1-10 <10-17-ol>
Posted by Big-Bang -sexta-feira, 17 de Outubro de 2003
Retrovisor (1958-2002) ->Day by day
44 anos de memórias
<17-10-1958>
Artigo de Afonso Cautela: «Núcleos Culturais e Convívio»
In «Diário de Notícias», de que data?
Manuscrito original arquivado
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1-1 < 59-02-15-><rosa-2-ls> leituras do afonso
ANTÓNIO RAMOS ROSA
15-2-1959
António Ramos Rosa vive e trabalha em faro, onde nasceu a 17 de Outubro de 1924. Em Lisboa fundou com Raul de Carvalho, Luís Amaro e José Terra a revista Árvore que reuniu a geração poética de 50 e que marcou uma época na poesia moderna portuguesa.
Com representação merecida e condigna na 3ª série das Líricas Portuguesas, António Ramos Rosa é a figura central, como poeta e como crítico, de uma tendência estética limite, aquela que considera a palavra o valor absoluto em poesia, agindo por si própria, independentemente do discurso. E a verdade é que a sua poesia realiza, com vasto conhecimento de causa, esse propósito.
Na crítica é um analista profundamente sério, valorizando cada livro sempre com inteira disponibilidade, isenção e simpatia. A sua crítica foi uma das que mais ajudaram a consciencializar e a purificar o fenómeno poético, a descobrir em cada obra ou autor o seu núcleo irredutível de originalidade. Fiel à tendência cujo padrão é o hermetismo luminoso de Paul Éluard, Ramos Rosa redime os excessos deste tipo de poesia em circuito fechado.
Publicou em ante-estreia uma selecção de poemas, O Grito Claro e tem pronta a editar uma colecção de poemas que abrange vários ciclos e integra O Grito Claro.
Sendo, entre nós, ao lado de Jorge de Sena, Paulo Quintela e David Mourão Ferreira um dos mais responsabilizados tradutores de poesia, prepara actualmente para uma editora de Lisboa uma tradução de poemas de Éluard. Ligado com Casimiro de Brito aos Cadernos do Meio-Dia, que se publicam em Faro e dos quais fez um ramo descendente (mas estático) da Árvore, quisemos ouvi-lo [ ? ]
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1-2
<soljenitsine-1-ls>
DAS ANTINOMIAS ANACRÓNICAS
A POLÍTICA DO NOBEL (*)
[«Notícias da Amadora» , 17-10-1970]
Como prova a carta aberta enviada por Alexandre Soljenitsyine à União dos Escritores da U. R. S. S., que o expulsou a 12 de Novembro de 1969, a verdadeira antinomia que interessa hoje estabelecer, a propósito do Nobel, não é a de capitalismo contra socialismo, não é de Ocidente livre contra Leste oprimido, não é a de regime aberto contra regime fechado, não é a de democracia contra totalitarismo.
A dicotomia dialéctica não é a que conviria aos negociantes em jogo, aos diplomáticos maniqueísmos da política imediata, a Leste e a Oeste, mas sim a que vai mais fundo porque vai mais para a frente do imediatismo oportunista: academismo contra revolução, instituição contra indivíduo, conformismo contra contestação, exército regular contra franco-atirador, política contra ética.
Estas as antinomias que importam, quando se discutir o caso Soljenitsyine.
O que se coloca com ele mais uma vez em evidência, é a unidade real de uma civilização que se diz bipartida. Quando se joga o indivíduo e sua soberania, ambos os mundos se comportam segundo os melhores padrões seculares do mais velho. Segundo as antinomias do passado. No fundo, subsistem sob novos arranjos e governos, o mesmo desprezo à liberdade criadora, à imaginação, ao franco atirador e ao modelo humano que o escritor representa. Modelo humano que os políticos oportunistas do imediato (anti-dialécticos por isso), classificarão pejorativamente de humanitarismo burguês, como se o conformismo do adaptado se pudesse confundir alguma vez com a exigência ética do humano e sua intransi-gente defesa.
