03-10-06

Posted by Big-Bang - segunda-feira, 6 de Outubro de 2003

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15 anos de memórias

 

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NOVAS ENERGIAS:
A AMÁLGAMA CONVENIENTE

[6 de Outubro de 1979 ] - "Energias Novas" se chama à colecção que uma prestigiada casa editara de Lisboa começou a publicar, tendo já aparecido dois volumes: um que trata de energia solar e outro ...de energia atómica.

Incluir o nuclear no âmbito das novas energias não é um deslize ou um esquecimento. É uma afirmação voluntária e bastante calculada. Pôr o solar e o nuclear, lado a lado, como se se tratasse de alternativas igualmente aceitáveis para as aflições da presente escassez petrolífera, corresponde a uma estratégia longa e habilmente maquinada.

Equiparar as eco-energias solares com a energia hiperpoluente por excelência - a nuclear - é uma amálgama que se pratica com frequência, sabe-se lá com que objectivos.

Não se poderá dizer que o público não ande "informado" ou não tem fontes onde recorrer quando quiser informar-se. Para o público universitário há editoras trabalhando quase em "full time" , dando às novas gerações toda a ciência e técnica de que necessitam para construir o futuro.

Incluir a energia solar e a energia nuclear na mesma colecção de "energias novas" é uma forma singular de educar as novas gerações, levando-lhes a ciência necessária e suficiente. E a respectiva ideologia que toda a educação, informação e actividade editorial comporta.

Também é corrente usar a expressão "energias renováveis" para englobar as energias não poluentes, infinitas, inesgotáveis e ecológicas: solar, vento, marés, ondas e biogás.

É outra nuance menos perigosa do que a primeira, mas igualmente interessada em diluir (ou apagar por completo) a intrínseca natureza ecológica (e portanto subversiva do sistema actual) destas energias numa linguagem que não enfatize essa vocação subversiva.

O Sistema vive de matar e devorar os Ecossistemas. Vive, portanto, das poluições que produz, multiplicando mecanismos, empresas e negócios de anti-poluição. Mas as Eco-energias condenam a poluição a desaparecer... Entre outros motivos, esse facto incomoda seriamente os que da anti-poluição fizeram política, desculpa, negócio, lucro e uma boa forma de intoxicar, alienar, oprimir e violentar as populações.

Arma insidiosa ou ostensivamente agressiva , a poluição foi considerada sinal de progresso e, em última instância, ela interessa para prorrogar no povo a sua humilhação quotidiana e uma consciência degradada da si próprio.

Não se polui por acaso ou defeito do sistema: mas porque a poluição é uma forma subliminar de condicionar e manipular o cidadão, tornando-o mais submisso e resignado a violências de outro tipo.

Ora as energias não poluentes, ameaçando acabar com esta vantagem e este negócio, só poderão ser exploradas in extremis (quando a crise petrolífera apertar mesmo o gasganete dos imperialismos ) e quando já não houver outro remédio.

Mas mesmo assim metendo-as no mesmo saco da energia nuclear, chamando-lhes, indiscriminadamente , "energias novas" ou "energias renováveis", ocultando o seu carácter subversivo e revolucionário, advertindo as populações das enormes desvantagens económicas e das impossibilidades técnicas que ainda condicionam a sua exploração.

O sistema avança para o negócio das Eco-energias. Mas tudo fazendo para lhes diminuir e minimizar o que nelas é exactamente específico. Tudo o que agride o sistema, o tal que só vive matando os ecossistemas.

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(*) Este texto de Afonso Cautela foi publicado no jornal «A Capital» (Lisboa), de 6 de Outubro de 1979

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COMUNICAÇÃO AOS MEUS COLEGAS SEMINARISTAS SOBRE AS DIFICULDADES DE INTERCOMUNICAR EM RADIESTESIA - I

6 de Outubro de 1994

1 - Por mais que as energias vibratórias sejam um belo ballet, tal como o pinta poeticamente Etienne e o Manuel repete (seminário de 13/Dezembro/1992), não têm necessariamente que ser uma trapalhada. Há, portanto, que recontar, com calma, essa das energias vibratórias, abaixo e acima do espectro electro-magnético, de preferência face ao diagrama que o Jean Noel Kerviel criou (mandou desenhar) e publica no seu livro «L'être Humain et les Énergies Vibratoires». Esse diagrama pode ser um bom princípio do fim. Mas de modo algum deve usar-se para transformar o que é (ainda) claro como água - porque são factos, apenas factos - numa autêntica e indescritível trapalhada.

