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Posted by Big-Bang - quarta-feira, 22 de Outubro de 2003

Retrovisor (1959-1997) ->Day by day
38 anos de memórias

<59-10-22-on> versos publicados em «o nariz», páginas 31 e 32 – anti-prosas

SEGUNDA METAMORFOSE

Lisboa, 22/10/1959

Outras ausências criavam filhos de saudade, talvez filhos adoptivos mas belos filhos de saudade, verdadeiros selos de armas numa farda branca de enfermeira. Que paz, que doce paz é ver o coração brincando, feliz, pelas paredes os quadros de um pintor, pelas alamedas cheias de sol falando às pessoas desconhecidas que, apesar de me não conhecerem, me olham, me sorriem, me falam para que as olhe e lhes sorria e, se tiver voz, lhes pergunte da manhã límpida que faz, da noite fria que vai estar, dos agasalhos para os filhos, do ordenado que este mês não chegou, da ginástica, dos corpos, da vida, da vida a encher os pulmões até Deus.

Ah! coração, estarmos próximos, tão próximos da eternidade, tão puros deuses jovens tão clamorosamente imorais e felizes! O Outono treme de frio mas o rio humanizou-se. As janelas abriram-se e lá dentro aparecem mulheres das que não aborrece beijar, das que lembram sempre uma cama, um quarto e um lençol brancos. Uma mulher em que todos os meses são Abril, uma mulher sem a castidade visível e falsa dos monges mas com a castidade febril da terra onde o sol vai chegar e procriar.

Marinheiro sem trabalho, à espera que uma das janelas se abra, que um pregão de virtude rasgue o ar, que uma cara bonita me sorria, fico com os braços ao longo das pernas.

Nem só de cartolina e cimento, de ferro e gasolina, de química e átomos, de estádios e igrejas é feita a vida que Deus fez, que nos deu para apertar nos braços, até que sufoque e nós também. De amor por ela.

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<77-10-22>

10 páginas - <dcm77> selected works - pdf

22/Outubro/1977 – [17/7/1998 ] - Aquilo a que chamam «doença» é apenas sintoma, quer dizer, efeito sensível de determinadas causas, que podem ou não conhecer-se mas que necessariamente hão-de existir, já que, no universo, nunca pode haver efeito sem causa. E é a ciência moderna que o diz.

Não há, de facto, efeito sem causa: eis uma constante «natural», física, da qual se não conhecem excepções. Eis uma evidência quase sempre esquecida. Alguém disse, por isso, com toda a razão, que a ecologia era apenas a luta pelo óbvio.

Mas ao atacar o sintoma sem quase nunca indagar da causa ambiental que o provoca, a terapia sintomática ou repressiva - a que normalmente se chama medicina - actua como se desconhecesse essa evidência, como se a lei natural e física de causa-efeito não existisse.

A medicina actua como se a Ordem da Natureza ou do Universo pudesse considerar-se violada pela intervenção permanente de um deus ex-máquina.

A medicina actua, portanto, em termos teológicos - próprios de quem acredita em milagres - e não em termos ecológicos que, neste e em todos os casos, quer dizer científicos.

- Sem querer fazer o processo da medicina sintomática, repressiva e anti-científica - que tem o seu público e para ele deve trabalhar - devemos, no entanto, teimar na tendência contrária que é a leitura ecológica da realidade e, portanto, do binómio saúde/doença.

Ler ecologicamente a realidade em geral e esta realidade da saúde/doença em particular é apenas indagar da (s) causa (s) que produz (em) determinado efeito ou sintoma.

Nada mais óbvio, mas nada mais raro. Daí que a Ecologia tenha sido definida por alguns como um esforço de restituir a evidência à evidência, o óbvio ao óbvio, o real ao real, o sensato ao sensato.

Numa óptica ou lógica ecológica não existem doenças «estranhas» ou misteriosas, nem é necessário lançar para o hereditário, ou para o vírus, as culpas de muitas novas doenças ou de algumas velhas doenças que recrudescem.

Não existem doenças sem causa ambiental (endógena ou exógena): podem, sim, é existir doenças de causas (ainda) desconhecidas, doenças cujo inventário de causas (diagnóstico) ainda não foi deslindado nem realizado, pela simples razão de que toda a pesquisa vai no sentido sintomatológico e não no sentido causal/ambiental.

De uma certa maneira, a pesquisa ambiental da doença soa a heresia e a tabu: a globalização holística por um lado (entendendo a pessoa humana na sua totalidade e não como um articulado de partes compósitas) e a despistagem ecológica dos factores poluentes e adversos do ambiente, por outro, sendo evidências óbvias, ameaçam também interesses instalados.

- Fundamentalmente, os erros de diagnóstico e os diagnósticos por omissão ( omissão dos factores ambientais adversos ) quase nunca são de ordem técnica, quer dizer, por incapacidade cognitiva do aparelho, laboratório, cientista que investiga ou do médico que diagnostica.

As causas de certas doenças permanecem «desconhecidas», permanecem por detectar e por identificar, fundamentalmente por motivos que podemos designar de «ideológicos».

Aos poderosos interesses económicos que a sintomatologia alimenta, não interessa descobrir as causas ambientais, já que des-cobri-las equivalia e des-cobrir:

que a saúde individual é hoje, em grande parte, um problema de saúde pública;

que a higiene, como os naturistas preconizam há um século, é a principal acção política a desenvolver por um serviço nacional de saúde;

que os gastos públicos com a doença diminuiriam drasticamente com uma verdadeira política de (conservação da) saúde em vez de uma política de (combate à) doença;

que a profilaxia natural das terapias leves é um investimento no futuro e uma forma de reduzir drasticamente os custos com a doença;

enfim, que os direitos do cidadão e do contribuinte seriam muito melhor assegurados com uma política de higiene, prevenção e profilaxia natural do que a escalada das despesas que - diz-se - pode conduzir ao colapso dos sistemas de segurança social.

E pode: o preço das intervenções cirúrgicas ou de muitos medicamentos conduzirá irremediavelmente à bancarrota do sistema, por mais reformas que introduzam e por mais ameaças que se façam ao contribuinte de que, um dia, deixará de receber daquilo para que toda a vida descontou.

- Uma coisa podemos garantir: com uma política de conservação da saúde, em vez de uma política de combate doença, não só a segurança social nunca entrará em colapso, como as chamadas «despesas com a saúde» serão drasticamente reduzidas.

A sintomatologia é o abismo da bancarrota.

A profilaxia natural é a economia e repartição mais justa, mais equitativa, dos recursos disponíveis.

- Uma vez que muitas doenças são hoje produzidas pela medicina química (doenças iatrogénicas), compreendemos porque não interessa deslindar causas até muito longe nem fazer a despistagem ambiental e o diagnóstico ecológico.

Uma vez que muitas doenças são de origem social e política e outras tantas produto da exploração económica, do habitat degradado, do bairro da lata, da fome, da opressão policial e burocrática, da miséria, da promiscuidade, das condições infra-humanas e anti-higiénicas, é também evidente, face aos poderes estabelecidos, encarregados de manter o status quo, que não convém averiguar dessas causas e denunciá-las.

Interessa mais ao poder político receitar pinguinhos de lixívia para a cólera do que acabar com os bairros da lata e as condições infra-sanitárias que conduzem directamente à cólera.

