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NOTÍCIA DE ETIENNE GUILLÉ
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primeiro capítulo do livro principal - <noticia-0 - - > - etienne guillé e a nova naturologia
NOTÍCIA DE ETIENNE GUILLÉ - GUIA DE MARCHA PARA A ETERNIDADE
I
1 de Julho de 1999
- Ninguém, que eu saiba, designou até hoje de cosmobiologia o método criado pelo biólogo francês Etienne Guillé.Nem ele próprio, nos quatro livros que até hoje publicou, usou talvez essa palavra.
No entanto, aos que estudam a gnose vibratória de Etienne Guillé impõe-se, cada vez mais, a necessidade de o enquadrar num sistema de conhecimento onde a sua obra aparece, e ainda bem, sistematicamente desenquadrada.
Se falamos de Ecologia, por exemplo, terá de se reconhecer que todo o trabalho teórico e prático de Etienne é uma sistemática investigação das relações crónicas e sincrónicas entre meio endógeno (o que poderemos chamar de microcosmos) e o meio exógeno (que deveremos designar de macrocosmos).
Mas deverá, para nos entendermos, acrescentar-se que é uma ecologia alargada, se a compararmos com todos os sistemas hoje em presença e que se resumem ao planeta Terra, a um telurismo que, sendo a base, não é com certeza e de todo a pirâmide energética completa.
De facto, as ecologias em uso limitam-se à esfera física, terrestre e, quanto muito, num esforço sobrehumano, ao que poderemos chamar Cosmos de 1ª instância que é o sistema solar.
Também haverá quem note, no trabalho pioneiro de Guillé, um nítido parentesco com a démarche que os cientistas da ciência estabelecida chamaram teoria quântica - e que vai da mecânica à física e da física à biologia quântica.
A «única» diferença entre Etienne Guillé e os teóricos quânticos é que ele:
g) Mais: ao reencontrar a kaballah, pela linguagem vibratória de base molecular (acessível a todos os que seguirem e praticarem o método), ele reencontra também algumas das grandes áreas de conhecimento do sagrado, de gnose (conhecimento prático) do sagrado, nomeadamente :
Mas é aqui que o trabalho de Guillé defronta a sua primeira grande dificuldade didáctica, como método de conhecimento/auto-conhecimento.
É a nomenclatura, o grande pedregulho com que se defronta o novo paradigma nas ciências humanas e nas ciências físicas.
A Torre de Babel não é um (apenas) mito mas um facto histórico. A confusão das línguas marcou uma época, uma era da história da humanidade.
E o restabelecimento da linguagem original e primordial que é a linguagem vibratória de base molecular, (re) descoberta por Etienne Guillé, dá a cada um de nós a possibilidade de aceder em directo a essa linguagem das origens, de onde emana, como é óbvio, a informação essencial e fundamental que nos deverá orientar no novo paradigma.
Por isso, a propósito do autor de «L'Alchimie de la Vie», se pode falar de Nova Naturologia, embora a terapia , no seu método, seja apenas uma decorrência natural e normal no próprio processo de conhecimento/autoconhecimento, como aliás sempre foi desde as origens mágicas da medicina, hoje completamente perdidas, subvertidas e pervertidas.
A vanguarda científica do conhecimento reencontra, em Etienne, as suas mais remotas raízes.
O que também traz alguns problemas de comunicação pública, os tais pedregulhos em que falei na rota do conhecimento.
Com o contributo de Etienne, podemos ver claramente de que forma algumas das ciências sagradas se degradaram com o decorrer dos séculos e das várias vicissitudes históricas: a astrosofia degenerou em astrologia cármica, a alquimia em química mortífera, a magia em medicina que mata e não cura, a numerologia em asséptica matemática e a geometria sagrada em geometria vulgar.
Falando de cosmobiologia, por exemplo, logo haverá quem julgue que estamos a falar de uma de 2 coisas actualmente comercializadas, ou de ambas:
Não é importante mas devemos entender-nos sobre o que falamos quando falamos de cosmobiologia de Etienne.
É que ele empreendeu, em termos de ciência ocidental e a partir dos dados da ciência ocidental , o que estava literalmente por fazer no ocidente: a ligação óbvia, evidente, imperativa entre cosmos e biologia, céu e terra, macro e microcosmos, genes e antigenes cósmicos e genes antigenes da célula.
O Ocidente teve de ir à China e ao Japão para retomar os fios de uma cosmobiologia que no Ocidente se perdeu, talvez por conspiração cósmica ou por outras razões mais terrestres e mesquinhas.
Temos assim que o Ocidente anda hoje às apalpadelas, à procura daquilo que perdeu e que teve mesmo aqui ao pé de si nas abas do mediterrâneo, com os três grandes legados cosmobiológicos que foram: o egípcio, o sumério e o hebraico.
O homem ocidental teve esses legados mesmo aqui ao pé mas perdeu-os, perdendo assim as suas próprias raízes e a memória dos seus fundamentos, os alicerces do templo. Ao que se deve, aliás, a sua compleição de boneco desarticulado muito semelhante ao pinóquio da fábula. (ver diagrama)
E vai, mais uma vez, parcelarizando e sectorizando o que faz parte do mesmo todo, o que sempre fez e fará parte do mesmo todo :
são alguns dos descaminhos que o ocidente tem percorrido à procura do caminho.
Só que a ciência ocidental, minada pelo seu vício estrutural - a análise - não consegue nunca apreender o todo nas partes que compõem o todo e continua com esse problema por resolver.
A vantagem didáctica e propedêutica do método de Etienne é que ultrapassa, desde que se pega no pêndulo, essa e todas as dicotomias com uma agilidade de corça selvagem.
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<noticia2>
CIÊNCIAS A PIQUE
A cosmobiologia de Etienne pode ter consequências inevitáveis sobre algumas das ciências estabelecidas, como por exemplo a Arqueologia.
Galgando uma escala de tempo que nos poderá parecer vertiginosa porque tem mais a ver com a eternidade do que com as cronologias históricas, as «cassetes moleculares» (ver diagrama) que Etienne descobriu com as memórias de todos os espaços e de todos os tempos lineares, desafiam a pequenez das cronologias em que a arqueologia actual se move .
Um espaço de 30 mil anos é, para a arqueologia existente, um esforço titânico.
No entanto, com a grelha universal ou grelha das letras e até com a simples grelha dos metais, a detecção de datas tão remotas é feita, pode ser feita em directo.
Mas não é só na arqueologia oficial que a linguagem vibratória de base molecular pode fazer (involuntariamente) alguns estragos.
Também a psicologia nos aparece obsoleta, desde que a famosa dicotomia entre psíquico e somático desaparece como por encanto, quando se assume a triunidade do potencial energético do ser humano, o potencial vibratório proposto por Etienne segundo as mais remotas tradições: Corpo, Alma, Espírito - verificamos então - não é uma nomenclatura psicologística, como durante um século se disse com o advento da chamada psicologia experimental mas uma realidade física e vibratória, detectável e mensurável pelo pêndulo de radiestesia.
A psicologia moderna diz que progrediu, exilando do seu estudo a alma. Deu o que deu e está á vista de todos.
Esta agonia de uma ciência tão largamente lucrativa para sectores tão vastos da sociedade de consumo não vai ser fácil e deverá ter sérias repercussões o emprego de muitos profissionais. Mas como ninguém foge ao imperativo cósmico, o melhor é mesmo ir preparando as alternativas à psicologia em ruínas, alternativa claramente proposta por Etienne que, sem nunca usar a palavra, aponta para a noologia ou ciência das energias como ciência do espírito, tal e qual Aristóteles disse e Helena Blavatsky recordou na sua obra monumental «Ísis sem Véu».
Quase sem darmos por isso - uma nova identidade surge deste encontro com a cosmobiolgia de Etienne : a perfeita identidade de natureza entre
podem ser, finalmente, ligados por sinais de igual-
Assim:
bioinformação = bioenergia = memória = matéria = consciência
Sempre sem qualquer intenção de destronar os poderes académicos e universitários estabelecidos, a verdade é que a gnose vibratória vai fazendo, silenciosamente, algumas razias.
Psicanálise e Psicologia são duas ciências modernas que a gnose vibratória, no mínimo, relativiza.
De facto, ao estudar a bioenergia e estando por ela abrangidas as zonas vibratórias de consciência a que vulgarmente se chama psiquismo e parapsiquismo (quando não mental e mentalismo) temos a noologia de Guillé (a sua gnose vibratória, a sua física das energias) automaticamente no lugar dessas duas disciplinas.
E com uma nomenclatura própria, que rejeita a nomenclatura académica quer da psicologia quer da parapsicologia.
Quando se mostra o diagrama dos 7 corpos segundo Rudolfo Steiner - com o qual quadro Etienne trabalha - fica claro 2 coisas:
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No campo das terapias vibratórias, é avassalador o contributo da gnose vibratória de Etienne. Quando fala do mundo vibratório, sente-se que ele está em sua casa.
Basta lembrar a floralterapia descoberta por Edward Bach, para constatarmos 2 coisas:
a) de que forma genial Edward Bach intuiu o que só, 100 anos depois, a gnose vibratória de Etienne pode confirmar experimental e numericamente.
Edward Bach conhecia o poder sublime das flores, só não sabia que esse poder deriva de as flores vibrarem naturalmente ao nível N 32, o que significa três oitavas acima do que normal e vulgarmente o ser humano vibra.
De facto e embora o seu potencial seja de 7 níveis vibratórios, a maior parte das vezes nem o primeiro (N8) ele desenvolve.
A proposta de Etienne, com a grelha dos metais, é que, no mínimo, o ser humano, começando por vibrar N8 com os metais, passando a poder vibrar N6 e depois N24, possa, ainda nesta incarnação, vibrar no mínimo N32 que é o que vibram as flores.
Mas se falamos das flores e seu nível de frequências vibratórias (que em radiestesia se designa por N) , logo teremos que evocar duas outras naturezas mágicas do mundo vibratória próximas do sublime:
Ao evocar as árvores, logo ocorre o que a gnose vibratória de Guillé contribuiu para o conhecimento dos cogumelos que, parasitando as árvores, podem tirar delas, multiplicando-as, as energias de frequências vibratórias excepcionais, eventualmente curativas e terapêuticas.
Guillé cita o cogumelo amanita muscaria - que seria o soma dos hindus - mas poderia citar muitos outros. Lembro, por exemplo, que um dos mais potentes anticancerígenos é o viscum album, também parasita de algumas árvores.
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Ao reencontrar as origens, a linguagem vibratória de base molecular, descoberta por Guillé, levanta sem o mínimo esforço, a cosmobiologia que se contém no aforismo mais célebre de Hermes Trismegisto, o que está em cima é igual ao que está em baixo.
É uma forma singela de exprimir a lei da ressonância vibratória restabelecida por Guillé, via pela qual ele desagua na nova/velha ciência que é a Cronobiologia.
Velha ciência, porque a cronobiologia chinesa é, por exemplo, a mais antiga que conhecemos e que existe, há séculos, em estado de perfeição.
Nova ciência porque, por várias vias o Ocidente tenta lá chegar, através de afluentes tãp interessantes como a sincronicidade de Carl Gustav Jung.
Mas também aqui topamos o pedregulho da especulação mediática e populista: e o que é apenas simples ciência exacta - a cronobiologia - transforma-se, nas mãos de cartomantes e oportunistas, em técnicas de adivinhação.
Temos de conviver com mais esse pedregulho que constantemente se atravessa no actual caminho do conhecimento.
À conta de nova era, de era do Aquário, de novo milénio, vamos tendo de gramar toda a mistificação e todo o charlatanismo que em nome das energias comercializam as relações céu-terra.
Relações céu-terra que têm, aliás, um pedregulho tradicional no caminho: o das religiões, que tem feito todos os estragos conhecidos.
Religião há muito que deixou de ser religação e é por isso que o ioga, tibetano ou hindu, volta a ter vigência no Ocidente, nessa tarefa hercúlea de religar céu e terra.
Digamos que astrologia, yoga e religião, na melhor das hipóteses, ligam um céu muito humano e uma terra muito desumana.
E quem estudar a cosmobiologia de Guillé compreenderá porquê, distanciando-se natural e normalmente dos equívocos que são a astrologia, o ioga e as religiões.
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<adeg-0-eg> sábado, 12 de Outubro de 2002 – editar on line urgente – big bang do gato das letras
< adeg-0><adeg-1>big bang do gato - Revisão: domingo, 30 de Novembro de 2003
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O 6º SENTIDO DA RADIESTESIA (*) E A NOVA IDADE DE OURO NA OBRA DE ETIENNE GUILLÉ
por Afonso Cautela [Opúsculo publicado em...]