Temos, por exemplo, de saber distinguir o complexo do complicado, temos de explicar em vez de complicar e não criar mais confusão nas cabeças além daquela que já existia. A Radiestesia não pode vir criar mais confusão mas dar meios concretos às pessoas para se defender da confusão reinante.

2 - Por mais níveis de leitura que os egípcios tenham recomendado (tudo bem, não estou contra), por mais que a lógica salte - tenha que saltar - quando nos aproximamos do grande continente perdido do inconsciente colectivo - onde está tudo -, por mais que a magia, a astrologia, a alquimia, a aritmosofia e a teurgia ( 5 apenas das 12 ciências sagradas), se baseiem nos princípios que nada têm a ver com a ciência ordinária moderna e por mais que as leis de ressonância cósmica se sobreponham, de baixo para cima, às leis que regem o mundo vibratório compreendido no âmbito restrito do espectro electro-magnético, por mais que os espaços tempo lineares sejam limitantes e a verdadeira vida se viva nos espaços tempo transcendentes, ou melhor ainda, no a-espacial e no a-temporal (sem espaço nem tempo), a verdade é que teremos sempre, como seres incarnados, de contar com as leis do espaço e do tempo, com a lógica aristotélica do terceiro excluso, com as leis que regem o espectro electromagnético, com as descobertas da ciência ordinária, essa megera (e é disso prova o trabalho cansativo de Etienne Guillé no âmbito chatíssimo da biologia molecular), com o mundo diurno da razão pequenina, com a lista de ciências ordinárias que nos chingam a paciência mas que acabam sempre por ocupar na obra de Guillé e nos seminários de Jean Noel, uma desmedida importância.

3 - Se temos que continuar a gramar a ciência moderna, se temos de continuar a ouvir que afinal um antibiótico até nem sequer é coisa assim tão perniciosa, se temos de continuar a ir para o estúpido emprego todos os dias completamente sem defesas, se temos que continuar a suportar toda a gama de energias nocivas que nos atacam ao nível do espectro electro-magnético - onde a ditadura electrónica, por exemplo, é um ver se te avias - então acho que, quando se começa a pegar no mundo subtil das energias vibratórias, deveríamos fazê-lo com calma e sem o ar de que estamos a atirar amendoins a macacos.

4 - Teremos, para começar, que começar pelas coisas comezinhas e que anteriormente já tínhamos: o suporte vibratório, por exemplo, que é o nosso corpo composto por 600 biliões de células - e em cada célula quilómetros de cadeia de ADN.

Teremos de começar, por exemplo, na lógica aristotélica que diz que uma coisa é uma coisa e não outra coisa ao mesmo tempo, temos de começar por um primeiro e único nível de leitura (antes de chegar aos outros dois) para saber do que se fala quando se fala de alguma coisa e teremos que nos orientar nos espaços tempos lineares enquanto não tivermos adquirido a técnica de nos movermos nos espaços-tempos transcendentes, ou mesmo e até no a-espacial e no a-temporal.

Não era má ideia, por exemplo, que algum dos nossos seminaristas nos explicasse se espaços tempos transcendentes é a mesma coisa que não espaço e que não tempo.

Mas isto de saber se uma coisa é uma coisa e não outra, é de facto o grande bico de obra do discurso que nos transmitem, a pretexto, claro, dos tais 3 (e não um) níveis de leitura. Eu já me dava por feliz que ao menos um nível fosse legível...