- Uma vez que sintomas ou doenças como esquizofrenia, autismo, insónia, angústia, ansiedade, desvios sexuais, neuroses e psicoses, são produto directo da repressão e da insegurança quotidiana dos cidadãos, do imposto, do desemprego, do ruído, da instabilidade, do estado de crise ou de sítio permanente imposto pelo aparelho de Estado, lá estará a Psiquiatria - braço armado do poder político - para receitar pílula, manicómio, choque eléctrico, insulina, tranquilizante, etc e isso com 2 objectivos principais:

a) Isentar de culpas os verdadeiros culpados da doença (todos os sistemas opressores imanentes à hierarquia político-económico-industrial,como alguns anarquistas têm dito) e continuar a fazer subir a curva de prosperidade das indústrias, farmacêutica e nem só, indústrias que só prosperam reprimindo sintomas e não indagando das causas;

b) Iludir a causa da doença, de maneira a que esta se prorrogue, como fonte de receita para aquelas indústrias e tranquilidade do sistema que tem nos transtornos mentais a melhor «justificação» para prosseguir reprimindo, policiando, batendo, torturando, alienando.

- Uma vez que muitas doenças são doenças da poluição industrial, lá estará também o poder médico (através da Toxicologia e da Medicina do Trabalho) para escamotear causas de modo a que os efeitos se prorroguem sem ser eliminados mas apenas mascarados ou diferidos.

Doenças claramente contraídas no ambiente e posto de trabalho - como é a silicose - continuam a ter tratamentos paliativos de mero ataque ao sintoma, para que todos durmam tranquilos e os trabalhadores vão desfazendo os pulmões ao serviço da Pátria.

- A leitura ecológica da doença aparece assim, subversivamente, para criar algumas dificuldades aos poderes estabelecidos. É compreensível, pois, que o tema Saúde e Ambiente continue a ser tabu até às calendas e que a ecologia humana continue, como tem sido, a ciência maldita por excelência.

Se se procurar, no mercado livreiro, um livro de ecologia humana, não há. Talvez haja livros sobre temas parcelares de poluição, efeitos da poluição na fisiologia, efeitos das radiações na célula viva, efeitos da química no metabolismo, etc: mas nunca uma visão de conjunto, que seria catastrófica para os vários interesses particulares que têm e mantêm as várias poluições do meio ambiente.

- Calar e eliminar o militante que faça esta leitura ecológica da doença, é fácil. Mas já é um pouco mais difícil, se ele se chama Ivan Illich ou Michel Bosquet. Mais difícil ainda será calar a voz da verdade se algum dia o cidadão comum aprender a fazer uma leitura ecológica da realidade circundante em geral e das suas própria doenças em particular.

- Quando se fala em profilaxia natural, é costume a medicina responder que também existe... uma medicina preventiva.

Mas além de não se dar muito por ela, o que parece constituir toda a actividade da prevenção médica são, afinal, as vacinas, nomeadamente as obrigatórias.

Afinal a medicina também precavê - e eis a vacina.

É ainda a lógica sintomatológica a funcionar. Se há uma epidemia (de causa necessariamente ambiental), se há fome, insegurança e poluições químicas, se há stress, cancro, suicídio e SIDA, a lógica sintomatológica e anti-ecológica só pensa em vacina como prevenção: as causas ambientais continuarão intactas ou aumentarão, mas põe-se a tónica na vacina.

A lógica ecológica diz, pelo contrário:

- A melhor vacina é o reforço das defesas naturais pela profilaxia alimentar

- É a imunidade que importa salvaguardar, em vez de a agredir com todas as poluições, incluindo nestas poluições os medicamentos e vacinas;

- Educar as pessoas fica muito mais económico ao erário público do que acorrer constantemente aos serviços médicos e hospitalares

- A teoria microbiana - em que a teoria do vírus tenta apoiar-se e em que a produção das vacinas se baseia - já nasceu morta. O próprio Pasteur teria repudiado a teoria, envergonhado de a ter «inventado»

- No caso concreto das vacinas, o mais tranquilizador é que funcionem como placebos, quer dizer, como água destilada pura. Já que, se forem de facto activas, vão fazer com que o vacinado, em 90% dos casos, contraia a própria doença ou, o que é mais frequente, venha a contrair mais tarde doenças de causa «desconhecida».

Não estão ainda estudados (nem virão nunca a estar) os efeitos iatrogénicos que a vacina pode desencadear na futura evolução dos vacinados: doenças como a alergia são consideradas já como doenças iatrogénicas ou provenientes das vacinações.

Técnicas como o auto-sangue acabaram por ser postas de parte. Vacinas como as que primeiro foram fabricadas contra o sarampo, estão igualmente postas de parte e os observadores desta odisseia perguntam-se até quando e até onde continuarão as experiências in vitru, quer dizer, no corpo dos vacinados, normalmente crianças indefesas.

- Servem as vacinas para mostrar de que maneira a lógica sintomatológica responde às dificuldades que lhe são eventualmente criadas por uma minoria de ecologistas recalcitrantes, os que tentam fazer uma leitura lógica e ecológica da realidade em geral e do fenómeno dito «doença» em particular, os que, acima do poder e do negócio, inocentemente pretendem pôr o direito à vida de si próprios e dos seus filhos. Ou mesmo o direito à morte.

II

Se aquilo a que habitualmente se chamam doenças são apenas sintomas, pergunta-se: O que é a doença e sintomas são sintomas de quê?

Doença é um estado geral e global. Um corpo adoece por inteiro. Ora se nada, e muito menos o corpo humano, é indesligável do seu contexto ambiental, acontece que a doença tem uma conotação quase infinita. Radica primeiro no meio ambiente que mais directamente nos afecta, até chegar ao contexto, ambiente ou condicionalismo universal que afecta multidões, gerações e cadeia de gerações.

Quer dizer: nós começamos a adoecer há milhares de anos. «Nascer para a vida é nascer para a morte» - diziam os cátaros que, por isso, foram perseguidos como hereges...

O que hoje sou, o que hoje sinto, o estado de saúde ou doença em que me encontro agora está relacionado com esses factores que, às dezenas, às centenas, me condicionam e condicionaram: no meu passado individual, no meu passado familiar, no meu passado nacional e rácico, no meu passado cultural e histórico.

A doença, portanto, não é o sintoma. O sintoma é que revela a doença.

A doença é, por antonomásia, tudo o que por carência, desequilíbrio ou intoxicação, bloqueia e corta o (meu) contacto com o todo, o contexto geral, o ambiente do qual faço parte, o Universo. Nós adoecemos sempre de infinito e talvez por isso o Cancro é, para alguns autores como Rudolfo Steiner, a única doença porque é uma doença cósmica.

Mas, não tenhamos ilusões, o poder médico evitará até onde puder, nem que seja por alegações de ateísmo anti-metafísico, esta noção global, ecológica e causal da doença, que é afinal a mais lógica, a mais científica e, até, a mais física, já que se trata de englobar a realidade mais física que há: a realidade das energias.

Para uma leitura ecológica da realidade em geral e do fenómeno doença em particular, o fundamento da saúde reside na circulação de energia cósmico-telúrica através deste corpo que é apenas uma célula do grande corpo universal.

O esforço que o poder médico despende, com argumentações alegadamente científicas, para rotular esta realidade global das energias - um continuum energético entre céu e terra - é bem a prova de como o assusta.

A resposta dos ambientalistas moderados a esta mesma realidade daquilo a que o taoísmo chama o Princípio Único da ordem universal, também prova qualquer coisa.

O teste decisivo ao conformismo da estupidez institucionalizada é sempre aqui - na Bioenergia. No dia em que o ser humano assumisse e controlasse o seu potencial bioenergético, todas as ditaduras - incluindo as institucionais - caducariam.

