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Posted by Big-Bang - domingo, 26 de Outubro de 2003
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17 anos de memórias
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7040 bytes <ppcp-1> pistas para um conto policial
O MISTÉRIO DOS CARGUEIROS NAUFRAGADOS
26 /10/1980 - Consultando a lista de cargueiros afundados durante os anos de 1978, 1979 e 1980, salta à vista a frequência de desastres, explosões, afundamentos, desaparecimentos «misteriosos» ou naufrágios em condições que testemunhas e entidades responsáveis confessam «estranhas» ou «impossíveis».
O afundamento da plataforma petrolífera «Alexander Kielland» por exemplo, era considerado «impossível» ... antes de acontecer.
Entre as várias hipóteses possíveis para explicar esta frequência, eis que a mais cruel e desabrida imaginação se recusa a colocar aquela que é provavelmente a mais lógica e a mais próxima de ser a causa verdadeira. A causa que «explica» tantos desastras inexplicáveis. E a hipótese entre todas inimaginável - como quase tudo o que hoje sucede no campo dos impactos ecológicos provocados pelo terror tecno-industrial - é que a lógica desse sistema de destruição leva os proprietários de cargueiros à sua destruição.
Dado que os seguros são, muitas vezes, quantias substanciais e atractivas, torna-se mais rentável (a palavra mágica da civilização do holocausto) destruí-los do que mantê-los, especialmente se já se encontram na fase de receber frequentes e caríssimas reparações em estaleiros como os da Lisnave, cada vez mais congestionados.
Mesmo parados, em qualquer porto, o aluguer é, normalmente, tão elevado, que nenhum armador tem interesse em manter paralisados cargueiros em geral e petroleiros em particular.
Melhor solução, porque mais económica: afundá-los, de preferência com cargas de resíduos perigosos e tóxicos, eles também com problemas de arrumação e despejo por todo o Mundo, por causa das campanhas dos perigosos ecologistas.
Junta-se assim o útil ao agradável, ou seja, de uma cajadada (afundamento «acidental») matam-se dois coelhos: cargueiro com o prazo de validade já ultrapassado e resíduos que não tenham onde cair mortos.
Se o afundamento de cargueiros obedece de facto a esta «lógica», é evidente que vamos assistir, ritmadamente, a esse espectáculo, até que as agências noticiosas, quando a coisa se banalizar, deixem de dar a notícia.
Se as duas razões apontadas são causa dos afundamentos, é óbvio que a série não vai parar: o que irá parar, evitando o escândalo e se é que o escândalo ainda é possível quando se tornou rotina, são as notícias dos afundamentos.
Como se sabe, o que hoje em dia não é notícia, especialmente notícia de telejornal, ou não vem na Internet, não existe.
Maremotos, ondas gigantes em mar calmo, e outras estranhas (ou apenas anómalas) ocorrências são hoje frequentes nos noticiários das agências internacionais. Verifica-se também que esses desastres têm o ar de «vir às ondas», quer dizer, de vez em quando regista-se uma «revoada» de desastres idênticos, em vários locais do globo.
Mero e puro acaso, dirá o místico de serviço.
A hipótese de um movimento ecologista internacional que estivesse a tentar sabotar o progresso e o desenvolvimento da magnífica sociedade industrial, é plausível, até porque os ecologistas se têm notabilizado por usar meios terroristas de acção e não se coíbem de colocar bombas onde cheira a progresso.
Outra hipótese, mas esta de rejeitar à partida, porque já todos os sismólogos, antropólogos e outros especialistas em progresso afirmaram que tal hipótese não tem sentido nem faz lógica nenhuma, é de que estas séries de desastres com cargueiros possam ter origem nos famosos rebentamentos subterrâneos de bombas atómicas no atol da Muroroa (França), deserto do Nevada ( USA) e no perímetro de Semipalatinsk (URSS), os tais rebentamentos que também não existem, porque as agências noticiosas internacionais raramente os noticiam.
E os que raramente noticiam, nunca chegam aos Telejornais e à Internet: motivo mais que óbvio para que nunca se tenham realizado os 5.798 rebentamentos subterrâneos de bombas termonucleares que já se realizaram.
Especialmente as bombas francesas, que rebentam no Atol da Muroroa, parecem ter o seu maior impacto sísmico nos mares e oceanos.
No deserto do Nevada (USA) e no Semipalatinsk (URSS) os reflexos sísmicos são principalmente na parte emersa da crosta ou plataforma continental, até porque aquelas duas superpotências, com a experiência de 16 anos que já têm, podem teleguiar os sismos com muito maior rigor e segurança.
