<radiação-1><tele>Em Destaque - a contra informação

26/2/1991

QUEM ESPERA NÃO DESESPERA

26/2/1991 - O silêncio que nos últimos anos se tem verificado sobre a irradiação de alimentos como forma de os conservar, pode ser ambíguo e guardar dois significados opostos: ou a estratégia de irradiar alimentos continua a sua rota de bastidores para vir a ser implementada quando menos se esperar, ou, depois do entusiasmo que se verificou, por parte dos propagandistas habituais e profissionais, o que está actualmente na forja é a pura e simples desistência dessa - dizia-se - «nova e maravilhosa tecnologia de conservação alimentar». A propaganda de 1989 dava como certo que eram muitos os fabricantes ansiosos por poderem recorrer ao método de irradiação: o mesmo não se poderá dizer das associações de consumidores, mesmo as mais loucas, que torceram sempre o nariz a esse processo, um tanto satânico, de juntar irradiações ionizantes aos alimentos, como se ainda fosse pouco o número de cadáveres que a gente ingere. Cadáveres cadaverizados duas vezes, não será abuso? Será isso que a CEE percebeu, hesitando na sua campanha? E os grupos de pressão? Estarão em «stand by» a ver se se esquece Tchernobyl?

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COMBATE A RADIAÇÕES IONIZANTES COM TERAPIAS NÃO CONVENCIONAIS

De uma entrevista dada por Carlos Carvalho sobre defesa metabólica contra radiações ionizantes:

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[11/9/1971] - Roma - A radioecologia - ciência que estuda os efeitos que as substâncias radioactivas podem ter mo homem e no seu meio ambiente - está destinada e desempenhar um papel cada vez mais importante na luta contra todas as formas de poluição.

Esta é a conclusão a que chegaram os 350 peritos representando 25 países que tomaram parte, de 7 a 10 de Setembro de 1971, no simpósio internacional organizado em Roma pela comissão da CEE, sobre o tema «a radioecologia aplicada à protecção do homem e do seu meio ambiente». Os congressistas ☺☼