A leitura ecológica da doença trabalha para que esse potencial de energia humana seja devolvido ao seu legítimo proprietário, o ser humano. É (será) o fim de todas as alienações.

- Eco-ambientalistas da tendência reformista, revisionista e proteccionista já cederam, aparentemente, no campo dos recursos energéticas (advogando a diversificação das fontes contra o centralismo nuclear), no campo da agricultura (advogando uma produção por meios biológicos contra a poluição química dos solos), no campo da educação, em aceitar soluções ou alternativas ecológicas. Bastante resmungado, mas aceitam.

Quando se chega, porém, às soluções alternativas ou saídas ecológicas para a doença, saídas que põem em causa o abusivo monopólio da medicina química, eis os eco-reformistas à prova e sem ceder um milímetro. Recuam, insultam o que defende a descolonização total do doente, criticam o eco-radicalismo na medicina, chamam a polícia de costumes, acusam de charlatanismo e curandeirismo a arte de curar e o militante radical que preconiza a autocura ou autogestão do corpo.

O que preconiza soluções ou alternativas ecológicas também no campo do poder médico-cirúrgico, leva roda de reaccionário e de infeliz.

Nem São Ivan Illich os convence, com o seu livro-chave que em tradução portuguesa se chamou «Limites para a Medicina» (Ed. Sá da Costa) e onde, afinal, o autor do convivialismo e um dos profetas da ecologia radical, se limita a provar a evidência mais evidente da história das evidências: a medicina produz mais doenças do que as que trata.

III

Voltando ao ponto das vacinas, devemos reconhecer que a medicina sintomática, fazendo das vacinas a única medicina preventiva, admite às vezes a génese ambiental.

Mas vejamos como o admite.

Em Janeiro de 1977, o prof. José Conde, então presidente da Direcção Clínica e Laboratorial do Instituto Português de Oncologia, lançou através dos jornais o que teve um leve ar de campanha intimidatória e exorcística «contra o cancro».

Estatísticas de estarrecer, números assustadores, percentagens de arrepiar: enfim, o quadro do costume, uma espécie de prazer sado-masoquista em constatar o estado de decadência biológica a que a espécie humana chegou, sem que os cientistas tenham feito grande coisa para o evitar.

Curiosamente, o Dia Mundial do Ambiente, neste mesmo ano de 1977, dedicaria um dos seus quatro temas à «génese ambiental do cancro».

Tudo indica que o poder médico tem finalmente ordens superiores da Organização Mundial de Saúde para liberalizar a sua ideologia e avançar na leitura ecológica da doença cancro, em vez de combater os que tentam, desde há um século, fazer essa leitura.

Vejamos, no entanto, mais de perto, até onde ele realmente avança.

Oficialmente e por iniciativa da OMS, o inventário das causas ambientais começou. Será que o óbvio não pode mais ser abafado ou será que o sistema finge avançar um passo para melhor recuar trinta?

Até aqui, o eco-radicalismo era charlatão: se for agora a OMS a dizer o mesmo que o eco-radicalismo diz há décadas - o cancro está no ambiente - será que passa a ser verdadeiro aquilo que ele, poder médico, durante décadas apelidou de tolices?

Se o eco-militante preconiza a agricultura ecológica e se tem por isso sido acusado de lesar gravemente os lobbies da agroquímica, se todos os dias anda em litígio com os industriais do pesticida, do adubo químico, do refinado, do córante sintético, do aditivo, etc., não é por gosto ao litígio mas apenas porque tudo isso constitui um atentado contínuo perpetrado contra a saúde humana.

Milagre, porém, aconteceu, quando o Prof. José Conde, em 22 de Janeiro de 1977, assim declara ao «Diário de Lisboa»:

«Dos factores agressivos da alimentação, o prof. José Conde refere-se em particular aos insecticidas, herbicidas, fertilizantes, antibióticos, detergentes, vulgarmente introduzidos na indústria alimentar.

«E conservantes, estabilizadores, antioxidantes, saboreantes, corantes e outras substâncias químicas usadas na confecção e conservação dos alimentos.»

O óbvio começa a ulular.

O ambiente alimentar, no entanto, não é o único ambiente responsável, lembra o presidente da Direcção Clínica e Laboratorial do Instituto Português de Oncologia, que fala então, ao «Diário de Lisboa» de «factores agressivos atmosféricos, profissionais, iatrogénicos» e de outros factores em que inclui «tabaco, pesticidas e anti-concepcionais.»

O inventário de factores poluentes e adversos causadores de doenças começa a compor-se.

Embora com uma palavra difícil - «iatrogénico» - se evite dizer que a medicina químico-farmacêutica entra também, ela própria, como causa de cancro, lá vamos reconhecendo (talvez a contragosto) mais uma boa lista de causadores:

«Os agentes poluidores (atmosféricos) são de quatro tipos: partículas de carbono, óleos, alcatrão, poeriras metálicas, enxofre amorfo e restos orgânicos; substâncias irritantes como poeiras, produtos voláteis de carbono, vapores e gases; substâncias oxidantes na forma de gases: os tóxicos sistémicos, como cianetos, pesticidas, nicotina.»

E a lista exaustiva (a que alguns chamam «lista negra») continua.

É caso para perguntar se alguma coisa nesta «civilização» (de que tantos apregoam as excelências dos valores imortais) não provoca o cancro.

É caso para perguntar se esta «civilização» não é, ela própria, o cancro, a doença.

Para o abalizado Prof. José Conde são bem conhecidas as «propriedades» (sic) cancerígenas dos produtos contendo alcatrão, pez, creosota, óleo de antraceno, fuligem, betume, compostos aromáticos, intervenientes no tratamento dos minerais de cromo e níquel, radiações, ultravioletas, arsénios, amianto.»

«Enfim» - desabafa o jornalista que entrevistou o Prof. José Conde - « seria longa e fastidiosa a lista dos produtos potencialmente cancerígenos.»

A lista seria afinal o inventário de consumos desta sociedade que de consumo baptizaram.

Pelo que uma pergunta se legitima: Cancro não será a doença dos consumos cancerígenos. Cancro e sociedade de consumo não serão (quase) sinónimos?

Só agora, entretanto, um responsável pela Oncologia (não confundir com ecologia...) revela a parte oculta do icebergue: mas o facto de só agora se levantar uma ponta do véu põe ao observador problemas bem mais complicados.

Porquê só agora? Porquê tanto pormenor? Porquê tanta coragem na denúncia ambiental do cancro e nem uma só palavra sobre as terapias sintomático-agressivas que se continuam praticando e preconizando.

É que uma visão ecológica do doença não é só para fazer jeito. Implica, como é óbvio, uma radical alteração nas atitudes terapêuticas e profilácticas preconizadas.

Depois de um diagnóstico em que tudo aponta para uma terapêutica geral-radical, o Prof. continua a convidar as pessoas a ir ao Instituto do Cancro, enquanto preconiza «rastreio e informação sanitária»?

Se já sabemos - e o Prof. confirma - que o adubo é cancerígeno, será que tudo se resolve com um rastreio sanitário?

Sendo tantas as causas ambientais do cancro, adiantará alguma coisa, depois do mal feito, a terapia do cobalto ou das radiações?

- Se a Toxicologia, por exemplo, já se estuda no Instituto Ricardo Jorge, no contexto da chamada Saúde Pública, porque não há-de estudar-se também no contexto da chamada saúde individual (que a medicina diz tratar), já que esta, nos tempos que correm, é cada vez mais função daquela?

- Chama-se cancro a uma coisa que é sintoma ou efeito de múltiplas causas, sintoma que por sua vez se chama doença.