Não é preciso falar de guerra sísmico-nuclear, porque ela é um facto. Mas a verdade também é que não existe, porque as agências noticiosas internacionais não falam disso, muito menos os jornais e tele-jornais, e muito menos a Internet-que-sabe-tudo-de-tudo, alguma vez registou essa palavra.
Estamos no domínio da pura ficção científica.
Mais uma hipótese, vulgar mas plausível, para explicar esta série de cargueiros afundados, é que começa a existir um stock de cargas indesejáveis, de lixos e detritos, de substâncias venenosas, tóxicas ou explosivas, que os proprietários têm sérias dificuldades em armazenar, porque os espaços estão cada vez mais congestionados, porque há países com legislações de meio ambiente muito severas e porque, no fim de contas, é muito fácil - a pretexto de naufrágio acidental - deixar no fundo do oceano as cargas que de outra maneira criariam inúmeros e mesmo incalculáveis problemas.
A hipótese da destruição deliberada de navios com cargas poluentes de primeira classe, torna-se tanto mais verosímil quanto mais terríveis forem estes poluentes e maiores dificuldades, por culpa dos ecologistas, haja onde os lançar.
É uma hipótese de ficção científica mas, observando a lista de cargueiros partidos, naufragados, desaparecidos, etc, é caso para a gente exclamar: «Si non e vero, é benne trovato».
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<80-10-26>
2157 caracteres <telmo-4><chave><cartas>
Manifesto de um Ressaibiado
-> No Reino da Cucolândia
-> Tantos Sapos Vivos, Chiça
-> Memorandum retro
-> Afinal tinha Razão, embora antes do Tempo
[ Falta emendar - Grelha aberta a novos itens ]
Quando, em 26/10/1980 me interrogava, no jornal «A Capital», sobre «Os Mistérios do Mar» e sobre «O Mistério dos Afundamentos de Cargueiros» fenómeno então quase diário, podia lá saber que, em 26/Maio/1993, 13 anos mais tarde, o Comissário Mega Ferreira iria enviar-me uma carta a convidar-me para um brain storming sobre os aceanos, porque entrementes os oceanos ficaram na moda, todos os comissários começaram a defendê-los e a ficar preocupados com o suicídio das baleias e outros mamíferos de grande porte que não era costume, antes do petróleo e das radiações, suicidarem-se. Espero que a Expo 98, auge da civilização que deu mundos ao mundo e extinguiu praticamente as espécies, incluindo as de alto mar, venha dar a resposta às perguntas que ficaram sem resposta - sobre a extinção dos oceanos, no meu artigo de 26/10/1980 e de 15/11/ 1980 de «A Capital». Que até nem tenho a certeza se ficou inédito. Por isso guardo o original, bastante mal dactilografado graças a Deus.
Mais títulos publicados sobre Oceanos:
- Internacional Ecologista, in CPT, 15/11/1980
- Alarmismo, CPT, 15/11/1980
- Fundos Oceânicos, CPT, 15/11/1980
- Sismos no Mar - A Grande Vaga do Natal, CPT, 3/1/1981
- SOS Oceanos, CPT, 28/3/1981
Quando, em[??], me atrevi a imaginar que alguém no futuro, com espírito de negociante, havia de vir a defender a Natureza porque era um bom investimento na indústria Turística, estava longe de acreditar que em 1994 se publicasse (e já vai no número 30) um pasquim chamado «Ambutur», que se subintitula
[ ??]
Quando (em que ano e em que termos medrosos ) defendi eu a agricultura a que chamei (simplesmente) ecológica e que hoje se chama biológica, não antevia tão solene presença, a do Secretário de Estado do Ambiente e Defesa do Cosnumidor, Joaquim Poças Martins, na sessão de encerramento do 8º Encontro Nacional de Agrobiologia ? (Cf. «Consumidor», do INDC)
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< da-da><adn><manual>este file junta: <eer-1> <eeeg> <da-da>
SONHO E SONO PROFUNDO
5-13/11/1992 - Se existem várias fases de mergulhar no sono (vários níveis vibratórios?) posso explicar o facto de esquecer os sonhos por ter mergulhado numa fase profunda? Não me lembro dos sonhos, mas tenho a sensação de estar a dormir numa zona profunda do sono.
