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Posted by Big-Bang - segunda-feira, 27 de Outubro de 2003

Retrovisor (1979-1996) ->Day by day
17 anos de memórias

< 79-10-27>

27/10/1979 - 13 páginas dactilografadas e publicadas algures, creio que no Jornal da Via Macrobiótica: «A Economia Macrobiótica: Nova Ordem Alimentar à Escala Mundial ».

Motivos deste artigo:

No continente morre-se de fome, no continente europeu morre-se de indigestão. Entre exploradores e explorados, a economia macrobiótica é a terceira via.

A economia energética (ou ecologia) é a única que pode matar a fome à escala mundial: não é destruindo a vida na Terra, principal finte alimentar mundial, que se dará comer a todos os homens, povos que exploram outros povos, continentes que exploram outros continentes: entre os milhões que morrem à fome e os milhões que morrem de indigestão, a macrobiótica impõe uma nova economia alimentar

Da bioenergia curativa à bioagricultura, os princípios ecoalimentares da macrobiótica desafiam a humanidade a construir uma nova ordem económica que reparta igualmente os discursos disponíveis da Terra.

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<79-10-27> yin yang

AUTOTERAPIA ALIMENTAR YIN-YANG

Este texto (publicado?) ilustra uma fase de alargamento da ecologia a partir da macrobiótica e da macrobiótica a partir da ecologia. Insistia já nessa altura na ecologia humana, que ainda hoje continua tabu. Curiosamente aparece uma referência ao mundo vibratório , ao mundo das ondas e só faltou a palavra «frequências vibratórias» para antecipar o meu pensamento actual.

De qualquer maneira esta fase do yin-yang teve uma importância decisiva para a introdução no mundo das energias (mais) subtis. Não sei se este texto chegou a ser publicado, pois os últimos parágrafos são pouco lisonjeiros para com a medicina, que chego a classificar de carniceira...Coisa que ontem e hoje não se pode dizer e muito menos publicar. Parágrafos antes, escrevo eu coisas ainda mais censuráveis, desta vez com alusões aos guardas do gulag, pensando nos quais este texto é escrito. Esquerdista que se prezasse não podia ser macrobiótico nem vegetariano. Entretecia-se a rede de equívocos em que me fui debatendo neste gulag português, à beira mar plantado. A dialéctica dos contrários, a que se adequava como uma luva o yin-yang, aparece neste texto como palavra-chave do que tenho pensado ao longo destes anos. Os opostos complementares voltam a reaparecer em força na radiestesia holística ( 5/Setembro/1999)

27/Outubro/1979 - Se o homem é o que come, como afirma a macrobiótica e Michio Kushi reafirmou, mais uma vez, nas conferências que realizou a convite do movimento macrobiótico português, teremos de saber em que medida essa expressão é uma metáfora.

Se tomarmos o «alimento» no sentido estrito , isto é, o que, depois de cozinhado, se tira do prato e mete à boca, afigura-se-nos arriscado afirmar que o homem é apenas o que come, porque o ser vivo e por maioria de razão o homem em sociedade, é função do meio em que vive e do comércio biológico, do intercâmbio energético que se estabelece entre ele e o ambiente.

Sem tomar aquele provérbio à letra, deveremos então traduzi-lo por outro: «cada indivíduo ou cada povo é aquilo que consome» e ficaremos mais próximo da verdade, subentendendo nos consumos , o que o ser vivo retira do ar, do ambiente electromagnético, das radiações e das vibrações, das ondas curtas, longas e médias...

Numa das suas lições mais interessantes , Michio Kushi falou de comida fisicalizada (legumes, cereais, vegetais, frutos, carne, ovos, etc.) e falou de comida não fisicalizada : mas ambas as categorias são alimento.

«Diz-me o que consomes, dir-te-ei quem és» e «pela boca morre o peixe» - sim, são dois aforismos da tradição popular portuguesa livremente adaptados aos tempos modernos e à tradição taoísta renascida que Michio Kushi ensina. Nesse veio de sabedoria popular , temos um dos pontos radiais da doutrina alimentar ou dietética mais aberta e tolerante que se conhece. Mais de acordo com a Ordem do Universo.

NADA É PROIBIDO

TUDO SE PAGA

Sempre zelosos de proibir alguém de alguma coisa, pretendem alguns puritanos e puristas - vegetarianos, carnívoros e assim-assim - que a macrobiótica zen é a arte de proibir uns alimentos e autorizar outros.

Nada mais falso e errado. A grande via da dialéctica taoísta não proíbe nada, a não ser aquilo que entra no campo do puro homicídio: a química, o conservante químico, o corante químico, o refinado, o alimento industrializado, etc.

De resto, a macrobiótica deixa ao discernimento de cada um escolher a dieta que lhe serve , na certeza de que, segundo a lei do carma, «tudo neste universo se paga pelo justo preço.» Tudo.

Para os que acreditam na ordem do universo e nas leis imutáveis da natureza, para a macrobiótica zen e para Michio Kushi - a mais actual e evoluída expressão de síntese entre o Oriente e o Ocidente - as leis desta Ordem do Universo são imutáveis e as infracções a essas leis não se chamam «pecado» - como em qualquer teologia balofa de moral jesuítica ou confucionista - mas chama-se «doença». A infracção à ordem do universo é a doença, logo: recuperar a saúde é reaproximarmo-nos de novo dessa ordem da qual nos afastámos por arrogância, orgulho, sofística.

