1-7 quarta-feira, 19 de Novembro de 2003 < adeg-md-rh-bb>

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Algumas coisa falta neste merge, porém, para ficar o folheto de apresentação com mais larga difusão nos encontros: convém confrontar

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O 6º SENTIDO DA RADIESTESIA

E A NOVA IDADE DE OURO NA OBRA DE ETIENNE GUILLÉ

19/2/1995

1 - Há cada vez mais pessoas, em Portugal, que leram Etienne Guillé, autor francês, biólogo molecular, professor na Sorbonne e investigador do Cancro no Instituto Curie.

Considerado, por muitos, o maior sábio do nosso tempo, Etienne Guillé é, de facto, e depois de Raimundo Lull, esse monstro da Idade Média, o segundo grande génio que a humanidade, apesar de tudo, conseguiu parir.

Não parece possível, por estes tempos mais próximos, encontrar nenhum autor que, em tão poucas páginas (1551 páginas, segundo as minhas contas, é a soma dos 4 livros publicados) tenha levado tão longe, na teoria e na prática, a aproximação metódica das 12 ciências sagradas (Alquimia, Magia, Astrologia, Numerologia, Kabala, Teurgia, etc) e algumas ciências profanas de ponta (Física Quântica, Cibernética, Análise de Sistemas, «Deep Ecology», Biologia Molecular, Termodinâmica dos Fluidos, Astronomia, etc) numa poderosa síntese que de sobrehumana tem muito e de divina quase tudo.

Ora, tudo isto foi conseguido com uma única aparelhagem de medida: o ser humano e suas potencialidades(escondidas, ignoradas, esquecidas e alegadamente perdidas). Potencialidades que o trabalho com o Pêndulo visa acordar, desenvolver e multiplicar (potenciar), desde o 1º minuto em que se toca um metal, uma cor, uma qualquer estrutura vibratória e se abre o suporte do nosso ADN molecular ao vasto e infinito universo das energias subtis.

Daí que a Radiestesia, o 6º sentido que estabelece a relação entre micro e macrocosmos, entre infinitamente grande e infinitamente pequeno, entre Deus e ser humano, seja, na obra de Etienne, o ponto de partida mas jamais um ponto de chegada.

Sem limitar a obra de Etienne à Radiestesia, o trabalho com o Pêndulo é, no entanto, o seu utensílio indispensável, para ler e alquimizar a outra luz toda a informação hologramaticamente nela contida e que, no fundo, é toda a sabedoria do mundo em 4 volumes, a saber: «L'Alchimie de la Vie» (1983), «L'Énergie des Pyramides et L'Homme» (1989), «La Langage Vibratoire de la Vie» (1990) e «L'Homme entre Ciel et Terre» (1994).

2 - O apoio didáctico à leitura alquímica da obra de Etienne tem sido dado, em Portugal, por Patrice Kerviel, sua filha e mais fiel transmissora do seu pensamento, e Jean Noel Kerviel, o casal que, desde há cinco anos, realiza regularmente em Lisboa seminários sobre Radiestesia e Alquimia.

Esse trabalho de transmitir informação sobre o método iniciático de Etienne Guillé, tem sido coadjuvado, através dos chamados «seminários intercalares», por alguns portugueses, nomeadamente Maria Correia Pinto (a primeira pessoa que em Portugal «descobriu» Etienne), Manuel Fernandes, Afonso Lopes Vieira e José Carlos Alverca.

Face à complexidade da abordagem realizada por Etienne, é urgente, no entanto, que sejam criados Grupos de Estudo para afinar e aprofundar o imenso trabalho que a obra de Etienne reclama. E, mais tarde, será necessário que surjam grupos de «recherche», tantas vezes sugeridos por Patrice Kerviel, a mais fiel intérprete do método iniciático criado por Etienne Guillé.