Cancro é, pois, sintoma ou efeito de uma causa que é desconhecida até que seja reconhecida. Mas se a terapia for sintomática, sem ir à causa que produz os sintomas, bem podem chover doentes e tratamentos.

- Caso a doença seja, como alguns místicos defendem, um bloqueio da corrente cósmico-telúrica e se viver no meio de venenos e poluições parece ser hoje um fatalismo a que o progresso nos condenou, o fundamental então seria manter a corrente, logo a resistência, logo alguma capacidade de «imunização» ao cancro cuja causa não é só o amianto, o pesticida, o antibiótico, o anticoncepcional mas, acima de tudo, o sistema cancerígeno que continua produzindo tudo isso, que fez dos consumidores animais de aviário, máquinas de consumo, autómatos que seguem toda e qualquer química que de novo surja no mercado.

- Apesar de ser já bastante complicado, com todo este inventário de causas, o problema estaria mais ou menos arrumado se a lista de doenças se resumisse ao cancro.

Acontece, porém, que a lista das doenças é quase tão «infinita» como a lista de causas, consumos e produtos cancerígenos.

Haverá um denominador comum que ponha um pouco de ordem nesta caótica proliferação de poluentes?

E será a leitura ecológica da doença esse denominador comum?

Seja ou não, a lógica causal/ambiental insistirá sempre no mesmo truísmo: não há efeito sem causa, não há sintoma sem génese ambiental, não há doença sem agente ou factor que fabrique essa doença e sem que o terreno orgânico (meio ambiente endógeno) seja favorável a que ela se instale.

Enquanto a causa permanecer, os sintomas não desaparecem por magia, prestidigitação ou milagre : e hoje a medicina sintomática actua como se acreditasse em milagres ou em passes de magia.

Porque é mesmo prestidigitação curar doenças abafando os sintomas e ignorando as causas.

- Para alguém que adoece, significa que o organismo sofreu, momentaneamente, uma derrota na luta travada entre a imunidade ou defesas naturais e um meio ambiente permanentemente hostil.

Bioenergia enfraquecida significa que não há capacidade dialéctica de resposta ao ambiente hostil. Doença significa que a corrente energética que passa pelo corpo é agora mais fraca, muito mais fraca.

Doença é função da intensidade - e qualidade! - dessa corrente, a que os taoístas chamam Ki e embora os modernos, com toda a sua arrogância, chamem metafísica a isto que é apenas a Física das Energias e a física mais física que há.

- O cerco aperta-se, à medida que o inventário de poluentes e agentes adversos do ambiente avança.

O ambiente não gera apenas cancro, diabetes, arterioesclerose, alergia, artritismo, não gera apenas gripe, insónia, hipertensão, não gera apenas carências e défice bioenergético.

O ambiente gera também recalcamento, neurose, angústia, depressão nervosa, impaciência, ódio, revolta, sentimentos de vingança, solidão.

E o inventário prossegue.

Ao ambiente social, político, económico, soma-se o ambiente físico, o ambiente químico-industrial, o ambiente alimentar, o ambiente familiar;

soma-se a repressão, a burocracia, a chantagem, a ameaça, a hipocrisia, a mentira, a falsidade, a burla;

soma-se a violência institucionalizada em geral e a violência mediática em particular, o terrorismo dos poderes estabelecidos;

soma-se a espionagem dos computadores, a biocracia, a tortura científica, a devassa da vida privada, a criminalidade juvenil e até infantil (crianças nascem criminosas como nascem, mais tarde, dentes cariados...).

- A questão do método terapêutico põe-se logo que o observador tenta estudar esse oceano de violência, esse mar de ódio, esse ambiente cancerígeno.

Mas se usa o método analítico e sintomático, a tendência é para partir e repartir esse continuum.

Se usa o método global, pode cair numa lapalissada: «O ambiente é tudo e tudo está no ambiente», «Tudo é causa de tudo», «O efeito é efeito da causa e a causa é causa do efeito», etc...

São lapalissadas mas a verdade é que os responsáveis pela chamada saúde sistematicamente as ignoram.

Entre um e outro método, fica o dialéctico talvez que constantemente relaciona a parte com o Todo, o Todo com a parte, não esquecendo o mais frequente sofisma na investigação ecológica da doença: como o inventário de factores e agentes nunca acaba, a aleatório surge e pode dominar os raciocínios.

Há sempre hipótese de enfatizar como culpado um factor que até pode estar inocente, minimizando o verdadeiro culpado. Enfatizando o tabaco na génese do cancro, por exemplo, veja-se quantas centenas de responsáveis se pretende esquecer, quantos medicamentos cancerígenos, por exemplo, podem ficar por denunciar?

IV

«Se a terapêutica sintomática e específica faliu, viva a imunização ecológica-causal.»

É no mínimo estranho que, após um diagnóstico de natureza global e englobante como é uma despistagem de factores ambientais adversos, se possa preconizar uma terapia específica, quer dizer, sintomática.

O lógico, parece, seria preconizar uma terapia causal, ambiental, global, ecológica, holística, uma vez que o diagnóstico é agora global, ambiental, geral, ecológico e holístico.

Sem falar de greve à sociedade de consumo, o que seria uma utopia impraticável, a lógica ecológica irá falar de imunização.

Reforçar a imunidade e, portanto, as capacidades naturais de resistência às doenças, é o que todas as correntes neo-hipocráticas da medicina têm em comum.

Não é o momento de discutir se o regime alimentar a que se chamou macrobiótica reune os requisitos mínimos indispensáveis para se candidatar a essa «vacina» universal contra todos factores adversos do ambiente. Importa, sim, é verificar que, na encruzilhada onde estamos, a macrobiótica aparece, no contexto das novas correntes de «metabolic medecine», como aquele sistema que mais trunfos mostrou possuir e o que tem a seu favor milénios de experiência.

Saída de emergência para o cerco da poluição, a macrobiótica apresenta-se como recurso eficaz e funciona.

V

«Curar é aprender a transmutar».

Não iludamos mais este facto, nem tentemos tapar o sol com uma peneira: a questão terapêutica levanta a questão fundamental do homem «mergulhado num oceano de realidade», condenado ao infinito e à eternidade.

A questão terapêutica levanta a questão iniciática por excelência: como ultrapassar o ciclo vicioso e infernal da violência que engendra a violência, do ambiente que gera a doença, do cancro que gera o cancro, da luta contra o dualismo que gera o dualismo.

Como saltar para fora deste comboio em marcha desenfreada para o abismo a que se tem chamado, em termos benignos, crise ecológica?

Como quebrar uma laçada nesta malha de ferro?

Como abrir uma frincha neste quadro do totalitarismo total?

Como quebrar a unidimensionalidade a que o homem está condenado, prego num oceano de ódio, oceano de que a sociedade tecno-burocratizada é apenas um mar?

Como transmutar a violência, a opressão, a tortura, a crueldade, o ódio, a hipocrisia, o medo, a chantagem, o imposto, a inflação, a delinquência, o crime?

Tudo isto a doença - tal como a entendemos - obriga a perguntar.

Certas correntes terapêuticas «pecam» por mesquinhês: não correspondem ao desafio que o sintoma chamado doença constitui, nem compreendem nele a mola real ou alavanca que ele é para o salto qualitativo, para tentar a saída da caverna, para abrir um caminho de luz no Escuro, um fio de menor alienação.

Para, enfim, encetar um caminho de cura iniciática.

Estamos condenados a ser deuses, lembrou-o Félix Bermudes num livro curioso.

