Guilherme João Carlos HENRIQUES,
Alenquer e o seu Concelho,
Lisboa, 1902, p. 69.
Carlos AZEVEDO e Adriano de GUSMÃO,
Monumentos
e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa. Alenquer,
Arruda dos Vinhos, Azambuja, Cadaval,
Junta Distrital de Lisboa, Lisboa,
1962, p. 22.
Tesouros Artísticos de Portugal,
Selecções do Reader’s Digest, Lisboa, s.d.
António Oliveira MELO, António
Rodrigues GUAPO, José Eduardo MARTINS, O
Concelho de Alenquer – I, Alenquer, 1984.
Guilherme J. C. HENRIQUES, op.
cit.
Raul REGO, O
processo de Damião de Góis na Inquisição, Lisboa, 1971, p. 131.
Luiz CARDOSO, Diccionário
geográfico ou Notícia Histórica
de todas as cidades, etc., Lisboa, 1742, vol. I, p. 251.
Guilherme J. C. HENRIQUES, op. cit.,
p. 117
Destacamos, da numerosa bibliografia sobre a época elaborada por Vítor
Serrão, os artigos
“Os painéis da igreja de Unhos, Séculos XVI – XVII”, Boletim
Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa, III Série, 1970, n.os
73 – 74, pp. 27 – 52; “Painéis quinhentistas da Igreja de Unhos e a
sua cronologia”, O Diário, 15 e
17 de Fevereiro de 1978 e as obras A
Pintura Maneirista em Portugal, Lisboa, ICALP, 1982;
O Maneirismo e o Estatuto
Social dos Pintores Portugueses, Lisboa, Imprensa Nacional – Casa da
Moeda, 1983 e A Pintura Maneirista em
Portugal. Arte no tempo de Camões, (coord.), Catálogo, Lisboa, Centro
Cultural de Belém, 1995.
Joaquim Oliveira CAETANO, O
que Janus via, Tese de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências
Sociais e Humanas, Lisboa, 1996
Georges DIDI-HUBERMAN,
Enciclopédia Universalis, CD-ROM, 1999.
Émile MALE, L'Art
Réligieux aprés le Concile de Trente, Paris,
Armand Colin, 1932, pp. 260‑261
Idem, ibidem.
Idem, ibidem.
Joaquim Oliveira CAETANO, op.
cit.. p. 177.
Devo um agradecimento especial aos Profs. Luís Teixeira e Maria do Rosário
Gordalina pelo apoio dado a este exame quer na recolha, quer na revelação
fotográfica das imagens.
Erwin PANOFSKY,
Early Netherlandish Painting, New
York, Icon editions, 1971, pp. 3 – 20.
Grande Enciclopédia Portuguesa e
Brasileira, vol. 13, p. 62.
Não deve esquecer-se a importância do culto do Espírito Santo em Alenquer
desde o tempo da rainha Santa Isabel.