Os Positivos - homepage
Os Positivos - homepage
Os Positivos - homepage
 
26 01 03

A não perder, tirado do Bowling for Columbine, esta anim. Vale a pena a espera pelo download!

xx xx xx

My Own Private Stash

a listagem completa da banda desenhada que fui acumulando em casa...

Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comixlink

30 09 02

foda-se ta lindo

epah k posso dizer....esta merda ta linda!!!!!! a melhor bd de sempre... continua  com o bom trabalhos e .. P+ FOREVA!!!!!!!;)

**CaRoLiNa**

Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comixoutras

21 06 04

Ser Vegetariano

Ninguém te obriga a clicar no link...


Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comixneste link aqui

01 10 04

Sondagem

"O Valter precisa de melhor, não mais, educação. O que é que tu achas?"

Duh! | Nha!

8 07 04
pub.
Rastilho
Distribuidora de música e adereços.
 

>> 1ª vez? Sete anos de Positivos em 30 segundos

>> As bds que eu comprei recentemente

home comix Anim fanzzine XXX - Irritante Comunidade

 

Os Positivos

banda desenhada alternativa / true underground comix
 
be gone, thy punk!

 

It's a Wrap

Let's face it: mais uma vez, mandei os Positivos às urtigas. Não foi de propósito, mas não tenho - again, "story of my life, story of my life" - tempo para me dedicar à BD. Já pouco tempo tenho para ler a dos outros, quanto mais fazer a minha própria... O site está tb em stand-by desde à meses (ou serão já anos?? dawm o tempo passa depressa!), e não fosse o ocasional mail que recebo sobre os P+ nem me lembraria de estar agora aqui a colocar este aviso: até nova ordem estamos desligados e desactualizados.
 
novidades

 

novidade As últimas bds dos Positivos:

 

 

something is not right pt2
 

 

happy now
something is not right pt1

bdshorts/ponto_00.htm
my point is...

 

 

the weather
 

 

the pussy cat story
 
 
novidadeA nova Fanzzine: felicidade 2003 e a história do gato.
 
 
novidadeE outros Goodies pa quem quiser.
 
 
Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix
  Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix

Os Positivos
banda desenhada alternativa
true underground comix

disclaimer: quando -ou melhor, "se, em algum momento"- nas páginas seguintes, por ventura, alguma das personagens dos Positivos disser qualquer coisa como "vamos pegar fogo ao McMurder" ou outra qq frase susceptível de iniciar um processo penal contra o autor da bd, o autor desta bd gostava de chamar a atenção do porco capitalista por detrás dessa
e outras multinacionais e respectiva orda de advogados que essa é meramente a opinião da personagem.
Qualquer comentário desse género deve ser entendido como caracterização de uma personagem dentro da obra artística, e não como propaganda do autor.
O autor não tem nada contra vocês, seus filhos da puta.

 
Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix   Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix
Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix
  advertência pt.2: erros de português. Muitos. Comin' right up.  
Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix   Os Positivos - banda desenhada alternativa - true underground comix

Já não se está bem ou mal, está-se ocupado.

Todos aqueles que me conhecem e já precisaram de mim para alguma coisa sabem que tenho um grave problema: não tenho tempo. Seja para almoços de família, ganhar um extra por fora, dar um passeio ou fazer a minha própria bd: can't do it. De manhã à noite (para ser mais correcto: desde que me levanto até à hora de me deitar) estou enfiado no meu trabalho a ganhar o meu sustento e a perder a minha vida. No fim-de-semana (para ser mais

Hei! Jogas disto? Clica aqui.

correcto: depois do que resta de um sábado também a trabalhar) estou demasiado rebentado para poder fazer qualquer coisa de útil. Claro que por essa altura tenho ainda de resolver um milhão de merdas que não pode fazer durante a semana e tenho a casa num desastre e sem mais provisões. E então toca a preparar o próximo ciclo de dias que aí vem. Ah, fuck'em & feed'em.

