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PSICOLOGIA ALARGADA

UM NOVO PARADIGMA

25-11-1996

A ciência chama-lhe parapsicologia mas melhor seria chamarmos-lhe Psicologia Alargada.

O novo paradigma científico que todas as disciplinas reclamam, o novo modelo de referência para o pensamento, os métodos e as técnicas, é apenas esse: a simples palavra «alargado», aplicada à ciência em geral ou às ciências particulares, resolve, provisoriamente, a questão.

dizem, afinal, que a ciência tem que apontar, necessariamente, para uma zona de interfaces onde tudo, no macrocosmos humano, no universo humano, tem que ver com tudo.

O CAOS DAS PALAVRAS:

PROCURANDO UMA SAÍDA

Estamos condenados às palavras erradas, equívocas, incompletas ou que pouco dizem do que com elas queremos dizer.

Radiestesia e Parapsicologia são dois bons exemplos.

Mas podíamos acrescentar outras:

Holística: temos que nos servir delas, à falta de melhor, mas sabendo que nunca haverá palavras que possam traduzir o conteúdo que com elas se pretende exprimir.

É a nomenclatura que temos, depois de Babel. E enquanto não restabelecermos a linguagem universal vibratória de base molecular, estaremos sujeitos às contingências da palavra. E da Queda que dela decorre.

Uma certa flexibilidade nas leituras é o menos que podemos esperar e exigir de nós mesmos e dos outros.

No caso da Parapsicologia, temos que nos sujeitar, inclusive, ao que a ciência positiva estabeleceu.

Sim, porque a ciência positiva e positivista, experimental e outras coisas, já tomou de assalto mais uma das áreas - provavelmente a última - que até agora tinha ignorado, denegrido ou hostilizado.

A dogmática médica não tem feito outra coisa nas últimas décadas:

usurpar o que antes insultava. E a verdade é que muitos do campo holístico imediatamente se prostraram aos pés da sacrossanta ciência de todos os cientistas

ABORDAGEM HOLÍSTICA:  DIFICULDADES E PROBLEMAS

A tendência do sistema vigente para a asneira, é incurável. E quando se pretende dar o salto do velho paradigma analítico para um paradigma holístico, sem o qual nunca se pode compreender o ser humano, os vícios do velho contaminam o novo.

Afinal, todos têm razão. Tudo isso são centros holísticos do ser humano.

Mas o centro de todos esses centros - e aí reside a descoberta revolucionária do sr. Etienne Guillé - é o ADN da célula e, dentro deste ADN, a heterocromatina constitutiva, onde residem os metais alquímicos.

Só há uma maneira de encarar holisticamente a realidade do ser humano: a partir desse «holos» que é o ADN e, dentro do ADN, a actividade intercomunicadora dos metais a que os biólogos chamam «respiração da célula».

E então, sim, a partir dessa componente indivisível, dessa unidade-base, desse tijolo elementar, podemos ser conduzidos com segurança aos vários centros energéticos. Aos vários centros do centro: os corpos energéticos, os chacras, os meridianos, os pontos de acupunctura, as zonas reflexogénicas - mãos, coluna, aurícula, íris, planta dos pés.

Lisboa, 24/7/1996 .♫♫♫