3 - É no sentido dessa máxima fidelidade à mensagem de Etienne que tem trabalhado o Grupo de Estudo que, desde Outubro de 1994, se reune quinzenalmente, na Sociedade Portuguesa de Naturologia, Rua do Alecrim, 38-3º em Lisboa (telefone 346 33 35). É exactamente por proposta da sua presidente da direcção, Palmira Bastos, que se realizará em 29/30/Abril de 1995, na sede da SPN, em Lisboa, um seminário de estudo intensivo, com apresentação, em projecção de transparentes, de 40 diagramas básicos que fundamentam, como mapa das energias subtis, todo o caminho de conhecimento indicado por Etienne.

4 - A urgência de fazer uma leitura correcta e criadora de Etienne, prende-se com a própria sobrevivência humana neste Planeta e com as datas da mais recente história cósmica que a própria equipa de investigação, em Paris, esteve em condições de estabelecer com um inaudito rigor: o começo do apocalipse (a esfinge «falou»), em 26 de Agosto de 1983 e, depois, toda a história cósmica que a nova Era do Aquário, então nascida, implica. Com as consequências, para a vida terrena e para o ser humano incarnado, que se calculam mas que as dezenas de grupos esotéricos não estão (ainda e já) em condições de poder avaliar na sua exacta dimensão. Sem que façam a mesma abordagem realizada por Etienne, não irão consegui-lo.

5 - A escala (de tempo e de espaço) em que Etienne trabalha é, na opinião de alguns, perfeitamente vertiginosa para os nossos hábitos domésticos e aos nossos olhos pouco habituados à Luz Branca, olhos desacostumados de ver o invisível.

A urgência de fazer uma leitura correcta e auto-criadora da obra publicada por Etienne prende-se, pois, com a própria urgência humana de ultrapassar os impasses do Apocalipse, de tomar o comboio do Novo Cosmos e de merecer a Prenda órfica (verdadeira oferta dos deuses) que é a energia vibratória da Era Zodiacal do Aquário (vibrando entre Fi1 e Fi 31), como a equipa de Etienne registou.

6 - A urgência em aprender radiestesia segundo Etienne Guillé, prende-se com a urgência em salvar, não já e não só a nossa (primeira) pele, mas em salvar também a nossa segunda pele chamada Alma: tudo isto, claro, para reconquistar o espírito de que todas as mil e uma escolas espirituais hoje no terreno se dizem caminhos de acesso a.

7 - Essa, precisamente, é a big questão: todas as escolas, de rosacruzes a maçónicos, de antroposóficos a budistas, de hinduistas a adeptos da meditação transcendental, de espíritas a teósofos, estão inevitavelmente obrigadas a fazer a «revisão da matéria dada» a que Etienne procede, com uma meticulosidade arrepiante. (A Radiestesia é uma permanente revisão crítica de si própria).

8 - A urgência em estudar Etienne tem a ver também com um risco iminente: de facto estamos em vias de perder de novo, após 41 mil anos de Queda, a primeira e última oportunidade de adiar a Catástrofe, evitar a 2ª queda e reconstruir, sobre os escombros do Apocalipse, a Nova Idade de Ouro. Nunca as condições cósmicas, em termos de era zodiacal, foram tão favoráveis e propícias. Nunca as condições no Planeta Terra (como é óbvio) foram tão adversas.

Para reencontrar o perdido Fio de Ariadne, o método de Etienne é o mais rápido, seguro, fiável. Aprender a pegar no Pêndulo de maneira correcta e como Etienne ensina é aprender cada um a pegar no destino de cada um e no Fio de Ariadne que conduz ao seu próprio espírito: sem manipulação, sem mestres, sem vampirismo, sem parasitismo, sem egrégoras, sem controle mental e, acima de tudo, sem as armadilhas do Poder, intrinsecamente ligadas às armadilhas do Ego. A palavra «piège» é talvez a que mais vezes ocorre nas páginas de Etienne...

9 - De forma subtil e quase sem ninguém dar por isso, Etienne dá um contributo fundamental à abordagem quântica que, há um século, se tornou, para a ciência ordinária, uma espécie de incontornável Pedregulho.