A punição, portanto, não é de ordem moral nem legal: é física, psicossomática, material. A punição é a doença. E todos, portanto, têm o direito de estar doentes, se é esse o seu desejo, se é esse o seu grau de discernimento cósmico (quer dizer: ecológico...).

Cada qual - indivíduo ou povo - é o que consome, e cada qual (o indivíduo ou povo) é livre de consumir o que lhe dão, impõem ou ele conquista... Talvez a idiosssincrasia do povo português possa ser explicada , em grande parte, pelos consumos aqui predominantes ao longo de séculos e ao longo dos últimos anos: batata, cerveja, vinho, cereais refinados, frutos quimificados, etc., etc., podem perfeitamente compor um quadro do nosso carácter colectivo, dos nossos problemas, das nossas contradições e até de certos maioritarismos que se exibem como bandeira quando, no fundo, e à luz de uma óptica rigorosamente científica, são apenas dramáticos handicaps nossos. Consumindo o que consumimos - futebol, batata ou publicidade televisionada - não admira ser o que somos.

Para a ética macrobiótica, portanto, não existe nenhuma noção ou tentação moralizante: existe, sim, um jogo dialéctico de contrários complementares, de antagonismos complementares, yin yang, as duas forças originais do universo. É jogando com esses complementares, é apoiado no Princípio Único que o homem progride na espiral da criação cósmica. Depois de saber que alimentos são mais yin e que alimentos são mais yang e como se distribuem essas duas emanações de energia ki sobre toda a biosfera, o homem possui a bússola para se orientar na dialéctica dos contrários, para seguir através das tempestades não às cegas mas com os faróis do discernimento.

Daqui resulta uma outra noção - a de polaridade - fundamental nos ensinamentos de Michio Kushi.

CONTRA A MANIPULAÇÃO VIOLENTA

DO HOMEM PELO HOMEM

Acusados embora de elitistas pelos que só entendem a reivindicação operária a nível de exigências salariais e outras exigências de carácter quantitativo ( mais do que legítimas) , eis que os grevistas ao supermercado, à indústria alimentar, aos tóxicos da sociedade de consumo, aos refinados, corantes e conservantes químicos, representados em Portugal por correntes vegetarianas e por uma corrente macrobiótica zen, na linha de Oshawa e Michio Kushi, significam um importante movimento de contestação, partilhado principalmente pela pequena burguesia , até agora a mais sensível ao cancro médico, à exploração da indústria médica e aos absurdos do consumo médico.

O operariado - mais sujeito à tirânica política das Caixas de Previdência e serviços médico-sociais, mais na dependência e na beata ou incrítica adoração do médico - tem acordado mais lentamente para uma reconversão dos consumos em geral e dos consumos em geral e dos consumos alimentares em particular, para a descolonização do seu corpo.

Não quer dizer, porém, que entre as associações macrobióticas hoje existentes em Portugal não se encontrem trabalhadores, que já descobriram a burla da medicina e procuram na cosmologia materialista dialéctica do taoismo zen um caminho de autosuficiência em geral e de autocura em particular.

Alguns acusam de elitistas os seminários realizados em Lisboa pelo mestre Michio Kushi, vindo de Boston e para burguês o custo de frequência do curso, afinal um curso completo contra a alienação e contra a exploração do homem pelo homem.

Deveriam antes acusar a inépcia , a ignorância e a malevolência das autoridades ou entidades sanitárias e de higiene pública em Portugal, ou de medicina preventiva, que muito coerentemente não apoiaram nem poderiam apoiar a vinda de Michio Kushi, dado o carácter subversivo do sistema por ele proposto, dada a importância das técnicas de libertação e autosuficiência que ele ensina e dado o carácter revolucionário, de radical e profunda descolonização cultural, que o self government terapeutico-alimentar ensinado pela macrobiótica, coadjuvado pela massagem shiatsu, pela acupunctura , etc., têm.

Acham caro um curso do Michio Kushi, ele que ensina a técnica da libertação.

Mas não acham caro pagar por uma consulta a eminente especialista o mesmo preço (o facto de as Caixas pagarem não modifica em nada o fundo do problema, pois será sempre o povinho contribuinte a pagar essas e outras ...), para ficar mais doente, mais escravizado à medicina e possivelmente sem algum órgão vital, dos muitos órgãos que a medicina está sempre pronta, via cirurgia, a extirpar-nos.

Pagar trinta contos para ficar sem rins é um progresso da ciência e ai daquele que estiver contra o progresso, porque lhe tiram então os dois rins...

Pagar mil escudos para se libertar de toda essa carniceria e carnificina, para construir um mundo novo sem bisturis, sem cirurgiões, sem violências médico-cirúrgicas é um abuso burguês só para benefício de burgueses...

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<79-10-27-ie> notícias do maravilhoso

OS ÍNDIOS

QUEREM INDEMNIZAÇÃO

Long Beach (Califórnia), 27-10-1979 - Um dirigente navajo, representado 25 tribos índias do Oeste dos Estados Unidos, anunciou sábado que ia pedir 60 milhões de dólares ao governo federal americano para construir refinarias e fábricas de produção de energia sobre os terras destas tribos.