5 - Antes de levantar voo para altas esferas - prometem-nos mundos e fundos, é verdade - bom seria que tivéssemos a humildade e honestidade de ir percorrendo, passo a passo, etapa a etapa, o itinerário subtil que temos a percorrer.

Essa é uma crítica que assumo com toda a frontalidade. De facto, a pretexto de altos voos, atiram-nos para verdadeiros chafurdos de confusão. A pretexto de que há ideias que estão viciadas por MAGA - a ideia de karma, por exemplo, ou a ideia de reincarnação - atiram-se as ideias pró lixo e cultiva-se alegremente a pura arbitrariedade mental. E digo arbitrariedade porque as palavras estupidez e idiotia me parecem demasiado fortes.

A pretexto de vários níveis de leitura, nunca sabemos do que estamos a falar quando estamos a falar seja do que for.

6 - Ou seja: a essência só se consegue a partir da existência e a eternidade é na incarnação que se conquista. Não vejo que os nossos seminários sejam orientados para este grande e supremo objectivo. Anda-se a boiar, a ziguezaguear, a patinar no gelo (mas sem patins), a navegar sem rumo, ora para a direita ora para a direita.

Desorientação não significa iniciação, por amor de deus. A disciplina (direi mesmo ascetismo) é indispensável como rampa de lançamento para mais ambiciosos e indisciplinados voos. Foi o único ponto - este do ascetismo - em que discordei da Patrice.

Dizer às pessoas, como alguns terapeutas dizem, que podem comer de tudo e ainda haver terapeutas que se riem dos que praticam uma macrobiótica inteligente e aberta (aprendida nos erros da experiência) é francamente lamentável, não abona nada um método, e põe em causa o rigor da Radiestesia, ou pelo menos da Radiestesia que nos é transmitida, com todo o rigor e coerência, por Etienne e Patrice. Acho que, em boa parte, andamos a fazer uma caricatura do que por eles nos é dito.

7 - Por mais que o processo de iniciação seja labiríntico, o primeiro passo que lá leva tem que ser claro, lógico, acessível aos nossos 5 sentidos e ao humano do ser humano. Com o pretexto do absoluto não transformemos este caminho do conhecimento em mais uma via de violência e de terrorismo verbal ou mental.

De violência temos à-vondo e se mais nada a radiestesia puder ser, quero para mim que ela seja apenas uma técnica de defesa contra a violência, a entropia, a maldade, a desonestidade, a mentira, a manipulação mediática, a alienação, o hedonismo do consumismo, a arrogância do poder, o autoritarismo, etc., etc.

8 - Sob o pretexto de atingir o espírito, não podemos desprezar o corpo (os sete corpos) e tudo o que a experiência nos ensinou para terapêutica natural do corpo. É perfeitamente criminoso (e acho que deverão responder por isso) o que alguns terapeutas andam divulgando junto dos doentes sobre a função da macrobiótica como regulador do corpo energético.

Etienne Guillé, no seu último livro, até fala, uma vez em «comida saudável»... Já não é nada mau.

Mas a ignorância não pode justificar a insolência. Se há terapias energéticas que devem ser «salvas» do cataclismo em que a Radiestesia coloca, com alguma razão, tudo o que anteriormente estava feita em matéria médica, a macrobiótica é das poucas terapias energéticas a salvaguardar como recurso de emergência quando não só falha a medicina oficial (que é total e completa falência), como falham também as outras terapias, que só recomendam asneiras, como falha a própria radiestesia que, em matéria de terapia do Cancro, por exemplo, é de um primarismo lamentável e confrangedor.

O próprio Etienne Guillé, se tem páginas geniais sobre mil assuntos, temos de reconhecer que no diagnóstico e terapêutica do Cancro como doença do terreno é ultraprimário: ele só reconhece as abordagens da medicina oficial ( que nem como terrorismo puro se deve admitir).

9 - Que o Cancro seja uma doença cósmica, já é discutível: de duas uma, ou todas as doenças o são, ou não é só o cancro que o é, mais a sida, mais a esclerose em placas, mais as neuroses e psicoses. Basta de enormidades: Qualquer dos nossos professores terá que suar muito para demonstrar que essa tese das doenças cósmicas - a que também se chamou doenças iniciáticas, vá lá saber-se porquê - tem fundamento e qual é esse fundamento.