George Orwell na guerra civil de Espanha, Bertrand Russell no Vietname, serão exemplos de humanitarismo burguês?
A pergunta é reformulável com Soljenitsyine que, na tradição da literatura eslava, reclama para o escritor a função bem explícita de defender os homens contra os políticos, a humanidade para lá dos regimes que a dividem.
Por isso, esta pestilenta civilização é o que é: um montão de detritos. Por isso deporta e por fim premeia. Quando não pode aniquilar, absorve e assimila. Quando não consegue destruir, compra. Suprime in extremis, pela lisonja, o que não conseguiu condenar ao silêncio. No fundo, o que se debate com Soljenitsyine é ainda e sempre uma civilização que avilta, esteja ela a Leste ou a Oeste.
Quando a pestilenta civilização que o Nobel paradigmatiza (tanto como o pré-mio Lenine) decide, com os lucros da pólvora galardoar o espírito e suas agruras, procede assim: como os ratos das chancelarias, entre pernas e uísques. Faz assim: deita o olho ao que mais rendoso para o mercado se pode apresentar à conjuntura internacional.
E premeia um autor soviético, porque um autor soviético é duplamente rendoso (no que se refere à indústria livreira): os editores actuam em pleno terrain vague, sem direitos de autor que pagar, sem formalidades e barreiras alfandegárias (a não ser que se trate de países com relações comerciais com a U. R. S. S.), sem sequer satisfações a dar ao autor. Belo negócio, pois, é editar um escritor de mercado internacionalmente garantido, sem embargos de copyright.
Por outro lado, a vingança do chamado «mundo livre» obtém uma boa oportunidade de quebrar por algum tempo as tréguas da chamada coexistência pacífica e apelar contra as bruxas. Salientar um escritor soviético que se diz perseguido e oprimido, satisfaz as almas democráticas e amigas da liberdade.
Pasternak, depois Cholokov e agora Soljenitsyine, ilustram a necessidade que a comissão de Estocolmo tem de politizar um prémio que se diz pretender galardoar valores morais e humanos. Por acaso, a recompensa desses valores até reverte a favor do mercado comum: vendem-se muitos mais livros assim. O mercado precisa desta injecção anual. Quando, com a canícula das férias declinam os best-sellers, que se há-de impingir ao consumidor? É então que o Nobel vem animar a season, enquanto o leitor descobre se o autor é barrete ou não é, porque ambas as coisas tem sido, pode ser e continuará a ser.
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(*) Este texto de Afonso Cautela, bastante conformista graças a Deus, foi publicado no semanário «Notícias da Amadora» , 17-10-1970, que lhe chamou um figo e elogiou o autor em primeira página:
«Acerca da atribuição do Prémio Nobel a Alexandre Soljenitsyne, grande escritor soviético, e das polémicas e especulações a que tem dado origem, Afonso Cautela escreve hoje um lúcido artigo, que acompanhamos de várias notas e da carta dirigida pelo autor de «Um Dia na Vida de Ivan Denisovitch», à Academia Soviética de Escritores, quando da sua expulsão.»
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<smog-1> eco-ecos – publicado ac de 1979
DILEMA ESTRUTURAL:
SMOG OU CAOS ECONÓMICO(*)
17/10/1979 - Seis milhões de veículos automóveis para 10 milhões de pessoas, era a proporção em Los Angeles quando, em 1977, a Agência Governamental de Protecção ao Meio Ambiente resolveu reduzir de 80% o uso dos veículos automóveis, única maneira de conseguir fazer cumprir nesta área a lei federal antipoluição, aprovada, aliás, pelos senadores de Los Angeles no Senado...
Mas a Agência reconheceu, ao mesmo tempo, que a área seria, com essa medida, "economicamente mutilada" e que mesmo uma redução de 20% seria já impraticável. Quanto mais os 80%.