Peter Mc Donald, presidente dos cerca de 360 mil índios navajos que vivem ainda nos Estados Unidos, reivindicou " a soberania e a auto-determinação política e económica " para o seu povo, numa conferência na Universidade da Califórnia de Long Beach.

As 25 tribos da Nação Navajo possuem nas suas terras metade dos jazigos americanos de urânio, 30 por cento das reservas de carvão com fraca concentração de enxofre e 5 por cento dos jazigos petrolíferos dos Estados Unidos.

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<89-10-27>

<media><manifest>3255 caracteres

 

PARA UM MANIFESTO MULTIMÉDIA

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Interface (#) importante para os textos aqui citados é tudo o que já ficou teclado in file «plurimed» de directório <revista>, e onde se faz a cronologia de acontecimentos que expressam uma abertura gradual dos «media» (e da própria OMS) às terapêuticas holísticas, como placa giratória de uma nova «revolução pacífica».

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Destacando-se do magma geral do diário, este conjunto de textos poderá ficar na primeira linha para mais um caderno da colecção «Notícias da Clandestinidade», ainda na oficina do Magalhães

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Outro interface(#) importante dos textos aqui enunciados é o das Memórias AC, de que também constituem um destaque de certa importância e dimensão (incluem-se textos sobre a experiência de ser jornalista «outsider» e «franco-atirador», especialmente no campo das lutas desinteresseiras mas interessantes).

1988-1989

Durante o ano de 1989, o tema dos «média» surgiu frequentes vezes no diário ac, podendo constituir esse textos uma base para a elaboração de um manifesto multimédia em que, segundo se diz no frontespício, «um grupo de intelectuais independentes toma posição relativamente à futura atribuição de canais privados de televisão.»

Nessas páginas, diversamente datadas, correm-se temas tais como:

- O neo-cinismo da «nova imprensa» (modelo:«o independente») ou a chamada mentalidade vídeo-clip

- Detectando o cinismo que hoje vende bem

- Ecodireitos do leitor, ouvinte, telespectador

- O direito de ser informado

- Uma manhã a telefonar para a Direcção Geral dos Cuidados de Saúde Primários ( ver diário geral, 13/8/1984)

- Com a verdade me enganas ( ver diário geral, 27/10/1989)

- Mensagem de intelectuais independentes ao grupo multimédia que os quiser ouvir (duas páginas de 1989)

- Carta de um despeitado a todos os doutores e industriais do ramo - O plano de Informação ecológica que ninguém quis (1989) - O jornalista face aos temas-tabu e probidos=Os temas ainda mais explosivos da Ecologia Humana

- O maternal-paternalismo é indissociável do fascismo quotidiano(10/11/198?)

O discurso em «eu» de quase todos estes textos torna-os mais indicados para um «testemunho ac» sobre a sua própria profissão de jornalista do que para um Manifesto, que necessitaria maior distanciamento e objectividade.

Acresce que muitas dessas páginas foram escritas na perpectiva do «lutador» pela causa holística e de ecologia humana, durante as várias investidas que ac efectuou para «vender» a ideia de uma agência de informação ecológica.

Estes textos - escritos, na sua maioria, em 1988 e 1989 - ficarão, portanto, ordenados cronologicamente.Desse dossier «militante» e umbilicalmente ligado ao «diário» ,poderão aproveitar-se para o Manifesto Multimédia algumas passagens.

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1-1 < 89-10-27-em> ecos do mundo

1456 caracteres

 

REDE VEM À SUPERFÍCIE

 

27/Outubro/1989

 

O «lobby» judeu - nas artes, nas letras, nas ciências - age normalmente «sub speciae eaternitatis» mas agora resolveu explicitar a sua secreta forma de agir, mostrando-se ao público nas suas glórias que, como se sabe, são muitas, aparecem em todas as enciclopédias de origem anglosaxónica e o «marketing» nunca é suficientemente expedito para dar manchete a mais um judeu de génio , seja Mahler, seja Kafka, seja Marx, seja Einstein.

Como nunca se reflecte suficientemente sobre este fenómeno, é de aproveitar a ocasião em que se realiza um colóquio em Lisboa sobre «Os judeus em Portugal - Teoria e Prática», nem que seja para nos interrogarmos, mais uma vez, porque nos interrogamos afinal tantas vezes sobre o tema.

Os «mass media», normalmente a televisão , estão invadidos por personagens do mundo judaico. Dois em cada três filmes da televisão, zurzem no Hitler. O cinema americano, nem se fala: está sempre a falar deles.

Mais ou menos discretamente, todos os outros meios de comunicação de massas e de expressão artística ou actividade intelectual, se encontram obsessivamente ocupados com o tema, antes, durante e depois de Hitler.

Chegamos a pensar que ele teria sido o seu grande benfeitor, pois sem ele os judeus nunca teriam tido a oportunidade histórica de se evidenciarem como povo único que de facto são e o único, também, à falta de outros concorrentes, «eleito de Deus».