Tenho humildade suficiente para ter abdicado de muitas convicções, desde que me pareça que a Radiestesia tem respostas melhores a milhares de perplexidades humanas.

Mas, no caso concreto do Cancro e dos doenças em geral, enquanto a Radiestesia não se mostrar também como uma terapêutica, não admito que me venham criticar ou ridicularizar aquelas autoterapias que levei anos a experimentar, em luta contra a obscenidade médica.

Não admito desarmar-me outra vez, para ficar outra vez entregue à bicharada médica e cirúrgica. Porque é o que a Radiestesia está fazendo através dos seus tradutores, inclusive quando, com espanto de todos, os próprios terapeutas nos dizem, dia sim dia não, que aquilo não é uma terapia. Isto dito por pessoas que logo a seguir dizem ter aberta marcação de consultas, acho que foi a melhor gozação com que, nestes dois anos, nos brindaram: ainda que, infelizmente, não tivesse sido a única.

10 - Quando se fala de Cosmos, por exemplo, há que definir de que Cosmos estamos falando em cada momento. Por mais que definir seja limitar, etc., etc. Porque umas vezes o Cosmos é o Cosmos I (MEAI GAO GOC) e outras vezes é o Cosmos II (MAGA GAU GAS) e outras vezes não é um nem outro, antes pelo contrário, mas um dos restantes 17 ou quiçá 26, que os textos de Jean Noel referem. Eu dava-me por feliz se conseguisse ao menos saber de um...

11 - Depois, por amor dos deuses, é imprescindível situar no espaço e no tempo o que existiu (decorreu) no espaço e no tempo. E é de uma história do Cosmos que falamos, de facto, quando os nossos seminaristas nos falam, por exemplo, de Atlântida ou da Lemúria, quando nos dão com uma «grande precisão» a data de 26 de Agosto de 1983 como de uma viragem cósmica, quando nos dizem que surgiu a energia da esfinge (quando, onde, como, por quê e por quem) e logo outra se lhe «opôs» - a da Ordem Negra , assim que surgiu a energia da Pedra Filosofal e logo outra se lhe opôs - a da anti Pedra Filosofal, que surgiu a energia do Escaravelho de Ouro e logo outra se lhe opões - a de anti-Khéper-Ré.

12 - Há igualmente que ser rigoroso quando se referem as eras zodiacais, há que situá-las no tempo cronológico, assim como há que traduzir o tipo de energia mais ou menos elevada que essas eras trazem à humanidade (se é que a humanidade já, em algumas delas, existia).

13 - Há que não deixar dúvida nenhuma sobre os factos, quando é de factos que falamos: se a Era do Aquário corresponde ou não corresponde, por exemplo, à referida viragem do Cosmos. Porque também nunca ficou claro - antes ficou tudo numa grande confusão - se a era dos peixes era o Cosmos II (MAGA GAU GAS) ou não era.

Então o Cosmos I será um aparecimento novo e esse aparecimento só se pode dever fisicamente falando a uma mudança de era. Até porque, meus amigos, nada é por acaso como nos dizem de 5 em 5 minutos. Mas é que às vezes tudo parece que aparece por acaso... Ou seja, a humanidade durante a Era dos Peixes terá perdido completamente a possibilidade de se religar ao Cosmos I.

Que não aparece e desaparece, mas que - penso eu - deve calmamente lá estar desde toda a eternidade para toda a eternidade. Falam-nos dos vários cosmos, no entanto, como se fossem cogumelos que nascem e morrem por esse universo fora completamente ao acaso.

14 - Ora se a religação ao Cosmos I é um acontecimento de tão transcendente importância - visto que marca o fim de uma era zodiacal e o princípio de outra - tudo deverá ser referido, neste ensinamento, em função dessa primeira prioridade e desse evento capital.