Os primeiros genes de um gato ou de um golfinho terão nascido, provavelmente, em eras zodiacais de frequência vibratória elevada: por isso o gato, como espécie sobrevivente, está tão perto do seu duplo, tão perto de Deus. E por isso, o gato transmuta as «nossas» energias nocivas com a maior das facilidades.
Agosto e o 26 de Agosto. É como se o tempo subisse uma pirâmide e o 26 de Agosto fosse o vértice. Ou clímax. Os dias antes e depois, seriam o «piramidião», como lhe chama Etienne.
Várias vezes o mesmo sonho repetido. No dia anterior estivera a ler bastantes páginas do Etienne Guillé que, como se sabe, faz referências constantes às sequências repetidas da heterocromatina constitutiva: o sonho rondava, talvez, essa zona do ADN, confirmando o que Etienne diz das repetições...
A propósito de ADN: ainda não apurei se a «figura» ou «visualização» do ADN (dupla cadeia) que aparece nos livros é mesmo uma fotografia ou uma «invenção» dos cientistas, que se põem por vezes a dar formas àquilo que nunca viram
«Diamante bruto»: mais uma imagem que me parece dura, bruta e que não traduziria o inefável do espírito como os nossos preconceitos o imaginam. Aliás, a tendência dura já vem da «pedra filosofal» para designar a mais elevada das energias cósmicas. E quando Etienne fala em «pirâmide do cérebro», nas 666 pirâmides de assemblage ou nas 108 pirâmides de interface, de novo a imagem da pedra dura nos choca o espírito. Como se liga o espírito à pedra e a pedra ao espírito? Mais uma das complementaridades de opostos? Não me parece...
«Doença iniciática» entende-se, julgo eu, a doença que a medicina confessa não resolver, mandando o doente para casa. É o momento de ficar entregue a si próprio e de saber então o que por si próprio pode fazer. Curiosamente, algumas dessas doenças (serão todas) são provocadas pela própria medicina e seus sucessivos ciclos viciosos.
Gostaria de ouvir alguém, com argumentos fortes, a desdizer Guillé. Por mais que o leia e releia, não consigo encontrar uma única linha que me pareça menos certa, menos correcta, menos inteligente. E até gostaria de me distanciar criticamente dele, não vá estar e ficar convencido de ter encontrado o nec plus ultra, sem ser nada disso...
DISCORDÂNCIAS DE LEITURA
- "Não há remédio que corrija a informação errada da célula ( o código genético ou código de estrutura)»
Penso que, além do stress indicado por Etienne Guillé, com o seu cortejo de sofrimento, é possível «almofadar» esse stress e esse sofrimento, com as técnicas de metabolismo alimentar, nomeadamente a macrobiótica; trabalhar os metais com o Pêndulo é óptimo, mas tomar o CVD como remineralizante harmónico, ajuda muito.
Será que os Metais em sentido alquímico não tem mesmo nada a ver com os sais minerais em sentido metabólico?
Se existem várias fases de mergulhar no sono (vários níveis vibratórios?) posso explicar o facto de esquecer os sonhos por ter mergulhado numa fase profunda? Não me lembro dos sonhos, mas tenho a sensação de estar a dormir numa zona profunda do sono.
Os extremos tocam-se. Os infinitos tocam-se. Estrelas e ADN tocam-se. Tempo e espaço são circulares. Se eu sair da Terra, num foguetão, ao fim de 6000 biliões de anos-luz estou no meu ADN... O que está em cima é igual ao que está em baixo. O Microcosmos reflecte o Macrocosmos. Se eu quero saber a ressonância (estrutura) vibratória do Planeta Marte, não preciso de viajar para lá: como ele está no meu ADN, basta-me escrever, dentro de uma elipse, a palavra Marte e é como se estivesse em cima do Planeta a medir-lhe a frequência vibratória...