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< 89-10-27-ls> leituras

<zweig ><emcurso><livros>-1502 caracteres [vaga de fundo - ideias-chave] [páginas autocensuradas para ficções]

O «LOBBY» JUDAICO

[FOTOS: MAHLER, MARX, KAFKA, ZWEIG, FREUD]

27/Outubro/1989 - Vejo nítida, nas páginas de Stefan Zweig, concretamente na edição portuguesa, tão mal traduzida e cuidada, de «Zeit und Welt» («A Marcha do Tempo» é como se intitula em português), a révanche dos intelectuais judeus e como a defesa dos da sua raça é para eles religião.

É comovente a dominante propaganda que os judeus promovem através de todos os meios, mas principalmente os da notoriedade artística, científica e cultural, dos seus próprios valores.

Freud e Kafka: são apenas dois exemplos da inesgotável bibliografia que sobre os génios de raça judaica se derrama pelo mundo. Nós todos continuamos a salivar de acordo com a colossal referência desses homens, sem dúvida geniais mas a que a dinâmica publicitária ininterrupta, tácita entre judeus, confere uma força inextinguível.

Estamos todos colonizados pelos génios, maiores, médios e menores, de raça judaica. Não fazemos nada que não seja sob o seu signo, e até quando julgamos combatê-los (ou antes, discuti-los), estamos ainda a servi-los, falamos ainda sob a sua influência. Não nos largam.

Constato, não critico.

Marx é outro tópico obrigatório de referência. Só resta saber se Darwin, Pavlov e Hegel, fatais entre os homens fatais da Grande Barrela ao cérero, não eram também judeus.

Cada vez que Stefan Zweig escreve a palavra Viena, parece que o mundo se concentra nela. Zweig dá nos seus livros um reflexo dessa magia, dessa atracção, a que a raça judaica não é com certeza estranha.

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1-1 < 91-10-27-ac-ac> afonso-afonso

 

DADOS EM 27/10/1991

PARA REDIGIR TESTAMENTO

NO NOTÁRIO (ADVOGADO?):

Estou pronto para todas as eventualidades (sem que deixe cá mais trabalhos à Cristina ou complicações de maior):

- Qualquer acidente grave que me deixe imobilizado

- Perda progressiva de vista

- Saída brusca para um país do Terceiro Mundo

- Suicídio

- Reforma c/ invalidez (imobilidade) absoluta

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<92-10-27>

<deb-1> deb = dados elementares de base 217 caracteres

Intercalares : 14

Seminários JNK : 4

Seminários PK : 3

Total de seminários: 21

Total de despesa feita:

Número de páginas

Livro de JNK:

- 1989 - 185

Obras de EG:

- 1990 411

- 1990 250

- 1990 388

- 1994 505

Total de páginas: 1554

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<92-10-27-bm>

2460 caracteres <np-3 ><diario92>-> diário de um aprendiz - notícias do pêndulo - relendo etienne guillé

METAIS PESADOS VERSUS MINERAIS

ENTRADA E SAÍDA DE MINERAIS DO ADN

Cabo, 27/10/1992 - A perversão fundamental da sociedade industrial é posta a descoberto pela Ecologia Humana. Os factores ambientais produtores da doença «envolvem-nos» de tal maneira, que é impossível fugir-lhe. Por isso adianta pouco apontar alguns dos maiores crimes que hoje se cometem contra a saúde pública e privada das pessoas, já que o sistema homicida, como um anel de ferro, as envolve sem dar hipótese de saída.

Por isso, é verdade mas talvez ocioso, afirmar que as casas hoje são gaiolas de cimento (são todas as que se constroem) e que favorecem o cancro, que o Frigorífico desmagnetiza os alimentos e portanto favorece o Cancro, que o Microondas é um verdadeiro buldozer sobre o suporte vibratório dos alimentos e, portanto, favorece o Cancro, que o Açúcar é um Desmineralizante e portanto favorece o Cancro, que os Metais Pesados (Chumbo, Mercúrio, Ferro, etc) na água, no ar e nos solos favorecem o Cancro, que os medicamentos enquanto poluição química favorecem o Cancro, que os Adubos químicos são um crime, que antibióticos e Hormonas na carne são um crime, que o Sal Refinado é um Crime (deitam-se ao lixo mais de 80 elementos-traço bioessenciais), que os Cereais refinados são um crime, que as Margarinas são um crime ( ver lista negra de crimes contra a saúde pública),

Não vejo uma resposta pontual, caso a caso, para cada caso destes. A sentença é mesmo de índole fascista: temos que nos habituar a viver com a morte que temos. E só vejo (se é que vejo) solução, numa imunização global do organismo a todas estas violências e agressões constantes contra a célula viva. Por isso a minha estranheza quando leio em Guillé que o Cancro é uma doença cósmica, assim como a Esclerose em placas, a sida, as doenças mentais. Elas são doenças do ambiente, da poluição química, do metabolismo, da química farmacêutica, de uma desmineralização que dá lugar a uma metalização caótica e patológica. Tudo vai dar, como a um interface trágico, à entrada e saída de minerais da molécula de ADN. Tudo gira à volta disto, inclusive o famigerado vírus, que depois de existir há milhões de anos, só agora se lembra de ficar activo...

Etienne Guillé não avança por aqui, mas dá as dicas essenciais, julgo eu, para que nós avancemos. E valia a pena um seminário intercalar sobre METAIS VERSUS MINERAIS: A GRANDE ENCRUZILHADA DO INFERNO INDUSTRIAL.