O dilema para Los Angeles em 1977 era portanto: Smog ou caos económico.
Ou as viaturas - conforme proposta da Agência – são convertidas a gasolina natural, cifrando-se o custo calculado em 700 dólares por veículo, mais 300 dólares para o dispositivo de controlo de gases; ou o smog, para lá de ultrapassar todos os limites legalmente admitidos ou admissíveis, tornará Los Angeles insuportável, inabitável.
O panorama numérico era , há dez anos, mais ou menos este: automóveis e indústria lançam diariamente 691 toneladas de poluentes para a atmosfera, ou seja, cerca de 531 toneladas a mais do que o limite permissível.
Em resultado disto, o smog sobre a bacia de 9.200 milhas quadradas excede os limites sanitariamente estabelecidos em 200 dias cada ano.
As pessoas de Los Angeles são talvez as que mais carros utilizam em todo o Mundo, não existindo praticamente transportes públicos.
Dilemas como este não são acidente: são estruturais, intrínsecos ao sistema (sistemáticos) que não pode valorizar em termos quantitativos a saúde e a vida humana.
Quando está de um lado a economia dos valores quantitativos e do outro lado a ecologia dos valores qualitativos, jamais o sistema - por mais demagogia e leis que faça ou limites admissíveis que estabeleça - consegue conciliar esta sua básica e estrutural contradição.
Se o nevoeiro da poluição - chamado "smog" químico - como os que ocorreram no Vale do Mosa em Dezembro de 1930, em Donora (Pensilvânia) em Outubro de 1948 ou em Londres em Dezembro de 1952, podem suceder em qualquer outro momento e lugar, em dimensões proporcionais à invasão da atmosfera urbana por poeiras químicas, será que se vai intensificar a industrialização e a poluição do ar, esperando que novas catástrofes sucedam e se repitam?
Lembramos os dados fornecidos pela Organização Mundial de Saúde.
Na Bélgica, em 1930, no vale do Mosa, 60 pessoas morreram num dia apenas e vários milhares adoeceram quando, em princípios de Dezembro, uma inversão de temperaturas favoreceu a concentração de substâncias tóxicas na zona industrial do valo do Mosa. Nos Estados Unidos, em 1948, em Donora, morreram, no espaço de 4 dias, 17 pessoas e adoeceram cerca de 6 mil outras, quando , no fim de Outubro, uma inversão de temperatura agravou o teor de poluição. CJ perigo passou quando as chuvas limparam o ambiente. Na Grã.- Bretanha, em 1952, em Londres, mais de 4 mil pessoas , faleceram numa semana por efeito de substâncias tóxicas lançadas na atmosfera sobretudo pelos sistemas de aquecimento doméstico e concentradas pela influência dos anticiclones e neblinas que, em princípios de Dezembro, pairavam sobre a ilha.
Estes episódios são apenas uma. amostra do que, numa escala reduzida, aconteceu, em vários lugares do mundo, e do que poderá acontecer, se a atmosfera continuar a ser convertida num esgoto.
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(*) Publicado no jornal diário "Portugal Hoje", 17/10/1979
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<adn-2>
PISTAS PARA INVESTIGAR
Qual a equivalência de frequência vibratória entre as cerca de 200 cores do espectro (do arco íris) e os elementos da escala de Mendeleiev?
E qual a relação destes com o ser humano?
E com a diluição homeopática própria de cada pessoa, em cada momento?
Há simpatia de cada um por uma cor? E por uma música? E por uma voz?
Aura é isso? A fotografia da aura dá isso?