1 - Há cada vez mais pessoas, em Portugal, que leram Etienne Guillé, autor francês, biólogo molecular, professor na Sorbonne e investigador do Cancro no Instituto Curie.
Considerado, por muitos, o maior sábio do nosso tempo, Etienne Guillé é, de facto, e depois de Raimundo Lull, esse monstro da Idade Média, o segundo grande génio que a humanidade, apesar de tudo, conseguiu parir.
Não parece possível, por estes tempos mais próximos, encontrar nenhum autor que, em tão poucas páginas (2050 páginas é a soma dos 5 livros publicados) tenha levado tão longe, na teoria e na prática, a aproximação metódica das 12 ciências sagradas (Alquimia, Magia, Astrologia, Numerologia, Kaballah, Teurgia, etc) e algumas ciências profanas de ponta (Física Quântica, Cibernética, Análise de Sistemas, «Deep Ecology», Biologia Molecular, Termodinâmica dos Fluidos, Astronomia, etc) numa poderosa síntese que de sobrehumana tem muito e de divina quase tudo.
Ora, tudo isto foi conseguido com uma única aparelhagem de medida: o ser humano e suas potencialidades (escondidas, ignoradas, esquecidas e alegadamente perdidas). Potencialidades que o trabalho com o pêndulo de radiestesia holística visa acordar, desenvolver e multiplicar (potenciar), desde o 1º minuto em que se toca um metal, uma cor, uma qualquer estrutura vibratória e se abre o suporte do nosso ADN molecular ao vasto e infinito universo das energias subtis.
Daí que a radiestesia holística, o 6º sentido que estabelece a relação entre micro e macrocosmos, entre infinitamente grande e infinitamente pequeno, entre Deus e ser humano, seja, na obra de Etienne, o ponto de partida mas jamais um ponto de chegada.
Sem limitar a obra de Etienne à radiestesia, o trabalho com o pêndulo é, no entanto, o seu utensílio indispensável, para ler e alquimizar a outra luz toda a informação hologramaticamente nela contida e que, no fundo, é toda a sabedoria do mundo em 5 volumes, a saber: «L'Alchimie de la Vie» (1983), «L'Énergie des Pyramides et L'Homme» (1989), «La Langage Vibratoire de la Vie» (1990), «L'Homme entre Ciel et Terre» (1994) e «L’Homme et son Double» (2000).
2 - O apoio didáctico à leitura alquímica da obra de Etienne tem sido dado, em Portugal, por Patrice Kerviel, sua filha e mais fiel transmissora do seu pensamento, e Jean Noel Kerviel, o casal que, desde há mais de oito anos, realiza regularmente em Lisboa seminários sobre Radiestesia e Alquimia.
Esse trabalho de transmitir informação sobre o método iniciático de Etienne Guillé, tem sido coadjuvado, através dos chamados «seminários intercalares», por alguns portugueses, nomeadamente Maria Correia Pinto, Manuel Fernandes, Afonso Lopes Vieira e José Carlos Alverca.
Face à complexidade da abordagem realizada por Etienne, é urgente, no entanto, que sejam criados Grupos de Estudo para afinar e aprofundar o imenso trabalho que a obra de Etienne reclama. E, mais tarde, será necessário que surjam grupos de «recherche», tantas vezes sugeridos por Patrice Kerviel, a mais fiel intérprete do método iniciático criado por Etienne Guillé.
3 - A urgência de fazer uma leitura correcta e criadora de Etienne, prende-se com a própria sobrevivência humana neste Planeta e com as datas da mais recente história cósmica que a própria equipa de investigação, em Paris, esteve em condições de estabelecer com inaudito rigor: o começo do apocalipse (a esfinge «falou»), em 26 de Agosto de 1983 e, depois, toda a história cósmica que a nova Era do Aquário, então nascida, implica. Com as consequências, para a vida terrena e para o ser humano incarnado, que se calculam mas que as dezenas de grupos esotéricos não estão (ainda e já) em condições de poder avaliar na sua exacta dimensão.
Sem que façam a mesma abordagem realizada por Etienne, não irão consegui-lo.
4 - A escala (de tempo e de espaço) em que Etienne trabalha é, na opinião de alguns, perfeitamente vertiginosa para os nossos hábitos domésticos e aos nossos olhos pouco habituados à Luz Branca, olhos desacostumados de ver o invisível.
A urgência de fazer uma leitura correcta e auto-criadora da obra publicada por Etienne prende-se, pois, com a própria urgência humana de ultrapassar os impasses do Apocalipse, de tomar o comboio do Novo Cosmos e de merecer a prenda órfica (verdadeira oferta dos deuses) que é a energia vibratória da Era Zodiacal do Aquário (vibrando entre Fi1 e Fi 31), como a equipa de Etienne registou.
5 - A urgência em aprender radiestesia holística segundo Etienne Guillé, prende-se com a urgência em salvar, não já e não só a nossa (primeira) pele, mas em salvar também a nossa segunda pele chamada Alma: tudo isto, claro, para reconquistar o espírito de que todas as mil e uma escolas espirituais hoje no terreno se dizem caminhos de acesso a.
6 - Essa, precisamente, é a big questão: todas as escolas, de rosacruzes a maçónicos, de antroposóficos a budistas, de hinduístas a adeptos da meditação transcendental, de espíritas a teósofos, estão inevitavelmente obrigadas a fazer a «revisão da matéria dada» a que Etienne procede, com uma meticulosidade exemplar. (A radiestesia holística é uma permanente revisão crítica de si própria).
7 - A urgência em estudar Etienne tem a ver também com um risco iminente: de facto estamos em vias de perder de novo, após 41 mil anos de Queda, a primeira e última oportunidade de adiar a Catástrofe, evitar a 2ª queda e reconstruir, sobre os escombros do Apocalipse, a Nova Idade de Ouro. Nunca as condições cósmicas, em termos de era zodiacal, foram tão favoráveis e propícias. Nunca as condições no Planeta Terra (como é óbvio) foram tão adversas.
Para reencontrar o perdido Fio de Ariadne, o método de Etienne é o mais rápido, seguro, fiável. Aprender a pegar no pêndulo de maneira correcta e como Etienne ensina é aprender cada um a pegar no destino de cada um e no Fio de Ariadne que conduz ao seu próprio espírito: sem manipulação, sem mestres, sem vampirismo, sem parasitismo, sem egrégoras, sem controle mental e, acima de tudo, sem as armadilhas do Poder, intrinsecamente ligadas às armadilhas do ego. A palavra «piège» é talvez a que mais vezes ocorre nas páginas de Etienne...
8 - De forma subtil e quase sem ninguém notar, Etienne dá um contributo fundamental à abordagem quântica que, há um século, se tornou, para a ciência ordinária, uma espécie de incontornável pedregulho.
Usando a palavra «quântico» apenas umas 2 ou 3 vezes, no máximo, ao longo das suas 2050 páginas, Etienne recria toda uma abordagem quântica que a ciência ordinária tem tentado, com relativo êxito, realizar.
Estabelecida em 1900 pelo físico alemão Max Planck e mais tarde acrescentada com a teoria da relatividade de Einstein, a teoria quântica tenta explicar cientificamente a informação oriunda, em 1ª mão, de várias fontes modernas e tradicionais (o que Etienne faz a um ritmo galopante). Pela teoria quântica é possível estabelecer um «campo unificado» onde convergem técnicas e ciências, das mais antigas às mais modernas, e que neste momento ainda se consideram em separado como se não fossem, como de facto são, ramos da mesma árvore. Depois da ilusão holística (Fritjof Capra, por exemplo), o caminho ficou outra vez vazio.
O estudo de Etienne tem, assim, como um dos seus muitos objectivos:
Entroncam no conceito de medicina quântica (ou ondulatória) disciplinas «modernas» tais como: Cromoterapia, Cura Quântica (Deepak Chopra), Homeopatia, Musicoterapia, Iridologia Holística, Oligoterapia, Terapia dos Remédios Florais (Edward Bach), etc.
Ou grandes sistemas clássicos como:
A radiestesia holística, como sexto sentido, apenas potencializa (sinergiza) todas as técnicas vibratórias hoje largamente utilizadas.
9 - Resumindo e concluindo - e na impossibilidade de resumir em 2050 linhas o que Etienne escreve em 2050 páginas - há que exagerar, afirmando:
Etienne é um dos dois grande génios que a humanidade teve, sendo o outro o alquimista Raimundo Lull;
as 2050 páginas de Etienne são a obra mais importante desde o «Big-Bang»...Talvez, como queriam os alquimistas, a «grande obra»
só no «L'Homme entre Ciel et Terre» (505 páginas) está contida, em «holos», toda a sabedoria do Mundo: Etienne oferece-nos de bandeja, em um só volume, toda a revisão de toda a matéria dada desde o princípio do Mundo: quando, qualquer uma das centenas de escolas esotéricas, religiosas e espirituais hoje no terreno, nos dão, na melhor das hipóteses, um fragmento do fragmento dessa matéria: e, regra geral, em muito mau português...
pela primeira vez, em 41 mil anos, foi explicado, pela equipa de Guillé, a partir de 26 de Agosto de 1983, o mecanismo vibratório do Cancro e apontada a via da Profilaxia e da Cura da mais maldita das doenças humanas – talvez a única doença verdadeira.
Etienne ensina os meios básicos - o alfabeto, a gramática(fonética, morfologia e sintaxe) - de uma nova «linguagem vibratória de base molecular», ou seja, o primeiro idioma universal depois de Babel, ou seja, a linguagem do Sagrado, ou seja, o diálogo em directo com deus
de todas as armas contra o horror e o terror moderno, o 6º sentido do Pêndulo é a mais poderosa, a mais completa, a mais eficaz, a mais barata, a mais fiável, das armas de auto-defesa, pois potencializa as outras armas que, desde as energias às medicinas alternativas, os ecologistas foram os arautos e pioneiros desde há 25 anos
a Radiestesia, em Etienne, é apenas o Fio de Ariadne que nos ensina a caminhar no Labirinto da Existência, ajudando, portanto, a relacionar todas as 12 ciências sagradas entre si (Alquimia, Magia, Astrologia, Kaballah, Numerologia, Teurgia, etc), algumas das ciências profanas entre si (Biologia Molecular, Termodinâmica, Física Quântica, Deep Ecology, Análise de Sistemas, etc) e destes dois modelos de ciência (o sagrado e o profano) entre si.
10- Portanto e por agora: bom dia a todos e «bonne Chance».
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(*) O entendimento restritivo que sempre se faz da palavra radiestesia, e que nada tem a ver com a amplidão que Etienne Guillé lhe dá, levou à necessidade de cunhar novas palavras: Radiestesia Holística ou Alquímica, por um lado, e Gnose Vibratória, por outro, designando a globalidade da démarche realizada por Guillé, são neologismos de que me responsabilizo e os quais me honro de ter criado. Mas que ninguém, dos radiestesistas (nem portugueses nem franceses), me agradeceu...
É a minha pequena homenagem a Etienne.
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15704 caracteres <aas-1><adn><manual> aas = aos amigos seminaristas
COMUNICAÇÃO AOS MEUS COLEGAS SEMINARISTAS SOBRE AS DIFICULDADES DE INTERCOMUNICAR EM RADIESTESIA - I
6 de Outubro de 1994
1 - Por mais que as energias vibratórias sejam um belo ballet, tal como o pinta poeticamente Etienne e o Manuel repete (seminário de --13/Dezembro/1992), não têm necessariamente que ser uma trapalhada. Há, portanto, que recontar, com calma, essa das energias vibratórias, abaixo e acima do espectro electro-magnético, de preferência face ao diagrama que o Jean Noel Kerviel criou (mandou desenhar) e publica no seu livro «L'être Humain et les Énergies Vibratoires». Esse diagrama pode ser um bom princípio do fim. Mas de modo algum deve usar-se para transformar o que é (ainda) claro como água - porque são factos, apenas factos - numa autêntica e indescritível trapalhada.
Temos, por exemplo, de saber distinguir o complexo do complicado, temos de explicar em vez de complicar e não criar mais confusão nas cabeças além daquela que já existia. A Radiestesia não pode vir criar mais confusão mas dar meios concretos às pessoas para se defender da confusão reinante.