Seja, portanto, qual for o método terapêutico, ele só será diferente da seguidismo sintomático se postular todas estas implicações de ordem iniciática. E porque o naturo-vegetarianismo não as postula, é que talvez a macrobiótica, oriunda de um sistema como o taoísmo, tenha mais hipóteses de constituir a «vacina» de que hoje tanto necessitamos.

Métodos terapêuticos há muitos, dizem os lacto-ovo-vegetarianos. Pois há. Mas se se postula a teia do Todo e o sintoma como um sinal apenas, pelo qual o doente mostra que se encontra mergulhado num oceano infinito de violência, consumos violentos, ódio, cancro, pobreza, inflação, horror e terror, eis que a terapêutica tem fatalmente que nos remeter para essa teia total e totalizante.

Certas terapias podem pecar por mesquinhês, são pouco exigentes. A dietoterapia ou trofoterapia, reduzindo ao ambiente alimentar toda a gama de ambientes patogénicos, é um caso de insuficiência ...visual. Se é certo que o alimento influi de maneira decisiva na génese dos sintomas mais variados, não é o único factor. Será o mais importante veículo de bionergia, mas não o único. Muitas vezes, o alimento não é tão importante em si mesmo como pelo que deixa ou impede o organismo de receber: ainda estamos a falar da energia cósmico-telúrica.

- O método macrobiótico difere do método lacto-ovo-vegetariano, porque não só desintoxica como reequilibra e combate carências.

Principalmente difere porque abre uma porta à descoberta e experiência iniciática, caso o praticante a queira abrir, evidentemente. Em termos já aqui usados, imuniza ao dualismo, a todos os dualismos e à violência cancerosa dos dualismos.

Aquilo a que chamamos imunização, consiste em ficar perante o oposto (o inimigo, a doença, o sintoma, o cancro) não em atitude tensa de contra-agressividade mas relaxado e descontraído.

Imunização é a técnica da arte marcial que é a arte da contra-ofensiva sem violência, a arte de aparar o golpe, de vencer sem lutar, de escapar ao dualismo.

Se a doença, a violência, a química, o ambiente atacam, a táctica digamos iniciática, digamos dialéctica, é: aparar o golpe, encaixá-lo, remetê-lo à origem. Ou ainda: aproveitar a energia contida na violência, na agressão, no ambiente, na doença, transmutá-la e diferi-la.

Que transmutar formas violentas e degradadas de energia é difícil, quem o negará. Forma de sabedoria tão diferente da ocidental, há muita dificuldade em saber como enfrentar os contrários sem engendrar novo dualismo, novo conflito, nova violência, novos contrários.

- Mudar o método terapêutico é assim um convite a mudar radicalmente o nosso paradigma de vida e de entendimento do mundo.

Mudar de regime alimentar é o primeiro passo da mudança e abre a primeira oportunidade para as transmutações de energia, se acreditarmos, como o budismo tântrico, que na arte de transmutar energia reside a essência e forma suprema de conhecimento.

Para a iniciação tântrica, de facto, a cura é apenas a capacidade de mudar a (energia contida na) doença em outra forma de energia.

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<83-10-15-ie> ideia ecológica

Algures encontrei o seguinte registo:

15-10-83 – Dez Anos Depois – I – O Choque Petrolífero

22-10-83 – Dez anos depois – II –

29-10-83 – Dez Anos Depois – Conclusão

Deduzo que sejam as datas de publicação na «Crónica do Planeta Terra», «A Capital», de um curioso diálogo à volta de petróleo e crise do petróleo, 10 anos depois do Kipur, precisamente

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<84-10-22>hv

NEGOCIANDO (COM) O SAGRADO

22/10/1984 - Cristãos e judeus iluminam o mundo de esplêndidas máximas morais, bússola e norte da humanidade pecadora:

«O dinheiro é a mola real do mundo»

«Sem economia não há cultura»

«Somos filhos do deus Mamon»

«Os pobres são desprezados de Deus»

«O Capital compra o Trabalho mas o Trabalho não compra Capital»

«O Dinheiro compra tudo»

«Salvai as vossas almas depositando no Banco»

«Consciência sem riqueza é ruína da alma»
«É mais fácil a um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que ao Pobre entrar no Reino dos Céus.»

Perante tão edificantes ensinamentos, a questão que se coloca aos pelintras de hoje é saber de que lado se devem abrigar: aliar-se às notas ou aliar-se ao sagrado?

Para os que sempre adoptaram a moral da ganância, não há dúvida que tudo correu bem. Com efeito, fundados em axiomas de tanta moral, valeu tudo, e com tudo, de tudo, cristãos e judeus conseguiram fazer dinheiro.

Com a doença, a guerra, o sofrimento, a pobreza, a poluição, o cancro, a lepra, o terror, o medo, os abrigos anti-atómicos, o hexafluoreto, fizeram dinheiro.

Com a educação, o alimento, o sexo, a juventude, a música, a dança, fizeram dinheiro.

Sendo o Sagrado aquilo com o qual não se pode fazer dinheiro, poderá dizer-se que para cristãos e judeus, nada foi, é ou será sagrado.

Modernamente e já com os mercados saturados, abriram novos e fizeram dinheiro com o yoga, as artes marciais, o ju-do, o aiki-do, a acupunctura, a macrobiótica, quer dizer, com a alma da gente.

Ora aqui é que a porca torce o rabo.

Os negociantes de almas, os chulos do yin-yang, terão que se haver com o pai lá do céu, supremo juiz das supremas patifarias, e não sei quem desta guerra vai sair vivo.

Que se tivesse negociado com o sexo, foi prática secular de cristãos e judeus, sem consequências de maior.

Negociar com a alma, é o que iremos ver nos próximos capítulos.

Ainda que poucos o percebam, é este o desafio demoníaco deste nosso tempo e mundo do fim dos tempos, a tentação máxima, a suprema armadilha.

O pessoal julga-se esperto e ri-se, evidentemente, dos escrúpulos destes parvos, que não sabem nem podem aproveitar do grande banquete.

Moral, hoje, é praticar a corrupção institucionalizada.

Nos arraiais da comezaina macrobiótica, também faz lei a regra «quanto mais corrupto, melhor.»

Num estádio subdesenvolvido da percepção, pode ser assim. O que a intuição de alguns acusa, no entanto, é outra ideia: os que se julgam os heróis do dia, os vencedores, os ricaços ad aeternum, estão a meter-se numa brincadeira que lhes pode ser fatal, talvez numa viagem sem regresso.

O poder magnético da corrupção tem algo de sobrenatural. E não sabemos se o fenómeno mágico da D. Branca não é um aviso premonitório, não é uma alegoria do nosso tempo-e-mundo.

Se se quiser entender este desabafo como «dor de cotovelo», aceitamos o adjectivo.

A «dor de cotovelo» é também a mola real do mundo, segundo a moral de cristãos e judeus.

É mercê dela - a inveja - que os da mó de cima se sentem confortáveis, seguros, indiscutíveis. Eternos. se há quem os inveje, é porque são eles a estar na razão e no caminho certo.

Aliás, é na dor de cotovelo que os marxistas se identificam com judeus e cristãos. Também para eles, a inveja é a mola real da história.

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1-2 < 90-10-22-ls> leituras do afonso

<bruxas>

[ 4057 caracteres - solta ou secção «margem esquerda»? - ou secção «alfinetadas»? - ou secção «páginas polémicas»?]