Neste estado actual de coisas, tenho reparado que estou cada vez mais senil. Ou assim pensava eu: que a idade não perdoa e cada vez me esquecia mais das coisas. A minha babe desespera porque ao falar comigo, ainda não acabou a frase já lhe tou a pedir que repita tudo de novo porque já me esqueci do que estamos a falar. Nunca me lembro do nome dos meus alunos ou da sala de aulas. No trabalho, tudo o que não está escrito no papel à minha frente é como se nunca tivesse sido pedido.

(Bem, aí o patronato também tem a sua cota parte da responsabilidade - é uma espécie de mecanismo de defesa/sanidade mental que se desenvolve quando exposto prolongadamente ao seu método de trabalho - da infindável quantidade de coisas que tenho para fazer e cuja ordem de importância/prazo a cumprir muda de 5 em 5 minutos, já só tomo nota mental do último item da lista: o resto ser-me-á lembrado em devido tempo, SE realmente for importante).

Toda a gente desespera porque a minha memória de curta duração é mesmo isso: de curta duração. Começo a rivalizar os peixes de aquário: memory-span de 3 segundos (bem, bom para eles: descobrem uma parte do aquário nova de 3 em 3 segundos!).

Anyway: lá estava eu afundado em tristeza (ya know: life down da drain, ain't getting no younger, a babe diz que a barriga de cerveja não é tão sexy como eu penso que é, ainda por cima quando associada à careca), e a pensar que esta nova fase de senilidade não me ia ajudar nada na minha já difícil conciliação com a raça de macacos idiotas sem pêlos que dominam este planeta e no qual eu continuo a ser socialmente um extraterrestre à espera de que me venham buscar de volta para um lugar onde tudo faça mais sentido QUANDO!!!!... ao ler a revista do Público de 30 de Maio, a propósito da influência das novas tecnologias no nosso dia a dia, faz-se luz! (Apenas sobre aquilo da minha senilidade, as grandes questões existencialistas de sempre continuam em aberto, especialmente o "porquê eu?!")

Explicação encontrada : associava eu a minha má memória ao avançar da idade, as pequenas células cinzentas que já não se reproduziam por causa dos excessos da juventude, quando vem um gaijo (Michael Tchong) dizer que pelo contrário, os meus sintomas eram os da "primeira verdadeira geração multitasking": efectuar várias tarefas ao mesmo tempo.

Cito:

O estado de espírito tornou-se num estado de tempo, e este passou de facto, a ser mais valioso que o dinheiro. Já não se está bem ou mal, está-se ocupado. Na verdade, multi-ocupado. Cada vez mais, fazemos coisas diferentes a mesmo tempo.

(...)

Mas o efeito colateral dessa mudança está a ser poderosíssimo: no frenesim de tudo fazer ao mesmo tempo, tornámo-nos pessoas desatentas. Estamos a perder a memória a uma velocidade como nunca tinha acontecido. Fruto da desatenção, mas também da exposição quase permanente a múltiplas imagens e informações.

Ufa! Not yet crazy.

 

 
Oldstuff

 

conversas antigas

back again e mais desculpas

os livros que leio

eu e o tio bill

Off ta vault!

Uma pequena preciosidade do tempo da pedra para colecionadores (I'm talking década de noventa, século passado, baby): o texto de introdução à zine nº 4 dos Positivos XXX-Irritante

 

 
bye.

 

 

Quase um mês para a frente e para trás em vários veterinários e algumas centenas de euros depois, o Adão (à direita) acabou por morrer sem que os cabrões filhos da puta sequer conseguissem dizer-me o que ele tinha. E enquanto andava a encher o cú desses f.d.p. e a pôr pão na mesa deles, fizeram-me castigar o gato em viagem desnecessárias que só o deixaram pior, e em operações para diagonóstico que o debilitaram e o deixaram coberto de feridas.

Morreu-me nas mãos sem saber porquê.

 
 
aos arrotos
 

E assim vamos nós!!

banda desenhada alternativa - true underground comixsTenho uma teoria pessoal sobre a evolução da humanidade e disto a que se chama Civilização. À falta de melhor analogia, direi que a Civilização assenta em arrotos.

A ideia de que esta é o resultado de uma evolução permanente, trabalhosa e intencional dá-me vontade de rir. Parece-me óbvio que tudo o que fez a humanidade avançar patamar acima na escala da evolução civilizacional assemelha-se mais a pequenos episódios esporádicos e espontâneos, do que a conclusões lógicas de experiências calculadas sequênciais.