2 - Por mais níveis de leitura que os egípcios tenham recomendado (tudo bem, não estou contra), por mais que a lógica salte - tenha que saltar - quando nos aproximamos do grande continente perdido do inconsciente colectivo - onde está tudo -, por mais que a magia, a astrologia, a alquimia, a aritmosofia e a teurgia ( 5 apenas das 12 ciências sagradas), se baseiem nos princípios que nada têm a ver com a ciência ordinária moderna e por mais que as leis de ressonância cósmica se sobreponham, de baixo para cima, às leis que regem o mundo vibratório compreendido no âmbito restrito do espectro electro-magnético, por mais que os espaços tempo lineares sejam limitantes e a verdadeira vida se viva nos espaços tempo transcendentes, ou melhor ainda, no a-espacial e no a-temporal (sem espaço nem tempo), a verdade é que teremos sempre, como seres incarnados, de contar com as leis do espaço e do tempo, com a lógica aristotélica do terceiro excluso, com as leis que regem o espectro electromagnético, com as descobertas da ciência ordinária, essa megera (e é disso prova o trabalho cansativo de Etienne Guillé no âmbito chatíssimo da biologia molecular), com o mundo diurno da razão pequenina, com a lista de ciências ordinárias que nos chingam a paciência mas que acabam sempre por ocupar na obra de Guillé e nos seminários de Jean Noel, uma desmedida importância.
3 - Se temos que continuar a gramar a ciência moderna, se temos de continuar a ouvir que afinal um antibiótico até nem sequer é coisa assim tão perniciosa, se temos de continuar a ir para o estúpido emprego todos os dias completamente sem defesas, se temos que continuar a suportar toda a gama de energias nocivas que nos atacam ao nível do espectro electro-magnético - onde a ditadura electrónica, por exemplo, é um ver se te avias - então acho que, quando se começa a pegar no mundo subtil das energias vibratórias, deveríamos fazê-lo com calma e sem o ar de que estamos a atirar amendoins a macacos.
4 - Teremos, para começar, que começar pelas coisas comezinhas e que anteriormente já tínhamos: o suporte vibratório, por exemplo, que é o nosso corpo composto por 600 biliões de células - e em cada célula quilómetros de cadeia de ADN.
Teremos de começar, por exemplo, na lógica aristotélica que diz que uma coisa é uma coisa e não outra coisa ao mesmo tempo, temos de começar por um primeiro e único nível de leitura (antes de chegar aos outros dois) para saber do que se fala quando se fala de alguma coisa e teremos que nos orientar nos espaços tempos lineares enquanto não tivermos adquirido a técnica de nos movermos nos espaços-tempos transcendentes, ou mesmo e até no a-espacial e no a-temporal.
Não era má ideia, por exemplo, que algum dos nossos seminaristas nos explicasse se espaços tempos transcendentes é a mesma coisa que não espaço e que não tempo.
Mas isto de saber se uma coisa é uma coisa e não outra, é de facto o grande bico de obra do discurso que nos transmitem, a pretexto, claro, dos tais 3 (e não um) níveis de leitura. Eu já me dava por feliz que ao menos um nível fosse legível...
5 - Antes de levantar voo para altas esferas - prometem-nos mundos e fundos, é verdade - bom seria que tivéssemos a humildade e honestidade de ir percorrendo, passo a passo, etapa a etapa, o itinerário subtil que temos a percorrer.
Essa é uma crítica que assumo com toda a frontalidade. De facto, a pretexto de altos voos, atiram-nos para verdadeiros chafurdos de confusão. A pretexto de que há ideias que estão viciadas por MAGA - a ideia de karma, por exemplo, ou a ideia de reincarnação - atiram-se as ideias pró lixo e cultiva-se alegremente a pura arbitrariedade mental. E digo arbitrariedade porque as palavras estupidez e idiotia me parecem demasiado fortes.
A pretexto de vários níveis de leitura, nunca sabemos do que estamos a falar quando estamos a falar seja do que for.
6 - Ou seja: a essência só se consegue a partir da existência e a eternidade é na incarnação que se conquista. Não vejo que os nossos seminários sejam orientados para este grande e supremo objectivo. Anda-se a boiar, a ziguezaguear, a patinar no gelo (mas sem patins), a navegar sem rumo, ora para a direita ora para a direita.
Desorientação não significa iniciação, por amor de deus. A disciplina (direi mesmo ascetismo) é indispensável como rampa de lançamento para mais ambiciosos e indisciplinados voos. Foi o único ponto - este do ascetismo - em que discordei da Patrice.
Dizer às pessoas, como alguns terapeutas dizem, que podem comer de tudo e ainda haver terapeutas que se riem dos que praticam uma macrobiótica inteligente e aberta (aprendida nos erros da experiência) é francamente lamentável, não abona nada um método, e põe em causa o rigor da Radiestesia, ou pelo menos da Radiestesia que nos é transmitida, com todo o rigor e coerência, por Etienne e Patrice. Acho que, em boa parte, andamos a fazer uma caricatura do que por eles nos é dito.
7 - Por mais que o processo de iniciação seja labiríntico, o primeiro passo que lá leva tem que ser claro, lógico, acessível aos nossos 5 sentidos e ao humano do ser humano. Com o pretexto do absoluto não transformemos este caminho do conhecimento em mais uma via de violência e de terrorismo verbal ou mental.
De violência temos à-vondo e se mais nada a radiestesia puder ser, quero para mim que ela seja apenas uma técnica de defesa contra a violência, a entropia, a maldade, a desonestidade, a mentira, a manipulação mediática, a alienação, o hedonismo do consumismo, a arrogância do poder, o autoritarismo, etc., etc.
8 - Sob o pretexto de atingir o espírito, não podemos desprezar o corpo (os sete corpos) e tudo o que a experiência nos ensinou para terapêutica natural do corpo. É perfeitamente criminoso (e acho que deverão responder por isso) o que alguns terapeutas andam divulgando junto dos doentes sobre a função da macrobiótica como regulador do corpo energético.
Etienne Guillé, no seu último livro, até fala, uma vez em «comida saudável»... Já não é nada mau.
Mas a ignorância não pode justificar a insolência. Se há terapias energéticas que devem ser «salvas» do cataclismo em que a Radiestesia coloca, com alguma razão, tudo o que anteriormente estava feita em matéria médica, a macrobiótica é das poucas terapias energéticas a salvaguardar como recurso de emergência quando não só falha a medicina oficial (que é total e completa falência), como falham também as outras terapias, que só recomendam asneiras, como falha a própria radiestesia que, em matéria de terapia do Cancro, por exemplo, é de um primarismo lamentável e confrangedor.
O próprio Etienne Guillé, se tem páginas geniais sobre mil assuntos, temos de reconhecer que no diagnóstico e terapêutica do Cancro como doença do terreno é ultraprimário: ele só reconhece as abordagens da medicina oficial ( que nem como terrorismo puro se deve admitir).
9 - Que o Cancro seja uma doença cósmica, já é discutível: de duas uma, ou todas as doenças o são, ou não é só o cancro que o é, mais a SIDA, mais a esclerose em placas, mais as neuroses e psicoses. Basta de enormidades: Qualquer dos nossos professores terá que suar muito para demonstrar que essa tese das doenças cósmicas - a que também se chamou doenças iniciáticas, vá lá saber-se porquê - tem fundamento e qual é esse fundamento.
Tenho humildade suficiente para ter abdicado de muitas convicções, desde que me pareça que a Radiestesia tem respostas melhores a milhares de perplexidades humanas.
Mas, no caso concreto do Cancro e dos doenças em geral, enquanto a Radiestesia não se mostrar também como uma terapêutica, não admito que me venham criticar ou ridicularizar aquelas autoterapias que levei anos a experimentar, em luta contra a obscenidade médica.
Não admito desarmar-me outra vez, para ficar outra vez entregue à bicharada médica e cirúrgica. Porque é o que a Radiestesia está fazendo através dos seus tradutores, inclusive quando, com espanto de todos, os próprios terapeutas nos dizem, dia sim dia não, que aquilo não é uma terapia. Isto dito por pessoas que logo a seguir dizem ter aberta marcação de consultas, acho que foi a melhor gozação com que, nestes dois anos, nos brindaram: ainda que, infelizmente, não tivesse sido a única.
10 - Quando se fala de Cosmos, por exemplo, há que definir de que Cosmos estamos falando em cada momento. Por mais que definir seja limitar, etc., etc. Porque umas vezes o Cosmos é o Cosmos I (MEAI GAO GOC) e outras vezes é o Cosmos II (MAGA GAU GAS) e outras vezes não é um nem outro, antes pelo contrário, mas um dos restantes 17 ou quiçá 26, que os textos de Jean Noel referem. Eu dava-me por feliz se conseguisse ao menos saber de um...
11 - Depois, por amor dos deuses, é imprescindível situar no espaço e no tempo o que existiu (decorreu) no espaço e no tempo. E é de uma história do Cosmos que falamos, de facto, quando os nossos seminaristas nos falam, por exemplo, de Atlântida ou da Lemúria, quando nos dão com uma «grande precisão» a data de 26 de Agosto de 1983 como de uma viragem cósmica, quando nos dizem que surgiu a energia da esfinge (quando, onde, como, por quê e por quem) e logo outra se lhe «opôs» - a da Ordem Negra , assim que surgiu a energia da Pedra Filosofal e logo outra se lhe opôs - a da anti Pedra Filosofal, que surgiu a energia do Escaravelho de Ouro e logo outra se lhe opões - a de anti-Khéper-Ré.
12 - Há igualmente que ser rigoroso quando se referem as eras zodiacais, há que situá-las no tempo cronológico, assim como há que traduzir o tipo de energia mais ou menos elevada que essas eras trazem à humanidade (se é que a humanidade já, em algumas delas, existia).
13 - Há que não deixar dúvida nenhuma sobre os factos, quando é de factos que falamos: se a Era do Aquário corresponde ou não corresponde, por exemplo, à referida viragem do Cosmos. Porque também nunca ficou claro - antes ficou tudo numa grande confusão - se a era dos peixes era o Cosmos II (MAGA GAU GAS) ou não era.
Então o Cosmos I será um aparecimento novo e esse aparecimento só se pode dever fisicamente falando a uma mudança de era. Até porque, meus amigos, nada é por acaso como nos dizem de 5 em 5 minutos. Mas é que às vezes tudo parece que aparece por acaso... Ou seja, a humanidade durante a Era dos Peixes terá perdido completamente a possibilidade de se religar ao Cosmos I.
Que não aparece e desaparece, mas que - penso eu - deve calmamente lá estar desde toda a eternidade para toda a eternidade. Falam-nos dos vários cosmos, no entanto, como se fossem cogumelos que nascem e morrem por esse universo fora completamente ao acaso.
14 - Ora se a religação ao Cosmos I é um acontecimento de tão transcendente importância - visto que marca o fim de uma era zodiacal e o princípio de outra - tudo deverá ser referido, neste ensinamento, em função dessa primeira prioridade e desse evento capital.
No entanto, nada é dito sobre os passos a dar (sobre o «como fazer», o «know how») para a famosa aliança com Elohim. Mesmo que a pessoa esteja muito motivada para fazer essa aliança, o que lhe continuam a contar são histórias da Carochinha, adn's pra aqui, adn's pra acoli. Isto, embora o Manuel tenha referido que até nem é preciso saber muito biologia para compreender a radiestesia... Bom, então, talvez fosse daquelas coisas que se podiam reservar para as horas de recreio e não para os seminários.
15 - Comparativamente à importância de uma tal démarche - a aliança com Elohim - tudo o mais deve ficar para depois de se saber muito bem o que há a fazer para ir ao encontro desse grande encontro. O resto são tretas, por mais filosofia que sejam.
Toda a gente - incluindo os seminaristas - enfatiza o acesso à nova Idade de Ouro (que se identifica com a sintonia com o Cosmos I) mas, se formos a ver, o que é que se aprendeu para começar a construir a Nova Idade de Ouro nestes dois anos... de prata?
Conversas de ADN, de zonas de regulação, de genes de estrutura, não são de certeza as mais prioritárias para cada um encontrar, no meio do Caos, o caminho da ordem. E são essas histórias que nos continuam a contar. Antes contos de fadas (com a).
16 - Se é na alma e nas sete «camadas» da alma (camadas é mesmo um palavrão horroroso) que se passa todo o trabalho de alquimia interior, são as nove camadas da alma que temos de esmiuçar, de testar, de praticar, de virar do avesso, de aplicar à prática quotidiana, ao diagnóstico, à observação de alguém que temos diante, são as camadas da alma que temos de marrar, etc, etc.