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<94-10-27>

<oarr-1 ><oarr= obras a registar>1152 bytes-274 caracteres

 

VELHAS INDÚSTRIAS

NO PORTUGAL MODERNO

 

27/10/1994 - Velhas Indústrias em Portugal

 

- Aldeias de Portugal: a face escondida de um país moderno

- Indústrias de Outros Tempos

- Velhas Indústrias no Portugal de Agora

Colecção «Museu a Céu Aberto»

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 <fb-1><adn><manual><fb=feed-back com os colegas de trabalho>5.760 bytes - 4735 caracteres

A NONA PORTA

27/10/1994 - Sim, é um facto: esta démarche, que começa tão humildemente com este objecto tão humilde que é o Pêndulo, tem metas ambiciosas. Uma das que me tocam mais e de que, portanto, vos falo: o acesso à porta por onde se pode espreitar o que fica do lado de lá deste mundo das aparências. Se quiserem, a essência. Se quiserem, a morte e o que há na morte. Se quiserem, a eternidade. Se quiserem, os espaços-tempo não lineares. Se quiserem, o mundo quântico, onde tudo se articula a tudo, onde todos os interfaces se estabelecem, entre este mundo e o outro. Entre o outro e os outros. Entre todos os contrários opostos.

É esta uma das múltiplas metas (ambiciosas) deste trabalho que, começando pela Radiestesia, a que chamamos 6º sentido, aponta, nada mais nada menos, do que para 12 sentidos no ser humano e 12 ciências sagradas, da Alquimia à Teurgia

(Ver mapa).

Também é verdade, neste método, a banalização de coisas que se tornaram inacessíveis ou excepcionais. Dou 3 exemplos: a iniciação, a fabricação da pedra filosofal e a procura do santo Graal. São, com o humilde trabalho do Pêndulo, objectivos ao alcance de cada um e a breve trecho.

Aprender a criar uma certa imunidade da alma (imunidade energética), contra as investidas, hoje tão activas, das várias escolas manipulatórias e alienatórias que invadiram o campo das chamadas ciências ocultas ou esotéricas, é também e ainda um objectivo do trabalho com o Pêndulo.

O progresso deste nosso trabalho depende muito do feed-back que se estabelecer entre nós. E este «feed-back» depende muito de questões que vocês puserem e da forma como as puseram. Não se trata de nenhum «amen», nem de criar entre nós nenhuma rede de apanhar pardais(e tolos). Cruzes canhoto. Intercomunicar informação com o Pêndulo, não é nem será jamais criar redes de intertransferência energética. Dessa temos à vondo por aí. E não contem, minimamente, com este método nem comigo para levar a água a algum moinho energético que não seja o da vossa própria autonomia, auto-suficiência e independência.

«Ne touchez pas a quelqu'un d'autre» é uma das saudáveis recomendações deste método. De facto, a teledetecção, o telediagnóstico e a teletransferência de energias, derivando todas dessa suprema qualidade do ADN que é a teleacção - permitem exactamente a maior limpeza. Nada de promiscuidades energéticas. O que vemos hoje é umgrande deboche energético, sob as mais variadas formas.

Para simbioses energéticas, encontram-me disponível as 48 horas por dia. Para parasitismos energéticos, hoje tão na moda, não estou disponível nunca e tenho raiva a quem esteja.

Na multiplicidade dos caminhos que hoje são propostos, em nome da iniciação, o pêndulo pode servir de bússola, de estetoscópio, de microscópio e até de telescópio. Pode servir, como já vos disse, de computador pessoal. De bússola que guiará cada um de nós na escolha do seu próprio caminho. Que até pode não passar pela Radiestesia. Mas, com a Radiestesia, cada um poderá saber se o seu caminho passa pela radiestesia ou não. Já se disse que o Pêndulo trabalha para se autodispensar.

Como é costume dizer, o Pêndulo, além de inconsciente ambulante e do nosso computador de bolso, é, à la limite, para nós o dispensarmos. Quando nós próprios, nos nosso milhões de células, formos o pêndulo, ou seja, o Oscilador cósmico, ou seja, o ressoador cósmico universal da Grande Música das esferas, o pêndulo terá realizado a sua missão.

Melhor do que comparar o corpo a uma máquina, como faz a fisiologia materialista e a medicina aprova, é compará-lo a um diapasão. Máquina é matéria morta, diapasão é receptor e emissor de vida vibratória.

Não há ilusões nem crenças no trabalho com o Pêndulo. Não há crenças nem promessas. Há certezas, constantemente verificáveis e submetidas à dúvida metódica. A propósito de dúvida metódica, é muito interessante, energeticamente falando, a revelação que Etienne Guillé faz sobre a face desconhecida de René Descartes, filósofo que o materialismo descabelado recuperou e que, por ele, tão caluniado tem sido.

Distinguir o essencial do acessório, o efémero do eterno, é um dos objectivos do Trabalho com o Pêndulo. Mas essa distinção deve começar dentro de nós próprios: aprender a distinguir o que é, para cada um de nós, o acessório e o que é fundamental. É a escolha, a grande escolha, a grande opção.

Distinguindo vibratoriamente os sete metais uns dos outros - ou as sete cores do arco-íris - é o próprio corpo, com a sua inteligência própria (chama-se-lhe zona quântica) que irá efectuar as necessárias destrinças, as indispensáveis decantações. A alquimia interior é também isso: distinguir o trigo do joio, a verdade da falsidade. Energeticamente falando, evidentemente.