Sobretudo, acho ridícula a mistificação de certos eventos. À descoberta da pólvora com o rufar dos tambores como banda sonora e personalidades solenes a testemunhar o momento histórico, contraponho a imagem de um qualquer palerma no seu dia a dia a acidentalmente misturar os pós errados e para sempre mudar a face do mundo.

À do filósofo pensador compenetrado nos seus raciocínios no mais erudito mosteiro, contraponho com um qualquer sujeito numa qualquer situação mundana a inocentemente descobrir que leva o homem a mais um brilhante momento de evolução.

Como evoluiu o homem? Aos arrotos. Metido na sua vidinha num ciclo de nasce, trabalha e morre sempre igual, apenas quebrado quando acidentalmente produz qualquer coisa de onde consegue extrair uma vantagem, convertendo o ciclo numa espiral que o afasta do percurso de sempre e o leva a novos caminhos. Até inevitavelmente se voltar a fechar num novo ciclo à espera da próxima ocasião acidental que se traduza numa nova evolução.

Meus senhores: a evolução? É um gajo sentado na esplanada a beber uma cerveja. Está onde quer a fazer o que quer e o que sempre fez. De repente arrota. Não foi planeado e já o fez milhares de vezes antes. Desta vez, se calhar porque puxou demasiado pelo diafragma para soletrar o nome ao contrário para impressionar os amigos, ocorreu-lhe: "e se?". E o resto é História.

A propósito disto. Na revista do Público de 4 de Julho, sobre a invenção do chá em saquetas (true story: um sujeito distribui samples do seu chá em pequenos saquinhos em restaurantes, e estes servem-nos aos seus clientes sem perceber que os deviam tirar primeiro da embalagem):

"Há milénios, o Oriente criou a civilização, por acidente. Há séculos, o Ocidente descobriu-a. Importou-a, refinou-a e disseminou-a. Há cem anos, um americano conseguiu enfiá-la em saquinhos para consumo instantâneo. Por acidente."

 

:)

 


não acreditam? check it out here

:)

 

Na continuação da rubrica Férias em Espanha...

Goddamm! Sul de Espanha: calor até mais não, Marbella e Ibiza tão páli algures pá direita, vejo Marrocos da varanda. O mar é mesmo ali, a piscina é do outro lado da rua e a água está sempre fresca mas não fria, e pela primeira vez na minha vida os níveis de cloro não são agressivos ao ponto de me fazerem chorar. Muito pelo contrário, a àgua está azul como a àgua doce de um rio não poluído. Um milagre, se considerarmos que a semana toda só lá tem aparecido uma ninhada de putos irlandeses e um ou outro casal de turistas. As sombras e as espreguiçadeiras compõem o quadro. Enfim , life is good. Primeiro dia que aqui cheguei dei logo na bubabeira. Uma pizza, uma cerveja, umas sangrias. Acordar muito depois do meio dia no dia seguinte. Oh yeah, ao tempo que isso não acontecia... Deu ainda para acabar dois livros-romances: O Código da Vinci (é porreirote, entreteu e até fiquei uma vez acordado à noite a ler o livro), e O Caminho Para Marte, do Eric Idle, dos Monty. Deste só tenho a dizer: fun-fucking-tastic. O $$ mais bem gasto destas férias. Tou mesmo à espera que saia daqui um filme! Só lamentei um bocado o final abandonado do Carlton, o robot...

So, what sucks? O facto de há dois dias para cá tar fechado em casa enquanto toda a gente tá na vidinha boa, porque tenho que acabar (acabar? Ah! Nem posso dizer que a tenha começado como deve ser!!) a porra da tese!! Now that sucks!

PS.: quantos erros de português consegues encontrar neste texto? Manda as tua resposta para: vaimamar@quemtefezosabanos.com

 
 
Thiz da last dayz!!
 

Ninguém me desconvence que não caminhamos a passos largos para dias interessantes. Como o grande satã (aquele bacano do petróleo do Texas que ao deixar de ser governador desse estado assinou todas as execuções que estavam pendentes só para despachar a coisa) a ser reeleito césar do Império, o apocalipse já tá no correiro.