17 - Se a magia, por exemplo, se baseia nas correspondências cósmicas e na lei da ressonância, isto é, com certeza, outro dos esquemas que mereciam aturada e persistente revisão e desenvolvimento, sempre na perspectiva da sua aplicação.
E não me venham dizer que toda a aplicação humana é reducionista. Evidentemente que é. Mas temos de sacrificar alguma coisa à humanização, ou não? O resto são desenvolvimentos que, quem quiser, tem nas obras de Guillé e nos seminários da Patrice.
Filosofia e da boa é o que não falta nos seus textos admiráveis. Acho que nós - todos nós, seminaristas - devíamos era trocar as nossas próprias experiências e com isso progredir, em vez de continuarmos a filosofar barato. Ou antes: temos todo o direito de filosofar barato, mas isso devemos fazê-lo em família, ou para o papel (higiénico).
É pelo menos o que eu faço, à porta fechada: desde o princípio da radiestesia que escrevo um diário de navegação. Mas acho que não devo erigir esse diário de confissões em matéria de alta filosofança para as massas.
Chega de seminários com filosofias.
Vamos mas é saber como se faz, como se pega no pêndulo, como se fazem traduções, como se garante uma grelha não viciada, como...
É tempo de nos irem ensinando - ou de irmos aprendendo - step by step - como se diagnostica uma pessoa - sádia ou doente não interessa - , como se lê energeticamente uma pessoa, como se faz um transfert bem feito, como se manejam, na prática, as energias, como nos defendemos das nocivas, como nos aliamos às positivas, como nos relacionarmos com este e aquele Cosmos, como nos relacionarmos com as energias, de que se continua fazendo uma listagem bastante balburdiada.
18 - O esquema das energias temos nós, no livro de Jean Noel. Pouco mais de 10 minutos serão necessários para descrever o que é um simples repositório de nomes e de factos e datas. Vamos é ver para que serve aquilo, quando e como se aplica, como se mexe.
19 - Há, por exemplo, que fazer as famosas traduções na grelha mas aprender a fazê-las bem feitas. Os seminários intercalares devem ser dedicados a esse trabalho. O resto, basta que nos remetam para os livros de Etienne - página tal - através de um índice onomástico que largamente e pacientemente ordenei em computador e que me deu uma trabalheira do caraças.
6 de Outubro de 1994
Afonso Cautela
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7342 caracteres <autot-4 ><adn><cartas><manual> diário de um aprendiz da radiestesia
CRÍTICAS AOS SEMINÁRIOS E SEMINARISTAS
30/9/1994 - O novo livro de Etienne Guillé, «L'Homme entre Ciel et Terre», vem aclarar uma grande zona do seu próprio ensinamento que se tornara muito obscura e confusa através dos seus divulgadores em Portugal.
De facto, à excepção de Patrice Kerviel, que, nos seminários, tem apresentado um discurso coerente e articulado, sem fissuras nem vazios nem zonas obscuras, todos os outros, ao retomar o ensinamento de Guillé, complicam mais do que explicam, obscurecem em vez de esclarecer. Os seminários - à excepção dos que a Patrice ministra - em vez de traduzirem a experiência pessoal e integrada dos monitores, são apenas transcrições verbais (e de ouvido) de muitos dos esquemas de Etienne, sem que o aluno consiga articular as diferentes peças que lhe aparecem desligadas.
2 - Por exemplo: os vários postulados do mundo vibratório, apresentados pelos nossos seminaristas, nunca se sabe porque aparecem e de onde aparecem: se há uma hierarquia de níveis vibratórios, porque são 14 e não outro número? Como se encaixam as pirâmides e porquê? As pirâmides têm existência real ou são apenas uma metáfora? Quando surge a hipótese das pirâmides, que se deve fazer à hipótese do ovo cósmico e das esferas energéticas nele encaixadas? Como se ligam uma à outra ou não se ligam? Que crédito dar à escala das energias apresentada no diagrama de Jean Noel Kerviel e que Etienne Guillé não apresenta em nenhum dos seus livros? Que crédito dar à classificação de energias nocivas e energias negativas? Porque têm as energias nomes tão heteróclitos? Porque se fala de energia do escaravelho de ouro, ou da esfinge, ou de Képer-Re - conotando claramente a fonte informativa na tradição egípcia - mas logo depois se fala da energia da pedra filosofal e das energias em X negativo ou das energias de magia negra ou das de ordem negra, ou das energias do agente secreto...
Há momentos em que esta variedade de nomenclaturas parece um catálogo. Deveria sempre assinalar-se a fonte cultural de onde emana cada designação: aliás, a situação histórica - no tempo e no espaço - de cada um dos conceitos explanados, era o mínimo que se podia esperar dos seminários, já que a construção filosófica de todo o processo se encontra exposta de maneira inultrapassável nos livros de Etienne e nos seminários da Patrice.
3 - Prosseguindo a grande balbúrdia em que se transformou, com tanta lição, o mundo vibratório descoberto por Etienne Guillé, passemos, por exemplo, à panóplia dos canais cósmicos: Jean Noel Kerviel, fala em 17 (porquê 17?), mas insiste-se particularmente naquele que se «virou», em 26 de Agosto de 1983: também ninguém até hoje explicou como e porque foi obtida essa data, nem o que é isso de uma viragem cósmica. Assim como ninguém até hoje nos traduziu correctamente o «renversement». Em matéria de traduções, então, é uma lista de palavras que continuamos sem saber o que são.
4 - Ninguém explicou, por exemplo, como foi obtido o quadro das eras zodiacais e respectivas frequências vibratórias, assim como ninguém ainda explicou o que é isso verdadeiramente de «frequência vibratória» e que diferença existe entre vibração de base decimal e vibração de base Fi. O Fi, aliás, foi motivo de uma cena, em pleno Hotel da Lapa, que nem vale a pena descrever, de tal modo foi indescritível. Pela parte que me toca, continuo sem saber o que é o Fi - outra noção fundamental - assim como o que são algumas das noções consideradas cruciais neste método. O facto de querermos ter acesso ao espaço tempo transcendente - dizem-nos - não significa que continuemos a respeitar as leis da lógica que regem o espaço-tempo linear. Enfim, como iniciação sistemática à estupidificação mental, parece que não há melhor receita do que a Radiestesia.
5 - Os esquemas e diagramas sobre o mundo vibratório apresentados por Etienne Guillé e por Jean Noel Kerviel, podem ser puramente imaginários mas, até agora, ninguém aclarou se são ou não são. Mesmo apenas como artifícios didácticos, a verdade é que são úteis e organizam hierarquicamente o mundo das energias subtis e nomeiam as várias formas, espécies e sub-espécies de energia, permitindo uma abordagem que até agora se fazia na mais completa abstracção. Curiosamente, porém, estes diagramas com as escalas hierárquicas não figuram nos livros de Guillé. Antes deste método, só a Macrobiótica - com a distinção entre yin e yang - e a acupunctura nos davam quadros relativamente minuciosos dessas energias: os pontos de acupunctura e os meridianos eram, até agora, o único mapa à nossa disposição para viajar no meandroso e invisível mundo das energias. O quadro proposto por Etienne Guillé e Jean Noel Kerviel, tem a vantagem de estar mais perto da nomenclatura europeia e das tradições de que nos encontramos cultural e geograficamente mais perto.
6 - Penso que há vantagem em vencer as possíveis relutâncias relativamente à nomenclatura usada por Etienne: no fundo, veremos que energias de escaravelho de ouro, energias da pedra filosofal, energias da anti-pedra filosofal, energias da esfinge, energias de magia negra, energias de agente secreto, energias da aliança com Elohim, energias de x negativo, anjos e arcanjos, alma divina e alma espiritual, são nomes, apenas nomes, sem qualquer conotação religiosa com os sistemas de onde porventura foram tiradas. Perante a grelha vibratória dos metais, o que importa mesmo é a ressonância vibratória de cada estrutura, de cada palavra: e essa é inteiramente objectiva, independentemente da conotação semântica das palavras.
7 - Poderemos concluir, no capítulo sobre o mundo vibratório, que a démarche alquímica, apesar de tudo, não é tudo mas é o princípio - a base molecular - de tudo, e que ela ocorre ainda no mundo negativo. Mas nunca se percebeu muito bem, ao longo de todo este tempo, o que é isso do mundo negativo, e se tem alguma coisa a ver ou não com o mundo da manifestação, o mundo da incarnação e o mundo transcendental, mais um triunvirato que não sabemos muito bem porque surge, como surge e porque se chama assim. Ou antes: este, até percebemos, a partir do momento em que (finalmente) a Patrice decidiu explicar que a grelha universal era a projecção, no plano, da quádrupla pirâmide da existência. Assim, lá conseguimos saber porque aparecia a grelha...
8 - A alquimia não é tudo neste método mas inicia uma sequência (hierarquia) de 12 ciências, que virá a culminar na Teurgia ou ciência de deus, passando entretanto pela Magia, Astrologia, Numerologia, Kaballah, (ver lista de ciências no seminário de Patrice Kerviel). O que era, no opúsculo de Jean Noel Kerviel, «Recherche de la Pierre Philosophale», a técnica para a procura e obtenção da pedra filosofal, restrito portanto à alquimia, vai-se deslocando, nas ulteriores obras de Etienne Guillé e no discurso de Patrice, para a mais vasta demanda do Graal, mito eterno de todos os mitos. Esta noção das 12 ciências sagradas, como bonecas russas metidas umas nas outras, imagem proposta por Patrice, é fácil de apreender e por isso serve de boa base a uma compreensão da dinâmica que nos é proposta aos saltos e em constante ziz-zag pelos outros monitores.
9 - Se os seminários intercalares fossem aproveitados a mostrar como se fazem transferts bem feitos, talvez fosse mais proveitoso para todos: a filosofia, de facto, e os diagramas das energias, bem nos basta o que Etienne vai contando. Aliás, a melhor forma de conduzir os seminários é cada um falar apenas daquilo que na sua prática quotidiana já integrou, aqueles pontos em que fez emergência com qualquer outro oposto e complementar, seja ele um autor, um livro, uma página, um pensamento, uma palavra que porventura o interpela.
10 - Claro que há respostas feitas para continuar justificando este método de trabalho sem método nenhum: estamos no espaço tempo transcendente - dizem-nos - e aí tudo é permitido; trata-se - dizem-nos - de conquistar o continente perdido do inconsciente e aí tudo fala a linguagem irracional dos sonhos; é preciso - dizem-nos - primeiro aumentar o nível vibratório para compreender determinadas noções; temos de aguentar stress atrás de stresses para poder «evoluir» e aumentar o nosso nível vibratório; lá mais pra diante logo percebemos; isto não é lógico e temos que perder essa mania de querer lógica em tudo; não podem fazer transferts porque ainda não estão preparados; a alimentação não tem importância nenhuma(?), porque tudo se passa ao nível das energias vibratórias; o alargamento da consciência é ao nível do inconsciente e portanto todos os progressos são, por definição, inconscientes;
11 - Depois é o jogo sobre o gume do contraditório: é perigoso fazer transferts mas há que ser ousado; não devemos trabalhar com a grelha provisória mas convidam-nos a fazer testes com a grelha provisória; nada disto é para decorar (mas a maior parte das noções, como não são explicáveis nem compreensíveis, são mesmo e só para decorar)
12 - Perante esta caótico quadro que nos tem sido mostrado - a pretexto de que se trata de um puzzle - cada um tem de procurar maneira de reorganizar os dados - tão baralhados - e reordená-los. Pela parte que me toca, tentei as listas alfabéticas de vocábulos, que me parece um exercício de ordenamento possível no meio da total desordem de nomenclatura. A pretexto, claro, de que o verdadeiro conhecimento é ao nível (do) inconsciente e de que não podemos constatar progressos ao nível do raciocínio lógico. Que este método é diferente e aponta para uma viragem total nos métodos tradicionais de transmitir a informação, não há dúvida: mas por isso mesmo é que necessita de novas formas de reordenamento, já que não é possível caminhar na anarquia. Aliás, como nos disse a Maria, em Abril de 1993, a ordem, o ritmo e o movimento, são indispensáveis a todo o trabalho alquímico. Talvez não fosse mau começar pelo princípio, ou seja, pelo ritmo, movimento e ordem na própria intercomunicação da informação.