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<94-10-27>

<oar-1> - diário de uma descoberta -

O ANEL ROUBADO

27/10/1994 - Após anos e anos de aturada investigação, ilustres cientistas chegaram à conclusão de que havia, em cima do Planeta Terra, 2 raças:

a) uma que vem desde as origens, que edificou a civilização da Lemúria e da Atlântida (mas que também as afundou, é verdade);

b) e outra raça que, como o Darwin queria, descende em linha directa do orangotango, raça à qual, exclusivamente, a arqueologia e a historiografia académica (feitas também por orangotangos) se têm exclusivamente dedicado.

De notar, por exemplo, é a curiosidade recente que tem suscitado a descoberta das fantásticas figurinhas descobertas nas fragas xistosas das margens do Rio Coa e que já estão avaliadas em, pelo menos, 20 mil anos de antiguidade.

Ora esta proeza de fazer recuar na escala do tempo (cronos) as origens da verdadeira civilização (ou seja, a raça dos que descendem directamente dos deuses) é muito de admirar e de aplaudir - pois, regra geral, os arqueólogos da arqueologia ordinária só costumam ir até aos 4.500 ou 5.000 antes de Cristo e ficam-se por aí, exaustos, de língua de fóra. O resto são cavernas e «homens primitivos» como eles dizem, com umas historietas da Carochinha que metem «boomerangs», homens barbudos e mulheres a fugirem à frente de homens barbudos.

Esta é a arqueologia e a Historiografia que nos fornece a classe dos arqueólogos em exercício.

Então, para os homens e mulheres do nosso tempo, que sempre pressentiram que não pertencem à mesma raça, põe-se a big questão:

vou com eles para a jaula do orangotango

ou vou comigo e com o meu espírito que está no céu e com o qual eu tenho um encontro marcado há 41 mil anos, desde que dele me perdi. E que espera por mim.

Precisamente, é o big dilema que se põe à radiestesia:

Vou com a radiestesia ordinária, que é feita para a raça dos Antropoides, ou vou com a radiestesia de Etienne Guillé que é feita, em exclusivo, para a Raça dos Filhos de Deus e que a Deus querem regressar e o mais depressa possível, antes que o País se afunde como quase já se afundaram os Países Baixos e como toda a Europa, lá mais pró próximo Inverno, se poderá afundar.

Se o tempo (cronos) urge, será que vamos a tempo de nos livrar deste imperialismo que dura há 41 mil anos e que na Bíblia vem assinalado com o nome de Queda mas que foi, principalmente, uma viragem do avesso da ordem cósmica?

De facto, foi uma grande queda. Pela 1a vez em 41 mil anos, temos, com a radiestesia de Etienne Guillé, a forma de nos libertarmos do imperialismo do orangotango e regressarmos à terra que nos pertence e a que chamamos Céu. Pergunto apenas e para não nos alongarmos - porque o tempo urge:

Que raça queremos seguir?

E que Radiestesia queremos praticar?

A Radiestesia de Etienne Guillé - que é apenas um caminho para a Luz - ou a Radiestesia que me ensina a descobrir onde está o anel de ouro que me foi roubado?
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(*) Lembre-se que os 20 quilómetros de xistos de Foz Coa vibram sagrado puro, o que faz com que em Portugal esteja o mais precioso tesouro que jamais existiu sobre a Terra. Ou seja, a sua antiguidade é, no mínimo, superior a 60 mil anos.

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<gm-8>

A DEMONSTRAÇÃO GEOMÉTRICA E NUMÉRICA DE DEUS

O quadro 6, da página 317 ( «L´Énergie des Pyramides et L´Homme») é a demonstração concreta de que o espírito existe e anima todos os seres vivos. O número de ouro prova-o.

Como diz Etienne Guillé, «o número de ouro está presente em todos os níveis dos seres vivos, da bactéria ao homem: ele fornece um dos argumentos mais definitivos à existência da organização tripartida da matéria viva. O espírito estrutura a matéria orgânica e este influxo subtil reflecte-se na organização morfológica e topológica de numerosos constituintes da matéria viva» (325)

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<96-10-27>

<ensino-0>

3 - O passo que está a ser dado neste momento para que o ensino em Portugal das ciências sagradas tenha o nível superior que por natureza lhe compete - as ciências sagradas são, por definição, as únicas de nível superior - consiste no projecto cooperativo designado «Escola Superior de Ciências Sagradas».

Também lhe podem chamar «ciências herméticas» ou «ciências do espírito» ou outro dos 56 nomes possíveis para designar mais ou menos o mesmo...(Ver lista alfabética em anexo).

Para essa escola, formada ao abrigo do ensino cooperativo, convido as pessoas a inscrever-se como comparticipantes interessados.

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Estou interessado em saber mais pormenores sobre o projecto Escola Superior de Ciências Sagradas .

Enviem-me notícias para:

Nome________________________________________

Rua__________________________________________

Localidade ____________________________________

Profissão_________________Data do Nascimento______

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Um curso que tem sido pioneiro e que usa as palavras certas para se designar é o Curso de Metapsicologia , promovido pela Fraternidade «Os Filhos do Cosmos». Sabemos de que maneira o Ruy Paulo D'Barbosa se empenhou nele e de que maneira o tem realizado, na sede da organização, à Madre de Deus, onde se pratica uma actividade discreta mas intensa.