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1-2 < 94-10-17-dd> diagrama a diagrama
<rcm-1><adn>4183 caracteres
17-10-1994
DIAGRAMA A DIAGRAMA
TUDO VAI DAR AOS METAIS NA HETEROCROMATINA
[ Diagramas 6,7, 21, 22, 28, 44, 53]
- Como e porque surgem as letras confortavelmente ordenadas nos três círculos da grelha universal? (Diagramas 44 e 45)
- De acordo com o que diz Etienne Guillé, na sua célebre conferência da Sorbonne, as letras surgem por «equivalência vibratória» das sequências de ADN e suas conformações particulares (Diagrama 44). Se foi Etienne Guillé a «descobrir» a existência de 7 metais alquímicos nas sequências repetidas da molécula de ADN (Diagrama 53), foi ele também que «visualizou» essas sequências em uma série de serpentinas (Diagrama 44) que, submetidas ao teste vibratório do pêndulo, vibram como vibram (aproximadamente...) as respectivas letras do alfabeto latino que lhes são atribuídas.
Quer dizer: ao testar o A, é a ressonância vibratória de uma determinada conformação molecular que se vai propagar a todo o ser celular. E quando uma letra não se orienta (em direcção e número de batimentos) para o local que lhe cabe na grelha vibratória universal, é porque a respectiva conformação molecular do sujeito não está vibratoriamente correcta. Ainda. E a grelha não merece portanto confiança. O suporte, relativamente à grelha universal, não está ainda fiável. Nos seminários de Radiestesia tem-se aconselhado a verificação - se existem, na letra, (Diagrama 6)
energias nocivas do lugar,
energias de x negativo,
energias de magia negra,
energias reestruturantes negativas,
energias desestruturantes,
Uma leitura elementar e simplificada da Radiestesia Alquímica, diria que tudo remete para a organização dos metais alquímicos no interior das células. Tudo remete para lá, incluindo as energias da mais diversa índole (por ressonância com o suporte vibratório, ressonância que só é possível devido à presença dos metais na heterocromatina constitutiva: sem os metais, estaríamos cortados do universo, do cosmos). Se Etienne Guillé nos diz, e foi ele quem descobriu os metais na heterocromatina constitutiva, é de crer na lógica desta equivalência.
Uma outra conferência de Etienne Guillé é quase totalmente consagrada à questão dos metais. Ao dizer-nos que a grelha vibratória tem pontos comuns com a «cruz céltica», está Etienne Guillé a mostrar-nos outra equivalência ou sistema de correspondências, insinuando que os celtas - e portanto os druidas... - ainda conheciam a linguagem vibratória. É mais uma ocasião em que as mais recentes descobertas da ciência - da biologia molecular, neste caso - repetem apenas o que há milhares de anos era conhecido mas que, entretanto, foi sendo esquecido.
Por força das Eras Zodiacais (Diagrama 7) pouco favoráveis ao reconhecimento da realidade tripartida Corpo-Alma-Espírito, do Ser Humano (Diagramas 21, 22 e 28). Mas por culpa também desse Cosmos designado vibratoriamente MAGA GAU GAS, Cosmos que, segundo Etienne Guillé, «grupos de seres foram organizando» e de que somos, portanto, enquanto sucessores dos nossos trisavóes, responsáveis...
A tese de Etienne Guillé pode, à primeira vista, chocar. Mas torna-se lógica, quando ele, com a maior das naturalidades, nos diz: «A partir das forças indiferenciadas potenciais do universo, organizações de seres tentam estruturar estas forças. estas energias do universo num todo coerente.»
Organizações de seres?
O que hoje existe - os dois cosmos que hoje existem, MEAI GAO GOC e MAGA GAU GAS - (Diagrama 6) seriam assim, pura e simplesmente, obra dos seres humanos. Mais do que nunca essas «organizações de seres» a que alude Etienne Guillé parece encontrarem-se hoje activas na «manipulação das forças do universo» e o nome de «egrégora» surge para designar esse tipo de organização (activista e militante de MAGA) que hoje proliferam. Uma evidência se retira: essa organizações são alimentadas por MAGA, o que explica o seu sucesso num mundo MAGA e bem pouco preocupado com o Canal do Espírito, ou MEAI GAO GOC (Diagramas 21, 22, 23, 28, 29, 37, 39, 72, 74, 75, 77, 78). Se é difícil aceitar que o hinduísmo ou o budismo estão impregnados de MAGA e são obra do Diabo, a verdade é que as premissas lançadas por Etienne Guillé não deixam grande margem para interpretar os acontecimentos energéticos de outra maneira menos "intolerante".