13 - Informação é palavra-chave neste trabalho da Gnose Vibratória. E quando se fala de informação, subentende-se informação energética. Por isso Entropia/Neguentropia, são duas outras palavras-chave. E quando começa a listar-se as várias formas de energia, tudo continua a ser claro: mesmo quando se topa a energia do enxofre, a energia do mercúrio e a energia do sal, tudo é ainda claro se pensarmos que, com estes nomes, existem o metal Enxofre, o metal Mercúrio e o Metal Sal. Mas Metal é uma coisa e princípio filosófico é outra. Também não está escrito nem claro se princípio filosófico é o mesmo que princípio alquímico, mas tudo indica que sim. Enfim, estamos perante uma das respostas feitas mais frequentes com que nos brindam: os célebres «vários níveis de leitura» ou, mais modestamente, os «três níveis de leitura»: mal a gente julga que está a interpretar uma palavra assim, logo nos dizem que é assado, que isso é apenas um nível de leitura e que há que passar a outro nível ou outros níveis de leitura. A instabilidade reina neste reino. E é tudo em nome da complexidade do método.
14 - Reina também grande ambiguidade quanto aos perigos potenciais do trabalho com o Pêndulo, do trabalho com as energias: tão depressa se diz que a grelha é uma protecção, como se diz que se pode cometer «falta contra o espírito santo» com a maior das facilidades. Na definição do Poder, também nunca se sabe nada de concreto: ora o Poder é a origem de todo o Mal, ora se aponta o assistanato como uma situação deplorável em que se encontra o ser humano. Aliás, reina também a maior falta de transparência quanto ao direito que cada um tem ou não tem de ganhar poder espiritual, exactamente para combater o assistanato. O ser humano encontra-se em assistanato - e sob chantagiato permanente do Poder - porque se deixou despossuir de tudo o que eram as suas capacidades, forças, energias, potencialidades. E bem se pode dizer que é uma das subtilezas de MAGA. Nesse aspecto, dois anos de seminários - ao preço global de 250 contos - deixaram-me mais desapossado, mais frágil, mais entregue à bicharada médica e ao assistanato, que os nosso seminaristas tanto verberam, e com toda a razão: o assistanato obsceno a que estamos submetidos nesta podre sociedade de consumo, foi um dos motivos que me levou ao estudo intensivo da Gnose Vibratória. No entanto, dois anos após, o que eu continuo a saber é que ainda é cedo para fazer transfert, para dar consultas, para, para. E, portanto, terei de continuar, em cada nova crise, a ir correndo para o terapeuta, para a consulta do terapeuta, claro. Assistanato? Temos que tomar mais cuidado nas palavras que usamos e nas críticas que fazemos. Porque não podemos censurar o assistanato e prorrogar com o nosso procedimento esse assistanato.
15 - Fazem-se afirmações que, por serem polémicas, não podem ser feitas com tanta ligeireza e necessitariam de uma mais demorada explicação:
«Informação do Cancro é uma informação Cósmica»: esta afirmação pode desencadear uma cascata de perguntas, tais como: mas só do cancro é que existe informação cósmica? Se tudo o que está no micro está no macrocosmos, todas as doenças, incluindo a da estupidez humana - que é endémica - está no micro e está no macrocosmos, logo é uma informação cósmica.
«Cancro é uma doença iniciática» - diz-se: Mas doenças iniciáticas são todas, porque todas são stresses que a providência nos faculta para evoluirmos...
«Existem dois cosmos» - dizem-nos: é evidente que afirmações como esta têm que ser minimamente fundamentadas; e talvez não fosse má ideia aproveitar os intercalares a fundamentar afirmações como esta.
«Descodificar a mensagem da esfinge» - dizem-nos: sendo alfa e ómega deste método, a mensagem da esfinge também não pode ser abordada com a ligeireza com que tem sido feito; importante, nos seminários intercalares e nas salas de estudo, é distinguir as grandes, das pequenas e das médias questões, pelo menos.
Outros exemplos de afirmações a fundamentar e a explicar com mais cuidado e rigor: «Não é o Espírito que desce a nós, somos nós que subimos ao Espírito».
«Não há cura sem amor»
16 - «Justiça e Verdade» é um princípio muito citado nos nossos estudos. Mas nem sempre, nas relações inter-disciplinares, a justiça e a verdade reinam. Isto sem falar da humildade, que tanto nos recomendam. Às vezes não vejo onde esteja a humildade, mas deve ser miopia minha. De qualquer maneira, fala-se de coisas das quais se sabe o que são. Também a palavra evolução, tanta vezes usada, é perceptível, bem como a palavra «potencialidades». Claro é também quando nos falam de desestruturação e reestruturação, ou das três fases que a matéria (MA) pode sofrer: MA condensado, MA sublimado, MA sublimado e rematerializado. O facto de a linguagem vibratória vir um dia a dispensar a linguagem verbal - argumento que nos é muitas vezes atirado como quem dá osso a cão - não significa que não continuemos a ter necessidade de usar as palavras para nos exprimirmos: e a verdade é que todos os nossos monitores as usam: portanto, talvez não fosse má ideia que todas as palavras se esclarecessem e soubéssemos do que estamos falando quando falamos disto ou daquilo. Ou seja: o vocabulário/dicionário essencial que eu venho propondo, desde o primeiro dia, talvez fosse um belo trabalho para realizar em equipa e com a participação de vários interessados. Para já, o que existe lançado em computador, com remissa para os livros respectivos, é o vocabulário ocorrente nos 4 livros de Etienne Guillé e no livro de Jean Noel Kerviel. Penso que é um trabalho útil - que me consumiu muitas dezenas de horas - e que deveria ser colocado ao serviço de todos os que estudam este método.
17 - Falam-nos de Fogo e pouco ou nada nos explicam do que se entende, em Gnose Vibratória, por Fogo. É que se trata, aqui, de uma aquisição que nos vem, não da fonte egípcia, mas da fonte chinesa, do esquema chinês dos 5 elementos. A complicar a questão, há também o esquema da astrologia medieval, que fala em Fogo. E, claro, o sentido literal de Fogo, que também não sempre tão literal como isso. Há, inclusive, uma mitologia do Fogo e Gaston Bachelard teve o topete de escrever um livro sobre «a Metafísica do Fogo». Nunca sabemos, portanto, dessas mil acepções de Fogo, qual é aquela de que se fala quando se fala de Fogo, em Gnose Vibratória. Se é o Fogo dos cinco elementos chineses, então convinha que se esclarecesse também quando e como devem ser chamados ao limiar do nosso trabalho os restantes elementos: Terra, Metal, Água, Madeira. No entanto, os nossos terapeutas usam essas categorias na sua prática diária, pelo que deverão ser ideias básicas de extrema importância, a estudar minuciosamente desde já. À parte a vergonhosa - por insignificante - referência que à Acupunctura lhes fez Jean Noel Kerviel, em seminário do Hotel da Lapa, nunca esses elementos voltaram a ser matéria de ensino opu sequer de referência. Como não ver nisto uma vaga intenção de escamotear aquilo que é informação fundamental para a prática terapêutica? Como não ver nisto mais uma prova a juntar às declarações bem claras de Jean Noel, de que neste curso não se davam diplomas nem se formavam terapeutas? E ele não se esqueceu de avisar de que não era por receio de ter muitos concorrentes, pois graças a deus clientela era o que não lhe faltava.
18 - Questão pouco esclarecida é a das frequências vibratórias. E, no entanto, é a noção-chave do DNA, que por sua vez é a fórmula-chave de todo o trabalho da Gnose Vibratória. Por exemplo: diz-se que a Era dos Peixes vibra em frequências baixas, de base decimal, enquanto a Era do Aquário vibra em frequências elevadas de base Fi. Além de não se perceberem hierarquias num método que nos dizem não ter hierarquias, também nunca ficou claro o que é a base decimal e o que é a base Fi. Mas também nunca foi dito o que tem a ver a Era dos Peixes com o MAGA GAU GAS: se são apenas contemporâneos ( duas desgraças ao mesmo tempo), se há uma relação de causa e feito ou se não têm nada a ver um com o outro.
Quando nos prometem a Nova Idade de Ouro, que relação tem com a Era de Aquário? Umas vezes dizem-nos que tem, outras dizem-nos que não tem.
Atlântida e Lemúria foram o princípio da decadência ou não? Antes ou depois da Queda: mas em termos de tempo - tempo Cronos - quando é que foi isso tudo? Não seria interessante, quando se fala em escalas tão remotas, situar + ou - o século em que se situam as várias fases dessa escala?
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<bruxela-0>> <bruxelas> <cartas> - diário de uma descoberta -
A ECOLOGIA ALARGADA DE ETIENNE GUILLÉ
10/7/1994 - A obra de Etienne Guillé não anda longe das preocupações ecológicas nem nega qualquer perspectiva analítica dos ambientalistas. Só que as globaliza e amplia a uma escala nunca dantes vista. Parece-me, desde que o leio, que ele consegue fazer desequilibrar os pratos da balança energética a favor da Neguentropia, ao contrário, como sabes, do que actualmente acontece, onde tudo chegou aos limites da Entropia, incluindo ecologistas. Além de biólogo molecular, Etienne tem uma formação sólida em termodinâmica dos sistemas abertos: e a vida é um sistema aberto, embora esteja neste momento a funcionar como sistema fechado, daí todas as perversões. Etienne integra os dados ecológicos (a crise planetária de recursos) num conjunto mais vasto e mais «poderoso» de energias, em que o sistema solar é apenas uma estação de passagem... Ensina o método - a linguagem vibratória de base molecular - que nos pode dar acesso à informação energética pura, a essas energias cósmicas (de elevada frequência) e, com a ajuda delas, pode ajudar a fazer sair o Planeta do beco sem saída onde o metemos (mesmo os ecologistas, como sabes, involuntariamente contribuem para reproduzir o sistema, a espiral infernal logarítmica (em que Etienne tanto insiste). É então e finalmente a famosa saída vertical, quando todas as saídas na horizontal se encontram fechadas. As escolas de iniciação (incluindo a de raiz budista) são integradas e superadas pelo método de Guillé, que recebe em directo as informações cósmicas, embora, no livro, comunique apenas o que é comunicável, deixando uma zona de sombra que nos compete a nós, seus alunos, descobrir. Todas as informações terão, no entanto, de passar por uma profunda alquimia pessoal, o que não se faz evidentemente só pelos circuitos mentais do costume. Maitriser o processo é, por agora, a etapa em que me encontro. Regularmente tenho participado dos seminários que Patrice Kerviel (filha de Etienne Guillé) e seu marido Jean Noel Kerviel vêm dar a Portugal. É um método de extraordinária complexidade mas fascinante e ambicioso: trata-se de ter acesso à eternidade (sem complexos), de aprender a dialogar com o invisível (a nossa hereditariedade vibratória) e com o infinito, compilando para isso a informação de todas as grandes tradições do sagrado e filtrando essas informações por um filtro objectivo, a que chamamos «grelha», instrumento básico deste trabalho, uma espécie de «cartilha maternal» desta. O pêndulo é a ponta visível deste invisível fio de Ariadne - e que, pelos seus movimentos, pelos seus batimentos e pela sua amplitude, nos coloca em ressonância os nossos diapasões (o ADN) com o diapasão cósmico. É uma alquimia inevitável nos nossos 600 biliões de células, alquimia que passa por fases clássicas (Nigredo, Albedo, Citredo e Rubedo) os chamados stresses positivos. A grande questão que se coloca - e que tu também colocarás - é fazer com que esta démarche aparentemente individual não se torne esterilmente individualista mas que, transmitindo-se como um rastilho, se vá alargando a quem estiver em condições de a assimilar. Para ajudar a humanidade a sair do Beco. A tradição egípcia (época de ouro) é a que, segundo Guillé, ofecere maior fiabilidade e o alfabeto hieroglífico ( «língua sagrada» lhe chama Enel) ainda guarda a informação vibratória primordial em estado puro. Também o alfabeto ogâmico dos druidas - ou alfabeto das árvores - tem essa qualidade. E, prestando homenagem aos amigos da Natureza e do «verde», as árvores estão no centro dessa mensagem, particularmente algumas árvores que, em número de 24, correspondem, uma a uma, a cada letra do alfabeto latino. As letras deste alfabeto compõem a referida grelha, base da linguagem universal com a qual iremos entrar no Terceiro Milénio, como se regressássemos ao tempo anterior à torre de Babel.
Um novo Cosmos, vibrando em frequências na base do Fi (unidade de medida do espírito) põe-se em movimento em 26 de Agosto de 1983, abrindo as portas a uma Nova Idade de Ouro. A questão é se iremos a tempo de evitar a catástrofe planetária, antes de «maitriser» essa novas energias que são postas à disposição dos seres humanos, até agora vibrando sob a Era dos Peixes, a mais materialista das eras zodiacais (precessão de equinócios) que o universo já viveu (sofreu).