É SÓ BRUXARIAS

22-10-1990 - Se a descolonização do doente e as «tecnologias apropriadas de saúde» são uma invenção de bruxos ao ar livre, então os portugueses devem ter-se convertido à bruxaria, mesmo dentro de casa, tal a quantidade de livros que se vão publicando para elucidar as massas dos benefícios que têm a colher das várias artes, ciências e actividades - fitoterapia, yoga, vitaminas, oligoelementos, acupunctura, ginástica aeróbica, taichi, shiatsu, homeopatia, grafologia, profilaxia alimentar, macrobiótica, etc. - artes e malazartes que de certeza emanam do demónio e devem estar feitas com o primo mais novo de Belzebú (o chifrudo).

Deve andar, de facto, tudo louco, dada a frequência com que se publicam livros de bruxos e de bruxarias, como é o caso dos que são dedicados à medicina natural...e às terapêuticas «leves», também chamadas «tecnologias apropriadas de saúde».

Acho que a Ordem, sempre vigilante, já devia ter posto um guarda da GNR no encalce de cada leitor, ou mesmo de cada livreiro, e quiçá de cada editor, para evitar abusos contra a autoridade científica que incarna. Nada de abusos e o respeitinho, já todos deviam saber, é uma coisa muito bonita. Toda a gente a praticar o «acto médico» de se curar, toda a gente a fazer profilaxia natural, toda a gente a aprender higiene alimentar e nem só, a coisa começa a ficar feia. Mesmo preta, muito preta.

O CONFORTO NO LAR - BIBLIOGRAFIA DO NOSSO (DES)CONTENTAMENTO

O corpo está, não há dúvida, no centro das atenções editoriais. Diria mesmo, no umbigo. O «comportamento» humano preocupa hoje não só revistas femininas de corte moderno e papel couché, mas as grandes casas produtoras de livros. A dialéctica saúde/doença é não só matéria de profundos e exaustivos estudos históricos, como o que Jorge Crespo escreveu intitulado exactamente «História do Corpo», mas também de artigos mais ou menos sensacionalistas e manipulatórios na grande imprensa. Os truques para obter beleza através de regimes alimentares racionais preocupa não só o profissional de relações públicas - que vive da sua apresentação física - como os políticos que têm de aparecer dia sim/dia não na televisão e são obrigados, por isso, a manter um visual sem defeitos. Um «look» «very good».

ALIENAÇÃO CONTEMPORÂNEA

As raízes e origem da alienação contemporânea - o Estado que parasita o indivíduo - começam a aparecer nítidas em ensaios das mais variadas procedências dedicados à fadiga, ao esgotamento, ao stress, ao trabalho, aos «tempos livres», que são os vários, variados e desvairados eufemismos que o sistema usa para culpar as pessoas das doenças que ele, sistema, produz em cornucópia de abundâncias.

É assim que, no curto espaço de alguns meses, os portugueses têm à disposição uma bibliografia não muito extensiva mas inegavelmente intensiva sobre o que de fundamental interessa às «energias humanas» para se imporem como protagonistas no cenário da crise de combustíveis que se desenha, fatal como o destino, de oito em oito anos, nas sociedades toxicodependentes do petróleo.

Tudo é possível, a partir do momento em que à doença se chama saúde e em que se identifica como «acto médico» o simples acto de viver, respirar, comer, dormir, brincar, trabalhar, etc. As pessoas tomam em mão o seu próprio destino e esta «civilização» desaba como um castelo de cartas. Por isso, alguém disse, com prudência de Eurocrata espertalhão, que «tecnologia apropriada» era a expressão mais subversiva que hoje se podia pronunciar no âmbito do Mercado Único.

Uma vez a loucura institucionalizada como saúde mental, tudo pode acontecer. E os leitores portugueses, tementes a Deus e à Pátria, parece não terem receado as botas pesadas da «clique», arrostando com a enorme responsabilidade de pôr (um bocado de) cobro à esquizofrenia galopante de uma clique minoritária, armada em esperta.

GRANDES EDITORAS TAMBÉM ENTRAM NA SUBVERSÃO

Que pequenas editoras, com pouco ou nada a perder, joguem na subversão institucional, publicando livros da área interdita e «underground», faz parte de uma estratégia apesar de tudo ainda sobrevivente dos anos 60, na qual o sistema julgou ver uma boa fonte de receita. Surrealismo, vanguarda, arte «pop», literatura de contestação vendiam-se e vendem-se bem. Mas as grandes editoras não têm, não tinham necessidade de recorrer a esses truques para sobreviver. Há best sellers que cheguem para alimentar a chama. No entanto, sentem-se também chamadas à missão de mostrar ao povo algumas «tecnologias apropriadas de saúde» que, tarde ou cedo, hão-de concorrer para o libertar de «lobbies», monopólios, dependências, opressões, ditaduras, etc.

Panorama agridoce dos mais agradáveis é, portanto, este em que respeitáveis instituições editam obras que podem muito bem estar a minar, desde a base de sustentação, os sistemas que vivem de ir matando os ecossistemas. Viva então a poluição e abaixo a Ecologia.

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1-15 < 94-10-22-ah-hv> afonso dos projectos – hipótese vibratória -pdf

 <e-2> 17000 caracteres

[ 22-10-1994]

E. agente secreto

E. aliança com Elohim

E. alma:

nocivas

E. anjos

E. anti-MU

E. anti-pedra filosofal

E. aprisionada

E. arcanjos

E. aromas

E. Atlântida

E. atómica (nuclear)

E. calórica

E. cassete hebraica:

YHWH/ERETZ/ARQA/THEBEL/ ANTI CIA/ WORZ III (positivas)

SORADT/GEONA/NESIAH/GHEE/CIA/ADAMAH (negativas)

E. 5 elementos chineses (Fogo/Terra/ Madeira/Água/Metal)

E. cores

E. corpo:

etérico

astral

mental

causal

alma espiritual

alma divina

E. Cosmos I

E. Cosmos II

E. cosmotelúricas

E. cristais

E. desestruturante negativa

E. desestruturante positiva

E. deusa MAAT

E. eléctrica

E. electromagnética

E. em actividade

E. em bloqueio

E. em decantação (fermentação)

E. em inversão positiva

E. em potencial

E. em renovação

E. em reviravolta (retournement)

E. em simulacro

E. eras zodiacais ( Aquário/ Carneiro/Peixes/ Virgem/Sagitário/etc)

E. escaravelho de ouro

E. esfinge

E. geotelúrica

E. khéper-Ré

E. matéria

E. enxofre filosófico

E. eólica

E. espírito

E. escaravelho de ouro

E. esfinge

E. infraterrestres

E. Joule (trabalho)

E.( letra)

bloqueada

cassée

em decantação (fermentação)

em estado de sofrimento

em > 0

em <0

em bloqueio

em renouvellement

morta

muet

piegée (armadilhada)

E.MAGA GAU GAS

E. magia negra

E. magnética

E. maremotriz

E. matéria

E. MEAI GAO GOC

E. Mercúrio filosófico

E. 7 metais alquímicos

E. morta

E. muda

E. negativa

E. nociva do lugar

E. nocivas

E. ondomotriz

E. ordem negra

E. pedra da eternidade

E. pedra filosofal

E. pedra dos filósofos

E. pirâmides vibratórias

E. planetas

E. primordial

E. Ra (magia ancestral)

E. espectro da radiação electromagnética:

E. audiofrequências (ee)

E. luz visível (ee)

E. microondas (ee)

E. radar (ee)

E. radiação infravermelha (ee)

E. radiação ultravioleta (ee)

E. rádio frequências(ee):

microondas

televisão

ondas médias de radiocomunicações

E. raios gama (ee)

E. raios X (ee)

E. radioactiva (ee)

E. televisão (ee)

E. reestruturante negativa

E. sal filosófico

E. sefirotes

E. sob ataque

E. sob ataque

E. solar

E. Soradt

E. ultrasons

E. x negativo

E. Yhaweh

Arquétipo

Campo de consciência

Campo de morfogénese cósmica

Chacras

DNA

Doença cósmica

Doença iniciática

Duplo CEC CEE

Egrégora

Entropia

Eu cósmico

Fi (Y)

