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6-3-1982

PARA A HISTÓRIA DO MEP

 

Biogás - Energia solar - Agricultura biológica

Acontece que, quanto a contactos, fomos muito bem sucedidos no Biogás, de que trazemos fotografias variadas e sugestivas. Acontece que o assunto está a crescer, em Portugal, de maneira espectacular, sem que, no entanto, se tivesse ainda banalizado do ponto de vista jornalístico. Em certo sentido, ainda é caixa. Acontece que um dossier temático «Biogás» parece-me um «boom» jornalístico ainda possível, se for mesmo panorâmico e exaustivo do que já existe montado. Acontece ainda que é possível, com mais duas penadas, conseguirmos essa panorâmica, visto que de Évora trouxemos a parte maior. Relativamente ao artigo que deve adiantar, pôs-se-me assim uma dúvida quanto a qual das duas formas devo dar prioriade: 1) Ou reportagem onde mesclasse o Biogás, a energia solar e a bioagricultura, vistos em Évora; 2) Ou uma reportagem exclusiva sobre Biogás: tudo o que já existe em Portugal. Bastaria para isso uma ida rápida (um dia ida e volta) a Leiria e outra a Montijo. Claro que Vila Nova de Cerveira é a primeira produção de biogás em Portugal, há 27 anos, seria óptimo para uma panorâmica mesmo completa: mas a distância torna a ida lá (suponho) impeditiva. Portanto, sugiro a minha ordem de aprontar trabalhos:

Estas duas últimas iriam sendo preparadas com mais tempo, implicando algumas visitas intercalares ligeiramente mais demoradas

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BIBLIOTECA PARA OS TEMPOS DIFÍCEIS

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A convite de Duarte Ferreira, coordenador do programa radiofónico «Em Redor do Microfone» e de Luís Filipe Costa, seu locutor-moderador, teve o autor do seguinte artigo a ocasião de participar num debate sobre a conquista espacial, vantagens e desvantagens, com mais dois camaradas da imprensa: José Maria de Almeida, jornalista do «Novidades» e Eurico da Fonseca, especialista de temas interplanetários.

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A partir deste número, «A Voz da Amadora» tem novo chefe de redacção. Na carta que escreveu ao director do nosso jornal, pedindo que o seu nome seja retirado da chefia, Afonso Cautela alega que não lhe foram concedidas as condições por ele consideradas «mínimas» para poder desempenhar com «coerência e consciência» aquelas funções [ 5/3/1982 ]