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NO MOMENTO FINAL,

O MILAGRE DO ESPÍRITO

Lisboa, 7/6/1995 - Nos próximos tempos de fim-dos-tempos (vulgo, Apocalipse) não vão faltar argumentos (alibis) hipermaterialistas ao sistema hipermaterialista para fingir que se quer reformar e para se manter no poder e para se autojustificar nessa permanência continuada a autoreproduzir-se com particular incidência na Asneira.

A chamada política do Ambiente, hoje, está cheia desses alibis, sofismas e equívocos, a fingir que reformam ou salvam alguma coisa do que foi sendo, sistematicamente, destruído.

As chamadas soluções para sair da crise - ou do Beco-Sem-Saída da chamada Civilização - irão ser, cada vez mais, elas próprias, a sequência do sistema estabelecido e não, como nos querem fazer crer, saídas ou alternativas.

De facto, tudo o que hoje se apresenta como sistema alternativo à Derrocada do Sistema e à Agonia dos Ecossistemas, é apenas o prosseguimento, às vezes acelerado, dessa vertigem para o abismo.

É, portanto, uma boa questão, a de saber se a radiestesia alquímica é:

Ambos os pontos estão certos. A obra de Etienne Guillé é, de facto, no meio de tantos gurus, sistemas, métodos, técnicas, escolas, salvadores do mundo - que exploram hoje o Sagrado - a única alternativa, a alternativa soberana e absoluta que viabiliza uma saída. Uma saída na vertical.

E tudo isto por uma peculiar singularidade. O método de Etienne é o único que nos coloca a vibrar em ressonância e consonância com a nova era zodiacal do Aquário, o único que verdadeiramente nos prepara, portanto, para usufruir de todas as vantagens vibratórias e cósmicas dessa Nova Era, iniciada em 26 de Agosto de 1983.

Tendo as coisas chegado ao ponto a que chegaram, de facto, só um guindaste poderoso como as energias cósmicas de fonte e natureza divina, nos poderá retirar do atoleiro.

Tudo o mais que, fora disto, se fizer e se disser (incluindo tudo o que se disser em nome do Espírito, em nome de Deus, em nome da Iniciação, em nome do Cosmos, em nome da Nova Era, etc., etc.) não é, na realidade e estruturalmente, senão a reprodução do sistema ou modelo estabelecido. Sistema ou modelo ou paradigma que nos levou ao actual atoleiro.

Atoleiro em que a agonia ecológica até nem é o único e mais aterrador sinal, embora coisas como o buraco na camada de ozono ou a perspectiva da subida dos oceanos ou a desertificação a curto prazo do território português por culpa dos eucaliptos sejam só por si suficientemente aterradores.

Se o «milagre» se der não será, certamente, como os secretos conselheiros de grandes empresários prevêem. Porque o Milagre, a dar-se, não virá obviamente da terra ou da matéria, só pode dar-se por força das forças que efectivamente serão capazes de efectuar a grande viragem que a Era Zodiacal do Aquário proporciona. ♫₪