Tudo o que ecologistas disseram e preconizaram sobre energias alternativas, está, a esta luz, correcto. E todo o grande princípio da autarcia e da auto-suficiência. Mas há que fazer a aliança com as restantes energias do espectro electromagnético, que vão, através do sistema solar, até ao canal divino... Só te posso dizer que, contra todas as aparências, nada soa a charlatanismo no discurso de Etienne e, principalmente, da Patrice, que nos tem dado os cursos, da máxima exigência no aspecto intelectual, mas fazendo apelo à nossa aliança com o continente perdido que é a face positiva do inconsciente colectivo. Jung aproximou-se deste vórtice que Etienne e Patrice nos ensinam a percorrer, deste labirinto que é a nossa própria condição de seres humanos. Como calculas, a m/ arrogância intelectual tem perdido terreno, mas ainda estou longe, muito longe de conseguir curar-me de todas as taras que o ego intelectual deixa em nós. E é possível que nunca consiga vencer essa barreira. Sonho pouco e mal, o que é, nesta démarche, um sinal patológico. A análise dos sonhos é um dos métodos de diagnóstico mais utilizados. E o reencontro com os contos de fadas e lendas um dos caminhos que abrem caminhos. Fazer a ponte entre o cérebro esquerdo e o cérebro direito - dualidade que é o foco das nossa dualidades -, será em termos de fisiologia humana uma exigência a «accomplir». Ultrapassar o dualismo do espaço-tempo linear é o que andamos aqui a aprender e a essa aprendizagem chama-se «iniciação». Assim está inscrito na mensagem da Esfinge, que começou a vibrar no tal 26 de Agosto de 1983.
Ao tentar dar aos meus amigos a notícia do livro de Etienne Guillé, sinto-me um pouco como naqueles recuados anos 70, de temor e tremor, em que tu no Brasil apreciaste o meu esforço de ter começado a defender ideias que toda a gente, por aqui, execrava. A mensagem de Guillé é muito mais exigente e ambiciosa que a mensagem ecológica, embora passe, inevitavelmente, por uma visão ecológica radical, tentando ampliá-la e ao mesmo tempo ligar-nos ao momento de eternidade. Como vês não exclui nenhuma forma de ambiente, incluindo o cósmico-divino...
Como também tens intuído, a crise é planetária mas é, principalmente, uma crise de valores, uma crise do espírito (sem medo à palavra), uma crise de cultura. Mais do que um modelo de desenvolvimento que está em causa (embora também) é um paradigma, tese de Fritjof Capra e Edgar Morin, por exemplo. Mas a holística daqui decorrente, é ainda etapa na exigente cosmovisão de Etienne. A grande síntese, a síntese das sínteses - eis o que o maravilhoso livro de Etienne põe nas nossas mãos trémulas, assustadas e ainda incrédulas. Como é possível, na terra e vindo de um cérebro humano, ter a possibilidade de ler o que o Criador tem para dizer ao ser humano, um filho de Deus que se ignora.
Neste sentido, relativiza a morte planetária e a morte humana, já que nos liga (religa) a existência, sem crenças, à fonte eterna, à consciência através da essência.
Como calculas, Etienne desafiou os dogmas da ciência e da religião. Na biologia molecular, descobriu a hereditariedade vibratória (ou divina) quando só a hereditariedade genética era conhecida e aceite. Os dogmas da religião, também ele os afronta, pois recusa crenças: não se trata de crer em deus, mas de, objectivamente, dialogar com o divino, o que nos é contado, por exemplo, com o mito da demanda do Graal. Tenho tentado passar a notícia de Guillé ao Vítor Quelhas, mas é exemplo da pessoa que, sabendo muito de matérias esotéricas, opõe essa barreira a uma necessária e básica «inocência» ou «virgindade» de espírito necessária para aceitar a complexidade proposta por Guillé. O livro que agora saiu deriva de um acordo com o editor Jean Louis Accarias, em que Etienne se comprometeu a usar o menos possível a hermética linguagem vibratória: por isso nos remete constantemente para um segundo tomo, falando neste primeiro uma linguagem que aparentemente todos entendemos. Pelo menos, a miríade de fios e fontes aparecem interligados, o que permite fazer deste último livro a melhor introdução à obra perfeitamente genial de Etienne. Com o meu usual exagero, que tu bem conheces, costumo dizer que «L'Homme entre Ciel et Terre» são as 505 páginas mais importantes desde Gutemberg. Ou mesmo desde Adão e Eva... Ou mesmo desde o Dilúvio. É preciso exagerar para dar um pouco da medida exacta e do impacto que ele exerce sobre mim. E, estou convencido, sobre alguns (poucos) dos meus amigos a quem me sinto no dever de transmitir a mensagem que é, no bom sentido, a Boa Nova. Especialmente num momento em que a Boa Nova nos é transmitida por todos os canais e seitas, gurus e mestres.
Quando eu pensava que tenho penado toda a vida por ter intuições demasiado precoces e ter sonhado, antes de tempo, e mais vezes do que devia, o que o tempo vem confirmar, eis que a gnose vibratória vem afinal dizer-me que preciso de desenvolver o meu cérebro direito e as minhas capacidades intuitivas... Mais um golpe no meu pretensioso ego mental.. Afinal, sou dos que oferecem mais barreiras à intuição e à imaginação e há que assumir, com alguma humildade, este «handicap». Mais um.
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<gm-0-rh-eg> sexta-feira, 11 de Outubro de 2002 – urgente editar em pdf on line 3588 caracteres <gm-2><adn><diario93><manual>
28/2/1993
Quando o projecto cósmico e, portanto, divino se apresenta como na RA, tão concreto e real, sem margem para dúvidas ou cepticismos, a Fé instala-se: é o momento, para o Aprendiz, de verificar que a tese (ou teoria) anterior de que tudo é matéria e tudo termina na matéria, apesar de mais cómoda, não tem fundamento. Porque, de facto, tudo é energia. Logo, tudo é eterno. O suicídio, que parecia uma hipótese de safa à chatice de existir, só vem, afinal, à luz dessa descoberta, complicar e atrasar: se a eternidade (espiritual) existe, não há que fugir e estamos apanhados na armadilha. A RA tem a desvantagem de apresentar, com um poder de convicção irrecusável - o que parecia estar em dúvida por séculos de cepticismo, gerado na falência das religiões. Com a RA, a eternidade, o espírito, Deus, são realidades físicas - e tudo o que daqui decorre relativamente à relatividade do ser humano - irrecusáveis. E nem sequer dão (já) para discutir. Houve quem não gostasse nada disto, pois esperava que a morte física terminaria tudo: afinal, segundo o que conta (e conta por números) a RA, não é bem assim e por aqui teremos de andar, até que nos safemos do ciclo infernal das reincarnações.
JOGO DE APARENTES CONTRADIÇÕES
Se, em 9 meses, as transformações operadas no Aprendiz são sensíveis e profundas, embora ele tenha a consciência de estar ainda muito longe, muito longe de desenvolver todo o seu potencial, pode surgir uma situação aparentemente contraditória mas carregada de consequências. A consciência do pouco que (se) conseguiu, é simultaneamente a consciência do muito que falta conseguir. Por isso o Operador deverá dizer para si próprio: «Preciso de trabalhar muito, para merecer o melhor» e não «Apesar de ter trabalhado tanto, ainda não consegui o melhor». A primeira é uma atitude de gratidão parente a ordem do universo. A segunda, uma atitude de ingratidão.
É fácil dizer-se que todo o passado, presente e futuro está inscrito no código genético, nos genes estruturais do ADN: a coisa começa a complicar-se quando o Aprendiz se dá conta de que para evoluir, ou seja, para conquistar níveis vibratórios cada vez mais elevados, ou seja, para ter acesso às energias cada vez mais subtis e poderosas, tem que sistematicamente destruir no seu ADN essas memórias, que abrangem no fundo todas as civilizações. E para destruir essas memórias - que podemos figurar «emboités» em cassetes - é preciso desestruturar e reestruturar sistematicamente o mesmo ADN. O que se faz por crises, por stresses positivos, por saltos suficientemente bruscos no ADN para que ele crie uma nova topologia. A nostalgia que alguns têm por uma infância perdida, fica então relativizada, porque deveriam ter também a nostalgia do avô druida que já foram, ou da vovó atlântida que foram, ou da comadre hindu que também já foram: ou do dinossáurio que também foram. O que a RA propõe é ultrapassar, com método e alguma persistência, todos estes dinossáurios e dragões - menos simbólicos, apesar de tudo, do que se supõe - para conquistar o espírito que existe para lá disso tudo. Como o Graal nos aparece nítido e claro, deixando de ser um símbolo (mito) hermético e obscuro! Afinal, a RA tem essa característica: reiluminar a uma nova e intensa luz o que estava oculto, obscuro, fechado ou enigmático. E os Mistérios de Eleusis eram de facto mistérios.
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11197 caracteres <gm-3><adn><diario93><manual>
2/3/1993
Quando EG, na conferência da Sorbonne, avisa os Praticantes da Radiestesia Alquímica de que podem, testando símbolos de alto nível vibratório, «mumificar» o seu suporte, é um balde de água fria no natural entusiasmo do Neófito, que começa a trabalhar com o Pêndulo com deslumbramento.
Foi um aviso de prudência que, em 1990, EG achou por bem transmitir, desde que em 1990, no livro LVV, afirmara, a propósito dos ritos:
«Num lugar escolhido cuidadosamente, no momento adequado, praticando o ritual adaptado à nossa personalidade, podemos encontrar o nosso potencial vibratório e assumi-lo em toda a consciência.»
Como diz EG (LVV, 78), «os ritos permitem-nos entrar em ressonância com os diapasões cosmotelúricos e com a energia dos símbolos inventados pelo homem para pôr o Cosmos ao seu alcance. Resulta daí, a recepção das energias vibratórias específicas que tornam possível o acesso às fontes infinitas da energia vibratória que anima o mundo.
«Remarquer» (e meditar sobre) as expressões e palavras: «energia dos símbolos», «fontes infinitas» e «mundo».
Eis o que afirma EG na sua já referida conferência na Sorbonne, em 23 de Junho de 1990:
«Se se iniciarem com esta técnica, comecem pelas coisas materiais e, a pouco e pouco, quando tiverem aferido bem a vossa grelha, passem então aos símbolos; se testarem um símbolo, irão encontrar o mesmo resultado, mas isto quererá dizer que tiveram de dar um salto vibratório; há uma lei a respeitar que é fácil de compreender: não poderão medir energias que são inferiores ou iguais às que vos animam; estão o ver o que quer dizer «progresso de consciência»; não quer dizer «subir» de nível vibratório, mas sim, «com a ajuda de um trabalho sobre os suportes». Responderei âs pessoas que me vieram falar no intervalo, é preciso não procurar stresses com energias vibratórias que não podereis suportar, porque, fiquem sabendo, podem ficar «mumificados», utilizando energias de uma muito grande qualidade ou de uma qualidade particular: é preciso muita atenção com estes métodos, é preciso ir muito devagar; é por isso que vos aconselho os metais, as plantas, os perfumes, a música: peguem no pêndulo, enquanto alguém toca um dó, podem então «ver» o que faz o pêndulo; isto é para educar os vossos receptores; receptores da mãos, em primeiro lugar e depois todos os circuitos; se nunca utilizaram antes conscientemente esses sentidos, caminhem devagar; e depois, então, passem aos símbolos: e aí há coisas notáveis. »
COM A RADIESTESIA ALQUÍMICA DEIXARÁ DE HAVER MISTÉRIOS
Se, como tudo indica, o sistema de EG é correcto e total, se tudo pode ser explicado com base no método das energias vibratórias, deixará de haver acaso, invisível, mistérios, segredos, ciências ocultas. O próprio «milagre» encontra na Radiestesia Alquímica uma explicação racional (o momento, o lugar, o estado). Os CTT entrarão em falência porque toda a gente se comunica e relaciona por telepatia. E os TLP andarão aos papéis.
O irracional deixa de ser irracional para se tornar a parte do racional ainda, até ontem, não explicada. Deixa de haver insólito e fantástico, pois tudo se encontra dentro da lógica vibratória da Radiestesia Hermética. Anjos e Arcanjos tornam-se presença quotidiana. Buda e Deus encontram-se connosco à esquina do Chiado. A iniciação passa a ser ensinada pelos pais aos próprios filhos, que, em vez de jogos de Nintendo, brincarão com o Pêndulo a partir dos 2 anos de idade. A morte física deixará de assustar, porque a eternidade espiritual é um dado tão evidente como a força da gravidade.