Mas isso é lá fora. Let's face it: Portugal não diz corno a ninguém que não aos portugueses. E mesmo a nós é uma coisa que nos passa ao lado a maior parte das vezes: é algo que acontece na altura dos impostos, no início do ano lectivo e quando estamos doentes. Futebol sim! Política não! Upâ-upâ! Euro 2004: heróis do mar, nobre povo, lá lá lá!

A classe política existe para se governar, quem é que ainda dúvida disso? É tão ponto assente que nem mesmo eles de dão ao trabalho de o disfarçar any more. Pego nos jornais e todos os dias leio o quanto a democracia faliu e como as estratégias do país são definidas por empresas privadas lookin' out for number one -nada de anormal, quando são os dirigentes desses sectores que são chamados para formar governo-.

Mas para citar livremente um sujeito qualquer que já foi citado um porradão de vezes antes: «a história não nos ensina o futuro, ela castiga-nos o desconhecimento do passado». E o que é que o passado nos diz? Well: que a humanidade vai de genocídio em genocídio desde os tempos em que andava de quatro no chão e tinha tantos pelos como os dois pussys a dormir na minha cadeira e a obrigar-me a escrever no portátil do estirador. Hum, lá tou eu a falar de mim-mim-mim...

"Mas isso era antes" oiço dizer. Desde o renascimento que somos pessoas de bem. Desde a revolução francesa que tudo tá A-OK. O lado porreiro do monopólio da globalização é que os tipos do dinheiro não vão querer deitar a tudo a perder. Poix... Afraid not. A humanidade continua tão animal como sempre foi, e se só neste século que acabou tivemos duas guerras mundiais e uma terceira não-guerra (só não estamos em pleno inverno nuclear pq os russos cancelaram o cruzeiro a Cuba), imaginem o que não prometem os próximos 100 anos quando os começámos com uma cruzada (get it? "crusada"?) anti-terrorista e o ocidente declara guerra a uma parte do mundo em plena idade média (get it? "cruzada"? "idade média"?) com acesso a armamento futurista.

Oh yeah, diz-da-dayz.

Por cá, no reino das baratas e outros insectos insignificantes que não se vão embora nem dá para exterminar (disclaimer: os Positivos são contra qualquer tipo de extermínio comercial): e não se podia criminalizar os políticos? Sim, eu sei que eles estão lá para fazer por eles, não por nós. Sim, eu sei que não os podemos censurar por quererem enriquecer rápido e bem -quem não havia de querer- e por isso é apenas normal que eles passem leis que fodem a tudo e todos menos aos clientes deles... Mas, e o contracto-promessa que nos fizeram? Aquele que repetem todos os quatro anos por volta das eleições? (Bem, isso era de antes, aceito: hoje em dia a falta de alternativa nem os obriga a tanto, basta ser, basta estar.) Não os podiamos chamar a contas ao fim de quatro anos e perguntar: tão e olha lá zé, aquelas coisitas que dizias que fazias por nós? Sim, aquelas que no intervalo de fazeres pela tua vidinha, disseste que ias ver o que podias fazer pla gente? Poix. Criminalizar os políticos, tipo liberdade condicional: tens quatro anos, queres um cheque em branco de mim? Dás-me o quê? Ok, vai e vê-lá, a gente volta a ver-se. Quatro anos depois abate-se o filho da puta e exibe-se o cona mole ao próximo que sabe o que é melhor para nós. Este método pode ter algumas arestas por limar, mas de certeza que o próximo terá mais convição nas suas palavras quando subir a um palco para falar com uma multidão. Imagino eu.

Para acabar a citar outro sujeito, este já nacional (e nacionalista, ora muito bem) que devia era ser ministro da educação deste país (uh, pois é, ele já o foi, no tempo do outro senhor): «Nós, os portugueses, somos poucos. Mas quando sabemos ser todos, somos os bastantes».

É só heróis, este nobre povo, nação valente e imoral.

(hum, será que tou a deixar transpirar cá pa fora que ando um bocado desmotivado com o país entregue ao sampaio-santana-paullinho das feiras?)

 

 

contacto, dúvidas, comentários e insultos | última actualização: 12-7-2004