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Posted by Big-Bang -quinta-feira, 16 de Outubro de 2003

Retrovisor (1967-1996) ->Day by day
29 anos de memórias

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INFORMAÇÃO

16/10/67 - Saber é poder e, por isso, sempre os conhecimentos adquiridos pela experiência humana foram objecto de monopólio por parte das entidades interessadas.

A ciência, no seu conjunto, esteve sujeita ontem ao monopólio confessional das igrejas como hoje está ao das universidades, escolas e indústrias.

Mas o saber, quando assume o Poder, tende a esclerosar-se em instituições que se defendem a si mesmo contra o progresso dos conhecimentos e as próprias lições da experiência.

No fundo, são os "out-siders" que promovem esse progresso e só existe progresso fora das instituições, que adoptam as inovações, se os pequenos grupos de pioneiros se organizarem em movimentos de ideias.

Hoje a informação sofre, não só de vários monopólios, como de feitichismos vários. O feitichismo do evento, por exemplo. Na linha de um economismo que avalia tudo por estatísticas e números, as ideias são consideradas suspeitas ou inúteis por gente que se proclama escrava dos factos e só dos factos, da experiência e só da experiência. Mas a decantada experiência não a olham sequer quando vem ilustrar e demonstrar que experiências anteriores, já estratificadas, não servem.

Quer dizer: a experiência que signifique progresso é ignorada; só se idolatra a experiência que os anos ou os séculos tornou inofensiva por inócua e criminosa por dogmática teimosia no erro.

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1-1 <90-10-16-ls>- leituras do afonso

16-10-1990 - Estudo necessário para a história do que foi chamado o «neo-realismo literário» em Portugal, este livro de Garcez da Silva, com prefácio de António Pedro Pita, centra a sua pesquisa no grupo que se organizou em Vila Franca de Xira à volta do escritor Alves Redol.

Enriquecido com notas bibliográficas sobre o autor de «Gaibéus» e os outros participantes do grupo, documentos iconográficos, bibliografia e índice onomástico, o trabalho de Garcez da Silva fica como uma monografia indispensável para uma apreciação profunda não só do escritor mas de toda a geração, época e corrente de que se fez involuntariamente a principal figura.

Tal como se afirma na nota preambular, a partir de agora «não será legítimo falar do neo-realismo alheando-nos da existência, em Vila Franca de Xira, num período que preenche os derradeiros anos da década de 30 e os do início da de 40, de um grupo de jovens ligados entre si por uma inquietação comum.»

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1-2 < 94-10-16-ah> afonso dos projectos - 2162 caracteres

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ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA

DE MEDICINA QUÂNTICA

ESBOÇO DE UM PROJECTO

16/Outubro/1994 - A lei quântica, estabelecida em 1900 pelo físico e matemático Max Planck, e mais tarde acrescentada com a teoria da relatividade de Einstein, tenta explicar cientificamente a informação oriunda, em 1ª mão, de várias fontes modernas e tradicionais.

Pela lei quântica é possível estabelecer um «campo unificado» onde convergem técnicas e ciências, das mais antigas às mais modernas, e que neste momento ainda se consideram em separado como se não fizessem parte do mesmo corpo, como se não fossem ramos da mesma árvore.

Uma associação de Medicina Quântica tem assim por objectivo:

a) Mostrar a unidade principial que preside a todas essas disciplinas (campo unificado)

b) Estudar as articulações de fundo e de forma, entre elas (Holística)

c) Treinar os seus associados, por intercâmbio de informações e de experiência, em uma ou mais práticas da medicina quântica, que hoje apresenta um quadro bem caracterizado de actividades.