Deus é uma questão de técnica e basta aprendê-la. Os Discos voadores passam a ser tão familiares como os autocarros nas grandes cidades. Aparições como a de Fátima ou Lurdes tornam-se o pão nosso de cada dia. O insólito hoje será a rotina de amanhã.
Quando o Neófito se aperceber disto tudo, poderá pensar que o mundo sem mistérios se tornou insuportável. E talvez então haja quem se suicide por já não haver mistérios. Ou quem veja que foi apanhado numa armadilha. Depois de nada saber, a armadilha de tudo saber. Depois das trevas mais densas e completas, a Luz eterna e total.
A Ambiguidade caracteriza este método criado por EG: muitos irão arrepender-se dos seus tempos de ignorância e trevas que os faziam viver «felizes»: apenas com o medo do mistério da Morte... E amaldiçoarão a hora em que se deixaram enfeitiçar pelos livros do grande mago: «L'Alchimie de la Vie», «La Langage Vibratoirede la Vie», «Les Energies des Pyramides et l'Homme.
A HEREDITARIEDADE QUE FALTAVA HISTORIAR
Quando, relendo Etienne Guillé, o Aprendiz se começa a aperceber de que no seu ADN molecular está todo o passado de dinossáurios, dragões, vermes, avós, bisavós, trisavós, civilizações inteiras, épocas e épocas, que no seu ADN está o código genético tido imutável e fatal, que no seu ADN está inscrito o passado, o presente e o futuro (portanto o destino), que no seu ADN está a forma que assume o seu pé direito, a cor da pele, o tamanho dos olhos, a raça física, que no seu ADN está o livro escrito por milhões e milhões de ancestros, até quando não havia humanidade, até quando não havia vida, até quando não havia planeta, é possível que tenha - o Neófito - uma leve vertigem.
Mas não será nada comparada com a vertigem que vem a seguir, motivada pela descoberta do segundo ADN, ou ADN vibratório, onde se guardam os biliões de bits das memórias vibratórias de toda a eternidade invisível. Antes de Etienne Guillé, nem se sabia que esse código vibratório existia e muito menos que podíamos traçar a sua história (a história do invisível), tal como traçámos a história biológica do visível e material de espécies, raças, famílias, que nos antecederam.
Maior surpresa ainda será, para o Aprendiz, saber que essa história do invisível está inscrita no ADN vibratório - o da heterocromatina constitutiva - mas também - imagine-se! - em coisas visíveis tais como:
A história da nossa hereditariedade invisível (vibratória) está aí, nesses sinais visíveis, e ainda agora começou a ser decifrada por Etienne Guillé e sua equipa.
«Os símbolos - como diz Guillé - são «relais» entre o céu e a terra, prontos, em qualquer momento, a dialogar com o homem» (LVV, 184-185).
Quando o Neófito se aperceber desta démarche, pergunta-se talvez porque não terá começado mais cedo, se é que não vai amaldiçoar-se por ter começado. Por ter um dia lido e descoberto Etienne Guillé. Que o leva a estudar a história visível do mundo invisível.
Sobre as duas hereditariedades escreve Etienne Guillé no livro «Le Langage Vibratoire de la Vie»:
« A primeira hereditariedade é material, quer dizer, ligada a um arranjo dos nucleotidos no ácido desoxiribonucleico dos cromossomas e á actualmente estudada pelos geneticistas e os biologistas moleculares com tecnologias hipersofisticadas; a segunda hereditariedade é de tipo vibratório, animando os suportes vibratórios da matéria viva (...) nós descobrimos, maravilhados, que as componentes da hereditariedade vibratória são muito simplesmente as três unidades do ser vivo descritas por todas as tradições desde a noite dos tempos: espírito, alma e corpo.»
A TENTAÇÃO DO OURO
É possível que, para alguns, mais sensíveis à tentação do Ouro, o momento decisivo no encontro imediato de terceiro grau com a Radiestesia Alquímica, seja aquele em que saibam do poder que têm certas plantas de transformar energias nocivas em Ouro, como conta, aliás, Etienne Guillé, no seu livro « ».
Outros haverá talvez que fiquem particularmente sensibilizados pelo facto de certos animais, como o Gato, terem também essa capacidade de transformar energias nocivas no seu próprio alimento (deles, animais). Julgar-se-ão, desde logo, ricos, já que de energias nocivas está o (inferno do) mundo cheio. Será então o momento de lembrar a esses neófitos uma bela anedota contada por Michio Kushi, onde esse profeta do nosso tempo narra o mesmo sonho de «fabricar ouro» e como ele próprio, de parceria com Jorge Oshawa, tentou registar a patente do negócio. Afinal e que saibamos, desistiram...Ou, pelo menos, desistiram de divulgar publicamente os resultados posteriores do negócio e os sucessos que porventura obtiveram nessa sua démarche de imitarem os alquimistas da Idade Média.
Sabe-se lá se Michio enriqueceu por aí e não a vender cogumelos shitaki ao preço do ouro, sem nunca nos ter dito nada de segredo tão íntimo!
OS MITOS DO MITO DO PROGRESSO DESFEITOS EM PÓ
Outro momento filosoficamente perturbador, para o Neófito com certa bagagem política e «soi disant» cultural, é quando se vê colocado perante os dados numéricos das grande eras zodiacais.
O primeiro efeito devastador verifica-se sobre todos os mitos do Progresso que esta sociedade de retrocesso, pequena e materialista, mesquinha e rasteira, cúpida e palerma, nos impingiu desde pequeninos, com o Darwin a fazer momices de macaco diante dos nossos olhos extasiados de ignorantes muito sabidos.
Disseram-nos (todos os professores universitários de aquém e de além mar) que caminhávamos para o paraíso terrestre e a gente acreditou: todos, sem excepção. Mas, afinal, à luz das eras zodiacais, e à luz dos números obtidos com o estudo da precessão dos equinócios, estamos é precisamente no auge e na ponta do maior inferno que a Humanidade já conheceu, pelo menos de há 41 mil anos a esta parte...
E quando se fala em Era de Ouro, ela não é da Atlântida, não, mas a de antes desses 41 mil anos. Vendo bem, o que vem a seguir - Era do Aquário - é que é completamente diferente das cinco ou seis Eras zodiacais precedentes. E o que hoje se chama progresso é apenas o fim do fim, a decadência da decadência, o Inferno do Inferno. Pura e simplesmente para esquecer, para deitar fora. E quanto antes.
Ao Neófito que, por exemplo, se mostra impaciente nos resultados práticos com o Pêndulo - e que quer andar depressa, queimar etapas, subir de nível vibratório de uma hora para a outra, aumentar rapidamente o seu potencial vibratório, trepar sem olhar a quem... - deve dar-se um bom e sábio conselho: pressa é só para se desprender do antigo sistema e ligar-se ao Novo, o do Aquário. O resto, não tem que ter pressas. Afinal, acabamos de sair de um Inferno que durou - meus senhores - + de 41 mil anos.
Tomar consciência deste momento transitório, tem com certeza alguma importância e é um Momento interessante do encontro imediato de terceiro grau com a Radiestesia. A que se junta, simultâneamente, uma nova e revolucionária noção de Progresso, identificado com a evolução de cada ser para si próprio, para o seu próprio Espírito e com o desenvolvimento das potencialidades que natural e ancestralmente lhe pertencem, lhe são próprios e que deverão merecer[ Juntar gravura da LVV com as eras zodiacais]
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2062 caracteres <gm-4><adn><diario93><manual>
Quando o Aprendiz descobre que o Mineral vibra a N8, o vegetal a N16, o Animal a N24, o ser humano a N32, o Anjo a N40, o Arcanjo a N48 e o Buda a N56, descobre também a lei do potencial vibratório: ou seja, como ser humano, ele ainda tem para desenvolver, em si, todo o potencial vibratório que vai daquele que é a sua natureza - N32 - até ao máximo que pode alcançar para se ver livre do ciclo das reincarnações: N56.
Algumas questões teóricas e praticas, entretanto, terá de resolver: saber, por exemplo, se o mineral, o vegetal e o animal estão condenados a não evoluir, ou se apenas evoluem por intermédio do ser humano; se o ser humano, por sua vez, também só poderá evoluir através do anjo e do arcanjo; se os níveis vibratórios de potencial mais elevado servem de «modelo holístico» aos menos elevados; como se testa o anjo, o arcanjo e o buda; o que deverá fazer o Aprendiz para ganhar alguns graus do seu potencial vibratório; etc.
Ao descobrir a lei do potencial vibratório, o Aprendiz descobre também que a Radiestesia não é apenas mais uma teoria, mais um sistema filosófico, mas um método de transformação existencial, que vai mexer em cada aprendiz com os 600 biliões de células.
Numa época de Kali-yuga, em que tudo se passa ao nível do circuito mental, a lavagem aos cérebros efectuada pelos media também actua, como o próprio nome indica, apenas ao nível cerebral, o que pode ser, até certo ponto, uma vantagem para o Aprendiz, se porventura essa mentalização ou cerebralização da vida não atrofiar definitiva e irremediavelmente o resto do ser do ser humano.
Atrofiado pela escola, pelos media, pela família, pelo dinheiro, pelo poder, pelos hábitos, pelas necessidades, o ser humano tem todas as suas potencialidades por explorar: é o convite que a Radiestesia lhe faz: e quando o Aprendiz o descobre, isso marca com certeza uma data e uma etapa nesta sua vida.
[ Juntar Diagrama do potencial vibratório]
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6913 caracteres <gm-5><adn><manual> <diario93>
5/3/1993
Ao conhecer a existência dos «campos de morfogénese cósmica» (EPH, 134-136), o Aprendiz pressente que algo mudou radicalmente nas suas concepções tradicionais: a ciência sempre se negou a estudar a alma (sob pretexto de que nunca a encontrara na ponta do Bisturi) mas, afinal, pelos campos de morfogénese cósmica, sabemos que Corpo-Alma-Espírito são interdependentes. Não se pode conhecer um sem os outros.
Não é apenas uma nova ciência que arranca desta verificação: é toda a hierarquia de valores apoiada até agora numa ciência reducionista que desconhecia o Espírito e a Alma, componentes indissociáveis do ser humano. As tradições, quase sempre degeneradas em religiões, tinham «esvaziado» de sentido as palavras Alma e Espírito. Delas depende o Corpo, a saúde do Corpo, o equilíbrio e destino do Corpo. Uma nova ciência, não reducionista, do Homem começa em 1989, com «L'Énergie des Pyramides et L'Homme» - será o menos que se poderá dizer da Radiestesia Alquímica.
A «PONTEIRADA» DOS MONGES ZEN
À medida que avança no estudo da Radiestesia Alquímica, o Aprendiz verifica que Etienne Guillé usa frequentemente o método dos monges Zen, conhecidos pelo método da ponteirada na tóla do Aluno...
É, dizem os adeptos, uma forma de «espevitar» o dorminhoco. Como dizia Gurdjieff, adepto de «métodos violentos», «os homens dormem e nós viemos acordá-los...». E como ninguém tem a certeza de já estar acordado, o melhor é mesmo aceitar as ponteiradas... e as aparentes contradições com que EG gosta de stressar o Aprendiz. Sirva, por exemplo, o caso das pirâmides que contêm o ser humano e onde o ser humano se contém. Começa por se falar em uma pirâmide cósmica: mas, páginas depois, já vamos em duas (2) pirâmides: a do Corpo e a do Cérebro. Páginas depois, já são três/quatro (3/4) as pirâmides do esquema tripartido Corpo-Alma(dupla pirâmide)-Espírito.
Mas, como se fosse pouco, as 666 pirâmides no corpo de cada ser humano são outro dado que surge mais adiante, seguido de um outro: 14.400 pirâmides no esquema das pirâmides «enchevetrées»...É de crer que a série piramidal não acabe por aqui: porque, na verdade, todas estas pirâmides existem e, naturalmente, não existe nenhuma.
A dificuldade do Aprendiz está precisamente em aceitar este «ser não ser» que lhe é constantemente proposto. É aí que ele é posto à prova. Quando encontrar uma maior maleabilidade intelectual para entender, talvez se encontre mais evoluído e não tenha dado por isso. Mas o melhor é mesmo acostumar-se a esta «fluidez» ou «flutuação» nos conceitos, nomeadamente nos quantitativos.
