<95-07-23-DR><dcc-1> noologia do N8 – autoterapia: depois da rh
AS CILADAS DE MAGA GAU GAS
E O CAMINHO DO DESERTO
ATENÇÃO AOS SIMULACROS
23/7/1995 - Não passam de «armadilhas», de «ciladas» bem montadas, as sedutoras coincidências que o neófito do pêndulo de radiestesia holística verifica quando inicia o processo de desestruturação positiva, a que alquimicamente se chama Nigredo.
«Nada é por acaso»: eis a frase que o neófito mais vezes repete... E que é um belo simulacro do que o demónio tem para dar a quem inicia o caminho da vertical para cima. Se se fica a contemplar os «prodígios» que lhe acontecem, não subirá mais. O estado de «encantamento» ou «êxtase» não parece ser o mais justo e o mais verdadeiro, do ponto de vista vibratório. Tão pouco o da bondade de actos, gestos e pensamentos. São produtos humanos, quando não são ciladas de MAGA GAU GAS.
O transe mediúnico pode ser considerado uma dessas ciladas, mas também as (falsas) euforias do reiki, ou do chicung, ou de qualquer técnica electro-magnética, a nível do corpo físico (N8). Aliás, o caminho do Graal, a demanda da (energia da) Pedra Filosofal não é nunca de euforia. É mais de um certo «détachement», de uma certa impassibilidade. A euforia, em nenhum caso é boa conselheira. E nunca esqueçamos, quanto à bondade, que de «boas intenções está o inferno cheio».
Urgente trabalho de casa: recompilar os ditos populares e os lugares-comuns como depósitários de arquétipos invertidos.
Hipótese de trabalho que implica um certo atrevimento, é esta:
Os incensos, quer os que a Igreja Católica usa, quer os que usam no seu ioga os grupos de formação hinduísta, são, afinal meios de formar (e reforçar) a necessária egrégora. São meios de sintonizar com a «central» os vários ramos periféricos da egrégora.
Em nome da tolerância, da bondade, da grande roda mágica, da união de esforços, do dar as mãos em uma santa «cadeia de energia», trata-se de canalizar energias individuais para uma central colectiva que as irá gerir.
Se é de energias cósmicas que falamos, esta bondade não vem para aqui chamada. O caminho não é o da bondade - dar da nossa energia para um colectivo anónimo - mas o de termos acesso ao nosso próprio espírito.
O caminho, portanto, não é:
- Nem de flores
-.Nem de passarinhos a pipilar nas ramadas
- Nem de confortos e êxtases místicos
- Nem de contemplação
- Nem místico-religioso
- Nem de oração e meditação
- Nem de satisfações e euforias yang
O caminho é o do deserto, o do Número (Aritmosofia, uma das 12 ciências do sagrado) e o da forma geométrica.
Não se trata de bondade com os outros mas de integrar em nós o espírito santo e, com isso, sim, com essa ajuda divina, eventualmente ajudar os outros.
Com atrasos de vida ninguém ajuda ninguém, nem sequer a si próprio.♫