Usando a palavra «quântico» apenas umas 2 ou 3 vezes, no máximo, ao longo das suas 1551 páginas, Etienne recria toda uma abordagem quântica que a ciência ordinária tem tentado, com relativo êxito, realizar.

Estabelecida em 1900 pelo físico alemão Max Planck e mais tarde acrescentada com a teoria da relatividade de Einstein, a teoria quântica tenta explicar cientificamente a informação oriunda, em 1ª mão, de várias fontes modernas e tradicionais (o que Etienne faz a um ritmo galopante). Pela teoria quântica é possível estabelecer um «campo unificado» onde convergem técnicas e ciências, das mais antigas às mais modernas, e que neste momento ainda se consideram em separado como se não fossem, como de facto são, ramos da mesma árvore. Depois da ilusão holística (Fritjof Capra, por exemplo), o caminho ficou outra vez vazio.

O estudo de Etienne tem assim, como um dos seus muitos objectivos:

Entroncam no conceito de medicina quântica (ou ondulatória) disciplinas «modernas» tais como: Cromoterapia, Cura Quântica, Homeopatia, Musicoterapia, Iridologia Holística, Oligoterapia, Terapia dos Remédios Florais do Dr. Bach, etc.

Ou grandes sistemas clássicos como:

A Radiestesia, como sexto sentido, apenas potencializa (sinergiza) todas as técnicas vibratórias hoje largamente utilizadas.

10 - Resumindo e concluindo - e na impossibilidade de explicar em 1551 linhas o que Etienne escreve em 1551 páginas - há que exagerar, afirmando:

Etienne é um dos dois grande génios que a humanidade teve, sendo o outro o alquimista Raimundo Lull;

as 1551 páginas de Etienne são a obra mais importante desde o «Big-Bang»...Talvez, como queriam os alquimistas, a «grande obra»

só no «L'Homme entre Ciel et Terre» (505 páginas) está contida, em «holos», toda a sabedoria do Mundo: Etienne oferece-nos de bandeja, em um só volume, toda a revisão de toda a matéria dada desde o princípio do Mundo: quando, qualquer uma das centenas de escolas esotéricas, religiosas e espirituais hoje no terreno, nos dão, na melhor das hipóteses, um fragmento do fragmento dessa matéria

pela primeira vez, em 41 mil anos, foi explicado, pela equipa de Guillé, a partir de 26 de Agosto de 1983, o mecanismo vibratório do Cancro e apontada a via da Profilaxia e da Cura da mais maldita das doenças humanas

Etienne ensina os meios básicos - o alfabeto, a gramática(fonética, morfologia e sintaxe) - de uma nova «linguagem vibratória de base molecular», ou seja, o primeiro idioma universal depois de Babel, ou seja, a Linguagem do Sagrado, ou seja, o diálogo em directo com deus

de todas as armas contra o Horror e o Terror moderno, o 6º sentido do Pêndulo é a mais poderosa, a mais completa, a mais eficaz, a mais barata, a mais fiável, das armas de auto-defesa, pois potencializa as outras armas que, desde as energias às medicinas alternativas, os ecologistas foram os arautos e pioneiros desde há 25 anos

a Radiestesia, em Etienne, é apenas o Fio de Ariadne que nos ensina a caminhar no Labirinto da Existência, ajudando, portanto, a relacionar todas as 12 ciências sagradas entre si (Alquimia, Magia, Astrologia, Kabala, Numerologia, Teurgia, etc), algumas das ciências profanas entre si (Biologia Molecular, Termodinâmica, Física Quântica, Deep Ecology, Análise de Sistemas, etc) e destes dois modelos de ciência (o sagrado e o profano) entre si.

11 - Portanto e por agora: bom dia a todos e «bonne Chance».

Afonso Cautela

19/2/1955

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Inscreva-se já pelo telefone: é importante para a SPN saber o número aproximado de interessados em participar.