Fio de Ariadne

Frequência

Hereditariedade energética

Hierofontes

Inconsciente cósmico

Informação vibratória

Ki

Labirinto

Lei da analogia

Lei da ressonância

Neguentropia

Nível vibratório

Nomen Mysticum

Nova incarnação

Número de Ouro

Onda

Maiêutica

Palindroma

Pedra filosofal

Pirâmides:

de assemblage

de interface

da existência

ogâmicas

Potencial vibratório

Psicostasia

Quadrados mágicos

Queda

Ritmo

Ressonância vibratória

Ser cósmico

Ser directo = mundo acessível aos 5 sentidos

Ser eterno

Ser humano CEC CEE

Ser humano CEC CEE potencial

Ser humano não CEC CEE

Ser humano de referência absoluta

Ser telúrico

Sefirotes

Ser CEC CEE

Ser directo

Sistémica

Stress activo

Stress passivo

Teleacção

Templo do homem

Transfert

Vampirismo energético

Velha incarnação

2 fases alquímicas

3 modos de apreensão do espírito

3 camadas do cérebro

3 níveis de leitura

3 níveis de leitura da alma

3 princípios filosóficos ( Sal/Enxofre/Mercúrio)

3 modos de apreensão do espírito

3 lados do triângulo

4 fases alquímicas

4 pirâmides da existência

4 direcções do enxofre

5 sentidos do espaço-tempo linear

6 operações

6 energias positivas (cassete hebraica)

6 energias negativas

7 sentidos do espaço-tempo transcendente

7 figuras geométricas

7 portas

7 metais alquímicos

8 direcções do mercúrio

9 almas pelo antigo Egipto

9 constituintes elementares da alma

10 mandamentos

11 espaços-tempo lineares

11 deuses egípcios: Nut, Horus, Isis, Osíris, Anubis, Neftis, Set, SHU, Atum

12 constituintes de base da pirâmide da existência

12 frequências de vibração

12 direcções no DNA da grelha vibratória

12 funções filosóficas

12 trabalhos de Hércules

12 chaves de Basilio Valentim

12 signos zodiacais

12 tijolos elementares

14 níveis vibratórios

14 níveis da pirâmide

14 bocados(Osíris)

19 espaços- tempo transcendentes

24 letras

26 letras

28 sequências vibratórias

28 sequências do ADN

31(Y) - energia de osíris

64 tripletos (genes de estrutura)

64 hexagramas do I Ching

108 pirâmides

108 luzes

108 labirintos

108 escalas do duplo

666 luzes

666 pirâmides de interface

41 mil anos de informação vibratória bloqueada (magagaugas)

100 mil cartas do Tarot (?)

144 mil pirâmides de assemblage (reagrupamento)

AE (mundo)

AGMS = Terra

AQ = atlante = excesso de incarnação

AQ - QA = eixo

CA = coluna vertebral da ossatura vibratória

CAGE -> cilindro -> pele protectora

CAGE POSITIVO DE CAGE POSITIVO DE CAGE POSITIVO

CGAE = inferno

CGAE = antiga alimentação

CGAEEA = associação das duas

CGEA = actual

DD = maga de origem definitiva

EA (mundo)

EKQW = Ar

GA = cimento vibratório

GA positivo

GA negativo

GMSA = água

GOC

MA = tijolo elementar do corpo = tijolo elementar da matéria

MA = GMMG/ MGGM

MA condensado saído de MEAI GAO GOC

MA sublimado e rematerializado

MA:

MAEG CA < = MA condensado

MAEA = MA sublimado

MAEA CA > =

MAGA:

constitutivo

de origem definitiva

constitutivo expresso

MAGA GAU GAS

ME = tijolo ligado aos princípios filosóficos

ME = união, amor

ME = AQQA = raiz vibratória = QAAQ

MEAI = nome do espírito

MEAI = capacidade de amor total

MEAI GAO GOC

MEAI de GMI a Y = busca do graal

MI/ME/MA

MI = tijolo elementar do espírito

MI = unidade elementar do mundo cosmoétrico

MI = CIOU = cérebrovbratório

MI:

MIEA =

MIEG = dialogar com o cosmos

MIEA =

MIEG = dialogar com o Cosmos

MO = grande humildade

MY = amor mágico

M (Iolt) = amor cosmoétrico

M ( Jold) = amor divino

MU = claridade principial

MZ = Adão final

OUCI = Stress positivo

QA = Mu = falta de incarnação

RA = dar forma a matéria-prima

UWSW = dualidade = materialização do espírito

Entropia/Neguentropia

E. materiais/ E. subtis

E. negativas/ E. nocivas

Yin-Yang

E. cosmo /telúricas

- L. das Árvores

- L. dos Cristais

- L. das Flores

- L. das Letras

- L. dos Sonhos

Quadrados mágicos (exprimem o DN dos metais):

Saturno -> 3 casas

Júpiter - < 4 casas

Marte -> 5 casas

Sol -> 6 casas

Venus -> 7 casas

Mercúrio ->8 casas

Lua -> 9 casas

6 operações:

12 energias x 9 = 108 possibilidades de captar a eternidade

Amor:

alquímico

divino

mágico

magnético

Esferas:

hebraica

egípcia

mesopotâmica

hindu

atlântida

lemuriana

12 constituintes de base da pirâmide da existência:

1 - Sistema de defesa

2 - Sistema hormonal

3 - Sistema nervoso

4 - Sangue

5 - Sistema magnético

6 - Chacras

7 - Sistema genético

8 -Sistema dos metais alquímicos (ressonância)

9 - sistema dos sefirotes (transformadores de energia)

10 - Sistema de influência da estrela polar -> Orion, Sírius, Dragão, Grande Ursa

11 - Sistema de influência zodiacal

12 - Sistema de influência planetária

campo magnético

campo alquímico

campo mágico

campo divino

Solva/Coagula

Nigredo/ Albedo/ Citredo/ Rubedo

Água/Terra/Madeira/Fogo/ Metal

DNA Corpo energia

Metal 8 48

Vegetal 16 40

Animal 24 32

Ser humano

32 24

40 16

48 8

56

(Constituintes filosóficas de um duplo CEC CEE):

Kaballah

Alquimia

Magia

Teurgia

Astrologia

Alternância Vida/Morte (ciência das forças opostas e complementares)

Geometria sagrada

Ciência do ADN

Ciência dos Símbolos

Aritmosofia (essência do número)

Ciência da emergência (ciência da triunidade)

Ciência da Analogia

 

1) Criação pela razão -> TEM- RA -> SCHU -> TEFNUT

2) Criação na acção -> espaços-tempo transcendentes-> espaços-tempo lineares

3) Criação na Realização -> ÍSIS -> OSÍRIS -> HORUS -> NEHTYS -> SETH -> ANUBIS

- Expressão

- Conjugação

- Iteracção

- Projecção

- Integração

- Condensação

1) Iteracção

2) Condensação

3) Conjugação

4) Projecção

5) Integração

6) Expressão

12 funções filosóficas (formas que o espírito é susceptível de exprimir no espaço e no tempo):

