1459 caracteres <judeus > <diario89> ecos datados m. de um s.

REDE

VEM À SUPERFÍCIE

27/Outubro/1989 (7/7/1992) - O «lobby» judeu - nas artes, nas letras, nas ciências - age normalmente «sub speciae eaternitatis» mas agora resolveu explicitar a sua secreta forma de agir, mostrando-se ao público nas suas glórias que, como se sabe, são muitas, aparecem em todas as enciclopédias de origem anglosaxónica e o «marketing» nunca é suficientemente expedito para dar manchete a mais um judeu de génio, seja Mahler, seja Kafka, seja Marx, seja Einstein, (...)

[Como nunca se reflecte suficientemente sobre este fenómeno, é de aproveitar a ocasião em que se realiza um colóquio em Lisboa sobre «Os judeus em Portugal - Teoria e Prática», nem que seja para nos interrogarmos, mais uma vez, porque nos interrogamos afinal tantas vezes sobre o tema.]

Os «mass media», normalmente a televisão , estão invadidos por personagens do mundo judaico. Dois em cada três filmes da televisão, zurzem no Hitler. O cinema americano, nem se fala: está sempre a falar deles.

Mais ou menos discretamente, todos os outros meios de comunicação de massas e de expressão artística ou actividade intelectual, se encontram obsessivamente ocupados com o tema, antes, durante e depois de Hitler.

Chegamos a pensar que ele teria sido o seu grande benfeitor, pois sem ele os judeus nunca teriam tido a oportunidade histórica de se evidenciarem como povo único que de facto são e o único, também, à falta de outros concorrentes, «eleito de Deus».