Entroncam, de facto, no conceito de medicina quântica, as seguintes disciplinas:

1 - Técnicas vibratórias modernas:
Acupunctura
Chicung

Cromoterapia

Cura Quântica

Homeopatia

Musicoterapia

Iridologia Holística

Oligoterapia

Radiestesia segundo Etienne Guillé

Taichi

Terapia dos Remédios Florais de Bach

 

2 - Terapias vibratórias clássicas:

- Ayurveda

- Medicina tibetana

- Taoísmo(medicina taoísta)

 

3 - As 12 ciências sagradas dos egípcios da época de ouro segundo Etienne Guillé:

Alquimia

Astrologia (cosmogonia)

Magia

Ciência dos Opostos e Complementares

Aritmosofia

Ciência da emergência

Ciência da analogia

Ciência dos símbolos

Ciência da Kabala

Ciência do ADN

Ciência da Triunidade

Ciência da Teurgia

 

4 - Fontes originais onde a medicina quântica radica:

- Egipto da época dourada

- Esoterismo hebraico

- Druidas

- Taoísmo

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Tendo tomado conhecimento do objectivo central da nova Associação de Medicina Quântica, estou interessado em participar activamente na criação dessa Associação e em contribuir para desenvolver os objectivos que ela se propõe

Nome________________________________________________________

Data do nascimento_______________________Telefone___________

Morada______________________________________________________

Localidade_________________ Código postal___________________

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1-1 < 94-10-16-eg-nb> note-book do afonso

1541 caracteres <eeeg-1>

RELENDO ETIENNE GUILLÉ

APONTAMENTOS DE LEITURA

[ 16-10-1994]

- Os primeiros genes de um gato ou de um golfinho terão nascido, provavelmente, em eras zodiacais de frequência vibratória elevada: por isso o gato, como espécie sobrevivente, está tão perto do seu duplo, tão perto de Deus. E por isso, o gato transmuta as «nossas» energias nocivas com a maior das facilidades.

- Agosto e o 26 de Agosto. É como se o tempo subisse uma pirâmide e o 26 de Agosto fosse o vértice. Ou clímax. Os dias antes e depois, seriam o «piramidião», como lhe chama Etienne.

- Várias vezes o mesmo sonho repetido. No dia anterior estivera a ler bastantes páginas do Etienne Guillé que, como se sabe, faz referências constantes às sequências repetidas da heterocromatina constitutiva: o sonho rondava, talvez, essa zona do ADN, confirmando o que Etienne diz das repetições...

- A propósito de ADN: ainda não apurei se a «figura» ou «visualização» do ADN (dupla cadeia) que aparece nos livros é mesmo uma fotografia ou uma «invenção» dos cientistas, que se põem por vezes a dar formas àquilo que nunca viram

- «Diamante bruto»: mais uma imagem que me parece dura, bruta e que não traduziria o inefável do espírito como os nossos preconceitos o imaginam. Aliás, a tendência dura já vem da «pedra filosofal» para designar a mais elevada das energias cósmicas. E quando Etienne fala em «pirâmide do cérebro», nas 666 pirâmides de assemblage ou nas 108 pirâmides de interface, de novo a imagem da pedra dura nos choca o espírito. Como se liga o espírito à pedra e a pedra ao espírito? Mais uma das complementaridades de opostos? Não me parece...

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<95-10-16>

<ceac--1> - o alfabeto

NOTÍCIA DE ETIENNE GUILLÉ

A DESCOBERTA EXPERIMENTAL DO SAGRADO

16/Outubro/1995 - O método de Etienne Guillé não vem invalidar nenhum dos anteriores, antes pelo contrário, integra-os , amplia-os e potencializa-os. E dá a todos eles um inusitado rigor.

Se o Yin-Yang taoísta, sendo uma mera divisão quantitativa das energias, se revelou o precioso instrumento de trabalho que sabemos, imagine-se o que pode um método a N variáveis e que rigoriza, em termos numéricos (rítmicos ou a-ritméticos), a qualidade das energias, ou seja, as suas frequências vibratórias.

As descobertas de Etienne no campo das energias são em cascata. Mas, neste campo das frequências vibratórias, basta assinalar a grelha por ele estabelecida, uma espécie de espelho que reflecte, no plano horizontal, os vários mundos energéticos da espiral cósmica.

Podemos, com essa grelha (e o pêndulo) trabalhar no plano horizontal a 2 dimensões - unilinear - as N dimensões da hierarquia cósmica, entre o infinitamente grande (Macrocosmos) e o infinitamente pequeno(Microcosmos).

O outro salto de leopardo que ele deu é no campo das correspondências energéticas planetárias, incluindo as do esoterismo europeu e as dos 5 elementos chineses.