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1-3 < 94-10-17-ll> lista de léxico <sagrado1><adn><manual><teledetecção>
1911 caracteres
17-10-1994
À LUZ DA HIPÓTESE VIBRATÓRIA:
LÉXICO DO SAGRADO
Recriar, à luz da Hipótese Vibratória, o conteúdo de grandes palavras, que foram «queimadas» (aviltadas), através dos séculos, por usurpação de escolásticas e instituições religiosas, deverá ser um objectivo da RA, como está dito no file <da-20>. É preciso reiluminar e recriar, à luz da Hipótese Vibratória, palavras tais como:
- Abel
- Adão
- Alma
- Alma espiritual
- Alma divina
- Amuleto
- Anfitrite
- Anjo
- Anti-Cristo
- Apolo
- Arca de Noé
- Arcanjo S. Miguel
- Ascese
- Astral
- Avatar
- Bacantes
- Baco
- Baptismo
- Batman
- Bruxo
- Caim
- Cerimónia de colheitas
- Corte dos Céus
- Costela de Adão
- Crucifixo
- Demónios
- Deus do clã
- Deuses olímpicos
- Deuses pagãos
- Dilúvio
- Divindades tutelares
- Dragão
- Eden
- Elementais
- Elfos
- Enoch
- Espírito
- Espírito Santo
- Espíritos ancestrais
- Etérico
- Exorcismo
- Expiação
- Fantasmas
- Feiticeiro
- Gnomos
- Guardião dos espíritos
- Hades
- Hélio
- Haracle
- Hércule
- Heresia
- Heróis mitológicos
- Hiram
- Ícaro
- Idade de Ouro
- Incarnação
- Incenso
- Inferno
- Íon
- Jardim das Hespérides
- Jejuns
- Jeová
- Juízo Final
- Magia negra
- Maia
- Mana (melanésios)
- Mandrake
- Manitu( índios americanos)
- Medium
- Mickey
- Moloch
- Miragem
- Morfeu
- Nereidas
- Nereu
- Nous
- Oásis
- Oração
- Orfeu
- Orgulho satânico
- Pan
- Paraíso
- Pato Donald
- Pecado
- Pecado original
- Pedra filosofal
- Penitências
- Poseidon
- Presságio
- Profanação
- Profetas
- Providência
- Purgatório
- Queda
- Rabino
- Refeição sacramental
- Reino Celestial
- Reino de deus
- Ritual
- Sacerdote
- Sacramento da comunhão
- Sacramento totémico
- Sagradas escrituras
- Santíssima trindade
- Santíssima Virgem
- Satanás
- Serpente
- Sílfides
- Super-Homem
- Tabu
- Talismã
- Tritão
- Terra Prometida
- Vénus
- Virgem Maria
- Virgem Santíssima
- Zaratustra
- Zéfiro
- Zeus
- Zoroastro
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<adn-5 - - ><adn><manual>
TRABALHAR COM O PÊNDULO SEGUNDO O MÉTODO DE ETIENNE GUILLÉ(*)
LIVROS FUNDAMENTAIS INDICADOS PARA ESTUDO DA GNOSE VIBRATÓRIA
- «A Procura da Pedra Filosofal» - Jean-Noel Kerviel - Folheto de 55 páginas - Edição de Manuel Fernandes - Lisboa - 1994 - 500$00
- «L'Homme entre Ciel et Terre», Etienne Guillé, Entretiens de Jean-Louis Accarias, Ed. L'Originel, Paris, 1994 - Preço em França: 5.500$00 - Preço em Portugal: +ou- 7.500$00
- «L´Énergie des Pyramides et L´Homme», Etienne Guillé, Ed. l'Originel, Paris, 2ª edição ( 1989), 411 pgs - L'Originel - 55, Rue au Maire - 75003 Paris - 6.600$OO
- «L'Alchimie de la Vie - Biologie et Tradition», Etienne Guillé avec la colaboration de Christine Hardy, Col. «Esprit es Matière», Editions du Rocher, Paris, 1983, 248 pgs - 4.380$00