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<ver-1><adn><manual>110 caracteres
VER=VOCABULÁRIO ESSENCIAL DE RADIESTESIA
Cosmogonia
Gnose
Hierofania
Holística
Quântico
Teogonia
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<sinais-1 > autoterapia- princípios de diagnóstico - fichas-modelo
SINAIS DA ALMA
Descrição de comportamentos caracterização de sindromas ou biótipos
PARA USO DE ESSÊNCIAS FLORAIS
PARA PSICODIAGNÓSTICO
PARA PSICOSOMÁTICA DOS 5 ELEMENTOS
1) Queixa-se de tudo e de todos, é uma constante lamúria contra as desgraças que lhe acontecem, contra o tempo que faz, o calor que está, o frio que é insuportável, o vento, a humidade, etc
Hipersensibilidade alérgica ao ambiente físico
2) Avidez de dinheiro, de comida, de fazer coisas, de falar por falar, de se mexer (agitar) , de fazer compras, de se apropriar do alheio, etc
Agitado = Ideia Fixa = Neurose de acumulação coleccionista
3) Avareza de (não) gastar dinheiro, de emprestar objectos, de ceder um pouco do seu tempo ou da sua atenção ao outro
Egotismo/Egoísmo
4) «Logo digo» , «Logo faço», «Logo vou»
Adiamento perpétuo
5) Ideia-Fixa = Monomania = Obsessão
6) Esgota-se facilmente com qualquer actividade ou esforço
Esgotamento
7) Tagarela, fala por falar, vai buscar assuntos que não vêm a propósito da situação, do contexto ou da conversa
8) Não se enxerga, vê argueiro no olho do parceiro mas não vê uma tranca no seu
Autismo
9) Não cai no real, por mais que a(s) experiência(s) lhe ensine, não aprende nunca com a prática e volta sempre a cometer os mesmos erros, os mesmos actos irrealistas ou insensatos
Irrealista = Aéreo = «Andar na Lua» = Monomaníaco
10) Reage com irritação a qualquer contrariedade ou obstáculo
Hipersensibilidade alérgica (ver 10)
11) Fica a ruminar uma palavra, repete-a, volta outra vez .
Repetitivo-ruminante = Minimal-repetitivo = Ideia Fixa (Ver 5 desta lista)
12) Aparentemente em defesa de causas nobres, políticas, sociais, ecológicas, mas vai deixando sempre escapar, explicitando, «as minhas propriedades», «as minhas viagens», «os meus sucessos».
Egolatria = Autoestima = Autocontemplação = Autolatria
13) Incapaz de planear (planificar), de prever seja o que for, à distância de meses , semanas ou simples horas, decide sempre em cima da hora e às vezes depois da hora: nunca estabelece uma margem de segurança entre a hora de chegada à estação e a hora prevista de partida do comboio
Relacionamento difícil com a dimensão tempo -> Questão de ritmo? -> Questão de arritmia, a nível físico? -> Questão endócrino-glandular?
14) Lapsos frequentes de palavras, troca de uma palavra por outra, sem se aperceber disso
Lapsotropia
15) Fecha-se num mutismo prudente, não se abre, raramente fala ou toma uma iniciativa (Ver 8 desta lista)
16) Relaciona-se com o outro sempre em termos de o recriminar: «está magro», «está irritado», «está atrasado», «está inquieto», «está pálido», «está com ar doentio», «está constipado» etc
Recriminador crónico
17 Parece que pede desculpa de existir, de falar, de estar ali, de se dirigir ao outro: extrema fragilidade nos gestos e nas palavras
Esgotamento
18) Vive na dependência constante do pai, da mãe, do médico, do padre, do professor, de qualquer autoridade, técnica ou poder
Sindroma da Monodependência = O inverso da Autosuficiência
Dificuldade em se relacionar consigo mesmo
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<gm-8>
A DEMONSTRAÇÃO GEOMÉTRICA E NUMÉRICA DE DEUS
O quadro 6, da página 317 ( «L´Énergie des Pyramides et L´Homme») é a demonstração concreta de que o espírito existe e anima todos os seres vivos. O número de ouro prova-o.
Como diz Etienne Guillé, «o número de ouro está presente em todos os níveis dos seres vivos, da bactéria ao homem: ele fornece um dos argumentos mais definitivos à existência da organização tripartida da matéria viva. O espírito estrutura a matéria orgânica e este influxo subtil reflecte-se na organização morfológica e topológica de numerosos constituintes da matéria viva» (325)
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1-2 <97-10-26-hv> hipótese vibratória (porta do maravilhoso)
6144 bytes <leonor-2>
O EFEITO «PLACEBO» DOS FLORAIS
E A IGNORÂNCIA MÉDICA
[ Bento Fernandes ]
26/ 10/1997
Relativamente à acção da essência floral e sua possível ou eventual toxicidade, podemos ter em consideração os seguintes parâmetros:
a) Uma energia floral age ao nível da alma, a níveis energético-vibratórios muito acima do corpo físico e é como tal que devemos considerar o seu poder curativo
b) Uma sala cheia de pessoas que da alma dizem que não existe ou que é uma «noção», dá um espectáculo bastante deprimente e muito semelhante a um velório de mortos que se julgam vivos só porque estão seguros de que a alma não existe: é uma cena de «zombies» e o mundo actual é muito mais um mundo de «zombies» (mortos-vivos) do que se julga
c) Um terapeuta que afirma a alma não existir e vai receitar florais só porque agora os florais estão na moda e há respeitáveis firmas que os comercializam, é uma total e completa perversão que deverá ser denunciada: para receitar florais, temos que, primeiro, ter sabido tratar as nossas queridas neuroses de estimação: com ou sem florais.