No entanto, nada é dito sobre os passos a dar (sobre o «como fazer», o «know how») para a famosa aliança com Elohim. Mesmo que a pessoa esteja muito motivada para fazer essa aliança, o que lhe continuam a contar são histórias da Carochinha, adn's pra aqui, adn's pra acoli. Isto, embora o Manuel tenha referido que até nem é preciso saber muito biologia para compreender a radiestesia... Bom, então, talvez fosse daquelas coisas que se podiam reservar para as horas de recreio e não para os seminários.

15 - Comparativamente à importância de uma tal démarche - a aliança com Elohim - tudo o mais deve ficar para depois de se saber muito bem o que há a fazer para ir ao encontro desse grande encontro. O resto são tretas, por mais filosofia que sejam.

Toda a gente - incluindo os seminaristas - enfatiza o acesso à nova Idade de Ouro (que se identifica com a sintonia com o Cosmos I) mas, se formos a ver, o que é que se aprendeu para começar a construir a Nova Idade de Ouro nestes dois anos... de prata?

Conversas de ADN, de zonas de regulação, de genes de estrutura, não são de certeza as mais prioritárias para cada um encontrar, no meio do Caos, o caminho da ordem. E são essas histórias que nos continuam a contar. Antes contos de fadas (com a).

16 - Se é na alma e nas sete «camadas» da alma (camadas é mesmo um palavrão horroroso) que se passa todo o trabalho de alquimia interior, são as nove camadas da alma que temos de esmiuçar, de testar, de praticar, de virar do avesso, de aplicar à prática quotidiana, ao diagnóstico, à observação de alguém que temos diante, são as camadas da alma que temos de marrar, etc, etc.

17 - Se a magia, por exemplo, se baseia nas correspondências cósmicas e na lei da ressonância, isto é, com certeza, outro dos esquemas que mereciam aturada e persistente revisão e desenvolvimento, sempre na perspectiva da sua aplicação.

E não me venham dizer que toda a aplicação humana é reducionista. Evidentemente que é. Mas temos de sacrificar alguma coisa à humanização, ou não? O resto são desenvolvimentos que, quem quiser, tem nas obras de Guillé e nos seminários da Patrice.

Filosofia e da boa é o que não falta nos seus textos admiráveis. Acho que nós - todos nós, seminaristas - devíamos era trocar as nossas próprias experiências e com isso progredir, em vez de continuarmos a filosofar barato. Ou antes: temos todo o direito de filosofar barato, mas isso devemos fazê-lo em família, ou para o papel (higiénico).

É pelo menos o que eu faço, à porta fechada: desde o princípio da radiestesia que escrevo um diário de navegação. Mas acho que não devo erigir esse diário de confissões em matéria de alta filosofança para as massas.

Chega de seminários com filosofias.

Vamos mas é saber como se faz, como se pega no pêndulo, como se fazem traduções, como se garante uma grelha não viciada, como...

É tempo de nos irem ensinando - ou de irmos aprendendo - step by step - como se diagnostica uma pessoa - sádia ou doente não interessa - , como se lê energeticamente uma pessoa, como se faz um transfert bem feito, como se manejam, na prática, as energias, como nos defendemos das nocivas, como nos aliamos às positivas, como nos relacionarmos com este e aquele Cosmos, como nos relacionarmos com as energias, de que se continua fazendo uma listagem bastante balburdiada.

18 - O esquema das energias temos nós, no livro de Jean Noel. Pouco mais de 10 minutos serão necessários para descrever o que é um simples repositório de nomes e de factos e datas. Vamos é ver para que serve aquilo, quando e como se aplica, como se mexe.

19 - Há, por exemplo, que fazer as famosas traduções na grelha mas aprender a fazê-las bem feitas. Os seminários intercalares devem ser dedicados a esse trabalho. O resto, basta que nos remetam para os livros de Etienne - página tal - através de um índice onomástico que largamente e pacientemente ordenei em computador e que me deu uma trabalheira do caraças.

6 de Outubro de 1994

Afonso Cautela■