- «Le Langage Vibratoire de la Vie - L'Alchimie de la Vie -II volume», Etienne Guillé, Col. «Esprit et Matière», Ed. du Rocher, 1990, 389 pgs - 7.120$00
- «Conférence Sorbonne-Richelieu» , Etienne Guillé, 23/Junho/1990, Ed. Circes International, 22, Rue Beaunier, 75014 Paris-France, 50 pgs fotocopiadas A4
- «L'être Humain et Les Énergies Vibratoires», Jean Noel Kerviel, Ed. Miexon, Paris - Esgotado
- «La Quete de la Pierre Philosophale - Du Fonctionnement de l'ADN à l'approche esotérique de la Vie» - Jean-Noel Kerviel - Distribué par les Editions Miexon - 40 pgs fotocopiadas A4
- «L'Outre Monde», Christine Hardy
- «La Science devant l'Inconnu», Christine Hardy,
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(*) Radiestesia hermética ou alquímica
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<analise2- ><perfil><adn><manual>
TELEDETECÇÃO
E TELEDIAGNÓSTICO
17/10/1994 - Detectar compostos químicos no ambiente é uma autêntica operação policial: descobrir, sem pistas, o criminoso, faz da investigação toxicológica um autêntico trabalho de adivinhação, digno émulo de Poirot ou de Sherlock Holmes. Pergunto se o Pêndulo pode ajudar a descobrir, num conjunto problemático de hipóteses e de pistas, qual é a que importa. Pergunto também se, à luz de uma ética rigorosa, será lícito fazê-lo, mesmo que tecnicamente seja viável.
Por exemplo: Este alimento que estou a comer tem pesticidas? Que tipo de pesticidas? Que quantidade?
Este bocado de carne de vaca foi tratada com hormonas? Foi tratada com antibióticos?
Pelo pêndulo posso tentar saber se existe ou não a presença de:
- metais pesados
- compostos organo-clorados
- bifenilos policlorados (PCB's)
- aditivos químicos
- colorantes químicos
- radiações ionizantes
- anfetaminas
- anabolisantes
- glucose
- cocaína
- placebo
- alcalinização do sangue
- acidificação do sangue
- órgão yang
- órgão yin
- prisão de ventre
- intestino preso
- etc.
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<requena1>
O «BUG» DO ACTO MÉDICO
E O FUTURO (PRÓXIMO) DAS MEDICINAS HOLÍSTICAS
17/10/1998 - A vinda a Lisboa do acupunctor francês Yves Réquena e o lançamento simultâneo de uma nova linha de elixires energéticos pela Vajra - Empresa Solar de Alimentação e Energias Renováveis - marca um acontecimento no meio naturopático e holístico português. E diz-nos mais da Nova Era que se está implantando do que de um passado mais ou menos moribundo que está terminando.
No momento em que negras ameaças pairam sobre o movimento holístico português, com um projecto-lei sobre «acto médico» que, a ser concretizado, poderá desfechar o golpe de misericórdia na prática legal das medicinas holísticas, eis que os elixires energéticos da Vajra podem dar-nos novo alento - Fogo, elixir número 3 ... - e algumas dicas sobre a estratégia mais adequada a seguir nesta luta desigual entre David e Golias.
Porque a situação é complexa, tentemos alguns pontos que importa, desde já, reter para evitar o «bug» 2000 das medicinas alternativas.