Conhecimento

Quantidade

Sabedoria

Qualidade

SV incorruptível

Tempo

Espaço

Aceitação

Vontade

EV inextinguível

Justiça

Verdade

REAGRUPAMENTO DE ENERGIAS

Auto-armadilhada

Bloqueda

Muda

Retournement

Invertida

Simulacro de ataque

Simulacro de protecção

Frio - Quente

Terra - Ceu

Passivo - Activo

Fogo- Água

Seco - Húmido

Calmo - Irritado

Ma - Bem

Dor - Prazer

Consciente - Inconsciente

Esfera hormonal

Esfera da pele

Esfera intestinal

Esfera Pulmõe/ Coração

Esfera Rins/Bexiga

Esfera Fígado/Vesícula

Esfera coluna vertebral

( 12 frequências de vibração) :

Y 31 (proporção dourada)

Y5

Y 48

Y 14

Y 22.597

Y 108

Y 258

Y 3625

Y 8097

1ª) KHAT -> espírito dos Ossos -> Sal -> GOUCIOUCT de EA

2ª) SEKHEM -> Enxofre -> Y que AEIOU Y (Iolt) (Jold) de GM -> estrutura em movimento perpétuo -> Combate ou neutraliza o MA condensado

3ª ) RA -> Mercúrio Y que MEAI de EA -> Célula de formação

4ª) KHAIBIT -> Fogo alquímico -> Energia de renovação -> GO (renascimento pela pele)

5ª) BA > Aente Secreto - > AQ -> QA / QA-> AQ / Um novo movimento de renovação

6ª) ABA -> Muito móvel -> Inteligência do Coração -> Totalmente responsável dos nossos actos

7ª, 8ª e 9ª) Imóveis

7ª) KA -> Base da Pirâmide do Corpo

8ª) AKHV -> 4 bases da pirâmide do espírito -> GO Y de GO (Iolt) -> GO Z de GO (Jold)

9ª) SAHU -> Corpo purificado -> Ser CEC CEE

 

3 níveis de leitura da alma (13/2/1994):

SV EV

Principial

EKQW (AR) Alma Coração/Pulmões 3º nível

AT MU 9 camadas da alma Glândulas Endócrinas 2º nível

AQQA

QAAQ

 

ME 3 princípios:

Sal, Enxofre, Mercúrio filosóficos

Sistema nervoso 3º nível

- Última síntese -

Princípio ( EV) Representação SV

3º ) GMSA (Água) Corpo Heterocromatina

2º) GMMG/ MGGM Chacras Zonas de regulação

1º) MA Os 5 sentidos Genes de estrutura

Condensado

Sublimado

Sublimado

Rematerializado

Condensado (saído de MEAI GAO GOC)

ABE

MOUTH

HATI

MAAT

OSÍRIS

ANUBIS

THOT

APOPI - SHAGAM

HORUS

ISIS

VASO CANOPE

JUÌZES

14 FILHOS DE HORUS

PLUMA

NEFTIS

Muladhara

Svadistana

Manipura

Manahata

Vissudha

Ajna

Sararrara

NU -> Cabelos

ATHOR -> Olhos

RÂ -> Cara

UP-UAUT -> Orelhas

KHENTIS -> Nariz

ANUBIS -> Lábios

ISIS -> Pescoço

SERKIT -> Dentes

SEKHOUT -> Ventre e Costas

TOTH -> Corpo todo

DJEDU -> Mãos

NEIT -> Braços

NUT -> Pernas

OSÍRIS -> Pénis

KHER - AHA -> Fígado

SENHOR DOS TERRORES -> Peito

SEKHOUT -> Ventre e costas

PTAH -> Pés

NUT -> Pernas

DUPLO FALCÃO DIVINO -> Dedos

RÂ -> Renovação

Lugar -> Geobiologia

Momento -> Astrologia

Estado -> Alquimia / Magia/ Radiestesia/ Teurgia

EQUIVALÊNCIAS ENERGÉTICAS

Tempo linear -> Cronos -> Tempo histórico

Tempo da transcendência -> Kairós

Tempo de eternidade -> AEION

Balança -> 101 a 1011

Virgem -> Y 1 a Y 16

Leão -> Y 1 a Y 31

Caranguejo -> Y 101 a 1022

Gémeos -> Y 1 aY36

Touro -> Y1 a y 31

Carneiro -> Y 1 a Y 36

Peixes -> 10 1 a 10 23

Aquário-> Y a Y 31

Saturno -> Morte -> Condensação

Vénus -> Amor -> Expressão

Marte -> Acção -> Conjugação

Lua -> Inconsciente -> Integração

Júpiter -> Relação do movimento no espaço -> Projecção

Mercúrio -> Telecomunicações - Iteracção

Vénus -> Amor

Saturno -> Morte

Marte -> Movimento criador

Lua -> Interface inconsciente - ligado ao número

Júpiter -> Relação do movimento ao espaço

Mercúrio -> Pôr em ligação -> Projecção

LETRAS = NÚMEROS

A = 5

C = 14

E = 48

G = 84

I = 97

K = 108

M = 258

O = 3625

Q = 4625

S = 1358

U = 22 597

W = 31

A - Conhecimento

C - Vontade

E - Verdade

G - SV incorruptível

I - Quantidade

K - tempo

M - Sabedoria

O - Aeitação

Q - Justiça

S - EV inextinguível

U - Qualidade

W - Espaço

(19/6/1994 - INTERCALAR)

EV SV

PRINCÍPIO CONCEITO-IMAGEM

3º MEAI DE GMI a Y -> Espírito -> Cérebro-Neocortex

2º CIOU -> Funções filosóficas-> Límbico

3º MI -> Letras -> Paleocortex

EKQW -> AME -> Coração /Pumões/ Integração

AQQ -> 9 camadas da alma -> Pele/Expressão

QAAQ ->

ME -> 3 princípios -> Sistema nervoso /Movimento

GNSA -> Corpo-> Heterocromatina

GMMG -> Chacras -> Zona de regulação

MA (3 espécies) -> os 5 sentidos -> Gene de estrutura

MGGM ->

Mensagem da esfinge:

Fogo -> Saber -> MI -> 1º nível de leitura do espírito

Terra - Querer - MA -> Matéria

Ar - Ousar - MU -> Luz Principial

Água -> Silenciar -> MO -> Grande Humildade

Lugar -> Geobiologia

Momento -> Astrologia

Estado-> Alquimia/ Magia/ Radiestesia/Teurgia

 

Letra A -> Conhecimento

Letra C -> Vontade

Letra E -> Verdade

Letra G -> SV incorruptível

Letra I -> Quantidade

Letra K -> Tempo

M -> Sabedoria

O -> Aceitação

Q -> Justiça

S -> EV inextinguível

U -> Qualidade

W -> Espaço

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< 97-10-22-nb-ie> note-book-ideia ecológica

1408 bytes <adbac-1>

22-10-1997

- Leonel Fadigas justificou a ausência de algumas pessoas que teriam sido convidadas e que não puderam comparecer, além das que não foi possível contactar a tempo.

Entre outras citou: Mário de Azevedo Gomes, José Carlos Marques, Jorge Fidalgo, Delgado Domingos, Júlio Valente, Gomes Fernandes e João Reis Gomes.

- Agora que o José Manuel Fernandes, então director desta «Voz do Povo», acompanha, como director do «Público», a Presidência Aberta do Ecologista Mário Soares, faz bem recordar estas dicas sobre a Cucolândia que escrevi e publiquei em 1980, 14 anos antes da Presidência Aberta e do J. M. F. ser director.

- Um momento inesquecível: ele enamorado do MFA. Só visto! ( 30/Julho/1994) ■