espiritismo, yoga, são criações humanas das energias vibratórias. Nada ou pouco têm a ver com as energias vibratórias propriamente ditas.

+

2589 caracteres <lse-1 >lse=lembrete para o segundo encontro

FAZER OU NÃO FAZER PRODÍGIOS:

EIS A QUESTÃO

[ Diagrama 0]

30 /6/ 1995 - A questão ética dos prodígios talvez nunca chegue a ser questão. Alexandra David Neel quando visitou o Tibete, ficou seduzida pelas práticas mágicas que viu por toda a parte e julgou serem elas a prova da superioridade espiritual do budismo Nyingma.

O Egipto tornou-se meta de romagens, inclusive dos hebreus, inclusive de Moisés, porque constavam e davam brado os seus poderes de transformar varas em serpentes e vice-versa. Segundo conta Santo Estêvão, o próprio Moisés teria exibido essa faculdade do vice-versa com grande gáudio das multidões.

Os «milagres» de Jesus, ao lado disto, eram menos gratuitos, Já que, ao menos, tinham o ser humano no centro dos prodígios. Em 1917, na Cova da Iria a mania da magia (e dos prodígios) voltou a fazer história.

Não vale a pena querer fugir a esta fatalidade. O ser humano gosta de prodígios e ninguém acredita em quem não os fizer. A verdade é que a Magia se inscreve entre as 12 ciências sagradas dos egípcios. Mas seria o tarô, por exemplo, aproveitado com fins adivinhatórios? Ou tratar-se-ia, com o Tarô, do big problema dos 3 níveis de leitura :

É neste acesso às fontes fidedignas que se coloca a hesitação do estudioso, quando aborda o Tarô.

Com a ajuda do pêndulo e de Etienne, há a mínima hipótese de chegar a perceber, ao menos, porque é que os prodígios são tão queridos do ser humano e porque é que aquele que um dia é capaz de os fazer, já não está espiritualmente nada interessado em fazê-lo.

A vara de Moisés seria, sem abusar da lógica, a fase degenerativa ou, pelo contrário, pré-histórica do radiestesista ou rabdomante?

Conta a história pró-moisaica que a vara ou serpente de Moisés teria engolido as varas ou serpentes dos egípcios, da mesma forma que os seus poderes mágicos eram declarados superiores aos dos egípcios.

Egípcios e hebreus mediam, assim, forças, com varas. Restando saber se eram de pau de marmeleiro e para fins de porrada uns nos outros, ou se eram, com a mania das magias, para teledetectar ou tele-adivinhar alguma coisa.

Na época de Moisés, o mais provável é que já se vivesse um declínio muito acentuado das práticas mágicas. E que a verdadeira vara detectora já estivesse esquecida nas brumas do passado.