Se nos mantivermos calmos e pacientes (elixir nº 1, na base do maravilhoso alecrim do monte, alecrim aos molhos) e acima de tudo no lugar que nos compete - a saúde aos holísticos, a doença aos médicos e à medicina - provavelmente o «bug» que se prevê para o movimento holístico será apenas um ligeiro sobressalto, um estupendo salto de corça no futuro e, portanto, na Nova Idade de Ouro.
Aliás, os passos de gigante que o movimento holístico poderá dar são e serão sempre nesse sentido que é o nosso Norte : o Novo Paradigma, o Novo Cosmos e, portanto, as velhas e antiquíssimas medicinas a que, por pudor, neste Ocidente despudorado, nunca temos a coragem de chamar «sagradas», ou seja, os bois pelos seus nomes.
Com os elixires da Vajra, a presença carismática desse patriarca (elemento Terra) do taoísmo europeu que é Yves Réquéna, o sistema dos 5 elementos (que é, afinal, toda a Cosmobiologia Yin Yang) e , acima de tudo, a terapia sublime das essências florais - estamos no caminho certo e de olhos límpidos (elixir nº 1).
Não haverá «actos médicos» (não há elixires que os curem) capaz de impedir a Terapia Sublime de se expandir e ser cada vez mais a terapia de todos e de cada um, animais, plantas, crianças, pobres, ricos, subdesenvolvidos , tudo incluído.
Yves Réquéna referiu que já estão inventariadas 4000 essências florais e que mais de uma centena de empresas estão a produzir essências florais. Quando cada pessoa for um produtor de essências florais (o que acontecerá em breve, com a ajuda da radiestesia holística) estaremos próximo do Novo Paradigma e da Nova Medicina.
Terapia que vem do Continente Mu e que se desmoronou na Atlântida, os Florais são o paradigma do Novo Paradigma. E, como tal, não vão pertencer a nenhuma empresa, a nenhum autor (mesmo que seja um génio como o dr. Edward Bach) , a nenhum «lobby», vão ser, como são, património universal de todos os seres materiais e imateriais: vão ser, com os gatos e as árvores, os interlocutores (espiões) medianeiros entre o ser humano e os deuses.
Esta democratização total da terapia vibratória mais poderosa vai, evidentemente, incomodar alguém. Paciência, não se pode ter tudo sempre. Se até agora havia muita gente a lucrar com a «comercialização» do que é, sempre foi e sempre há-de ser a gratuita oferenda dos deuses(como diz Yves Réquéna), haverá cada vez mais gente a lucrar por igual.
Outro problema que a Terapia Sublime coloca ao sistema - quer o do velho paradigma, quer o dos que se julgam trabalhando no novo mas que estão ainda acorrentados , até ao pescoço, na matéria mais vil, é a simplificação de processos e práticas. A sublime simplicidade das grandes coisas - de que a simplicidade do Yin Yang se apresenta como paradigma histórico há 10 mil anos - sabendo nós que o poder da ciência ordinária (e sua medicina) se baseia na crescente complicabilidade de nomenclaturas (de que a Farmacognosia moderna é o delirante orgasmo), a terapia sublime de 10 elixires energéticos vem desfechar um golpe quase mortal em todo esse quadro de lucrativas complicações. A classe de sacerdotes e burocratas não teve outra origem.
Tal como Y.R. explicou, os 10 são facilmente redutíveis a 5, pela «mecânica» genial que o sistema dos 5 elementos da cosmogonia tradicional chinesa permite.
O complexo é simples e a simplicidade é a imagem imanente do complexo cósmico.
As essências dão-nos o essencial, para usar um truísmo que, tenho a certeza, será caro a Yves Réquéna. E é do essencial que cada vez mais teremos de tratar em detrimento do acessório.
Diga-se que o quadro hoje das medicinas alternativas é exactamente o inverso: a prioridade ao acessório em detrimento do essencial. Muita coisa terá, pois, de mudar no seio das m. holísticas, se quiserem sobrevier ao «bug» do «acto médico» que se avizinha.