Ferro-> Marte-> Vermelho, por exemplo:são equivalências/correspondências porque vibram em termos de direcção (D), Número de batimentos (N) e Amplitude ( A) - em termos de DNA, portanto, no mesmo tipo vibratório.

É na grelha dos metais que podemos estudar, medir, analisar, observar, nomear tudo isso. A cromoterapia, por exemplo, não é mais do que uma metaloterapia e a metaloterapia não é mais do que uma planetoterapia e todas elas não são mais do que a alquimia da célula, do que a alquimia da vida.

Por isso actuam, por isso são terapêuticas. Porque mexem no ADN da célula - a tal heterocromatina constitutiva onde se alojam os 7 metais que os alquimistas atribuíram aos planetas.

Esta é outra (re)descoberta genial de Etienne. Descoberta que tem a ver com o tal «código vibratório» que vem alterar todas as ideias de conformismo e fatalismo, incluindo o fatalismo kármico e o fatalismo hereditário ou do código genético, até agora (o único) conhecido.

O código vibratório descoberto por Etienne permite-nos não só emendar capítulos do ADN «com gralhas» mas escrever novas páginas que estão em branco e que são o nosso destino a construir - ou seja, o que vamos fazer da nossa eternidade .

O método de Etienne é uma das fontes possíveis para essa viagem para a Eternidade. O convívio de Etienne com a Pátria Amada como ele chama ao Egipto da época de Ouro é um convívio de família com os deuses (que pura e simplesmente são nomes de energias).

A maior parte das figuras egípcias vibra a N40 - o que é raro no mundo das energias ao nosso alcance.

Se o metal vibra a N8, as plantas a N16 e alguns animais como o adorado gato vibram a N24, depois é muito difícil encontrar frequências vibratórias a N32, a N40, a N46 e a N56 (espírito de buda). Só num dicionário de escrita sânscrita consegui encontrar uma palavra que vibrasse a N56. Pela 1ª vez na minha vida, achei que tinha valido a pena ter nascido. Vulgar mortal, pude vibrar espírito de buda quando toquei numa palavra sânscrita, escolhida ao acaso de um dicionário que abri ao acaso.

«Espírito de Buda» é, como se sabe, o nome dado a um dos 7 corpos de Rudolfo Steiner - hierarquia que Etienne adopta. Aliás, de Rudolfo Steiner, ele adopta também o conceito de «cancro-doença da alma» - investigação experimental que Etienne realiza no Instituto Curie, incluindo as famosas «cristalizações sensíveis» à base de Cloreto de Cobre.

2/3 das 1551 páginas que perfazem o total das 4 obras publicadas de Etienne são sobre o cancro e o mecanismo vibratório do Cancro. «Energia da anti-pedra filosofal» (uma das ENERGIAS NEGATIVAS mais famosas) é a energia do Cancro e a terapia consiste em o terapeuta ter nível vibratória de consciência para poder transferir energia da pedra filosofal - ou equivalente - para tratar o doente até à cura. O quadro das energias «positivas» e das energias «negativas» tem, em Etienne, um sentido diferente das nomenclaturas usuais. E relaciona-se directamente com a breve história cósmica desde 26 de Agosto de 1983, em que o Novo Cosmos I (MEAI GAO GOC) tem vindo a emitir as energias que correspondem à Nova e sublime era de Aquário, porta da Nova Idade de Ouro.

Se deixamos perder esta derradeira chance que o Cosmos nos oferece de bandeja, nem pó restará de nós: Nem somos dignos de ser filhos de Deus - como de facto somos e o código vibratório, descoberto por Etienne, confirma.

Enquanto a era zodiacal dos Peixes, por exemplo, vibra na base decimal, que é a pobre base em que vibratoriamente existimos há 21 mil anos e tal, a era do Aquário vibra tal como a do Touro, tal como a do Leão, até Fi 31 - o número de Ouro, como se sabe. Falar da Nova Idade de Ouro, portanto, não é um delírio de esoterista, é apenas a tradução numérica de uma realidade energética indiscutível mas que estamos em risco de perder se não andarmos rápido.

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O CONTINUUM ENERGÉTICO

EM TERAPIA

16/10/1996 - A composição trinitária do ser humano ( corpo/alma/espírito) não é um dado evidente apesar de se encontrar em todas as grandes tradições que conheciam o sagrado.