Com o elenco desta «Fraternidade» contará a futura escola Superior de Ciências Sagradas . O objectivo não é formar doutores - mas professores que continuem a divulgar essas ciência.

É de facto inacreditável que ainda nos encontremos intelectualmente ao nível do esgoto: depois de um trabalho de alfabetização de adultos que tem vindo a ser realizado, com paciência e proficiência, por pessoas tão notáveis como António Carvalho (jornalista) , Manuel Joaquim Gandra (Municipalista), Antónia de Sousa (jornalista), Vítor Quelhas (jornalista), Víctor Mendanha (jornalista), António Cardoso (Químico), Luís Carlos de Matos, Luís Resina de Almeida (Astrólogo), ----------------------------------

À acção alfabetizadora destes franco-atiradores, tem-se juntado o trabalho notável de ordens místicas e iniciáticas, cuja antiguidade é só por si garantia de qualidade e um factor que deveria fazer curvar de respeito os patetas que se julgam deuses porque têm o título honorífico de professor doutor.

E é preciso então falar das ordens que têm vindo a trabalhar, há muitos séculos, para que as ciências sagradas fossem ensinadas a nível profano antes do Terceiro Milénio: Com actividade regular em Portugal, temos a AMORC Rosa Cruz, a Loja do Grande Oriente, a Maçonaria Regular (Grande Loja), o Budismo Tibetano, a Meditação Transcendental

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«Noologia - Ciência que estuda o espírito humano; ant. Psicologia (Do grego nóos+lógos)

Noológico - Que diz respeito ao espírito; relativo à Noologia ; «ciências noológicas»: as ciências do espírito, correlativas das cosmológicas, na classificação de Ampère.

Noosfera, s.f. mundo do espírito e do pensamento, figurado, por analogia com a biosfera, por uma camada sobreposta à da vida.»

Noocentrismo, s.m. - Doutrina ou atitude gnosiológica «que faz gravitar o ser em torno do conhecer».

In «Dicionário da Língua Portuguesa», Porto Editora, 5ª edição

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< 96-10-27-ls-hv> leituras da hipótese

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AXIOMAS DE HERMES

SEGUNDO O KYBALION

 

 27/10/1996 - O princípio (óbvio) do Continuum energético, entre macro e microcosmos, é muito mais difícil de aceitar e compreender do que parece à primeira vista.

E não só no campo da Ciência ordinária, de natureza analítica e anti-holística - ciência que nunca pôde, pela sua natureza estruturalmente parcelarizante (sectorial e sectária) perceber o Todo, o princípio único e unificador das energias - , mas também no campo das ciências sagradas que alegadamente funcionariam holisticamente.

Nesse sentido e mais uma vez, a dialéctica taoísta do yin-yang - expressão que soa ritmicamente - e o seu famoso princípio único, como o baptizou modernamente Jorge Oshawa, foram mais longe do que os europeus da Ciência ordinária e da filosofia comum.

Como dizemos em outro lugar deste guião de trabalho, destes apontamentos sobre Noologia Holística, a grande heresia , para a Ciência ordinária, foi sempre a ideia globalizante do Todo, à qual os representantes da análise (dita científica) reagem nervosa e histericamente.

Em um livro de comentários aos textos (axiomas) de Hermes Trismegisto, livro aparecido em 1973, em edição francesa e assinado por um enigmático «Três iniciados»(*), verifica-se, mais uma vez, a dificuldade que, mesmo nos meios ditos esotéricos, existe para superar as fronteiras e barreiras da mentalidade analítica, anti-holística.

Curiosamente, um dos vocábulos onde logo se tropeça é a famosa palavra «mental» e, decorrente dela, o «mentalismo». Isto sem falar do dualismo inultrapassável matéria/espírito, que ocorre igualmente neste comentarista de Hermes.

É assim que, ao compendiar 7 princípios herméticos - com citações retiradas de um tal «kybalion» - , o 1º desses princípios escorrega logo na designação de «mentalismo», princípio do mentalismo.

Bastaria substituir esta palavra tão inadequada por Bioenergia ou, mais limitante mas ainda ampla, por Psicoenergia e teríamos o grande princípio hermético do Continuum energético, a que se seguiriam, segundo os autores, outros 6.

Vejamos quais:

2 - Princípio das correspondências

3 - Princípio das vibrações

4 - Princípio da Polaridade

5 - Princípio do Ritmo

6 - Princípio da Causa e Efeito

7 - Princípio do género (ele/ela)

Como sempre acontece no desenvolvimento do espectro energético, as grandes áreas que são estes princípios axiomáticos (postulados de Hermes) derivam umas das outras como camadas envolventes de uma cebola.

Torna-se evidente que as correspondências ou equivalências vibratórias cósmicas são uma consequência do continuum energético; que o princípio das vibrações decorre igualmente do Continuum energético (tudo é energia e tudo vibra) mas também das correspondências e do princípio do ritmo (tomando o nome de ressonância vibratória); que a polaridade é um caso particular da universalidade do número 2 - pontapé de saída para o movimento de tudo o que existe - e que o princípio do género (masculino/feminino) um caso particular do mesmo número 2 ou andamento binário do espectro do continuum energético. O princípio da causa/efeito preside praticamente a todos os outros, decorrendo, em primeira instância, do continuum energético.