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5248 bytes <adegg-1> lista aberta sobre etienne guillé

ETERNO RETORNO A ETIENNE GUILLÉ

Lisboa, 23/3/1997 - Etienne Guillé continua, amplia, sintetiza e torna aplicável, por cada um de nós, o pensamento dos grandes profetas modernos bem como de todas as grandes tradições do sagrado.

Modernamente, encontram-se nele, mas reelaboradíssimas, ideias que são centrais em Michio Kushi, Teilhard de Chardin, René Guénon, Krishnamurti, Blavatsky, Ivan Illich, Roger Garaudy.

O trabalho de Etienne Guillé socorre-se de algumas ciências da ciência ordinária, oficial, moderna ou profana. Serve-se delas, não as serve.

Cibernética, análise global de sistemas, cimática, física quântica, biologia quântica, bioquímica, astronomia e outras áreas científicas que conseguem enlouquecer qualquer um que se abeire de um só dos milhões de livros que se escrevem sobre essas múltiplas matérias, eis que Etienne Guillé tudo assimila e pacifica, reduzindo ao essencial a informação que realemnte importa ao novo paradigma de pensamento.

Porque o novo paradigma de pensamento não cai do céu aos trambolhões, alguém o há-de ter que estabelecer e Etienne Guillé concorreu como ninguém mais para estabelecer o novo paradigma, ultrapassando sem alardes nem claxons estridentes, os contributos estimáveis de Edgar Morin, Fritjof Capra, Jeremy Rifkin ou mesmo Teilhard de Chardin. Qualquer destes autores, porém, não ultrapassa (na melhor das hipóteses) o modelo holístico-ecológico, jamais se abalançando ao novo paradigma cosmobiológico que se impõe.

NOVO PARADIGMA

É preciso mudar, e mudar urgentemente, de paradigma cosmobiológico: e a Radiestesia de Etienne Guillé é o ponto de arranque para um novo paradigma, um novo Cosmos.

Que vamos fazer , com a radiestesia de Etienne Guillé, à ciência acumulada ?

Como aproveitar (e integrar alquimicamente), como metabolizar os conhecimentos que o cérebro esquerdo foi acumulando ao logo dos séculos?

Impõe-se, antes de mais, um critério de escolha e selecção e a Radiestesia Holística de Etienne Guillé, poderá dar uma ajuda nessa selecção.

Com o sexto sentido da Radiestesia, é possível fazer um escolha, desde logo e à partida, que exclui toda a informação não relevante para a Gnose Vibratória.

A intuição guiará o investigador numa primeira triagem.

Perante os textos que nos cheiram como «contributo válido», há depois que seguir um método de descodificação.

PEQUENAS GRANDES COISAS

As pequenas grandes coisas são reavaliadas, pela Gnose Vibratória de Etienne Guillé, a uma luz completamente diferente.

Passamos a ver os sinais do sagrado onde efectivamente eles estão, no mais humilde e anónimo quotidiano:

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4480 BYTES <adegg-2> lista aberta sobre etienne guillé

VENCER O CANCRO SERÁ UTOPIA?

Lisboa, 23/6/1995 - Se o macrocosmos reproduz o microcosmos (e vice-versa) , Etienne Guillé foi levado a pensar que os genes existentes no microcosmos da célula ( o ADN) deveriam existir também no macrocosmos.

Daí a falar de «genes cósmicos» foi um passo.

E daí a encontrar no Cosmos os genes que os cientistas designam de genes oncogenes do cancro, foi outro passo.

Estava fundada, em termos experimentais, a nova cosmobiologia, e a lei da homologia/analogia como seu fundamento.

Estava recriada a sabedoria de Toth ou Hermes Trismegisto, quando disse que o que está em cima é igual ao que está em baixo.

Estreitamente ligada a esta descoberta dos genes cósmicos ( que Etienne Guillé descreve nas páginas 127 a 160 do capítulo III do seu livro «L'Énergie des Pyramides et l'Homme» ) está a da dupla hereditariedade, material e vibratória, do ser humano.