As classificações que os livros de divulgação «energética» hoje nos apresentam, usam uma variedade de planos que inevitavelmente confunde o leitor.

Há os que falam, por exemplo, em 3 planos:

corpo

mente

alma

Outros referem 4 níveis :

físico

emocional

mental

espiritual

Um livro de teosofia talvez adiante, além do patamar físico, outros patamares:

etérico

astral

causal

mental

Por vezes a simplificação leva a um mero binário:

corpo

espírito

onde espírito significa tudo o que não é corpo.

São alguns exemplos, recolhidos de um livro interessante de Ted Andrews - «Manual dos Novos Médicos», Estampa, 1996 - mas que mostram a confusão reinante, hoje em dia, no campo unificado das energias, das bionergias ou energias vibratórias.

O trabalho de unificar a nomenclatura é, portanto, o que se impõe com maior urgência e necessidade.

- «Debilidade» ou «fraqueza» de um órgão, que o torna mais susceptível de contrair determinada doença, pode significar «estagnação energética» igual a «bloqueio energético».

Quando fundamentalmente se aconselha uma técnica de «relax» em casos de extremo stress, está a constatar-se que para uma situação yang o melhor antídoto é o yin.

As psicoterapias complicam as técnicas de relaxamento - com hipnotismo, yoga, meditação, imposição de mãos, massagem, etc - mas a macrobiótica receita bons yin e tenta preparar o terreno para que a alquimia se faça, ou seja, para que o bloqueio se desfaça.

A acupunctura, por exemplo, tenta desbloquear por intervenção directa nos meridianos, mas se a causa do bloqueio é de terreno orgânico, a situação volta a verificar-se passada a acção das agulhas. Sem desintoxicação alimentar nunca o desbloqueio é completo. E quando a intoxicação é medicamentosa - química em geral - , intramolecular, portanto, mais difícil será conseguir de novo o fluxo energético normal.

A medicina ortomolecular surge hoje como um recurso para atingir essa zona profunda do terreno orgânico mas esquece duas condições de base:

1) É condição sine qua non, uma situação yin à partida, para que as trocas intermembranares da célula se verifiquem

2) É condição sine qua non encontrar uma técnica capaz de remover os metais mal colocados na zona da heterocromatina constitutiva.

Sem estas duas condições, não há hipótese de realizar:

- uma verdadeira desintoxicação do organismo

- um verdadeiro desbloqueio energético dos canais de circulação da informação

- uma verdadeira desestagnação que leva a um movimento alquímico necessário e suficiente.

Tal como no tráfego da cidade, quando há engarrafamento num sítio toda a circulação é afectada.

Fisicamente, os bloqueios energéticos podem significar «intoxicação» , um terreno em stress, uma imunidade diminuída, um metabolismo perturbado, um equilíbrio PH (ácido/base) desequilibrado. A nível intra-molecular tudo isto é a mesma coisa.

Dizer que as nossas doenças começam no corpo energético significa que elas surgem ao nível do corpo através dos sistemas de fronteira em intercomunicação recíproca e que portanto se intercondicionam:

- sistema endócrino

- sistema nervoso

- sistema imunitário

- sistema circulatório

- sistema reticulo-endotelial

- pele

Se a acção incidir no meio intra-molecular, ou seja, se o movimento alquímico se iniciar e realizar , se os princípios da homeostosia (ou inteligência do organismo) funcionarem, eis que as sinapses e outros mecanismos (enzimas, por exemplo) cibernéticos da célula, encarregados de levar as informações necessárias onde elas fazem falta, começam a funcionar.

Se se quer tratar o terreno físico, terá de se começar por aqueles 6 sistemas de fronteira e removendo causas que condicionam estes sistemas.

Essas causas terão de ser procuradas onde nenhuma medicina , até agora, as procurou:

- ao nível dos 7 corpos energéticos (Rudolfo Steiner)

- ao nível dos 12 órgãos dos sentidos (de que só reconhecemos 5) (Hierofantes egípcios)

- ao nível das 9 camadas da alma (que totalmente esquecemos) (Hierofantes egípcios)

- ao nível do espírito e das energias filosofais - enxofre, mercúrio, sal - que directamente o alimentam■