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<99-04-18-om> = merge de quatro files da série <stone> segunda-feira, 26 de agosto de 2002 - <stone-1 > + pistas de pesquisa na net e nem só
A VIDA SECRETA DAS CÉLULAS
LEITURA E SUBLINHADOS DO LIVRO:
«LA VIDA SECRETA DE LAS CÉLULAS» ,
DE ROBERT B. STONE, ED. EDAF, MADRID, 1992
ITENS DE CONVERGÊNCIA HOLÍSTICA
18-4-1999 - Se tivermos, por exemplo, uma listagem de 100 palavras-chave da pesquisa ortomolecular, avaliamos de imediato que a nova ciência da naturologia não pode chegar a lado nenhum se insistir na velha metodologia analítica que tem caracterizado a ciência ordinária experimental. Avaliamos de imediato que se impõe um salto epistemológico e qualitativo na abordagem do conhecimento em geral e do conhecimento científico em particular. Avaliamos, de imediato, que o método a seguir só pode ser holístico, ou melhor, de convergência holística.
São cerca de 300 os dossiês organizados de informação recolhida e compilada (alguma na Internet) sobre os itens, temas e grandes áreas que directa ou indirectamente interessam à pesquisa ortomolecular.
A nova ciência naturológica atravessa horizontalmente uma série de outras ciências, tal como se enuncia no quadro de grandes áreas, do file <nieper-2>, quadro este que terá de ficar sempre em aberto, pois todos os dias chegam notícias de que novas áreas do conhecimento interessam à construção novo paradigma ortomolecular.
A função do investigador que não tem, nesta matéria, nada a ganhar nem a perder ( chamar-lhe-ia investigador independente), será a de articular coerentemente as diversas informações advindas dessas ciências particulares.
É a pesquisa que propomos no Centro de Pesquisa Ortomolecular e temos a certeza de estar a propor o caminho certo, o único caminho certo.
Tudo está descoberto até à exaustão. Só falta articular as diversas e inúmeras partes num todo coerente e organizado, sabendo embora que a ideia holística é ainda tabu e escândalo para a ciência imobilista instalada que vive, obviamente, de dividir para reinar.
De facto, e como diz Robert B. Stone , no seu livro « La Vida Secreta de las Células», Ed. Edaf, Madrid, 1992 , o futuro próximo da ciência é (apenas) uma questão de semântica. Eu diria mesmo, é uma questão de informação, melhor ainda, de bioinformação.
No Centro de Pesquisa Ortomolecular, pensamos que a informação em ciências biológicas será não só o núcleo irradiante de toda a ciência futura mas o norte orientador de toda a investigação.
Teremos de começar pelo léxico e a listagem que apresentamos a seguir é apenas um primeiro contributo, sempre em aberto para ser, numa pesquisa constante (na Net e nem só), constantemente actualizado.
Relativamente às Patologias - matéria que directamente interessa à Naturologia Aplicada - defendemos uma revisão geral da matéria médica de forma a seleccionar , à luz das novas terapias metabólicas e ortomoleculares, o que na velha medicina alopática está definitivamente morto e enterrado, e os 5% que ainda são susceptíveis de ser aproveitados.
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Títulos de Harold S. Burr em várias revistas e jornais de biologia :
«Tiro o chapéu ao Dr. Marcel Vogel, químico da IBM, que foi um dos primeiros que reproduziram com êxito os resultados de Backster com plantas; tiro também o chapéu ao Doutor Harold Puthoff, que foi uma das forças motrizes dos trabalhos do SRI sobre visão remota, e é um físico especializado em laser.» (pg. 117)
«Algumas pessoas-chave que fizeram avançar a fronteira da física são a drª Andrija Puharich, neurofisióloga de Ossining, Nova Iorque; Cristopher Hills, director da Universidade das Árvores de Boulder Creek, Califórnia; o doutor Richard Gerber, autor de «Vibrational Medecine»; James Beal, físico da NASA; Brendan O'Reagan, químico cerebral do Design Science Institut; e William Tiller, da Universidade de Stanford.» (pg.117)
«No livro «Global Mind Change», o doutor Willis Harmon, actual presidente do Instituto de Ciências Noéticas, afirma: «a forma de interpretar a ciência está mudando». (...) O Dr. Harmon delimita 3 perspectivas metafísicas, a que chama M-1, M-2 e M-3. A M-1 é o monismo materialista, que diz que a matéria produz a mente; a M-2 é o dualismo, que diz que há matéria e também há mente; a M-3 é o transcendentalismo, que diz que a mente produz a matéria. » (pg.118/119)
«A Consciência leva a semente energética da criação. Já na Conferência Psicotrónica de Montecarlo, em 1975, os cientistas presentes, várias vintenas, orientais e ocidentais, especialistas de todas as disciplinas, adoptaram a definição seguinte do termo «psicotrónica» : « É a ciência que estuda a interacção entre as pessoas e o seu ambiente, interno e externo, e os processos energéticos que intervêm na mesma. Reconhece que a matéria, a energia e a consciência estão interconectadas, o que leva a uma nova compreensão do corpo humano, dos processos vitais e da matéria.» (pg. 162 )
«Nos últimos anos, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos concedeu mais de 150 licenças de investigação para estudar as possíveis aplicações da máquina de Voll, também chamada Dermatron e da electroacupunctura segundo Voll (EAV). (...) O criador deste sistema é um médico alemão, o doutor Reinhard Voll. » (pg 172)
« Quando, no princípio do século vinte, o primeiro-ministro da África do Sul, o general boer Jan Christian Smuts, falou no seu livro «Holismo e Evolução» de um princípio unificador poderoso que organizava a natureza, estava descrevendo uma consciência crescente dentro do universo. (pg.175)