E se os órgãos dos sentidos passaram de 5 para 12, nada impede que, brevemente, se possam descobrir mais alguns, E se se começou por uma (1) hereditariedade, em breve se verifica que são duas (2) e já se aponta, um dia destes, para três (3) hereditariedades.
Também os metais alquímicos, tradicionalmente sete (7), já vão em 13, neste momento, e dado que todos os metais da tabela de Mendeleiv são importantes, não vemos motivos para não se inventariarem muitos mais. Com o tempo, o Aprendiz irá acostumar-se a que para os números nunca haja limites. Já que o Céu é o limite...
Há números lapidares na Radiestesia, um método onde a contagem aritmética, a soma, a medida e a numerologia hermética são importantes e «flutuantes». Pelo menos até agora, temos como números adquiridos:
ACESSO ÀS FONTES DA INFORMAÇÃO PRIMORDIAL
Ao saber que o «Livro dos Mortos do Antigo Egipto» se chama, afinal, «O Livro da Iluminação», o Aprendiz pensa no sentido real do mito da Torre de Babel, lido no Génesis como lenda, e pensa como a mensagem inicial das fontes se degradou através dos símbolos (linguagem) que a deviam transmitir.
Pensa, como hipótese, se muitos dos segredos necessários à iniciação (e ensinados pela Astrologia, Magia e Alquimia) não se terão perdido no incêndio da Biblioteca de Alexandria. Pensará ainda que se encontra, portanto, «cortado» da informação primordial e que, se tivesse havido uma fonte original de Conhecimento, ela estaria a chegar até nós sem os próprios fundamentos e com enormes lacunas. Será, com certeza, um motivo e momento de júbilo para o Aprendiz, quando perceber que a mensagem primordial está de novo - nítida, exacta, rigorosa - ao seu alcance com a Radiestesia Alquímica.
Que a mensagem da Esfinge foi decifrada quando se detectou que ela recomeçou a vibrar. E que todas as profecias podem ser entendidas correctamente e correctamente cumpridas.
Quando, através do diagrama que ilustra as diversas eras zodiacais [ ver LVV, ] o Aprendiz sabe que cada uma dessas eras se caracteriza por determinada constante vibratória, mais elevada numa do que em outra era, compreende o sentido objectivo e não só mítico da era do Aquário.
«Quanto mais a frequência de vibração é elevada, mais o nível espiritual susceptível de ser atingido é elevado» diz Etienne Guillé (EPH, 42).
De facto, a Era dos Peixes vibra na base decimal, entre 101 e 10 33 ciclos por segundo. Para percebermos como a Era dos Peixes está (esteve) próxima da matéria, comparemos as frequências de vibração recebidas, por exemplo, pelo ouvido - de 105 a 107 ciclos por segundo, pelo Olho 10 a 107 ciclos por segundo.
Sendo Ouvido e Orelha dois dos cinco sentidos do Corpo, vemos que outros 7 sentidos deverão ser desenvolvidos para atingir o número de ciclos por segundo da frequência emitida pela Nova Era do Aquário.
É possível que o Aprendiz sinta a responsabilidade de sintonizar essas novas frequências e aspire, portanto, a desenvolver os 7 sentidos que, além dos actuais 5, lhe falta desenvolver. Quando, mais adiante, -- através do diagrama que estabelece as frequências de vibração (ciclos por segundo) do que, no âmbito do esquema tripartido - Espírito->Alma-do-espírito-e-Alma-do-Corpo-> Corpo - está estabelecido -- o Aprendiz sabe que o Espírito vibra entre 22.597 (ciclos por segundo) e 108, a Alma do Espírito entre 3625 e 48, a Alma do Corpo entre 108 e 5, e o Corpo entre 36 e 1 ciclo por segundo, compreende melhor que, ao falar de Espírito e Alma, se fala de coisas tão concretas, tão reais, tão mensuráveis como o Corpo.
E que no Corpo (se) continuará aprisionado enquanto nada fizer para desenvolver os seus níveis de consciência vibratória: níveis de consciência que vão até 22.597 ciclos por segundo, quando (actualmente), o corpo vibra a partir de 1 ciclo por segundo. Vá lá que, com a era do Aquário, o ser humano tem agora, para se desaprisionar, o Cosmos a seu favor...
AJUDAR QUEM FICA A AJUDAR QUEM PARTE
Momento perturbador, sem dúvida, para o Aprendiz de alma mais sensível, é aquele em que toma consciência de «um outro lado da vida» e da importância que esse outro lado da vida tem para colocar esta, terrena, incarnada, no seu devido lugar.
As exéquias que a Igreja profere à beira de um morto estão, ainda que longinquamente, impregnadas dessa intuição primordial mas também envenenadas por séculos de estereotipação institucional religiosa.
Mas algumas palavras esse discurso guarda ainda da mensagem primordial e o trabalho com o Pêndulo permite, precisamente, estabelecer as semelhanças e diferenças entre a sabedoria que importa e a degradação que subestima.
O ponto da morte é importante, porque a questão da Fé, a grande questão da Fé, depende da consciência mais ou menos desperta e evoluída que tivermos face à morte: como se os poucos anos que cá andamos não tivessem outra finalidade do que nos preparar para a morte.
No entanto, quantos anos, quantos dias, quantos minutos e segundos perdidos e desperdiçados! O peso da matéria é tal que nos impede de ver, de distinguir o essencial do acessório. E, face à morte, a uma morte entendida como o passo seguinte da vida, esse peso da matéria tem que diminuir.
Concretamente, a Radiestesia prepara a morte muito mais do que protege a vida. Acima de tudo dá a quem fica a hipótese de guiar por bons caminhos a alma que se desprende e evitar que ela fique, terra a terra, prisioneira, armadilhada, dramaticamente submetida às forças do Maga condensado. A Radiestesia dá a quem fica a possibilidade de ajudar quem parte no Caminho que inelutavelmente ele terá de seguir.
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605 caracteres <gm-6><adn><manual>
ALTERAÇÕES DE ESCALA: A RELATIVIDADE DE TUDO
20/4/1993
Uma das vertigens que o estudo da Radiestesia provoca pode ser a nível das alterações de escala. Aquilo que até agora considerávamos, no tempo e no espaço, as «grandes escalas» - as eras da paleontologia, por exemplo, ou as galáxias - ficam, também elas, relativizadas, quando, sobre o esquema tripartido - Corpo, Alma, Espírito - vemos o lugar relativo (só corpo e matéria) que essas escalas traduzem.
A imensidão do universo assume, de facto, na Radiestesia, uma «escala» que rebenta todas as escalas anteriores.
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605 caracteres <gm-6><adn><manual>diagrama a diagrama enche a radiestesia o papo
[ Diagramas 6,7,8, 9, 10,21, 22, 28,51,52,53,54,58]
20/4/1993
Uma das vertigens que o estudo da Radiestesia provoca pode ser a nível das alterações de escala. Aquilo que até agora considerávamos, no tempo e no espaço, as «grandes escalas» - as eras da paleontologia, por exemplo, ou as galáxias - ficam, também elas, relativizadas, quando, sobre o esquema tripartido - Corpo, Alma, Espírito - vemos o lugar relativo (só corpo e matéria) que essas escalas traduzem. A imensidão do universo assume, de facto, na Radiestesia, uma «escala» que rebenta todas as escalas anteriores.
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25/3/1993
A forma como a R.A. encara a iniciação, não só a desmitifica e limpa de gangas ocultistas como a torna uma démarche possível, desde já, ao Aprendiz de boa vontade. Torna-a uma questão de método e de técnica:mas, principalmente, limpando-a de tintas esotéricas e ocultistas, no mau sentido destas palavras, define-a, face à ciência experimental, como uma operação de rotina, tal como viver. E meramente física.
«Veremos - diz Etienne Guillé - que esta dupla corrente de troca (entre macro e microcosmos), que ilustra perfeitamente o domínio das forças opostas e complementares, equivale a transformar o MA condensado em Ma sublimado e rematerializado, o que só é possível por uma démarche iniciática que dê acesso à harmonia cósmica.» (EPH, 171)»
Quando sabemos que a iniciação não é mais nem menos do que o conhecimento do mundo invisível e de que o mundo invisível é um continuum quântico de que a matéria é apenas um efémero acidente manifestado, não só a responsabilidade de viver (de como viver e para que viver) aumenta, como aumenta, e drasticamente, a urgência de nos prepararmos para o que vem depois da morte: e que é bem mais demorado do que a vida... Viver esta vida com o materialmente necessário, sem dúvida, mas viver com o materialmente supérfluo que nos rouba tempo, energia e consciência ao conhecimento, ao trabalho de conhecer o essencial, talvez seja o que se chama viver em «pecado mortal». Se a R.A. não é a via mais rápida de «pôr a lição em dia», é, pelo menos, uma das mais rápidas.
Que a vida não termina, nem podia terminar, na e com a matéria inerte, é uma das evidências que decorrem do estudo rigorosamente científico empreendido por Etienne Guillé.
Para o incurável ateu e céptico, a Radiestesia Alquímica representa um profundo choque, uma grande reviravolta no seu ego cultural: ter que acreditar no Espírito como realidade física autónoma e na Alma como medianeira entre o Espírito e o Corpo - quando, ao longo dos séculos, as palavras Alma e Espírito foram sendo esvaziadas de sentido e conteúdo - é uma violenta alteração na mentalidade profundamente arreigada no homem moderno, que se diz ateu mas que, verdadeiramente, não acredita muito nisso...
As características que, como minuciosamente explica E.G., definem especificamente a vida - e a distinguem da matéria - a começar na Neguentropia (específica da ordem viva) e a acabar no potencial transmembranar da célula, que permite uma permanente troca entre o organismo vivo e o Macroambiente, o fenómeno impõe-se como uma realidade autónoma, que não desaparece quando o corpo morre mas que dele apenas se desliga para seguir o seu caminho.
Este é, de facto, o grande «distinguo» que pode fazer da Radiestesia Alquímica um momento único e perturbador na vida de muitos ateus autoconvencidos ...mas pouco convictos do seu ateísmo. A forma como E.G. descreve a Morte - como uma imensa interrogação - é, a este respeito, lapidar: «Será razoável - afirma ele - perguntar em que se tornaram as forças electromagnéticas ou outras que mantêm esta diferença de potencial transmembranar.
Aprofundando o raciocínio podemos também perguntar-nos se esta perda de solução de continuidade entre o interior do ser e o seu ambiente imediato se traduziu por uma diluição geral no mundo entrópico da matéria inerte ou se alguma outra coisa se poderá ter produzido. Terá sido o ser vivo totalmente destruído por um maremoto ao mesmo tempo material e vibratório ou, pelo contrário, os elementos característicos do ser vivo, os que fazem a sua especificidade em relação à matéria inerte, são conservados em um outro estado?»
Esta questão, - sob a forma de uma imensa e grande interrogação - é reiterada por Etienne Guillé em outro passo do seu livro «L'Énergie des Pyramides et L'Homme» (pg. 172):
«se matéria e informação não oferecem grandes dificuldades para ser descritas, já não acontece o mesmo para a energia que é utilizada em uma infinidade de significações possíveis. Assim, quais energias a matéria viva põe verdadeiramente em jogo? Estas energias utilizadas ou emitidas pela matéria são propriedades universais desta desigualmente distribuídas através do tempo e do espaço ou são elas, pelo menos em parte, independentes da matéria, susceptíveis de se separar tansitoriamente e mesmo definitivamente da matéria guardando a sua individualidade e a sua especificidade?»
Ter respondido negativamente a esta pergunta, ou não ter, de todo, respondido, nem querido responder, valeu à Humanidade uma das idades mais negras e sombrias da sua história, idade que, desculpabilizada embora pela Era dos Peixes, é capaz de se glorificar daquilo que foi o seu maior anátema: a Ignorância, no sentido absoluto do termo, que bem pode ser sinónimo de Ciência.
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A DEMONSTRAÇÃO GEOMÉTRICA E NUMÉRICA DE DEUS
O quadro 6, da página 317 ( «L´Énergie des Pyramides et L´Homme») é a demonstração concreta de que o espírito existe e anima todos os seres vivos. O número de ouro prova-o.
Como diz Etienne Guillé,
«o número de ouro está presente em todos os níveis dos seres vivos, da bactéria ao homem: ele fornece um dos argumentos mais definitivos à existência da organização tripartida da matéria viva. O espírito estrutura a matéria orgânica e este influxo subtil reflecte-se na organização morfológica e topológica de numerosos constituintes da matéria viva» (325)
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<lsp1> domingo, 29 de septiembre de 2002
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