Estes princípios contêm-se uns nos outros, como caixas chinesas, e são logicamente inseparáveis. São fragmentos da Geometria do Logos.

Não se pode entender o Todo vibratório sem o princípio do continuum energético . Sem ele, não se pode entender nenhuma das leis do universo e muito menos qualquer dos princípios ou axiomas enunciados.

É a natureza vibratória do Todo ou Continuuum que logicamente (causa/efeito) conduz ao Ritmo e portanto à Polaridade (ao yin-yang) , à relação causa/efeito e à subdivisão feminino/masculino que, aliás, irradia dos princípios filosofais da criação - enxofre e mercúrio filosofais, enxofre princípio masculino e mercúrio princípio feminino.

Resumindo e concluindo: Aproveitando o quadro que o comentador do «Kybalion» apresenta , apenas teríamos de corrigir a designação do 1º princípio. E, em vez de mentalismo, apareceria assim :

1 - Psicoenergia/Bionergia/Continuum energético

2 - Correspondência/Equivalência

3 - Vibração universal

4 - Polaridade

5 - Ritmo

6 - Causa/Efeito

7 - Feminino/Masculino

Comparando este quadro com o que os mestres da macrobiótica taoísta nos têm dado, verificam-se necessárias semelhanças e algumas diferenças (ver quadros do princípio único).

Além deste quadro de axiomas, há que aproveitar, do comentarista anónimo, a selecção de frases retiradas alegadamente de Hermes e que constituem uma breve mas densa antologia da grande sabedoria que de facto emana desse evangelho de sabedoria que a posteridade reconhece sob o rótulo de Hermes Trismegisto e onde os arquétipos primordiais saltam quase à vista , numa acção que verdadeiramente se pode considerar terapêutica.

Até por isso se justificaria este quadro de princípios metafísicos numa introdução prática ao que designamos de medicina energética ou Noologia clínica.
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(*) «Le Kybalion» - Trois Initiés - Ed. Perthuis/ H. Durville - Paris, 1973

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<96-10-27>

<snt-1> trabalho para casa - itens de pesquisa, estudo e discussão - autoterapia

NÃO, SIM, TALVEZ

À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:

ESCOLHER A MELHOR ARTE DE CURAR

 

Conteste ou confirme as afirmações seguintes :

 

À luz da hipótese vibratória, tudo fica mais claro. Demarcam-se os campos e as responsabilidades.

À luz da hipótese vibratória, fica bem claro quais são as terapias que efectivamente estarão activas no Ano 2000 e as que convém abandonar desde logo.

Contra as técnicas manipulatórias,

contra a intoxicação químico-farmacêutica,

contra a iatrogénese,

contra a violência cirúrgica,

contra a massagem sempre manipulatória (mesmo que seja energética ou principalmente se for energética),

contra o transe hipnótico como «psicanálise» oculta,

contra os processos de intervenção mediúnica,

contra as psicoterapias químicas,

contra a própria psicanálise freudiana,

contra toda a técnica terapêutica que aliena, manipula, oprime, adoece o ser humano,

vamos ter a coragem de assumir, com a ajuda do pêndulo de radiestesia holística, a medicina vibratória em toda a plenitude e como a única medicina do futuro que vale a pena cultivar. Por ser a única libertadora do ser humano.

Portanto,

 

SIM

Sim à Cromoterapia

Sim à Metaloterapia por toque vibratório

Sim à Musicoterapia

Sim à Homeopatia

Sim à Medicina orto-molecular (Alquimia alimentar ou Metabolic Medecine)

 

TALVEZ

Talvez ao Chi Kung

Talvez à Fitoterapia

Talvez à Oligoterapia

Talvez ao Tai Chi Chuan

Talvez ao Do-In

Talvez ao Yoga

Talvez aos remédios florais de Bach

 

NÃO

Não à acupunctura

Não à alopatia química

Não à cirurgia

Não ao hipnotismo terapêutico

Não à magnetoterapia

Não à massagem, incluindo a shiatsu

Não à medicação química

Não ao transe mediúnico

Não à psicanálise freudiana

Não à psiquiatria química

Não à transplantologia

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<96-10-27>

<listas ><lex><grelha><adn>lc=lugares comuns - a testar vibratoriamente na prática

 

PARA UMA ANTOLOGIA

DE FRASES-FEITAS

27/10/1996 - Lugares-comuns que se revitalizam à luz da energia vibratória (*)

Expressões antigas que, energeticamente falando, fazem de novo sentido:

 

- A água, mãe da vida

- Abre-te Sésamo

- Devemos amar os nossos amigos

- O que o homem semear, assim colherá

- Escada de Jacob vai do Homem a Deus e ainda além

- O Verbo se fez carne

- Fiat Lux (Faça-se Luz)

- No princípio era o verbo

- No tempo em que os animais falavam

- Gato escaldado, de água fria tem medo

- No princípio era o Verbo

- Depois de mim, o dilúvio
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(*) Ver «Dicionário de Frases Feitas», de Orlando Neves ■