d) O primeiro passo para poder receitar florais com alguma autoridade é ter estudado radiestesia holística e poder avaliar as frequências vibratórias dos florais, a que níveis vibratórios de consciência, ou a que níveis de consciência vibratória eles actuam.
e) Sem saber que os nossos 7 corpos energéticos se hierarquizam, de oitava em oitava, desde N 8 a N 56, passando por N16, N24, N 32, N40, N48, ocupando as flores o nível N32, sem saber isto é melhor receitar medicamentos de farmácia em vez de andar iludindo os doentes com lindíssimas terapias florais. Quem não estudar radiestesia holística a fundo não devia ser autorizado, por lei, a praticar terapia floral.
f) Quando a medicina fala de efeito placebo, é do efeito floral que está a falar, sem saber. Fala do efeito placebo, porque a alma, para a medicina não existe, e muito menos existem os níveis vibratórios de consciência e muito menos existe o espírito. E muito menos existem as energias. Ou seja, para a medicina não existe nada a não ser a sua imensa e infinita ignorância. É por isso que eu concordo inteiramente com a medicina e com o exército de criaturas sem alma que a ela recorrem.
g) Está tudo certo: cada um tem a medicina que merece. Não se confundam é as coisas e não se comece a receitar florais a desalmados, porque é tempo, energia e dinheiro desperdiçados. Quando a medicina fala de efeito placebo é de toda a sua própria ignorância (vestida de uma enorme arrogância) que está falando.
h) Mas nem só com florais se pode elevar o nível de frequência vibratória. Pela fé ou por outro mecanismo vibratório de ordem espiritual (oração, meditação) a pessoa pode adquirir o nível vibratório correspondente ao nível vibratório do floral (N32). E, nesse caso, os resultados são igualmente positivos. Chamam-lhe «milagre». Deepak Chopra chama-lhe «cura quântica».
Decorre daqui que, em pessoas espirituais e de bastante fé, o «efeito placebo» - como lhe chama a ignorância médica - pode funcionar, com ou sem intervenção da essência floral .
i) As terapias energéticas têm uma única contra-indicação: poderem ser demasiado yang em organismos ou órgãos que não toleram muito yang (os rins, por exemplo) à medida que o nível vibratório sobe.
Sejamos claros: se há uma escala logarítmica de oitavas, entre N 8 e N56, passando por N16, N24, N32, N40, N48, N56, etc, as 3 terapias energéticas indicadas ocupariam, nessa escala, as seguintes posições:
- Oligoterapia -> Nível vibratório N8
- Homeopatia -> Nível vibratório N16
- Essência floral -> Nível vibratório N32
Retiram-se, deste pequeno quadro, algumas consequências:
- A essência floral é, de todas as terapias energéticas, a que tem mais alto valor vibratório (e por isso actua ao níveis subtis respectivos, que são os da alma)
- A essência floral é, portanto, a mais yang das 3 terapias
- A haver alguma contraindicação para os florais, é apenas essa: poder ser demasiado yang em quadros ou órgãos que não toleram yang.
Por isso, um floral, uma homeopatia ou um oligoelemento, deverá usar-se até operar. Uma vez obtido o resultado pretendido, deve-se parar. Exactamente, para salvaguardar o facto de se estar, com esse floral, a yanguizar demasiado o organismo ou um órgão.
j) Recapitulando o que ficou dito, sublinhamos dois aspectos:
1) Para aplicar em perfeita consciência a terapia floral, é preciso saber a composição trinitária do ser humano ( corpo-alma-espírito) que a radiestesia holística, na linha de todas as grandes tradições do sagrado, ensina;
2) Para aplicar em perfeita consciência a terapia floral, é necessário conhecer a medicina energética baseada na mais remota sabedoria do yin yang e dos 5 elementos
3) Quem não estudar radiestesia holística a fundo não devia ser autorizado, por lei, a praticar terapia floral...
4) Para aplicar consciente e responsavelmente a terapia floral, é necessário conhecer os postulados da Noologia, Ciência do Espírito ou Ciência das Energias■