1407 caracteres - <abjeccº> <literatu> <manifest>segunda-feira, 2 de Dezembro de 2002

ROMANESCO

PARA QUEIMAR TEMPO

31-5-1992 - Se o romanesco é veículo privilegiado de ideologia, muitos são os romances (e os filmes) que se aproveitam para vender a respectiva sardinha ideológica: a uns se chama «engagé» se a ideologia é política; mas de outros se poderá dizer que são apenas nada.Alguns exemplos de filmes pura e simplesmente «abjectos» foram colhidos em Setembro de 1971, já lá vão 20 anos bem contados. Gostaria de rever alguns desses filmes, para confirmar se são assim tão abjecto-surrealistas como na altura os avaliei.

[O filme venal: comercial, efectista(?), abjecto, de propaganda disfarçada, de publicidade difusa, odioso]

Alguns exemplos de realizadores e personagens:

James Bond, Jacopetti, Hawks

Alguns filmes para exemplo:

«Orgasmo», «Rio Lobo», «Os Olhos Verdes da Noite», «Junie Moon» de Preminger, «Erotíssimo», «Os Boinas Verdes», «Nos Mares do Sul», «Adivinha Quem Vem Jantar», «Ma Nuit Chez Maud», «Winning», «Grand-Prix», «Helga», de Erich F. Bender, «Que La Bête Meure», de Chabrol, «A Carta do Kremlin», de John Huston, «A Princesa», «Summer 42», de Robert Mulligan, «Love Story, de Arthur Hiller, «O Vale das Bonecas», de Mark Robson, «Romeu e Julieta», de Franco Zeffireli, «Meu Amor, Meu Amor», de Nadine Trintignant, «Um Homem e uma Mulher», de Claude Lelouch, «Música no Coração», de Robert Wise, «Aeroporto», de George Seaton, «Uma Carreira Sensacional», de Luigi Zampa