Para já, o sentido das prioridades terá que mudar radicalmente. Depois a área holística terá que se bater por demarcar o seu próprio terreno em vez de andar em luta desesperada para ganhar um lugarzinho ao sol no terreno inimigo da medicina ordinária (dita também alopática). Cada macaco no seu galho , diria Yves Réquéna, com o seu insuperável sentido de humor.
Qualquer pessoa que frequente o taoísmo e o Tao Te King deixa-se facilmente contaminar pelo gosto do paradoxo, que é, afinal, ao nível da linguagem a expressão dos antagonismos complementares.
Esta a outra emenda que as Medicinas Holísticas terão de fazer no seu estatuto: como se lida com os antagonistas complementares. Até agora a dialéctica yin yang tem sido uma batalha perdida. O dualismo herdado de raízes judaico-cristãs tem sido o obstáculo intransponível ao manuseio diário e natural do Yin Yang. Pelo que também há reformas profundas a fazer - se quisermos que as alternativas de vida superem este difícil «bug» do acto médico.
Como se prova pelo texto que tivemos o prazer de traduzir para a «100% Natural», o poder de síntese é um dos que Yves Réquéna alcançou no seu convívio com a aventura dialéctica do Yin-Yang.
Só queria sublinhar nesse texto uma passagem que escapou ao filtro crítico do mestre, quando Y. R. fala de «teoria dos 5 elementos». É corrente chamar-se teoria ao que é apenas o sistema mais antigo do universo vibratório e da cosmobiologia.
Se fosse teoria (científica) tinha morrido como morreram e hão-de morrer tantas outras.
A sublinhar ainda, no discurso de Yves Réquéna, é a referência às máquinas de diagnóstico, quando fala do critério energético. Falou das mais conhecidas (e caras, na ordem dos 700 contos...) embora também tivesse falado do pulso chinês, do reflexo auricular de Nogier e da quinesiologia. Na conferência da Escola Superior de Medicina Tradicional Chinesa , também falou de Radiestesia. Mas percebeu-se que ele entendia a radiestesia empírica tradicional que é, afinal, uma brincadeira sem grandes consequências.
Das máquinas em que falou - RAC e VAS - , incluindo o pêndulo, esqueceu a mais importante em Terapia Sublime: o ser humano entre Céu e Terra, fundamento cosmobiológico entre macro e microcosmos da cosmobiologia tradicional (que está feita há 10 mil anos) e da nova Cosmobiologia que está em processo de se fazer a partir da obra de Etienne Guillé.
Nesta cosmobiologia de Etienne, a que podemos chamar Gnose Vibratória, têm papel protagonista :
- O pêndulo de radiestesia holística segundo o método que ele ensina
- A obra de Etienne Guillé , de que acaba de sair um novo livro «L'Homme et Son Double»
- O protagonismo do ser humano como privilegiado aparelho de detecção, medida e transfert de energia
- O esquema dos 7 corpos energéticos segundo Rudolfo Steiner na linha teosófica de Blavatsky
Resultam deste esquema septenário (hierarquia de níveis vibratórios de consciência) :
- o fim do psicologismo que ainda hoje enche a medicina energética das emoções
- o renascimento da velha/novíssima ciência da Noologia médica ou ciência das energias, constelação onde convergem as 12 ciências sagradas da hierofania egípcia.
Réquéna - homem de intuições brilhantes - irá muito em breve, com certeza, conhecer a Gnose Vibratória do seu conterrâneo Etienne, a radiestesia holística por ele criada e a «revolução» noológica que a sua obra imprimiu no seio das medicinas que se dizem e querem holísticas mas que andam ainda um bocado baralhadas no primário pragmatismo das técnicas, das nomenclaturas, dos comércios em que a medicina ordinária estrebucha e deverá, graças a Deus, naufragar em breve e para sempre.
Amen. ■