« O livro «Nuclear Evolution» ( University of the Trees Press, Boulder Creek, California, 1972) do doutor Christopher Hills, um dos primeiros investigadores dos Estados Unidos no campo da consciência e da radiónica.» (pg. 176)
Quando o doutor Rupert Sheldrake e o neurólogo Steven Rose discutiram a teoria de Sheldrake de um campo de inteligência, nas páginas do diário Guardian de Manchester (Grã Bretanha), um leitor escreveu uma carta em que dizia: « Provavelmente a verdade é que todos formamos parte de uma inteligência universal, do mesmo modo que as abelhas formam parte da «mente da colmeia». (pg. 178)
Dois físicos quânticos, do Instituto de Investigações de Stanford (SRI) em Palo Alto, California , trabalham há mais de cinco anos num projecto de investigações a que chamam «visão remota» .» (pg. 112)
Em 1969, F.L. Kuntz, num artigo da revista «Main Currents in Modern Thoughts» foi uma das primeiras pessoas que valorizaram as consequências filosóficas das investigações de Backster.» Eis alguns títulos dos artigos por ele publicados: na sequência dos de Backster e em sequência ou comentário aos seus trabalhos :
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A TELENOVELA DE BENVENISTE : MAIS UMA HISTÓRIA DE CAÇA ÀS BRUXAS
«Em 1987, um cientista francês, o doutor Jacques Benveniste, apresentou uma solução tão diluída de um medicamento que continha menos que uma molécula do medicamento em questão, mas produzia o mesmo efeito que uma solução menos diluída. »
A revista britânica Nature conservou o artigo durante mais de um ano, antes de atrever-se a publicá-lo e, ao fazê-lo, acompanharam-no de um comentário editorial em que diziam que as conclusões eram «incríveis» e que não tinham «base física alguma» .
O facto de Benveniste ter trabalhado com uma equipa de 13 investigadores internacionais convenceu os editores da revista de que não se tratava de fraude. Atendendo a que Benveniste era um investigador respeitado do INSERM, que é o Instituto Nacional da Saúde francês e de que o presidente Mitterrand lhe havia oferecido o cargo de Ministro da Saúde, os editores decidiram-se a publicar o artigo.
Para apoiar a posição de que a experiência de Benveniste não só era ilógica e incrível mas impossível, formou-se então uma equipa de «investigação» ( investigação em sentido policial) composta pelo famigerado John Maddox , director da famigerada «Nature», pelo investigador e polícia perito em fraudes, Walter Stewart, e pelo mago parapsicólogo James Randi.
Esta comissão de «peritos», publicou na «Nature» de 28 de Julho de 1988, um artigo de quatro páginas com as conclusões, enquanto o polémico artigo de Benveniste saiu no número de 30 de Junho de 1988.
Segundo Benveniste , a investigação dos três marmanjos teve mais de caça às bruxas do que de procura da verdade científica. Ele declarou ao jornal «Le Monde»: «Não foi mais do que uma comédia científica na vida real; uma paródia de investigação, levada a cabo por um mago e por um fiscal científico, que trabalharam no mais puro estilo do macartismo e da ideologia soviética».
Ponto final, parágrafo. Embora o folhetim «Memória da Água» ainda não tenha chegado ao fim. (pg. 127/128, do livro «La vida secreta de las células» , de Robert B. Stone, Ed. Edaf, Madrid, 1992 )
ANEXOS
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138 PALAVRAS-CHAVE DE A A Z PARA APURAMENTO DAS 100
Tal como dissemos no file <stone-1> , e se a questão, hoje, em investigação científica, é de léxico (também ou principalmente), lançamos algumas palavras-chave para abrir uma listagem que, depois de sucessivas triagens, levará a uma lista mais ou menos definitiva das 100 palavras-chave em pesquisa ortomolecular (com asterisco, algumas das nossas favoritas para a lista das 100) :
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<stone-3> + pistas de pesquisa ortomolecular
Designei assim - clássicos do século XXI e/ou filósofos da vida - os autores que, directa ou indirectamente, contribuem para a corrente ortomolecular da ciência moderna. Assinalam-se com asterisco aqueles de que existem uma ou mais obras na biblioteca do Centro de Pesquisa Ortomolecular ou na Biblioteca da Escola das Ciências Naturais e Homeopáticas para onde transferi cerca de 350 livros:
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(*) Este tema remete para os files seguintes:
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<holist3><diario>- profetas da visão holística para ac antologiar:
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intuiç- intuições a.c. 1970 - listagens a.c. autores de cabeceira
Autores que, em 1970/71 - dois anos de grande efervescência de ideias no meu campo pessoal - confirmaram ou induziram algumas das intuições fulcrais de AC:
lista11<listas> - profetas da visão holística
Um pequeno dicionário (ou base de dados) deste primeiro léxico ortomolecular poderá ajudar à convergência holística e a uma forma inteligente de elaborar a ciência, o que não é o caso hoje em dia, em que o desperdício da informação obtida em laboratórios atinge as raias do obsceno e do monstruoso. No Centro de Pesquisa Ortomolecular, não temos medo das palavras e gostamos de chamar aos bois pelos seus nomes. Porque não temos nada a perder nem a ganhar com esta ginástica a que nos dedicamos para ocupar o tempo de tédio e aborrecimento que é o do espectáculo do mundo contemporâneo.₪