Mas está também um dos desafios mais polémicos que esta abordagem coloca: se aquilo que Etienne Guillé e Rudolfo Steiner chamam de «doenças iniciáticas» (cancro, sida, esclerose em placas, doenças mentais) são provocadas por excesso de MA condensado, será que Etienne Guillé não exagera, até à utopia desencorajante, quando diz que é «necessário regressar à origem, quer dizer, praticamente aos processos de divisão da primeira célula do ser considerado, para curar essas doenças» ? Etienne Guillé é bem claro:

«É nesse momento e só nesse momento - assegura ele - que é possível destruir o excesso de MA para curar aquelas doenças provocadas por excesso de MA»

Se a ciência - como ele sublinha - ignora tudo isso (ignora a organização vibratória do ser humano) a verdade é que o método de Etienne Guillé, tal como nos foi ensinado, também não se mostra mais capaz de as curar.

Quando Etienne, neste e noutros casos, põe a fasquia tão alta, será que alguém, além dele e de Patrice Kerviel, conseguiu ou conseguirá jamais percorrer esse caminho?

A pergunta crucial é esta: quantos dos que se arrogam o direito de ensinar «Radiestesia & ADN» já regressou, já conseguiu regressar à origem, quer dizer, praticamente «aos processos de divisão da primeira célula do ser considerado»?

Não esqueçamos que, para isso, há que destruir todas as memórias negativas de todas as cassetes moleculares, tal como Etienne Guillé as apresenta no famoso diagrama das memórias.

Na nova era cósmica e segundo Etienne Guillé, a energia da Pedra Filosofal é a única que pode vencer a energia da anti-pedra filosofal ou energia do cancro.

Se a cura do Cancro depende da ligação ao novo canal cósmico - conforme a tese de Etienne Guillé - vemos também a urgência e a importância que há em desimpedir a via de acesso ao canal cósmico: o que acontece às escolas espirituais hoje em voga , é que bloqueiam a estrada que devia estar e que deve ficar livre para que o doente se ligue a MEAI GAO GOC e, em 9 meses (tal como uma embriogénese...), possa renascer vibratoriamente um novo ser, com toda a sua organização vibratória animada pelas novas energias da vida cósmica.

Abrir-se e ficar mais solto: é a primeira obrigação de quem quem quer estudar a radiestesia holística de Etienne Guillé e, portanto, encetar a viagem para a pedra filosofal, ou a demanda do Graal.

Principiando, como diz Etienne, pela «aliança com (as energias de) Elohim».

Sobre essa ligação ao Cosmos, Etienne Guillé escreve no livro «Le Langage Vibratoire de la Vie», página 22, palavras muito claras:

«Os suportes desenvolvem as suas energias endógenas e tornam-se insensíveis ao controle das energias vibratórias; doenças como o Cancro começam a instalar-se.»

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A BOA NOVA

Lisboa, 30/4/1992

O mais assustador desta época assustadora é que se viesse agora, sentado em uma nave luminosa tão bela como a do Spielberg, um Extraterrestre depor na mão da Humanidade a solução para os mais graves problemas e a saída dos mais angustiosos impasses, ninguém o ouviria.

E acontecia-lhe possivelmente o que aconteceu ao Cristo. Crucificavam-no. Acontece que essa Mensagem e esse mensageiro já está entre nós. Meu Deus : que lhe vamos fazer? Rir-lhe na cara? Cuspir-lhe? Crucificá-lo? Demiti-lo da Universidade? Acusá-lo de corruptor de jovens? Metê-lo na cadeia e julgá-lo?

A Abjecção é para esquecer: o Kali Yuga está no auge mas já vai passando. A prioridade absoluta é para o Aquário e no centro do Aquário estão as TAV's (Tecnologias apropriadas de Vida) e no Centro de todas as Tecnologias de Vida está o Pêndulo, que nos dá a chave para abrir e potenciar (sinergiar) todas as outras. Que vamos fazer a Etienne Guillé, último (e possivelmente derradeiro) mensageiro da Esperança?

Lisboa, 30/4/1992♥♥♥